Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3844212 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Considerando o trecho “as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.”, o termo “a fim de” pode ser substituído, mantendo‑se o significado e a coerência, por
Alternativas
Q3844211 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Com base na finalidade central do texto e a sua disposição interna, assinale a opção que apresenta a sequência discursiva predominante.
Alternativas
Q3844209 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Quanto à progressão discursiva do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3844208 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Assinale a opção que apresenta os elementos textuais, acerca do propósito comunicativo do texto. 
Alternativas
Q3843571 Português

Texto para a questão.


    Leandro Karnal – Não importa o que o profissional de enfermagem (se é técnico, auxiliar ou enfermeiro) faça, ele vai sofrer. Vai sofrer porque pode adoecer, porque pode perder alguém querido, porque a profissão é extremamente desafiadora e o ambiente hospitalar é muito estressante. Vai sofrer porque lida com a dor dos outros o dia inteiro - é inevitável. 


    Mas tanto os budistas quanto os filósofos estoicos afirmavam o seguinte: “Eu não controlo o mundo, eu controlo como o mundo me influencia”. Ou seja, trata‑se de um processo interno que a Monja Coen destaca em uma frase do budismo zen: “A dor é inevitável, o sofrimento não”. Se eu bater o pé na quina da cama, eu vou sentir dor. No entanto, se eu aumentar essa dor com xingamentos, revolta e sentimentos negativos, eu transformo a dor em sofrimento.


Internet: (com adaptações).

Considerando o contraste estabelecido no texto entre a inevitabilidade da dor na profissão de enfermagem e a perspectiva filosófica da gestão do sofrimento, assinale a opção correta, em relação ao que é inferido acerca da mensagem central do texto.
Alternativas
Q3843570 Português

Texto para a questão.


    Leandro Karnal – Não importa o que o profissional de enfermagem (se é técnico, auxiliar ou enfermeiro) faça, ele vai sofrer. Vai sofrer porque pode adoecer, porque pode perder alguém querido, porque a profissão é extremamente desafiadora e o ambiente hospitalar é muito estressante. Vai sofrer porque lida com a dor dos outros o dia inteiro - é inevitável. 


    Mas tanto os budistas quanto os filósofos estoicos afirmavam o seguinte: “Eu não controlo o mundo, eu controlo como o mundo me influencia”. Ou seja, trata‑se de um processo interno que a Monja Coen destaca em uma frase do budismo zen: “A dor é inevitável, o sofrimento não”. Se eu bater o pé na quina da cama, eu vou sentir dor. No entanto, se eu aumentar essa dor com xingamentos, revolta e sentimentos negativos, eu transformo a dor em sofrimento.


Internet: (com adaptações).

Assinale a opção correta, quanto à análise semântica e sintática do texto.
Alternativas
Q3843569 Português
Texto para a questão.

Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento
para a enfermagem

    O Coren‑SP realizou mudanças em sua central de atendimento e está mais próxima dos profissionais, atendendo ainda melhor suas necessidades. A partir dessas melhorias, os cidadãos podem fazer ligações sem custo para a realização de serviços. Facilitando esse contato de forma mais eficiente, o tempo de espera em ligação caiu em 50%. “Com o novo sistema de atendimento, melhoramos a capacidade de atender aos profissionais em ligações sem custo e contamos com um número maior de atendentes na central telefônica, e assim atendemos a alta demanda de ligações dos profissionais que necessitam falar com o Coren‑SP”, afirma o gerente de atendimento (GARC) Carlos Eduardo Kruger de Campos. 

    O novo formato aumentou em 400% o número de atendentes distribuídos entre os setores de chat e teleatendimento. Além da central telefônica, o Coren-SP trouxe inovação com o atendimento em chatterbot com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP.

    O presidente do Coren-SP, Sergio Cleto ressalta as melhorias implementadas pelo conselho prezando pela variedade de ferramentas e na agilidade de atendimento prestado à enfermagem paulista. “Com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP, o profissional tem acesso a uma interação 24 horas por dia, podendo esclarecer dúvidas e emitir documentos a qualquer momento”.

    Os avanços implantados na central de atendimento do Coren-SP em 2024 contribuem para a melhoria nos serviços realizados e promove a eficiência da gestão 2024‑2026 do Coren‑SP com relação direta aos profissionais e a categoria. 

    Além das mudanças na central de atendimento, em 2025 algumas outras melhorias importantes foram realizadas no serviço prestado pelo Coren‑SP aos profissionais de enfermagem.

    O prazo para emissão de inscrições passou de 60 dias para apenas 1 dia útil.  

    Já o prazo de validade para as Carteiras de Identidade Profissional (CIPs) passou de 5 para 10 anos para CIPs emitidas a partir de 10 de março de 2025.


Internet: (com adaptações).
Assinale a opção correta, quanto ao gênero textual do texto “Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento para a enfermagem”.
Alternativas
Q3843568 Português
Texto para a questão.

Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento
para a enfermagem

    O Coren‑SP realizou mudanças em sua central de atendimento e está mais próxima dos profissionais, atendendo ainda melhor suas necessidades. A partir dessas melhorias, os cidadãos podem fazer ligações sem custo para a realização de serviços. Facilitando esse contato de forma mais eficiente, o tempo de espera em ligação caiu em 50%. “Com o novo sistema de atendimento, melhoramos a capacidade de atender aos profissionais em ligações sem custo e contamos com um número maior de atendentes na central telefônica, e assim atendemos a alta demanda de ligações dos profissionais que necessitam falar com o Coren‑SP”, afirma o gerente de atendimento (GARC) Carlos Eduardo Kruger de Campos. 

    O novo formato aumentou em 400% o número de atendentes distribuídos entre os setores de chat e teleatendimento. Além da central telefônica, o Coren-SP trouxe inovação com o atendimento em chatterbot com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP.

    O presidente do Coren-SP, Sergio Cleto ressalta as melhorias implementadas pelo conselho prezando pela variedade de ferramentas e na agilidade de atendimento prestado à enfermagem paulista. “Com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP, o profissional tem acesso a uma interação 24 horas por dia, podendo esclarecer dúvidas e emitir documentos a qualquer momento”.

    Os avanços implantados na central de atendimento do Coren-SP em 2024 contribuem para a melhoria nos serviços realizados e promove a eficiência da gestão 2024‑2026 do Coren‑SP com relação direta aos profissionais e a categoria. 

    Além das mudanças na central de atendimento, em 2025 algumas outras melhorias importantes foram realizadas no serviço prestado pelo Coren‑SP aos profissionais de enfermagem.

    O prazo para emissão de inscrições passou de 60 dias para apenas 1 dia útil.  

    Já o prazo de validade para as Carteiras de Identidade Profissional (CIPs) passou de 5 para 10 anos para CIPs emitidas a partir de 10 de março de 2025.


Internet: (com adaptações).
Em consonância com o texto, diante dos avanços realizados pelo COREN‑SP, é possível inferir mudanças. Com base nessa informação, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3843567 Português
Texto para a questão.

Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento
para a enfermagem

    O Coren‑SP realizou mudanças em sua central de atendimento e está mais próxima dos profissionais, atendendo ainda melhor suas necessidades. A partir dessas melhorias, os cidadãos podem fazer ligações sem custo para a realização de serviços. Facilitando esse contato de forma mais eficiente, o tempo de espera em ligação caiu em 50%. “Com o novo sistema de atendimento, melhoramos a capacidade de atender aos profissionais em ligações sem custo e contamos com um número maior de atendentes na central telefônica, e assim atendemos a alta demanda de ligações dos profissionais que necessitam falar com o Coren‑SP”, afirma o gerente de atendimento (GARC) Carlos Eduardo Kruger de Campos. 

    O novo formato aumentou em 400% o número de atendentes distribuídos entre os setores de chat e teleatendimento. Além da central telefônica, o Coren-SP trouxe inovação com o atendimento em chatterbot com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP.

    O presidente do Coren-SP, Sergio Cleto ressalta as melhorias implementadas pelo conselho prezando pela variedade de ferramentas e na agilidade de atendimento prestado à enfermagem paulista. “Com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP, o profissional tem acesso a uma interação 24 horas por dia, podendo esclarecer dúvidas e emitir documentos a qualquer momento”.

    Os avanços implantados na central de atendimento do Coren-SP em 2024 contribuem para a melhoria nos serviços realizados e promove a eficiência da gestão 2024‑2026 do Coren‑SP com relação direta aos profissionais e a categoria. 

    Além das mudanças na central de atendimento, em 2025 algumas outras melhorias importantes foram realizadas no serviço prestado pelo Coren‑SP aos profissionais de enfermagem.

    O prazo para emissão de inscrições passou de 60 dias para apenas 1 dia útil.  

    Já o prazo de validade para as Carteiras de Identidade Profissional (CIPs) passou de 5 para 10 anos para CIPs emitidas a partir de 10 de março de 2025.


Internet: (com adaptações).
A partir da leitura do texto, assinale a opção correta, em relação à compreensão textual.
Alternativas
Q3843566 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Em “No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%” e “Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer:”, os termos “No grupo que só recebeu os folhetos” e “Enquanto isso” classificam‑se, respectivamente, como
Alternativas
Q3843565 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base na oração “O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios”, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3843564 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base no trecho “Os pesquisadores disseram que ‘não se trata de uma grande quantidade’ de exercícios”, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3843563 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base no trecho “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, que é uma fala de Vicky Coyle, assinale a opção correta, a respeito da proposta do estudo defendida pela pesquisadora.
Alternativas
Q3843562 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base no texto e na análise das sequências textuais, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3839978 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho “Às vezes o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso”, a palavra “impacto” pode ser substituída, sem alteração relevante de sentido, por
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Q3839977 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
Considere o trecho final:
“sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina”.
Mantendo o sentido original e respeitando a colocação pronominal, a oração pode ser reescrita como
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Q3839976 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
 Considerando a regência verbal, qual alternativa mantém a correção em relação ao uso das preposições? 
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Q3839975 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
Assinale a afirmativa em que a concordância verbal e nominal está de acordo com a norma padrão. 
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Q3839974 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho “o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece”, o verbo “desconhecer” é resultado de qual processo de formação de palavras?
Alternativas
Q3839973 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
De acordo com a classificação das palavras quanto à tonicidade, “navegação” é 
Alternativas
Respostas
6401: B
6402: E
6403: A
6404: C
6405: A
6406: B
6407: E
6408: D
6409: C
6410: E
6411: A
6412: B
6413: C
6414: D
6415: C
6416: D
6417: B
6418: D
6419: E
6420: A