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Q3750450 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
De acordo com o texto, pode-se compreender que a palavra “impressão” significa: 
Alternativas
Q3750449 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (dias, impressão, aflição.).
Alternativas
Q3750448 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
No período do texto “nem eu sei explicar o porquê de tão grande aflição”, temos uma oração:
Alternativas
Q3750447 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto (pão, tão, meu) são respectivamente:
Alternativas
Q3750446 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3750284 Português
Referindo-se à significação das palavras, assinale a alternativa onde há sinônimos.
Alternativas
Q3750283 Português
Aludindo-se à significação das palavras, marque onde temos antônimos.
Alternativas
Q3750282 Português
Marque a alternativa onde a frase está no tempo futuro.
Alternativas
Q3750281 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
No trecho “A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente...”, temos uma frase:
Alternativas
Q3750280 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
No texto “Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro”, os verbos são:
Alternativas
Q3750279 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
No texto aparece o período: “Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo”, os verbos usados estão nos tempos: 
Alternativas
Q3750278 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
Na Fábula A cigarra e a formiga, aparecem as palavras (verão, trabalhava, desesperada), que têm as funções respectivas de:
Alternativas
Q3750277 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
No fragmento “A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente”, temos um período de frase: 
Alternativas
Q3750276 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
Relacionando-se à correta divisão silábica gramatical, assinale a alternativa perfeita, quanto às palavras do texto (dias, história, alheia). 
Alternativas
Q3750275 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
De acordo com a leitura do texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3749827 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que brasileiros estão buscando cidadania de país africano de onde saíram milhões de escravizados


Neto de uma mulher negra nascida na Bahia, o consultor de vendas Clayton Muniz Filho, morador de São Paulo, buscou conhecer suas origens, mas enfrentou uma dificuldade comum entre descendentes de pessoas escravizadas: a falta de registros sobre seus antepassados.

Ao realizar um teste de DNA, descobriu que cerca de 30% de sua ancestralidade vem da região onde hoje se localiza o Benin — país da África Ocidental de onde partiram milhões de escravizados levados ao Brasil no período colonial. Com o resultado, decidiu aproveitar a oportunidade criada pelo governo beninense, que desde 2024 concede cidadania a afrodescendentes com raízes na região. 

A medida é vista como um gesto de reconciliação e reparação histórica, mas também como uma forma de atrair turismo, talentos e investimentos. Clayton aguarda a resposta de seu pedido, que considera uma peça de quebra-cabeça para reconstruir sua história familiar.

Entre os que já receberam o documento, estão a filósofa brasileira Sueli Carneiro e a cantora americana Ciara. Outras personalidades, como Lauryn Hill e o cineasta Spike Lee, foram convidadas pelo governo do país a se aproximar do projeto.

A lei permite que qualquer pessoa maior de dezoito anos, sem outra cidadania africana, comprove ancestralidade subsaariana ligada ao tráfico negreiro. O processo é feito pela plataforma My Afro Origins, mediante taxa de cem dólares, com duração de cerca de três meses. Como muitos não possuem registros históricos, o teste genético tornou-se o meio mais acessível de comprovar origens.

Segundo o advogado Alessandro Vieira Braga, que auxilia brasileiros nesse processo, as motivações são mais simbólicas do que práticas — uma busca de reconexão com as origens e valorização da identidade afrodescendente.

O Benin, antigo Reino do Daomé, foi colônia francesa até 1960 e tem se destacado por políticas de reconciliação histórica e estímulo cultural. O atual presidente, Patrice Talon, natural da cidade de Ouidah — um dos principais portos de escravizados rumo às Américas —, é um defensor do pan-africanismo e vem promovendo a reaproximação entre África e suas diásporas.

Em Salvador, o cônsul honorário do Benin, Marcelo Sacramento, fortalece essa conexão por meio de projetos como a Casa do Benin, símbolo do vínculo histórico entre os dois países. O governo beninense planeja modernizar o espaço e criar uma rota aérea direta entre Salvador ou São Paulo e Cotonou, facilitando a integração cultural e turística.

O chef baiano João Diamante, que visitou o Benin e descobriu que o acarajé brasileiro é uma variação do akará africano, afirma ter vivido uma experiência de reencontro com suas raízes. "Lá, percebi o quanto nossas histórias estão conectadas. Só conseguimos evoluir quando sabemos de onde viemos e quem somos", diz.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3w963y4v6yo.adaptado.
"Como muitos não possuem registros históricos", o teste genético tornou-se o meio mais acessível de comprovar origens.

Sintaticamente, é correto afirmar que a oração destacada é uma oração:
Alternativas
Q3749826 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que brasileiros estão buscando cidadania de país africano de onde saíram milhões de escravizados


Neto de uma mulher negra nascida na Bahia, o consultor de vendas Clayton Muniz Filho, morador de São Paulo, buscou conhecer suas origens, mas enfrentou uma dificuldade comum entre descendentes de pessoas escravizadas: a falta de registros sobre seus antepassados.

Ao realizar um teste de DNA, descobriu que cerca de 30% de sua ancestralidade vem da região onde hoje se localiza o Benin — país da África Ocidental de onde partiram milhões de escravizados levados ao Brasil no período colonial. Com o resultado, decidiu aproveitar a oportunidade criada pelo governo beninense, que desde 2024 concede cidadania a afrodescendentes com raízes na região. 

A medida é vista como um gesto de reconciliação e reparação histórica, mas também como uma forma de atrair turismo, talentos e investimentos. Clayton aguarda a resposta de seu pedido, que considera uma peça de quebra-cabeça para reconstruir sua história familiar.

Entre os que já receberam o documento, estão a filósofa brasileira Sueli Carneiro e a cantora americana Ciara. Outras personalidades, como Lauryn Hill e o cineasta Spike Lee, foram convidadas pelo governo do país a se aproximar do projeto.

A lei permite que qualquer pessoa maior de dezoito anos, sem outra cidadania africana, comprove ancestralidade subsaariana ligada ao tráfico negreiro. O processo é feito pela plataforma My Afro Origins, mediante taxa de cem dólares, com duração de cerca de três meses. Como muitos não possuem registros históricos, o teste genético tornou-se o meio mais acessível de comprovar origens.

Segundo o advogado Alessandro Vieira Braga, que auxilia brasileiros nesse processo, as motivações são mais simbólicas do que práticas — uma busca de reconexão com as origens e valorização da identidade afrodescendente.

O Benin, antigo Reino do Daomé, foi colônia francesa até 1960 e tem se destacado por políticas de reconciliação histórica e estímulo cultural. O atual presidente, Patrice Talon, natural da cidade de Ouidah — um dos principais portos de escravizados rumo às Américas —, é um defensor do pan-africanismo e vem promovendo a reaproximação entre África e suas diásporas.

Em Salvador, o cônsul honorário do Benin, Marcelo Sacramento, fortalece essa conexão por meio de projetos como a Casa do Benin, símbolo do vínculo histórico entre os dois países. O governo beninense planeja modernizar o espaço e criar uma rota aérea direta entre Salvador ou São Paulo e Cotonou, facilitando a integração cultural e turística.

O chef baiano João Diamante, que visitou o Benin e descobriu que o acarajé brasileiro é uma variação do akará africano, afirma ter vivido uma experiência de reencontro com suas raízes. "Lá, percebi o quanto nossas histórias estão conectadas. Só conseguimos evoluir quando sabemos de onde viemos e quem somos", diz.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3w963y4v6yo.adaptado.
A Lei permite que qualquer pessoa maior de dezoito anos, sem outra cidadania africana, "comprove" ancestralidade subsaariana.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
Alternativas
Q3749825 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que brasileiros estão buscando cidadania de país africano de onde saíram milhões de escravizados


Neto de uma mulher negra nascida na Bahia, o consultor de vendas Clayton Muniz Filho, morador de São Paulo, buscou conhecer suas origens, mas enfrentou uma dificuldade comum entre descendentes de pessoas escravizadas: a falta de registros sobre seus antepassados.

Ao realizar um teste de DNA, descobriu que cerca de 30% de sua ancestralidade vem da região onde hoje se localiza o Benin — país da África Ocidental de onde partiram milhões de escravizados levados ao Brasil no período colonial. Com o resultado, decidiu aproveitar a oportunidade criada pelo governo beninense, que desde 2024 concede cidadania a afrodescendentes com raízes na região. 

A medida é vista como um gesto de reconciliação e reparação histórica, mas também como uma forma de atrair turismo, talentos e investimentos. Clayton aguarda a resposta de seu pedido, que considera uma peça de quebra-cabeça para reconstruir sua história familiar.

Entre os que já receberam o documento, estão a filósofa brasileira Sueli Carneiro e a cantora americana Ciara. Outras personalidades, como Lauryn Hill e o cineasta Spike Lee, foram convidadas pelo governo do país a se aproximar do projeto.

A lei permite que qualquer pessoa maior de dezoito anos, sem outra cidadania africana, comprove ancestralidade subsaariana ligada ao tráfico negreiro. O processo é feito pela plataforma My Afro Origins, mediante taxa de cem dólares, com duração de cerca de três meses. Como muitos não possuem registros históricos, o teste genético tornou-se o meio mais acessível de comprovar origens.

Segundo o advogado Alessandro Vieira Braga, que auxilia brasileiros nesse processo, as motivações são mais simbólicas do que práticas — uma busca de reconexão com as origens e valorização da identidade afrodescendente.

O Benin, antigo Reino do Daomé, foi colônia francesa até 1960 e tem se destacado por políticas de reconciliação histórica e estímulo cultural. O atual presidente, Patrice Talon, natural da cidade de Ouidah — um dos principais portos de escravizados rumo às Américas —, é um defensor do pan-africanismo e vem promovendo a reaproximação entre África e suas diásporas.

Em Salvador, o cônsul honorário do Benin, Marcelo Sacramento, fortalece essa conexão por meio de projetos como a Casa do Benin, símbolo do vínculo histórico entre os dois países. O governo beninense planeja modernizar o espaço e criar uma rota aérea direta entre Salvador ou São Paulo e Cotonou, facilitando a integração cultural e turística.

O chef baiano João Diamante, que visitou o Benin e descobriu que o acarajé brasileiro é uma variação do akará africano, afirma ter vivido uma experiência de reencontro com suas raízes. "Lá, percebi o quanto nossas histórias estão conectadas. Só conseguimos evoluir quando sabemos de onde viemos e quem somos", diz.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3w963y4v6yo.adaptado.
Outras personalidades, como Lauryn Hill e o cineasta Spike Lee, foram convidadas pelo governo do país a se aproximar do projeto.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3749824 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que brasileiros estão buscando cidadania de país africano de onde saíram milhões de escravizados


Neto de uma mulher negra nascida na Bahia, o consultor de vendas Clayton Muniz Filho, morador de São Paulo, buscou conhecer suas origens, mas enfrentou uma dificuldade comum entre descendentes de pessoas escravizadas: a falta de registros sobre seus antepassados.

Ao realizar um teste de DNA, descobriu que cerca de 30% de sua ancestralidade vem da região onde hoje se localiza o Benin — país da África Ocidental de onde partiram milhões de escravizados levados ao Brasil no período colonial. Com o resultado, decidiu aproveitar a oportunidade criada pelo governo beninense, que desde 2024 concede cidadania a afrodescendentes com raízes na região. 

A medida é vista como um gesto de reconciliação e reparação histórica, mas também como uma forma de atrair turismo, talentos e investimentos. Clayton aguarda a resposta de seu pedido, que considera uma peça de quebra-cabeça para reconstruir sua história familiar.

Entre os que já receberam o documento, estão a filósofa brasileira Sueli Carneiro e a cantora americana Ciara. Outras personalidades, como Lauryn Hill e o cineasta Spike Lee, foram convidadas pelo governo do país a se aproximar do projeto.

A lei permite que qualquer pessoa maior de dezoito anos, sem outra cidadania africana, comprove ancestralidade subsaariana ligada ao tráfico negreiro. O processo é feito pela plataforma My Afro Origins, mediante taxa de cem dólares, com duração de cerca de três meses. Como muitos não possuem registros históricos, o teste genético tornou-se o meio mais acessível de comprovar origens.

Segundo o advogado Alessandro Vieira Braga, que auxilia brasileiros nesse processo, as motivações são mais simbólicas do que práticas — uma busca de reconexão com as origens e valorização da identidade afrodescendente.

O Benin, antigo Reino do Daomé, foi colônia francesa até 1960 e tem se destacado por políticas de reconciliação histórica e estímulo cultural. O atual presidente, Patrice Talon, natural da cidade de Ouidah — um dos principais portos de escravizados rumo às Américas —, é um defensor do pan-africanismo e vem promovendo a reaproximação entre África e suas diásporas.

Em Salvador, o cônsul honorário do Benin, Marcelo Sacramento, fortalece essa conexão por meio de projetos como a Casa do Benin, símbolo do vínculo histórico entre os dois países. O governo beninense planeja modernizar o espaço e criar uma rota aérea direta entre Salvador ou São Paulo e Cotonou, facilitando a integração cultural e turística.

O chef baiano João Diamante, que visitou o Benin e descobriu que o acarajé brasileiro é uma variação do akará africano, afirma ter vivido uma experiência de reencontro com suas raízes. "Lá, percebi o quanto nossas histórias estão conectadas. Só conseguimos evoluir quando sabemos de onde viemos e quem somos", diz.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3w963y4v6yo.adaptado.
O texto apresenta um relato contemporâneo que reflete a busca por identidade e pertencimento histórico.

De acordo com as informações, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3749823 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que brasileiros estão buscando cidadania de país africano de onde saíram milhões de escravizados


Neto de uma mulher negra nascida na Bahia, o consultor de vendas Clayton Muniz Filho, morador de São Paulo, buscou conhecer suas origens, mas enfrentou uma dificuldade comum entre descendentes de pessoas escravizadas: a falta de registros sobre seus antepassados.

Ao realizar um teste de DNA, descobriu que cerca de 30% de sua ancestralidade vem da região onde hoje se localiza o Benin — país da África Ocidental de onde partiram milhões de escravizados levados ao Brasil no período colonial. Com o resultado, decidiu aproveitar a oportunidade criada pelo governo beninense, que desde 2024 concede cidadania a afrodescendentes com raízes na região. 

A medida é vista como um gesto de reconciliação e reparação histórica, mas também como uma forma de atrair turismo, talentos e investimentos. Clayton aguarda a resposta de seu pedido, que considera uma peça de quebra-cabeça para reconstruir sua história familiar.

Entre os que já receberam o documento, estão a filósofa brasileira Sueli Carneiro e a cantora americana Ciara. Outras personalidades, como Lauryn Hill e o cineasta Spike Lee, foram convidadas pelo governo do país a se aproximar do projeto.

A lei permite que qualquer pessoa maior de dezoito anos, sem outra cidadania africana, comprove ancestralidade subsaariana ligada ao tráfico negreiro. O processo é feito pela plataforma My Afro Origins, mediante taxa de cem dólares, com duração de cerca de três meses. Como muitos não possuem registros históricos, o teste genético tornou-se o meio mais acessível de comprovar origens.

Segundo o advogado Alessandro Vieira Braga, que auxilia brasileiros nesse processo, as motivações são mais simbólicas do que práticas — uma busca de reconexão com as origens e valorização da identidade afrodescendente.

O Benin, antigo Reino do Daomé, foi colônia francesa até 1960 e tem se destacado por políticas de reconciliação histórica e estímulo cultural. O atual presidente, Patrice Talon, natural da cidade de Ouidah — um dos principais portos de escravizados rumo às Américas —, é um defensor do pan-africanismo e vem promovendo a reaproximação entre África e suas diásporas.

Em Salvador, o cônsul honorário do Benin, Marcelo Sacramento, fortalece essa conexão por meio de projetos como a Casa do Benin, símbolo do vínculo histórico entre os dois países. O governo beninense planeja modernizar o espaço e criar uma rota aérea direta entre Salvador ou São Paulo e Cotonou, facilitando a integração cultural e turística.

O chef baiano João Diamante, que visitou o Benin e descobriu que o acarajé brasileiro é uma variação do akará africano, afirma ter vivido uma experiência de reencontro com suas raízes. "Lá, percebi o quanto nossas histórias estão conectadas. Só conseguimos evoluir quando sabemos de onde viemos e quem somos", diz.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3w963y4v6yo.adaptado.
O consultor de vendas Clayton Muniz Filho enfrentou uma dificuldade comum entre descendentes de pessoas escravizadas: a falta de registros sobre seus antepassados.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Respostas
7841: B
7842: B
7843: C
7844: D
7845: B
7846: A
7847: A
7848: C
7849: A
7850: C
7851: A
7852: A
7853: B
7854: A
7855: C
7856: A
7857: A
7858: B
7859: E
7860: B