Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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( ) Segundo a autora, “falsa competência digital” (7º§), em outras palavras, seria o processo pelo qual o indivíduo passa a utilizar a inteligência artificial de modo impreciso e negativamente comprometido em todos os aspectos.
( ) Estudos científicos têm apresentado dados que demonstram e confirmam as inquietações suscitadas no texto acerca do uso da inteligência artificial.
( ) Os cientistas demonstram, por meio de pesquisas e dados, que o comprometimento causado pelo uso da inteligência artificial equipara-se ao comprometimento de defasagem de competências já estabelecidas, como, por exemplo, a competência leitora.
A sequência está correta em
I. Segundo o texto, a produtividade do profissional contemporâneo, nas mais variadas áreas de atuação, tornou-se dependente do uso da inteligência artificial, qualitativamente.
II. Ferramentas tecnológicas como a IA têm seu uso positivamente significativo quando não demonstram ser um recurso plenamente substitutivo e independente.
III. A “epidemia invisível” (1º§), de acordo com o texto, é uma realidade instaurada e vivida no cotidiano de ações que envolvem a tomada de decisões importantes.
Está correto o que se afirma em
"O rádio (aparelho receptor) caiu e quebrou".
"A rádio (estação emissora) noticiou o acidente".
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas dos períodos seguintes:
- "Ontem, a polícia prendeu ___ cabeça da quadrilha"
- “Essa prática vai contra ___ moral do povo brasileiro".
- "O time perdeu, mas o técnico conseguiu elevar novamente ____ moral dos jogadores".
"Joana comprou _____ para fazer o bolo"
As vítimas
Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de rânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindose a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: lo" olha aqui, ele me agrediu, filme aqui". Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas. Em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vítimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?
No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangi ngidos em fazer passeatas pedindo paz.A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.
Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de "bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.
Alexandre Garcia
www.sonoticias.com.br,27/09/201
1- Os que têm espírito de observação sabem quantos capítulos contém este livro.
2- À noite, os pais leem belas histórias para os filhos.
3- A professora falou que minhas provas contéem muitos erros.
4- Palavras têm poder para modificar fatos.
5- Os moradores vem protestar em frente à prefeitura.
6- Depois de muito calor vém as tempestades.
7- Alguém se detém demais e mantém a fila parada.
Em todos os períodos, os verbos sublinhados estão corretos quanto à acentução e grafia, EXCETO:
“O rádio (aparelho receptor) caiu e quebrou."
“A rádio (estação emissora) noticiou o acidente."
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas dos períodos seguintes:
- “Ontem, a polícia prendeu ________ cabeça da quadrilha”.
- “Essa prática vai contra ______ moral do povo brasileiro”.
-“O time perdeu, mas o técnico conseguiu elevar novamente ________ moral dos jogadores”.
- “Joana comprou gramas de farinha para fazer o bolo”.
Os pronomes relativos (que, quem, qual, cujo, onde, quanto) substituem um termo da oração anterior e estabelecem relação entre as duas orações, como neste exemplo: Li o livro. Você me falou do livro.
“Li o livro de que você me falou”.
Assinale a alternativa em que os três períodos a seguir estão adequadamente reunidos por meio de pronomes relativos, obedecendo às normas da regência verbal.
- As ideias foram expostas na reunião.
- Simpatizamos com essas ideias.
- Participamos da reunião.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, observando a grafia das palavras e o emprego correto de crase, pronomes e acentuação, no seguinte texto humorístico, denominado “A mensagem inesperada”.
Um casal decidiu passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passou a lua de mel há 20 anos. Por problemas de trabalho, a mulher não viajaria com seu marido, mas iria na semana seguinte.
Quando o marido chegou, foi para o seu quarto de hotel e viu que havia um computador com internet. Imediatamente, decidiu enviar um e-mail à esposa, mas errou uma letra no endereço e não percebeu que a mensagem foi enviada a outra pessoa.
O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do marido. Ao entrar na casa, o filho da pobre viúva encontrou-a desmaiada perto do computador, em cuja tela se podia ler:
“Querida esposa, cheguei bem. Imagino que você esteja surpresa ao receber notícias minhas por e-mail, mas agora aqui tem computador e eu posso usá-lo o quanto quiser. Acabei de chegar e vi que está tudo preparado para a sua chegada na semana que vem. Um beijo do seu marido.”
Analise os períodos a seguir.
1- Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas.
2- A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei.
3 - No Rio, essa cultura é soberana.
4- A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
5- Defensores de bandidos, felizmente, são minoria.
6- Um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados.
A palavra sublinhada também desempenha a função sintática de predicativo do sujeito:
Nesse período, "que" é um pronome relativo, pois se refere a um termo anterior (vídeo) e corresponde ao pronome relativo o qual. Já no período “Vão justificar que o latrocida apenas atirou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia”, “que” é um conectivo, pois liga duas orações.
Analise os períodos a seguir:
1- Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros.
2- Aidosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida.
3- A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.
4- A idosa atirou e matou um ladrão que invadira Sua casa.
5- A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
6- Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas.
7- Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho.
8- Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?
Em todos os períodos acima, a palavra sublinhada (que) também é um pronome relativo, EXCETO: