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Q3899334 Português
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3899333 Português
Em: “Os alunos que se esforçaram se destacaram.” O termo “que” exerce função de: 
Alternativas
Q3899332 Português
Em: “Os meios utilizados foram bastante eficientes.” Os termos destacados classificam-se respectivamente, como: 
Alternativas
Q3899331 Português
A palavra “despolitização” apresenta, respectivamente:
Alternativas
Q3899330 Português
Assinale a frase inteiramente correta:  
Alternativas
Q3899328 Português
Assinale a alternativa inteiramente correta segundo o Acordo Ortográfico:
Alternativas
Q3899327 Português
Considere o trecho:
“Não compareceu à audiência, porque não fora regularmente intimado; eis por que o processo foi anulado.”
A relação semântica estabelecida no plano do discurso argumentativo pelos dois empregos de “porque/por que” é, respectivamente:  
Alternativas
Q3899326 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

Ao afirmar que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social é subestimada, o pesquisador citado no texto sustenta implicitamente que o autor:
Alternativas
Q3899325 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

Ao tratar do desaparecimento do legado de Al Capp nos Estados Unidos, o texto articula dois fatores distintos: o escândalo pessoal envolvendo o autor e as dificuldades de tradução cultural. A menção conjunta desses elementos sugere que a permanência de uma obra no cânone cultural:
Alternativas
Q3899324 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

O fato de o Shmoo ter sido interpretado de maneiras opostas por diferentes espectros ideológicos reforça, no argumento do texto, a ideia de que:  
Alternativas
Q3899323 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

A reação dos agentes econômicos fictícios dentro da narrativa — empresários, banqueiros e industriais — diante da existência do Shmoo permite inferir que, no texto, o capitalismo é apresentado como um sistema que:
Alternativas
Q3899322 Português

Texto 01

 

 

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp

 

O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.

O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.

Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.

O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.

Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.

Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.

Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.

 

(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).

A descrição inicial do Shmoo, marcada por traços de fofura, generosidade e utilidade ilimitada, não se esgota em uma caracterização estética. Considerando o desenvolvimento posterior do texto, essa construção inicial cumpre a função de: 
Alternativas
Q3899071 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - No trecho: “a única leitura que jamais me cansa” - temos, respectivamente: um pronome relativo; e um pronome em posição de próclise.


II - Na frase: “O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos” - temos em destaque: o mesmo pronome possessivo usado em duas ocorrências antes de palavras que são antônimas; e um substantivo polissílabo proparoxítono.


III - A frase: “Recordo certa página em que ele esbanjou” - inicia com verbo no presente do modo indicativo e termina com verbo no pretérito perfeito do modo indicativo.


IV - Os pronomes: “tudo” e “outros” são indefinidos.

Alternativas
Q3899070 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

A palavra “Riqueza” termina com “ZA” diferentemente da última sílaba da palavra escrita na alternativa:
Alternativas
Q3899069 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q3899068 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque o parágrafo que inicia com verbo de primeira conjugação no modo imperativo afirmativo escrito com exemplo de pronome oblíquo exemplificando uma ênclise.
Alternativas
Q3899067 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com o parágrafo que inicia com verbo de segunda conjugação, usado de forma impessoal no presente do modo indicativo.
Alternativas
Q3899066 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa que identifica corretamente o tempo em que está conjugado o verbo: “Orgulhávamo-nos”.
Alternativas
Q3899065 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com a série formada, respectivamente, por: um monossílabo tônico e um monossílabo átono; um dissílabo oxítono; um dissílabo paroxítono e um trissílabo proparoxítono. 
Alternativas
Respostas
6861: C
6862: B
6863: D
6864: C
6865: B
6866: B
6867: A
6868: B
6869: A
6870: A
6871: D
6872: A
6873: B
6874: A
6875: B
6876: A
6877: C
6878: E
6879: B
6880: E