Questões de Concurso Sobre crase em português

Foram encontradas 8.513 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1331909 Português
O cafezinho e a pressão arterial 

      A cafeína presente no cafezinho nosso de todos os dias tem motivado estudos com diferentes resultados sobre a sua ação na pressão arterial das pessoas. Em recente número da Revista Brasileira de Hipertensão, Henrique T. Bianco e Mariza Thompson, da Unifesp, analisam a relação da cafeína com a pressão, em artigo de revisão. Concluem que a ingestão diária de duas ____ três xícaras de café parece razoável e segura, com efeitos neutros segundo ____ maioria dos trabalhos publicados. Ao considerar o consumo moderado de café como inócuo, os autores referem que sua associação com um aumento significativo da pressão arterial está relacionado apenas ____ pessoas sensíveis ____ cafeína, mas com efeitos desprezíveis no longo prazo em bebedores habituais de café. Os efeitos agudos do café são transitórios e sua ingestão regular desenvolve tolerância. A cafeína chega ____ circulação sanguínea através do trato digestivo, estimula o sistema nervoso central e aumenta ____ diurese. Bianco e Thompson destacam pesquisa de J. A. Greenberg, com cerca de 6.500 idosos, publicada no American Journal of Cardiology, sobre o “efeito protetor” da cafeína no coração de idosos com mais de 65 anos de idade que consumiam quatro ou mais doses de café ao dia. Essa ação protetora para o coração, entretanto, não foi observada em pacientes severamente hipertensos. 

(UOL, outubro/2015)
Quanto à ocorrência de crase, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q1329608 Português

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/viagem/noticia/2015/03/pousada-oferece-experiencia- espiritual-na-serra-gaucha-4720247.html - Texto adaptado. 

No fragmento De volta à pousada (l. 10), a norma gramatical justifica o emprego do sinal indicador de crase; tal justificativa NÃO se aplica em:
Alternativas
Q1323854 Português

(Fonte: http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/ambiente/pedalar-e-preciso - Texto adaptado

Considerando o uso da crase, as lacunas tracejadas das linhas 03, 14 e 28 ficam, correta e respectivamente, preenchidas por:
Alternativas
Q1323850 Português

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/sao-competencias-nao-cognitivas-777484.shtml – (texto adaptado)

Considere as seguintes possibilidades de substituição de elementos do texto:
I. medir essas (l. 03) por medição dessas. II. conhecimento (l. 04) por cognição. III. controlar (l. 12) por refrear. IV. em parceria com (l. 19) por junto.

Quais delas exigiriam o emprego de sinal indicador de crase?
Alternativas
Q1322271 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à ocorrência ou não de crase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1322270 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à ocorrência de crase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2015 - TJ-DFT - Estágio - Direito |
Q1322241 Português

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à ocorrência ou não de crase, leia as frases abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.


1. Os réus não resistiram __ críticas do promotor.

2. João e Pedro foram __ julgamento.

3. O julgamento começará __ 16 horas.

Alternativas
Ano: 2015 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2015 - TJ-DFT - Estágio - Direito |
Q1322240 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação à ocorrência da crase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1322215 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta uso facultativo da crase.
Alternativas
Q1322214 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação ao emprego da crase, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q1250006 Português
Com relação ao uso correto da crase, assinale a alternativa em que ela é facultativa.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: BIO-RIO Órgão: IF-RJ
Q1239195 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase: “Após __ discussão do problema, de 18:30h __ 22:30h, todos foram __ biblioteca”.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FURB Órgão: FURB - SC
Q1224502 Português
A LIÇÃO DO FOGO
Um membro de determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades. Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor. 
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam. Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram. Cuidadosamente, selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou, então, a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos, a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo se apagou de vez. 
Em pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada. Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele. Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
 – Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo.
(RANGEL, Alexandre (Org.). As mais belas parábolas de todos os tempos Belo Horizonte: Leitura, 2004. Vol. II.)
Somente uma alternativa está correta. Assinale-a:
Alternativas
Q1211811 Português
Considere os princípios que orientam o emprego da crase para identificar a alternativa que utiliza esse recurso CORRETAMENTE.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Suzano - SP
Q1206347 Português
Leia o poema e responda a seguir.
O sentido normal das palavras não faz bem ao poema. Há que se dar um gosto incasto aos termos. Haver com eles um relacionamento voluptuoso. Talvez corrompê-los até a quimera. Escurecer as relações entre os termos em vez de aclará-los. Não existir mais rei nem regências. Uma certa liberdade com a luxúria convém.
(Manoel de Barros. Retrato quase apagado em que se pode ver perfeitamente nada, VII, Poesia completa. São Paulo, Leya, 2010, p. 265)

Quanto ao emprego do acento indicativo de crase, a frase correta é:
Alternativas
Q1204172 Português
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 09, 10, 23 e 30.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1201979 Português
CEMITÉRIO DE ELEFANTES
À margem do rio, nos fundos do mercado de peixe, ergue-se o velho ingazeiro – ali os bêbados são felizes. A população considera-os animais sagrados, ________ às suas necessidades de cachaça e pirão. No trivial contentam-se com as sobras do mercado.
Quando ronca a barriga, ao ponto de perturbar a sesta, saem do abrigo e, arrastando os pesados pés, atiram-se à luta pela vida. Enterram-se no mangue até os joelhos na caça ao caranguejo ou, tromba vermelha no ar, espiam a queda dos ingás maduros.
Elefantes malferidos coçam as perebas, sem nenhuma queixa, escarrapachados .............. raízes que servem de cama e cadeira. Bebem e beliscam pedacinho de peixe. Cada um tem o seu lugar, gentilmente avisam:
– Não use a raiz do Pedro. – Foi embora, sentiu que ia se apagar e caiu fora. Eu gritei: Vai na frente, Pedro, deixa a porta aberta. à flor do lodo borbulha o mangue – os passos de um gigante perdido? João dispõe no braseiro o peixe embrulhado em folha de bananeira. – O Cai N’água trouxe as minhocas? – Sabia não? – Agora mesmo ele... – Entregou a lata e disse: Jonas, vai dar pescadinha da boa.
Chega de outras margens um elefante moribundo.
– Amigo, venha com a gente.
Uma raiz no ingazeiro, o rabo de peixe, a caneca de pinga.
No silêncio o bzzz dos pernilongos ________ o posto de cada um, assombrados com o mistério da noite, o farol piscando ..... alto do morro.
Distrai-se um deles a enterrar o dedo no tornozelo inchado. Puxando os pés de paquiderme, afasta-se entre adeuses em voz baixa – ninguém perturbe os dorminhocos. Esses, quando acordam, não perguntam aonde foi o ausente. E, se indagassem, para levar-lhe margaridas do banhado, quem saberia responder? A você o caminho se revela na hora da morte.
A viração da tarde assanha as varejeiras grudadas ..... seus pés disformes. Nas folhas do ingazeiro reluzem lambaris prateados – ao eco da queda dos frutos os bêbados erguem-se com dificuldade e os disputam rolando no pó. O vencedor descasca o ingá, chupa de olho guloso a fava adocicada. Jamais correu sangue no cemitério, a faquinha na cinta é para _________ peixe. E, os brigões, incapazes de se moverem, basta xingarem-se à distância.
Eles que suportam o delírio, a peste, o fel na língua, o mormaço, as câimbras de sangue, berram de ódio contra os pardais, que se aninham entre as folhas e, antes de dormir, lhes cospem na cabeça – o seu pipiar irrequieto envenena a modorra.
Da margem contemplam os pescadores mergulhando os remos.
– Um peixinho aí, compadre?
O pescador atira o peixe desprezado no fundo da canoa. – Por que você bebe, Papa-Isca? – Maldição de mãe, uai. – O Chico não quer peixe? – Tadinho, a barriga-d’água.
Sem pressa, aparta-se dos companheiros cochilando à margem, esquecidos de enfiar a minhoca no anzol.
Cuspindo na água o caroço preto do ingá, os outros não o interrogam: as presas de marfim que indicam o caminho são garrafas vazias. Chico perde-se no cemitério sagrado, as carcaças de pés grotescos surgindo ao luar.
TREVISAN, Dalton. Cemitério de elefantes. In: Primeiro livro de contos. 1. ed. Rio de Janeiro, Record, s. d., p. 28-31.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas de linhas pontilhadas no texto:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBEG Órgão: Prefeitura de Teixeira de Freitas - BA
Q1198266 Português
Quanto ao uso do sinal indicativo de crase no trecho “Esta fruta age como antioxidante graças à grande quantidade de licopeno”, pode-se dizer que
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TRT - 9ª REGIÃO (PR)
Q1191138 Português
É verdade que as mulheres não são engraçadas?
Em ensaio de 2007 na revista Vanity Fair, o escritor Christopher Hitchens perguntou: "Por que as mulheres não são engraçadas?" Suas duas respostas: a mulher e o humor seriam "opostos" e "a tarefa mais importante que o homem precisa desempenhar na vida é impressionar o sexo oposto. As mulheres não têm a menor necessidade correspondente de atrair os homens dessa maneira. Elas já os atraem”. Eu acho que os homens fazem graça para atrair mulheres porque as mulheres consideram o humor um sinal de inteligência e o valorizam num companheiro muito mais que os homens. Também penso que nem sempre os homens conseguem seduzir as mulheres pelo riso. Elas são ensinadas desde a infância a sorrir, ser educadas e gentis. Não fazem tanta força quanto os homens para ser engraçadas, porque o humor pode ofender. Mas as que rompem com essa convenção social podem nos levar a gargalhar tanto quanto eles. Hitchens também pergunta: se as mulheres são tão divertidas quanto os homens, por que existem muito mais humoristas e roteiristas cômicos homens que mulheres? Uma resposta: o humor tem sido tradicionalmente uma profissão dominada pelos homens. No Brasil há menos comediantes mulheres porque o machismo retardou os avanços feministas. Mesmo assim, a peça de teatro Cócegas, escrita e representada por Heloísa Périssé e Ingrid Guimarães, ficou em cartaz por dez anos porque suas personagens enfrentam o cotidiano da mulher moderna de modo cômico. Portanto, eu diria a Hitchens: dê às mulheres mais tempo para desafiar as convenções sociais, e seus clichês sobre elas se tornarão risíveis.
O livre comentário a partir do texto está escrito com clareza e correção em:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TRT - 23ª REGIÃO (MT)
Q1190621 Português
Nasci na Rua Faro, a poucos metros do Bar Joia, e, muito antes de ir morar no Leblon, o Jardim Botânico foi meu quintal. Era ali, por suas aleias de areia cor de creme, que eu caminhava todas as manhãs de mãos dadas com minha avó. Entrávamos pelo portão principal e seguíamos primeiro pela aleia imponente que vai dar no chafariz. Depois, íamos passear à beira do lago, ver as vitórias-régias, subir as escadarias de pedra, observar o relógio de sol. Mas íamos, sobretudo, catar mulungu.  Mulungu é uma semente vermelha com a pontinha preta, bem pequena, menor do que um grão de ervilha. Tem a casca lisa, encerada, e em contraste com a pontinha preta seu vermelho é um vermelho vivo, tão vivo que parece quase estranho à natureza. É bonita. Era um verdadeiro prêmio conseguir encontrar um mulungu em meio à vegetação, descobrir de repente a casca vermelha e viva cintilando por entre as lâminas de grama ou no seio úmido de uma bromélia. Lembro bem com que alegria eu me abaixava e estendia a mão para tocar o pequeno grão, que por causa da ponta preta tinha uma aparência que a mim lembrava vagamente um olho.  Disse isso à minha avó e ela riu, comentando que eu era como meu pai, sempre prestava atenção nos detalhes das coisas. Acho que já nessa época eu olhava em torno com olhos mínimos. Mas a grandeza das manhãs se media pela quantidade de mulungus que me restava na palma da mão na hora de ir para casa. Conseguia às vezes juntar um punhado, outras vezes apenas dois ou três. E é curioso que nunca tenha sabido ao certo de onde eles vinham, de que árvore ou arbusto caíam aquelas sementes vermelhas. Apenas sabíamos que surgiam no chão ou por entre as folhas e sempre numa determinada região do Jardim Botânico.  Mas eu jamais seria capaz de reconhecer uma árvore de mulungu. Um dia, procurei no dicionário e descobri que mulungu é o mesmo que corticeira e que também é conhecido pelo nome de flor-de-coral. ''Árvore regular, ornamental, da família das leguminosas, originária da Amazônia e de Mato Grosso, de flores vermelhas, dispostas em racimos multifloros, sendo as sementes do fruto do tamanho de um feijão (mentira!), e vermelhas com mácula preta (isto, sim)'', dizia.  Mas há ainda um outro detalhe estranho – é que não me lembro de jamais ter visto uma dessas sementes lá em casa. De algum modo, depois de catadas elas desapareciam e hoje me pergunto se não era minha avó que as guardava e tornava a despejá-las nas folhagens todas as manhãs, sempre que não estávamos olhando, só para que tivéssemos o prazer de encontrá-las. O fato é que não me sobrou nenhuma e elas ganharam, talvez por isso, uma aura de magia, uma natureza impalpável. Dos mulungus, só me ficou a memória − essa memória mínima.
Quanto à ocorrência de crase, considere as frases abaixo.   I. No segmento ... encontrar um mulungu em meio à vegetação... (2o parágrafo), pode-se substituir corretamente o elemento sublinhado por “por entre”, sem que nenhuma outra alteração seja feita.   II. No segmento Disse isso à minha avó e ela riu... (3o parágrafo), pode-se suprimir o artigo definido sem prejuízo para o sentido e a correção.   III. Uma redação correta para o segmento ... na hora de ir para casa (3o parágrafo), caso se substitua a preposição "em" por "a", é: "à hora de ir para casa".   Está correto o que consta em
Alternativas
Respostas
6561: C
6562: E
6563: B
6564: C
6565: A
6566: C
6567: A
6568: C
6569: C
6570: A
6571: D
6572: E
6573: C
6574: D
6575: C
6576: E
6577: B
6578: C
6579: D
6580: D