Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Considerando as regras de concordância verbal, analise as reescritas do trecho, com adaptações, de acordo com a norma-padrão.
I.Grande parte dos dados da Unesco mostra que cerca de 47% dos currículos nacionais não mencionam o tema.
II.A maioria dos dados da Unesco mostra que cerca de 47% dos currículos nacionais não menciona o tema.
III.A maioria da pesquisa que apresenta o dado da Unesco mostram que 1% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam o tema.
IV.Cerca de 20 informações dos dados da Unesco mostra que 47% dos currículos nacionais não menciona o tema.
Assinale a alternativa que apresenta as orações com concordância correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Analise as reescritas e assinale aquela que mantém o sentido essencial e a pontuação adequada.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
I. O vocábulo 'Livia' está corretamente grafado, por se tratar de palavra paroxítona terminada em ditongo decrescente.
PORQUE
II.As palavras paroxítonas terminadas em ditongo decrescente não recebem acento, diferentemente das paroxítonas terminadas em ditongo crescente, que recebem acento.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o uso de alguns sinais de pontuação no texto, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. Em “Recentemente, publiquei um vídeo no Instagram falando sobre o que considero uma das próximas grandes transformações da oncologia”, a vírgula é obrigatória.
II. Em “Mesmo assim, acredito que estamos diante de uma das áreas mais promissoras da oncologia”, a vírgula após “Mesmo assim” contribui para destacar a expressão que introduz uma ideia de contraste em relação ao período anterior.
III. No trecho “os próximos anos poderão ser marcados por uma transformação igualmente importante: a capacidade de detectar o câncer muito antes do que fazemos hoje”, os dois-pontos introduzem uma enumeração.
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
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(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as relações entre fonemas e grafias, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A palavra “diagnóstico” contém dois encontros consonantais.
( ) Em “câncer”, o número de letras é igual ao número de fonemas.
( ) Em “colonoscopia”, a sequência “sc” representa um dígrafo.
( ) A palavra “outros” contém um ditongo decrescente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as estratégias argumentativas empregadas no texto, analise as assertivas a seguir:
I. Ao mencionar inicialmente exames de rastreamento já utilizados na prática clínica, o autor estabelece um ponto de comparação que permite dimensionar a inovação representada pelas tecnologias capazes de detectar sinais de câncer antes dos métodos convencionais.
II. A apresentação dos resultados do estudo Pathfinder confere sustentação factual à discussão, pois os dados são mobilizados para evidenciar resultados já obtidos com a tecnologia mencionada pelo autor, embora ainda sejam necessários estudos adicionais antes de sua incorporação à prática clínica.
III. Na conclusão do texto, ao afirmar que os próximos anos “poderão ser marcados por uma transformação igualmente importante”, o autor abandona a perspectiva argumentativa desenvolvida anteriormente e apresenta a substituição dos atuais métodos de rastreamento pelas novas tecnologias como fato comprovado.
Quais estão corretas?
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os elementos coesivos sublinhados nos trechos retirados do texto às funções que desempenham.
Coluna 1
1. Explicita uma ideia que se contrapõe a pontos apresentados anteriormente.
2. Explica ou reformula o que foi dito anteriormente.
3. Retoma uma informação apresentada antes, promovendo coesão referencial.
4. Introduz uma ideia de oposição e contraste.
Coluna 2
( ) “Isso mostra o quanto esse tema desperta interesse e esperança”.
( ) “Mas existe uma pergunta que mobiliza pesquisadores do mundo inteiro”.
( ) “Ou seja, identificar a doença quando ela ainda não é visível em exames de imagem”.
( ) “Mesmo assim, acredito que estamos diante de uma das áreas mais promissoras da oncologia”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
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(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Ainda são necessários estudos maiores, acompanhamentos por mais tempo e avaliações em diferentes populações para definir exatamente como esses exames serão incorporados........ prática clínica. Também existe um desafio importante relacionado ..... custo e....... acesso aos exames, fatores que podem limitar......utilização inicialmente”.
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as normas vigentes em relação ao emprego do hífen, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto:
⋅ “exames de rastreamento que salvam vidas, como a mamografia para o câncer de mama, a colonoscopia para o câncer ____________ e a combinação do PSA com a avaliação clínica para o câncer de próstata”.
⋅ “Ou seja, identificar a doença quando ela ainda não é visível em exames de imagem e até mesmo no estágio ___________?”.
⋅ “Se, nas últimas décadas, a grande revolução aconteceu com as terapias-alvo, a ____________ e a medicina personalizada, os próximos anos poderão ser marcados por uma transformação igualmente importante”.