Foram encontradas 97.416 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3825927 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

A charge faz uma crítica:
Alternativas
Q3825926 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.”, o acento grave foi utilizado:
Alternativas
Q3825925 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.”, a vírgula foi usada para:
Alternativas
Q3825924 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Sobre o uso da vírgula, analise os itens abaixo.

I. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do verbo, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
II. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do complemento verbal, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
III. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi utilizada para separar um adjunto adverbial deslocado.
IV. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um objeto direto pleonástico.
V. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um vocativo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3825923 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração subordinada adverbial presente no seguinte período: “Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo.”:
Alternativas
Q3825922 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
O verbo “chamar” apresenta diferentes valores e empregos, admitindo mais de uma regência, ou seja, dependendo do contexto em que se encontra, sua transitividade pode variar. Diante dessa análise, observe o verbo destacado em negrito no trecho abaixo:
“Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem mais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.”

Diante disso, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3825921 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise o trecho abaixo, no tocante à sílaba tônica das palavras “invisível”, “longo” e “presença”.

    Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.
    E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.
Após análise, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3825920 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Considerando o contexto em que aparece no seguinte trecho: “A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.”, o vocábulo destacado em negrito classifica-se morfologicamente como:
Alternativas
Q3825919 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance.”, os termos destacados em negrito são, do ponto de vista morfológico, respectivamente:
Alternativas
Q3825918 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise as palavras retiradas do texto e assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um dígrafo vocálico, um dígrafo consonantal e um ditongo decrescente nasal.
Alternativas
Q3825917 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
A partir da leitura do texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3824764 Português
Considerando que o acento grave é empregado quando a preposição "a" se funde, por exemplo, ao artigo definido "a", leia o excerto a seguir e complete as lacunas com à ou a:
A história da francesa que se encantou pelo Rio e criou a expressão "Cidade Maravilhosa"
/*[...] Jane era uma figura proeminente no cenário literário francês e uma mulher _____ frente de seu tempo, conta Sé.
"Ela também se considerava muito sensitiva. Tem um poema no final do livro dela que ela está com aquele sentimento nostálgico e mesmo sem ter ido embora começa _____ imaginar: 'daqui ______ 100 anos, como será? Como meu livro vai ser lido?'. E, em outro poema, ela fala que 'daqui _____ muito tempo, um jovem de olhos negros vai ler o meu livro."

(Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/11/09/a-historia-da-fra ncesa-que-se-encantou-pelo-rio-e-criou-a-expressao-cidade-maravilhos a.ghtml. Acesso em 09 nov. 2025. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
Alternativas
Q3824763 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque: 
Alternativas
Q3824762 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir:

"Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
A acentuação é o modo de pronunciar um som ou grupo de sons com mais relevo do que outros nas palavras. Todas as palavras destacadas no excerto apresentam sílaba tônica, seja ela acentuada graficamente ou não. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:

I.A palavra sustentável é acentuada porque é paroxítona terminada em -l.
II.As palavras municípios estáticas são acentuadas graficamente porque atendem à mesma regra, são proparoxítonas.
III.A palavra país recebe acento gráfico porque se trata de um hiato, ou seja, leva acento agudo no i porque ele representa a segunda vogal tônica de um hiato.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3824760 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir, lembrando que ele foi extraído de um todo e não deve ser analisado isoladamente:

"Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.
Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil."
A coesão textual é responsável pela articulação das ideias, de modo que seja possível dar progressão ao texto. Vários são os recursos linguísticos que possibilitam ao autor do texto estabelecer essa progressão, seja referencial, seja sequencial, e ao leitor, mobilizando seus conhecimentos prévios e aquilo que o texto apresenta materialmente, compreender e interpretar as ideias. A partir disso, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)No 1º parágrafo do excerto, a expressão "É necessário" retoma a ideia contida no verbo "requer", introduzindo uma ideia nova que amplia o que foi posto antes. Essa leitura é possível considerando todo o parágrafo e não palavras isoladas.
(__)No 2º parágrafo do excerto, a expressão "Outro ponto essencial" retoma a ideia principal do parágrafo anterior, isto é, "Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental".
(__)A expressão "Tudo isso" faz referência às duas ações apresentadas como essenciais para construção de cidades sustentáveis, contidas nos dois parágrafos.
(__)A função desses dois parágrafos destacados na questão é complementar, desenvolver a ideia apresentada no parágrafo anterior do texto a respeito do "desenvolvimento urbano sustentável", dando sequência ao que foi apresentado e funcionando como argumentos que a comprovam.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3824759 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
No processo de escrita de um texto, o autor, para evitar a repetição de palavras e expressões, lança mão de vários recursos, entre eles o uso de sinônimos. Não existe sinônimo absoluto, mas, no contexto, o leitor consegue estabelecer relações e entender a respeito do que se trata cada escolha do autor. O excerto a seguir é sequência do 2º parágrafo do texto, no qual já se tem a palavra "agravamento". Não há problema de coesão no contexto; porém, é possível substituir essa palavra por outra equivalente, porque isso não prejudicará nem a ligação das ideias nem o significado do texto. Leia o excerto, analise as alternativas e assinale aquela que apresenta a palavra mais adequada para substituir "agravamento" considerando o que foi explicado:

"O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades." 
Alternativas
Q3824757 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
O texto tem o seguinte título: "Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?"
"Por que" é expressão formada pela sequência de preposição + pronome interrogativo ou relativo. Assinale a alternativa em que o uso do "por que" também está correto: 
Alternativas
Q3824409 Português
A única alternativa com o emprego correto do acento grave indicador de crase é:
Alternativas
Q3824408 Português

Leia o texto a seguir:



O que é inteligência artificial (IA)?



    A inteligência artificial (IA) é um conjunto de tecnologias que permitem aos computadores executar uma variedade de funções avançadas, incluindo a capacidade de ver, entender e traduzir idiomas falados e escritos, analisar dados, fazer recomendações e muito mais.


    A IA é a espinha dorsal da inovação na computação moderna, agregando valor para indivíduos e empresas. Por exemplo, o reconhecimento óptico de caracteres (OCR) usa IA para extrair texto e dados de imagens e documentos, transformando conteúdo não estruturado em pronto para negócios, dados estruturados e insights valiosos.



    Definição da inteligência artificial



    A inteligência artificial é um campo da ciência que se concentra na criação de computadores e máquinas que podem raciocinar, aprender e atuar de maneira que normalmente exigiria inteligência humana ou que envolve dados com escala maior do que as pessoas podem analisar.


    A IA é um campo amplo que abrange muitas disciplinas diferentes, como ciência da computação, estatísticas e análises de dados, engenharia de hardware e software, linguística, neurociência e até mesmo filosofia e psicologia.


    Em um nível operacional para uso comercial, a IA é um conjunto de tecnologias baseadas principalmente em machine learning e aprendizado profundo, usada para análise de dados, previsões, categorização de objetos, processamento de linguagem natural, recomendações, recuperação inteligente de dados e muito mais.



    Como a IA funciona?



    Embora as especificidades variem de acordo com as técnicas de IA, o princípio básico gira em torno dos dados. Os sistemas de IA aprendem e melhoram por meio da exposição a grandes quantidades de dados, identificando padrões e relações que os humanos podem não perceber.


    Esse processo de aprendizado geralmente envolve algoritmos, que são conjuntos de regras ou instruções que orientam a análise e a tomada de decisões da IA. Em machine learning, um subconjunto conhecido da IA, algoritmos são treinados em dados rotulados ou não rotulados para fazer previsões ou categorizar informações.


    O aprendizado profundo, uma especialização adicional, utiliza redes neurais artificiais com várias camadas para processar informações, imitando a estrutura e a função do cérebro humano. Com o aprendizado e a adaptação contínuos, os sistemas de IA se tornam cada vez mais competentes para realizar tarefas específicas, como reconhecer imagens, traduzir idiomas e muito mais.



Fonte: https://cloud.google.com/learn/what-is-artificial-intelligence?hl=pt-BR. Acesso em 03/09/2025. Adaptado. 

“A inteligência artificial é um campo da ciência que se concentra na criação de computadores e máquinas que podem raciocinar, aprender e atuar de maneira que normalmente exigiria inteligência humana ou que envolve dados com escala maior do que as pessoas podem analisar” (3º parágrafo). Nesse trecho, os elementos em destaque são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q3824407 Português

Leia o texto a seguir:



O que é inteligência artificial (IA)?



    A inteligência artificial (IA) é um conjunto de tecnologias que permitem aos computadores executar uma variedade de funções avançadas, incluindo a capacidade de ver, entender e traduzir idiomas falados e escritos, analisar dados, fazer recomendações e muito mais.


    A IA é a espinha dorsal da inovação na computação moderna, agregando valor para indivíduos e empresas. Por exemplo, o reconhecimento óptico de caracteres (OCR) usa IA para extrair texto e dados de imagens e documentos, transformando conteúdo não estruturado em pronto para negócios, dados estruturados e insights valiosos.



    Definição da inteligência artificial



    A inteligência artificial é um campo da ciência que se concentra na criação de computadores e máquinas que podem raciocinar, aprender e atuar de maneira que normalmente exigiria inteligência humana ou que envolve dados com escala maior do que as pessoas podem analisar.


    A IA é um campo amplo que abrange muitas disciplinas diferentes, como ciência da computação, estatísticas e análises de dados, engenharia de hardware e software, linguística, neurociência e até mesmo filosofia e psicologia.


    Em um nível operacional para uso comercial, a IA é um conjunto de tecnologias baseadas principalmente em machine learning e aprendizado profundo, usada para análise de dados, previsões, categorização de objetos, processamento de linguagem natural, recomendações, recuperação inteligente de dados e muito mais.



    Como a IA funciona?



    Embora as especificidades variem de acordo com as técnicas de IA, o princípio básico gira em torno dos dados. Os sistemas de IA aprendem e melhoram por meio da exposição a grandes quantidades de dados, identificando padrões e relações que os humanos podem não perceber.


    Esse processo de aprendizado geralmente envolve algoritmos, que são conjuntos de regras ou instruções que orientam a análise e a tomada de decisões da IA. Em machine learning, um subconjunto conhecido da IA, algoritmos são treinados em dados rotulados ou não rotulados para fazer previsões ou categorizar informações.


    O aprendizado profundo, uma especialização adicional, utiliza redes neurais artificiais com várias camadas para processar informações, imitando a estrutura e a função do cérebro humano. Com o aprendizado e a adaptação contínuos, os sistemas de IA se tornam cada vez mais competentes para realizar tarefas específicas, como reconhecer imagens, traduzir idiomas e muito mais.



Fonte: https://cloud.google.com/learn/what-is-artificial-intelligence?hl=pt-BR. Acesso em 03/09/2025. Adaptado. 

A palavra ALGORITMOS é uma palavra:
Alternativas
Respostas
7521: A
7522: B
7523: D
7524: C
7525: B
7526: A
7527: D
7528: E
7529: D
7530: B
7531: C
7532: C
7533: B
7534: C
7535: X
7536: C
7537: A
7538: D
7539: A
7540: C