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Q3812413 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No texto, a expressão “doença animal”, presente em “Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.”, segundo o acordo ortográfico vigente, poderia ser grafada com hífen: doença‑animal.

Alternativas
Q3812412 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Sem prejuízos à correção gramatical, o trecho “No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições.” poderia ser assim reescrito: Práticas da medicina veterinária já foram mencionadas no código de leis mais antigo do mundo, o Código de Hamurábi que fazia referência a indivíduos com estas atribuições.

Alternativas
Q3812411 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã.”, a forma verbal “têm” leva acento tônico por se tratar de palavra oxítona terminada em “‑em”.

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Q3812410 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária”, a oração “que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária” especifica e restringe o tipo de “atividades de saúde pública” a que se refere a oração, ou seja, apenas aquelas que empregam tais conhecimentos e recursos.

Alternativas
Q3812409 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Sem prejuízo à correção gramatical, o segmento “A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.” pode ser reescrito como A saúde pública veterinária é uma área de atuação multidisciplinar e interdependente, que funciona como um elo crucial entre diversos setores da sociedade (agricultura, saúde animal, educação, ambiente e saúde humana).

Alternativas
Q3812408 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana”, as orações “para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública” e “para proteger e melhorar a saúde humana” são orações subordinadas adverbiais finais que integram a mesma oração do mesmo período.

Alternativas
Q3812407 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No texto, deduz‑se que a quarentena e o sacrifício de animais enfermos demonstram que, mesmo sem a compreensão completa da teoria do contágio (ou dos germes), já havia a percepção de que o isolamento e a remoção de animais doentes eram métodos eficazes para conter a disseminação de doenças em uma população.

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Q3812406 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No texto, a oração “Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.” significa que a prática da medicina veterinária deve adotar uma abordagem mais abrangente e integrada, focada na interação entre a saúde do meio ambiente, dos animais e dos seres humanos, o que exige uma maior atuação dos médicos‑veterinários na área da saúde pública.

Alternativas
Q3812404 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã.”, a afirmação permite inferir uma fase de ações locais contra doenças dos animais que se estendeu da pré‑história até os primeiros cem anos da Era Cristã.

Alternativas
Q3812401 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No texto, predomina a tipologia dissertativo‑argumentativa do gênero resenha, com foco na implantação de políticas públicas dos governos estaduais voltadas para a preservação das castas de animais domésticos, tratados como filhos, nos dias atuais.

Alternativas
Q3811405 Português

TEXTO 2


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VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

Os termos destacados na passagem: “Mas se os1 alemães tivessem feito mais três gols, apenas mais três2 , entraríamos no terreno do fantástico, do inimaginável, da galhofa cósmica3 .” (linhas 54-56) classificam-se respectivamente como
Alternativas
Q3811404 Português

TEXTO 2


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VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

O enunciador utiliza recursos expressivos para caracterizar o episódio narrado. No trecho “Mas se os alemães tivessem feito mais três gols, apenas mais três, entraríamos no terreno do fantástico, do inimaginável, da galhofa cósmica.” (linhas 54-56), observa-se, entre as orações, a relação semântica de 
Alternativas
Q3811403 Português

TEXTO 2


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VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

O texto 2 questiona como os torcedores podem reagir ao que é considerado inconcebível. Essa atitude é evidenciada pelo trecho:
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Q3811402 Português

TEXTO 2


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VERÍSSIMO, Luis Fernando. Os Seis Minutos. In: O Globo, 30 ago. 2025. Cultura. Acesso em: 31 ago. 2025.

Com base no texto 2, Os seis minutos, analise as seguintes assertivas:

I. O texto denota complexidade narrativa, por apresentar personagens multifacetados e imprevisíveis.
II. O enunciador utiliza o humor para suavizar um episódio simbólico do futebol brasileiro, que se configura como um elemento representativo da cultura e do esporte.
III. No texto, são abordados elementos que estão além do futebol, a exemplo da atuação específica de jogadores, do financiamento e de uma possível infração ética por parte da seleção da Alemanha.
IV. Para além da crítica sobre a derrota do Brasil para a Alemanha, o autor realiza paralelos entre o imaginável e o inimaginável, bem como suposições para atingir uma catarse coletiva em relação ao episódio.

Está correto somente o que se afirma em 
Alternativas
Q3811401 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






No trecho “Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina.” (linhas 11-12), o elemento destacado apresenta-se como recurso linguístico responsável por
Alternativas
Q3811400 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Em “Ponciá Vicêncio deitou-se na cama imunda ao lado do homem” (linhas 01-02) e “O homem gostava de dizer que ela era pancada da ideia” (linhas 07-08), o efeito de sentido provocado pelo uso do artigo está na
Alternativas
Q3811399 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Na passagem: “Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis.” (linhas 12-18), evidencia-se 
Alternativas
Q3811398 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






No trecho: “Ponciá partiu no trem do outro dia, pois tão cedo a máquina não voltaria ao povoado” (linhas 23-24), os termos destacados denotam a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3811397 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






Sobre o termo destacado nos trechos: “ficou com o olhar encontrando o nada (linhas 02-03); “repleto de nada e de nada” (linha 10) e “ali deitada de olhos arregalados, penetrados no nada” (linha 26), é correto afirmar que
Alternativas
Q3811396 Português

TEXTO 1


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EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio, 2003. p. 32-33. 






A correspondência entre os conectores destacados e o sentido que denotam no trecho está devidamente estabelecida em:

I. “mas coragem para morrer, também não tinha ainda”(linhas 06-07) — adversidade e adição.
II. “pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregue aos coronéis” (linhas 16-18) — explicação e finalidade.
III. “a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo o dia” (linhas 19-21) — finalidade e transitoriedade.

Estão corretas as complementações contidas em
Alternativas
Respostas
7801: E
7802: E
7803: E
7804: C
7805: C
7806: E
7807: C
7808: C
7809: C
7810: E
7811: C
7812: C
7813: D
7814: D
7815: A
7816: A
7817: B
7818: D
7819: A
7820: C