Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q121760 Português
Julgue os itens a seguir, de acordo com o texto II.
Julgue os itens a seguir, de acordo com o texto II.
I. Considerando o texto, depreende-se do trecho ‘A "conversa" entre o generalista e o especialista pode muitas vezes não resultar em um diálogo.’ (linhas 24 a 26) que possivelmente generalista e especialista não dominem o mesmo código específico.

II. O uso de aspas em “conversa” (linha 24) denota o uso da linguagem não-padrão.

III. Por ser do gênero informativo, o texto dispensa o uso de objetividade e clareza.

IV. Em “(...) uma área da própria empresa faz um pedido à equipe de TI,” (linhas 7 e 8) a crase torna-se necessária pela regência do verbo fazer.
A quantidade de itens certos é igual a

Alternativas
Q121581 Português
Julgue os itens a seguir, de acordo com o texto III.

I. No primeiro período do texto, as orações “seja ele um supervisor de primeira linha ou o dirigente máximo da organização" (linhas 1 a 3) são orações subordinadas adjetivas explicativas.

II. Foi empregado o acento circunflexo em “têm" (linha 15), pois o verbo ter na terceira pessoal do plural é acentuado.

III. Em “para alcançar seus objetivos com a maior eficiência e economia de ação e de recursos." (linhas 12 a 14), um dos motivos para emprego da segunda preposição de é o paralelismo sintático.

IV. Antes de pronome possessivo feminino a crase é facultativo, entretanto em “Devido as suas limitações físicas" (linha 14) o acento grave não foi empregado, pois há apenas a preposição.

A quantidade de itens certos é igual a

Alternativas
Q120979 Português
Atenção: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Vários estudos têm alertado que tanto a população da
Terra quanto os níveis de consumo crescem mais rapidamente
do que a capacidade de regeneração dos sistemas naturais. Um
dos mais recentes, o relatório Planeta Vivo elaborado pela ONG
internacional WWF, estima que atualmente três quartos da
população mundial vivem em países que consomem mais
recursos do que conseguem repor.
Só Estados Unidos e China consomem, cada um, 21%
dos recursos naturais do planeta. Até 1960, a maior parte dos
países vivia dentro de seus limites ecológicos. Em poucas
décadas do atual modelo de produção e consumo, a humanida-
de exauriu 60% da água disponível e dizimou um terço das
espécies vivas do planeta.
"O argumento de que o crescimento econômico é a
solução já não basta. Não há recursos naturais para suportar o
crescimento constante. A Terra é finita e a economia clássica
sempre ignorou essa verdade elementar", afirma o ecoecono-
mista Hugo Penteado. Ele não está sozinho. A urgência dos
problemas ambientais e suas implicações para a economia das
nações têm sido terreno fértil para o desenvolvimento da
ecoeconomia, ou economia ecológica, que não é exatamente
nova. Seus principais expoentes começaram a surgir na década
de 1960. Hoje, estão paulatinamente ganhando projeção graças
à visibilidade que o tema sustentabilidade conquistou.
Para essa escola, as novas métricas para medir o cres-
cimento não bastam, embora sejam bem-vindas em um proces-
so de transição. Para a ecoeconomia, é preciso parar de cres-
cer em níveis exponenciais e reproduzir – ou "biomimetizar" – os
ciclos da natureza: para ser sustentável, a economia deve cami-
nhar para ser cada vez mais parecida com os processos
naturais.
"A economia baseada no mecanicismo não oferece mais
respostas. É preciso encontrar um novo modelo, que dê res-
postas a questões como geração de empregos, desenvolvi-
mento com qualidade e até mesmo uma desmaterialização do
sistema. Vender serviços, não apenas produtos, e também pro-
duzir em ciclos fechados, sem desperdício", afirma o professor
Paulo Durval Branco, da Escola Superior de Conservação
Ambiental. De acordo com ele, embora as empresas venham
repetindo a palavra sustentabilidade como um mantra, são pou-
quíssimas as que fizeram mudanças efetivas em seus modelos
de negócio. O desperdício de matérias-primas, o estímulo ao
consumismo e a obsolescência programada (bens fabricados
com data certa para serem substituídos) ainda ditam as re-
gras.


(Texto adaptado do artigo de Andrea Vialli. O Estado de S.
Paulo,
H4 Especial, Vida &Sustentabilidade, 15 de maio de 2009)

A transição rumo ...... economia sustentável deve considerar uma produção limitada ...... necessidade de reposição dos itens, e o fabricante prestaria serviços vinculados ...... bens alugados, como manutenção, recolhimento e reciclagem.

As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:
Alternativas
Q120720 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens de 1 a 10.

Sem prejuízo para a correção gramatical, o título da reportagem poderia ser Da tomada à estrada.

Alternativas
Q120600 Português
Na frase “Afinal, um bom salário costuma ser diretamente proporcional à satisfação no trabalho.”, o acento grave indicativo da crase se justifica
Alternativas
Q120438 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao uso do acento indicativo da crase.
Alternativas
Q120276 Português
Cada uma das alternativas a seguir apresenta reescritura de fragmento do texto II. Assinale aquela em que a reescritura apresenta erro relacionado ao emprego ou à ausência do sinal indicativo de crase.
Alternativas
Q119150 Português
Imagem 002.jpg

No texto acima, foi feita uma alteração que prejudicou a correção gramatical. Para torná-lo correto, é necessário
Alternativas
Q119061 Português
A Internet alterou profundamente a forma de fazer
jornalismo. Criou novas possibilidades de captar,
armazenar e distribuir informações, constituindo um
veículo de comunicação novo, capaz de compartilhar
diferentes formatos e permitir um nível de interatividade
até então desconhecido. Diante desta nova realidade
profissional, formar novos jornalistas tornou-se um
desafio. O mundo contemporâneo e muito mais o do
futuro próximo produz uma quantidade cada vez maior de
informação, interpretação e opinião.

Isto pode significar, de um lado, um alargamento das
possibilidades de atuação para os profissionais da
imprensa. Pode, de outro, implicar em um verdadeiro
aniquilamento do espaço de atuação. Às instituições que
preparam estes profissionais, cabe o papel de apresentar
este novo contexto, evidenciar a importância estratégica
do domínio das tecnologias da informação e, além disso,
continuar formando bons repórteres, redatores e editores.
Paulo Roberto Botão


Fonte: http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/especial5_b.htm

A respeito da crase utilizada em: “Às instituições que preparam estes profissionais, cabe o papel...”, analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta:

I. O “Às”, destacado no trecho, poderia ser substituído por “Para as”, conservando, na frase, o mesmo sentido original e adequação às regras gramaticais.

II. A preposição “A” é regida pelo verbo “caber”.

III. Estivesse a palavra “instituições” no singular, a crase não deveria existir.

Estão corretas as afirmações:
Alternativas
Q118698 Português
Há ERRO quanto ao uso da crase na seguinte afirmativa:

Alternativas
Q118550 Português
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas: “Ao meio-dia e ____ , quando o policial chegou ___ estação, ____ na avenida Sete de Setembro nº 10, já não encontrou os meliantes.”
Alternativas
Q118538 Português
Indique a frase que NÃO contém erro gramatical:
Alternativas
Q118531 Português
“O local é pouco ventilado e o calor é insuportável devido __ telhas de amianto. Isso aumenta a permeabilidade do solo __ águas da chuva, mas é um processo sujeito __ falhas. Ele era duro ao defender seus argumentos, mas sabia refletir sobre ideias contrárias __ suas.”

A opção que completa corretamente as lacunas é:
Alternativas
Q118528 Português
Marque a proposição que contém erro no uso ou não do acento indicativo de crase:
Alternativas
Q118524 Português
Quanto ao uso da crase:

I. O Estreito pertencia ao município de São José, tendo sido incorporado à Florianópolis em 1944.

II. A Wehrmacht invadiu a Polônia, dando início à Segunda Guerra Mundial.

III. Muitas pessoas estão repensando sua próxima viagem à Europa.

IV. Dessa forma quiseram dar um recado ao Brasil e à Turquia.

V. Quem vai à Roma gosta de ver o Papa.

Alternativas
Q118445 Português
Grandes e pequenas mulheres

Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.
Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.
Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que apoia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.
Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.
Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.
Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco para assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.
Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.
Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.
Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada.
(Martha Medeiros)

Assinale a alternativa em que o uso da crase apresenta-se INCORRETO:
Alternativas
Q118303 Português
Quanto às regras de escrita, é correto afirmar que
Alternativas
Q118266 Português

                                                     A bola e o livro

A má distribuição de renda no país, os megapatrocínios, a idolatria constante na nossa cultura fazem surgir pessoas despreparadas para o uso de tanto dinheiro, enquanto escolas despencam, hospitais deixam de atender ao mais simples diagnóstico, aposentados choram pelo minguado aumento. Até quando isto vai continuar? A sociedade já não suporta ver estes “ídolos” na mídia. Por que os salários não são igualitários? Por que se concedem altos aumentos na política? Por que alguns artistas ganham a peso de ouro? Por que jogadores ganham tanto dinheiro e poder sem ter ficado nos bancos escolares? Por que tanto interesse das empresas em patrocinar estes jogadores? Será que uma bola é mais valiosa que um livro?

(Maria Marta Nascimento Cardoso – Rio In Carta dos Leitores, O Globo 11/07/2010)

Houve desrespeito à norma culta quanto ao uso do acento indicador da crase em:
Alternativas
Q118056 Português
TEXTO:
Era assim...
Quando eu fazia Jornalismo na PUC era assim: se eu quisesse saber das novidades, das festas, dos encontros, das viagens, eu tinha que encontrar o pessoal ali perto de uma enorme cabeça do Kennedy, em frente aos elevadores. Às vezes, rodávamos a PUC inteira atrás de alguém que estivesse com a tabela do nosso campeonato de futebol. Não havia celular ou internet, e a sala de computadores ainda era a sala das máquinas de escrever. Isso tem 20 anos. O resultado é que nos encontrávamos mais. Estar com as pessoas era o ponto de partida para... estar com as pessoas.
Aí inventaram o celular, a internet e, com ela, uma série de ferramentas para aproximar mais as pessoas. Aproximar?
Hoje, as pessoas já se acostumaram a viver nos seus miniescritórios individuais, com telefone, caixa de correio e música ambiente — o MP3 no ouvido. Ninguém precisa mais encontrar ninguém para saber de nada: as informações vão chegar. Sabemos muito da vida de todos os nossos amigos, sem precisar estar com eles.
Quando uma grande amiga foi morar em Madri, lá no início dos anos 90, semanalmente nos correspondíamos. Por carta. Eu mandava as novidades à mão. E recebia dela — também à mão — as novidades. Esperar pela carta era parte da brincadeira. Dava quase para imaginar as viagens que nossas cartas faziam para levar um pouco de um amigo ao outro. E quando chegava tinha aquela letra dela, com o primeiro sentimento que as palavras deitavam no papel — uma era pré-delete e pré-backspace.
Hoje, se uma amiga que mora a dez minutos daqui dá à luz um filho, recebemos a foto da criança por email, mandamos um SMS com “parabéns” e esperamos o aniversário de um ano, quando receberemos aquele cartão virtual convidando para a festa. Se não pudermos ir, basta entrar na internet e enviar um presente. Incrível que o que foi inventado para encurtar distâncias tenha criado abismos.
Os que ainda não desistiram e me leem agora devem estar meio enjoados com meu saudosismo. Óbvio que toda essa modernidade trouxe milhões de coisas boas. Essas nós sabemos quais são. Mas não deixo de sentir saudade da época em que a vida tinha — ao menos para mim — um outra velocidade. Uma época em que as respostas podiam demorar. Em que o destino agia mais sobre os encontros e desencontros. Uma época em que eu decidia mais com quem eu ia me corresponder.
Sempre alguém pode dizer: “Mas você tem controle sobre isso. Desligue o celular, não olhe seus emails, não entre em redes sociais...”É verdade, é possível fazer tudo isso. Mas hoje em dia equivale quase a investir num retiro tibetano. A impressão é de que estaríamos desistindo da vida em sociedade.
Aí você deve estar pensando: “Mas nem você, que tá aí reclamando disso tudo, teria a força de vontade de abdicar dessas ferramentas do demônio?”
Acho que não. Afinal, enquanto escrevia esta coluna, chegaram cinco emails (que res pondi), consultei o Twitter duas vezes, atendi minha mulher no rádio, um colega de trabalho no celular e mandei dois SMS. Isso em 52 minutos. Tem jeito, não.
(Marcius Melhem / Revista O Globo – 13/06/2010)
Assinale a afirmativa INCORRETA quanto ao uso da crase:
Alternativas
Q117426 Português
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Assinale a opção que completa correta e respectivamente os espaços da frase abaixo.

Sua objeção ___ contratação do novo fisioterapeuta restringia-se ___ exigências salariais do candidato, e não ___ capacidade profissional que ele apresentava.
Alternativas
Respostas
8001: A
8002: B
8003: A
8004: C
8005: B
8006: D
8007: B
8008: E
8009: B
8010: D
8011: A
8012: E
8013: A
8014: D
8015: B
8016: B
8017: C
8018: A
8019: E
8020: C