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CARNEIRO, Sueli. Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2023. (Adaptado).
Sobre a citação anterior, é correto afirmar que
“Moradores de Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, sofrem com transtornos das fortes chuvas ocorridas durante a madrugada desta terça-feira (21/1). Conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), houve chuva de 120 milímetros no município. No bairro Lagoa Seca, um dos mais afetados, a água subiu mais de um metro de altura, deixando carros submersos. A lagoa da região transbordou, alagando dezenas de casas e estabelecimentos comerciais da região. O trânsito foi interditado. População disse que, toda vez que chove, a lagoa transborda e invade a Avenida Plácido Aderaldo Castelo. Na Avenida Padre Cícero, em poucos minutos de chuva, a água transformou a via em um rio. Alguns carros apresentaram problemas mecânicos e, para seguir caminho, alguns motociclistas utilizam a ciclovia.
Redação G1 CE. Carro fica submerso após forte chuva em Juazeiro do Norte. G1, 21 jan. 2025.
Com base no texto, assinale a alternativa correta.












I. A LBI trouxe avanços significativos em áreas como educação [...]. (Linha 05-06) – Causalidade
II. No campo da mobilidade urbana, a lei impulsionou melhorias significativas na acessibilidade de espaços públicos e no transporte coletivo, embora ainda existam lacunas a serem superadas. (Linhas 25-28) – Concessão
III. O TCU também promove iniciativas voltadas à conscientização e ao fortalecimento das políticas públicas [...]. (Linhas 33-35) – Adição
Está correto o que se afirma em



I. O enunciador realiza argumentação consistente para defender a relevância do TCU frente à causa das pessoas com deficiência.
II. O enunciador vale-se de dados concretos, de consenso e de estratégias de persuasão para defender um ponto de vista.
III. O texto é marcado pela subjetividade da autora e pela sua experiência no TCU para apresentar cronologicamente os dados e os sujeitos envolvidos.
Estão corretas as afirmativas


Leia o texto a seguir e responda à questão.
A maior invenção da humanidade não foi a roda nem mesmo a escrita. Foram as cidades. Juntar um monte de gente num espaço mais ou menos restrito e fazer as pessoas interagirem umas com as outras foi o que permitiu a especialização do trabalho à qual devemos não apenas o brutal aumento da produtividade como também a explosão de criatividade que caracterizam as sociedades humanas. A história da humanidade é, em boa medida, a história das cidades.
“Age of the city”, de Ian Goldin e Tom Lee-Devlin, faz um esboço dessa história e discute os desafios diante de nós. Fui um pouco faccioso no parágrafo anterior ao destacar só efeitos positivos da urbanização. Ela também traz um bom número de problemas, que vão de doenças à desigualdade, passando pela erosão da democracia e a mudança climática.
Com efeito, boa parte das epidemias que nos ameaçam só é sustentável em ambientes urbanos, que fazem com que um grande número de indivíduos suscetíveis ao patógeno em circulação conviva proximamente. De modo análogo, a especialização do trabalho que gerou as classes ociosas que puderam se dedicar à inovação também produziu grupos dominantes que se apropriam de parcela substancial da renda, além de impor outras violências às coortes menos favorecidas.
Os autores sustentam que vivemos um momento decisivo. Dependendo de como respondermos a uma série de questões como trabalho remoto, gentrificação, descarbonização, teremos sociedades mais ou menos harmoniosas. Cidades médias, que já foram o esteio das classes médias, perdem espaço para megalópoles como Nova York, San Francisco ou Londres, que monopolizam os bons empregos. É para lá que vão os mais afluentes. Só que a decadência das cidades que não se saíram tão bem produz ressentimentos, que fortalecem movimentos políticos populistas e antidemocráticos. Para Goldin e Lee-Devlin, o futuro depende das decisões que tomarmos agora conjuntamente.
(Adaptado de: SCHWARTSMAN, Hélio. A maior invenção do homem. Folha de S. Paulo. 21 de janeiro de 2024. A2. Opinião).
Leia o texto a seguir e responda à questão.
A maior invenção da humanidade não foi a roda nem mesmo a escrita. Foram as cidades. Juntar um monte de gente num espaço mais ou menos restrito e fazer as pessoas interagirem umas com as outras foi o que permitiu a especialização do trabalho à qual devemos não apenas o brutal aumento da produtividade como também a explosão de criatividade que caracterizam as sociedades humanas. A história da humanidade é, em boa medida, a história das cidades.
“Age of the city”, de Ian Goldin e Tom Lee-Devlin, faz um esboço dessa história e discute os desafios diante de nós. Fui um pouco faccioso no parágrafo anterior ao destacar só efeitos positivos da urbanização. Ela também traz um bom número de problemas, que vão de doenças à desigualdade, passando pela erosão da democracia e a mudança climática.
Com efeito, boa parte das epidemias que nos ameaçam só é sustentável em ambientes urbanos, que fazem com que um grande número de indivíduos suscetíveis ao patógeno em circulação conviva proximamente. De modo análogo, a especialização do trabalho que gerou as classes ociosas que puderam se dedicar à inovação também produziu grupos dominantes que se apropriam de parcela substancial da renda, além de impor outras violências às coortes menos favorecidas.
Os autores sustentam que vivemos um momento decisivo. Dependendo de como respondermos a uma série de questões como trabalho remoto, gentrificação, descarbonização, teremos sociedades mais ou menos harmoniosas. Cidades médias, que já foram o esteio das classes médias, perdem espaço para megalópoles como Nova York, San Francisco ou Londres, que monopolizam os bons empregos. É para lá que vão os mais afluentes. Só que a decadência das cidades que não se saíram tão bem produz ressentimentos, que fortalecem movimentos políticos populistas e antidemocráticos. Para Goldin e Lee-Devlin, o futuro depende das decisões que tomarmos agora conjuntamente.
(Adaptado de: SCHWARTSMAN, Hélio. A maior invenção do homem. Folha de S. Paulo. 21 de janeiro de 2024. A2. Opinião).