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Q4300835 Português

Leia o Texto III para responder à questão.





Fonte: https://x.com/caio_gomz/status/1993856527631843531/photo/1. Acesso em: 24 jun. 2026.

No Texto III, recursos visuais como colunas em forma de pilares, um grande olho observador e cadeados aparecem ao lado das informações escritas. Sobre a relação entre linguagem verbal e não verbal no infográfico, é CORRETO afirmar que os elementos visuais:
Alternativas
Q4300834 Português

Leia o Texto III para responder à questão.





Fonte: https://x.com/caio_gomz/status/1993856527631843531/photo/1. Acesso em: 24 jun. 2026.

No bloco “Diretrizes Fundamentais”, lê-se o segmento “Publicidade como Regra, Sigilo como Exceção”. A relação de sentido estabelecida entre as duas partes desse segmento contribui para a coerência do infográfico porque: 
Alternativas
Q4300833 Português

Leia o Texto II para responder à questão.



Texto II





Fonte: WILLTIRANDO. Disponível em: willtirando.com.br. Acesso em: 24 jun. 2026.

Na tirinha (Texto II), a personagem afirma: “Suas historinhas são sensacionais.” O emprego da palavra “historinhas” no diminutivo, e do termo “sensacionais” revela:
Alternativas
Q4300832 Português

Leia o Texto II para responder à questão.



Texto II





Fonte: WILLTIRANDO. Disponível em: willtirando.com.br. Acesso em: 24 jun. 2026.

Considerando a articulação entre linguagem verbal e não verbal ao longo dos quatro quadrinhos da tirinha, conclui-se que o objetivo predominante do Texto II é:
Alternativas
Q4300831 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
Com base na leitura global do Texto I, analise as afirmativas a seguir.

I- Alei parte do princípio de que a informação pública pertence ao cidadão, cabendo ao Estado o dever de disponibilizá-la.
II- Segundo os especialistas, a plena aplicação da lei é imediata, bastando sua publicação para que a cultura do sigilo desapareça por completo.
III- O texto reconhece que, além da resistência cultural, há despreparo da estrutura administrativa para atender aos pedidos de informação.

ÉCORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4300829 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
Leia: “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar.” No contexto, o termo “fechada” está empregado em sentido:
Alternativas
Q4300828 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
No trecho “a lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada [...] ambiciosa e abrangente”, a palavra “abrangente” pode ser substituída, sem prejuízo do sentido original, por:
Alternativas
Q4300825 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
No Texto I, o autor recorre a falas de especialistas como Rafael Custódio e Fabiano Angélico. Do ponto de vista da situação sociocomunicativa, o uso dessas vozes tem como principal função:
Alternativas
Q4300824 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Nova lei facilita acesso a informações públicas


A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder.




   Uma vez regulamentada, a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) torna real um direito reconhecido pela Constituição brasileira: o acesso do cidadão ao que é feito pelos governos, sejam eles federal, estaduais ou municipais.

   A lei atende também a outro preceito constitucional: o dever do Estado de prestar essas informações. A partir dela, qualquer cidadão pode solicitar informações ao órgão público sem precisar justificar o pedido.

   O grande objetivo desta lei é consolidar no País o princípio da transparência dos atos públicos, mas ela pode ser vista também como forma de a sociedade monitorar o que é feito pelo Estado. É o controle social, como diz Rafael Custódio, coordenador do programa de Justiça da Conectas Direitos Humanos. “A informação é pública, do cidadão e não do governo. É dever do governo então disponibilizar isso para os outros”, diz Custódio.

   A maior parte das leis de acesso à informação no mundo só cobre o poder central. A lei brasileira inova por envolver todas as esferas de poder, por isso é considerada por especialistas estrangeiros como ambiciosa e abrangente. A Unesco, órgão das Nações Unidas, a classifica como uma das 30 melhores leis de acesso à informação do mundo.

  Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, ressalta que a lei precisa de tempo para se consolidar. “Em geral a administração pública tem a tendência de ser fechada e de se fechar. Implementar uma lei de acesso é mudança de cultura, de paradigma, e, portanto, não acontece do dia para a noite. Porque informação é poder. Mas é preciso ter em mente que é um trabalho para uma geração.”

  O pesquisador lembra ainda o despreparo da estrutura administrativa para atender à demanda da população. “Para cumprir adequadamente a lei da informação é preciso deter uma estrutura multidisciplinar e as ouvidorias não vão ser suficientes”, afirma. Com a nova lei, o acesso à informação é a regra; e o sigilo, a exceção.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/380397-nova-lei-facilita-acesso-a-informacoes-publicas/. Acesso em: 24 jun. 2026. [Adaptado]
Segundo o Texto I, a Lei de Acesso à Informação brasileira é considerada por especialistas estrangeiros como “ambiciosa e abrangente” porque:
Alternativas
Q4300613 Português
"A gente quer que eles sejam __________, que pensem por si mesmos, que sejam criativos e _________. Mas, muitas vezes, a nossa própria ansiedade nos leva a podar essas qualidades, a buscar a _________ em vez do pensamento _________. É um __________.

Queremos filhos que inovem, mas temos medo de que eles errem.

Queremos que sejam fortes, mas os superprotegemos de cada arranhão.

Queremos que se expressem, mas nos frustramos quando a expressão deles não se encaixa nas nossas expectativas.

[...] o cérebro aprende pelo experimentar, pelo erro, pela tentativa e acerto. Se tiramos essas oportunidades, estamos, sem querer, limitando o desenvolvimento de suas capacidades mais __________."



(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-centro-da-tempestade-mora-em-nos/# cultivando-o-solo-interno-ferramentas-para-a-sua-calma. Acesso em: 31 jul. 2026. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir quanto à regência verbal:

I.Em "mas nos frustramos quando a expressão deles não se encaixa nas nossas expectativas", o verbo "encaixar-se" rege o complemento indireto pela preposição "em".

II.O verbo "encaixar-se" pode reger seu complemento também com a preposição "entre", a depender do contexto e do sentido pretendido. É o que acontece em: "Às vezes, as crianças não se encaixam entre nossas expectativas de pais e suas próprias vontades".

III.Em "mas os superprotegemos de cada arranhão", o verbo "proteger-se" (na variação superproteger-se) pede complemento indireto. Nesse caso, o complemento "cada arranhão" está regido pela preposição "de", mas também seria possível a preposição "contra".


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4299462 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


É evidente que aqui se trata de casos verdadeiramente extremos; na verdade, muitas vezes um grupo prepara uma peça de fórum em que a situação é apresentada de tal forma que em tal grau de desenvolvimento que as ações optativas são muito poucas ou nenhuma, e já não se pode fazer mais nada. E quando isso acontece, o efeito que tal modelo produz é sempre negativo. [...] Nesses casos, creio, deve-se voltar atrás no enredo da história e tentar verificar em que momento ainda podia ter optado por outras soluções, em vez de permitir que a história avançasse para o final agressivo.


BOAL, Augusto. Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. (Cap. IV − Vinte temas fundamentais, p. 320−321.)
Durante os ensaios de um espetáculo criado coletivamente, um grupo desenvolve uma cena em que as decisões tomadas pelos personagens conduzem rapidamente a um único desfecho possível. Ao acompanhar o trabalho, o instrutor percebe que os participantes deixam de investigar alternativas para o conflito e passam a concentrar-se apenas no aperfeiçoamento da execução da cena. Considerando o texto apresentado e a condução de processos criativos em teatro, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4299396 Português
Em uma roda semanal organizada pelo(a) instrutor(a) de leitura, adultos e jovens comentam um conto recém-lido. Parte do grupo pede que o(a) instrutor(a) revele "o significado correto" da obra, enquanto participantes menos experientes evitam falar por receio de errar. A intervenção mais consistente para favorecer formação leitora é:
Alternativas
Q4299270 Português
"A análise não para por aí: a partir dos 50 anos, essa vantagem chega a 41%. Na prática, trabalhadores mais velhos que continuam estudando recebem, em média, R$ 5.193 por mês, contra R$ 3.692 de quem parou de estudar, o que sugere um ganho associado de cerca de 41% na renda."
Com base nas regras de acentuação, analise as asserções a seguir:
I.Os vocábulos 'análise', 'aí' e 'mês' estão acentuados corretamente por regras distintas.
PORQUE
II.O vocábulo 'análise' recebe acento por ser proparoxítona; 'aí' recebe acento por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior, regra que se aplica também as paroxítonas; 'mês' recebe acento por ser monossílabo tônico terminado em 'es'.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4297663 Português
Furto de Flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
      Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
      Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ______. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record, 2006) 
Em uma análise do trecho “Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz”, é possível afirmar que a coesão referencial é construída por

I. retomada do referente “flor” ao longo do fragmento textual;
II. a coesão referencial é feita de forma inadequada devido à repetição do termo “flor” na segunda frase;
III. retomada pelos pronomes oblíquos “-a” em “trouxe-a” e “coloquei-a”;
IV. pelo pronome pessoal do caso reto “ela”, em “ela não estava feliz”, que faz uma referência anafórica;
V. referência catafórica feita pelo uso do pronome pessoal do caso reto “ela” no fragmento “ela não estava feliz”.

Selecione a alternativa que apresenta apenas as afirmativas corretas. 
Alternativas
Q4297662 Português
Furto de Flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
      Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
      Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ______. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record, 2006) 
A coerência global da crônica decorre da articulação entre o título, o acontecimento narrado, bem como a interpretação do narrador a respeito desse episódio, e o desfecho. Essa integração favorece a conclusão de que as partes do texto
Alternativas
Q4297661 Português
Furto de Flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
      Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
      Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ______. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record, 2006) 
A partir de uma análise estilística, pode-se considerar que o título “Furto de Flor” pode provocar no leitor 
Alternativas
Q4297660 Português
Net speak: a linguagem da internet prejudica o aprendizado?


[...]


Mas e aí? A net speak atrapalha o aprendizado do seu pequeno?


     Embora o internetês seja uma linguagem coloquial que imita a oralidade, os seus adeptos sabem onde e quando deve-se ou não utilizá-la. Existem estudos da Universidade Federal de Juiz de Fora que mostram que adolescentes e pré-adolescentes não usam o net speak na escola, ou em outros ambientes onde a norma culta é exigida. Isso chama-se adequação linguística. Ou seja: usar adequadamente em cada contexto as variantes de registros da Língua Portuguesa, que é tão rica.
      Além disso, mesmo com abreviações e acrônimos, a estrutura gramatical das frases e textos é mantida. Caso contrário, se não fossem, seria impossível de interpretar, seja por omissão de palavras ou por realocação/inversão delas. Ou seja, para se fazer entender, mesmo que de forma despercebida, o internauta continua respeitando as estruturas gramaticais que aprendeu na escola.
      Tanto é que ficou comprovado que, mesmo para a geração mais impactada com a linguagem da internet, não houve prejuízo do conhecimento da norma culta, nem do discernimento de adequação ao contexto. Pelo contrário, essa primeira geração crescida de net speakers passou a ler e escrever mais, pela facilidade e agilidade em se comunicar. Afinal, quando você manda uma mensagem em uma rede social e recebe uma resposta, está exercitando a leitura e a escrita. Sendo assim, essa comunicação, mesmo que informal, é, também, uma forma de expressar ideias e exercitar a escrita de um bom texto. 


(Adaptado de: PIFFER, Paula. Net speak: a linguagem da internet prejudica o aprendizado? Disponível em: https://leiturinha.com.br/blog/net-speaka-linguagem-da-internet-prejudica-o-aprendizado/. Acesso em: 13, jul., 2026.
No trecho: “[...] para se fazer entender, mesmo que de forma despercebida, o internauta continua respeitando as estruturas gramaticais que aprendeu na escola”, a palavra “despercebida” pertence a classe dos adjetivos e, neste fragmento, contribui para
Alternativas
Q4297659 Português
Net speak: a linguagem da internet prejudica o aprendizado?


[...]


Mas e aí? A net speak atrapalha o aprendizado do seu pequeno?


     Embora o internetês seja uma linguagem coloquial que imita a oralidade, os seus adeptos sabem onde e quando deve-se ou não utilizá-la. Existem estudos da Universidade Federal de Juiz de Fora que mostram que adolescentes e pré-adolescentes não usam o net speak na escola, ou em outros ambientes onde a norma culta é exigida. Isso chama-se adequação linguística. Ou seja: usar adequadamente em cada contexto as variantes de registros da Língua Portuguesa, que é tão rica.
      Além disso, mesmo com abreviações e acrônimos, a estrutura gramatical das frases e textos é mantida. Caso contrário, se não fossem, seria impossível de interpretar, seja por omissão de palavras ou por realocação/inversão delas. Ou seja, para se fazer entender, mesmo que de forma despercebida, o internauta continua respeitando as estruturas gramaticais que aprendeu na escola.
      Tanto é que ficou comprovado que, mesmo para a geração mais impactada com a linguagem da internet, não houve prejuízo do conhecimento da norma culta, nem do discernimento de adequação ao contexto. Pelo contrário, essa primeira geração crescida de net speakers passou a ler e escrever mais, pela facilidade e agilidade em se comunicar. Afinal, quando você manda uma mensagem em uma rede social e recebe uma resposta, está exercitando a leitura e a escrita. Sendo assim, essa comunicação, mesmo que informal, é, também, uma forma de expressar ideias e exercitar a escrita de um bom texto. 


(Adaptado de: PIFFER, Paula. Net speak: a linguagem da internet prejudica o aprendizado? Disponível em: https://leiturinha.com.br/blog/net-speaka-linguagem-da-internet-prejudica-o-aprendizado/. Acesso em: 13, jul., 2026.
A partir da leitura do trecho textual, e considerando as regras de colocação pronominal da gramática normativa, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

I. ( ) No fragmento “os seus adeptos sabem onde e quando deve-se ou não utilizá-la”, a forma “deve-se” está inadequada, pois os advérbios onde e quando favorecem o uso da próclise, sendo recomendada a forma “se deve”.
II. ( ) Na construção “Isso chama-se adequação linguística”, o emprego da ênclise em “chama-se” está de acordo com a gramática normativa.
III. ( ) No período “onde e quando deve-se ou não utilizá-la”, a colocação pronominal em “não utilizá-la” está correta, pois essa locução verbal, com elipse do verbo auxiliar e verbo principal no infinitivo impessoal, admite ênclise.
IV. ( ) Na oração “para se fazer entender”, a colocação pronominal está incorreta, pois diante do infinitivo precedido pela preposição “para” apenas a ênclise é admitida.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q4297658 Português
Net speak: a linguagem da internet prejudica o aprendizado?


[...]


Mas e aí? A net speak atrapalha o aprendizado do seu pequeno?


     Embora o internetês seja uma linguagem coloquial que imita a oralidade, os seus adeptos sabem onde e quando deve-se ou não utilizá-la. Existem estudos da Universidade Federal de Juiz de Fora que mostram que adolescentes e pré-adolescentes não usam o net speak na escola, ou em outros ambientes onde a norma culta é exigida. Isso chama-se adequação linguística. Ou seja: usar adequadamente em cada contexto as variantes de registros da Língua Portuguesa, que é tão rica.
      Além disso, mesmo com abreviações e acrônimos, a estrutura gramatical das frases e textos é mantida. Caso contrário, se não fossem, seria impossível de interpretar, seja por omissão de palavras ou por realocação/inversão delas. Ou seja, para se fazer entender, mesmo que de forma despercebida, o internauta continua respeitando as estruturas gramaticais que aprendeu na escola.
      Tanto é que ficou comprovado que, mesmo para a geração mais impactada com a linguagem da internet, não houve prejuízo do conhecimento da norma culta, nem do discernimento de adequação ao contexto. Pelo contrário, essa primeira geração crescida de net speakers passou a ler e escrever mais, pela facilidade e agilidade em se comunicar. Afinal, quando você manda uma mensagem em uma rede social e recebe uma resposta, está exercitando a leitura e a escrita. Sendo assim, essa comunicação, mesmo que informal, é, também, uma forma de expressar ideias e exercitar a escrita de um bom texto. 


(Adaptado de: PIFFER, Paula. Net speak: a linguagem da internet prejudica o aprendizado? Disponível em: https://leiturinha.com.br/blog/net-speaka-linguagem-da-internet-prejudica-o-aprendizado/. Acesso em: 13, jul., 2026.
Com base na argumentação desenvolvida no trecho textual, é correto afirmar que a posição defendida pela autora se fundamenta no princípio sociolinguístico de que 
Alternativas
Q4297657 Português


(Adaptado de: BARBOSA, Tatiane. Adolescente denuncia sofrer bullying em escola por causa da aparência após o tratamento de câncer. G1, Goiás, 11 de junho de 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/06/11/adolescente-denuncia-sofrer-bullying-em-escola-por-causa-daaparencia-apos-tratamento-de-cancer.ghtml. Acesso em: 12 de jul., 2026.




Texto 2


Bullying


Como solucionar o bullying?


   A violência não é combatida com mais violência. Às vezes, punições aos agressores são necessárias quando estes extrapolam qualquer limite razoável, porém, na maioria das vezes, os agressores também são jovens que sofrem por algum motivo. Nesses casos, a melhor maneira de solucionar o problema do bullying é pelo diálogo e conscientização. É necessário conscientizar aqueles que assistem, repetem ou indiretamente contribuem com o bullying, pois eles também mantêm o sistema de agressividade funcionando.
       Para além das campanhas governamentais e não governamentais, é necessário que as famílias se unam com os profissionais da educação para que todos possam trabalhar na conscientização de seus filhos e no apoio emocional de que as vítimas do bullying necessitam.


(Adaptado de: PORFIRIO, Francisco. “Bullying"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm. Acesso em: 12 de jul., 2026. 

A leitura conjunta da manchete (Texto 1) e do fragmento textual (Texto 2) possibilitam concluir que 
Alternativas
Respostas
761: E
762: A
763: E
764: A
765: D
766: C
767: C
768: C
769: E
770: D
771: D
772: A
773: D
774: B
775: C
776: D
777: B
778: C
779: E
780: A