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Q1299749 Português
Assinale a frase correta quanto ao uso dos pronomes de tratamento e da crase.
Alternativas
Q1297425 Português

Leia o texto.

O dono da bola


O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
— Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
— Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo…
— Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
— Se eu não for o capitão do time, vou embora!
— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
— Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou vermelhinho de raiva:

— A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

— Pois é isso mesmo! — disse o Beto, zangado. — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

— Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

— Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

— Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!

— Viva!

— Viva o Catapimba!

— Viva!

— Viva o Carlos Alberto!

— Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

— Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!


Ruth Rocha

Observe a frase retirada do texto:

“A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro.”

Sobre ela, assinale a alternativa verdadeira.

Alternativas
Q1296190 Português

Julgue o item, considerando a estruturação linguística do texto.


Na linha 23, ocorre o fenômeno da crase por força da regência do nome “favoráveis”, que exige a preposição “a”, e da presença de artigo definido diante de palavra feminina.
Alternativas
Q1294818 Português

assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que se apresentam.

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1294463 Português
Considerando-se as normas gramaticais, analisar os itens abaixo:
I - Em “Mas nem mesmo o homem mais poderoso do mundo pôde evitar uma repetição da tragédia.” (segundo parágrafo), o verbo sublinhado está conjugado incorretamente. II - Em “Surgiu há pouco mais de um século.” (primeiro parágrafo), a utilização do verbo “haver” está correta, pois se trata de um tempo decorrido. III - Em “Nós só podemos olhar as cenas e lamentar, porque não há muito que se possa fazer para influenciar a situação” (segundo parágrafo), a palavra sublinhada deve ser craseada, pois se trata da contração do artigo “a” com a preposição “a”.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1294338 Português
Sobre o uso da crase no texto, avalie as assertivas que seguem:

I. Na linha 23, a substituição de ‘um bom aproveitamento’ por ‘uma boa serventia’ acarretaria o uso da crase, objetivando a correção gramatical.
II. Na linha 32-33, mesmo que ocorresse a substituição do termo ‘alunos e professores’ por ‘alunas e professores’, o uso da crase não ocorreria, visto que uma das condições necessárias não estaria presente.
III. Na linha 35-36, identifica-se um erro na expressão ‘frente a frente’, a qual deveria ser grafada com crase.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1293089 Português

Texto para a questão.




Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).

Assinale a alternativa correta em relação a aspectos linguísticos do texto.
Alternativas
Q1292440 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Como as pessoas com quem convivemos afetam nossa forma de ver o mundo

Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/blog/comopessoas-funcionam/como-as-pessoas-com-quem-convivemos-afetam-nossa-forma-de-ver-o-mundo/. Acesso em 15 mai 2018.

Sobre a utilização do acento indicativo da crase, analise as seguintes afirmativas:


I. Na frase “você pode pensar que a maioria das pessoas tem as mesmas opiniões políticas que as suas” (l. 06 e 07), a crase deveria ser empregada antes do pronome “suas”.

II. A frase “tendemos a achar que ninguém mais tem conseguido manter um relacionamento sério” (l. 13 e 14) está, entre outros aspectos, escrita conforme a Norma Culta por não haver crase antes do verbo “achar”.

III. A frase “é fácil se sentir fracassado e achar que sua vida está muito pior que a da maioria das pessoas do mundo” (l. 25 e 26) poderia ser reescrita sem defecções da seguinte forma: “é fácil se sentir fracassado e achar que sua vida está muito pior em relação à da maioria das pessoas do mundo”.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1292402 Português

Considere os dispostos a seguir:


I A mulher dedicou a vida à ajudar os mais necessitados.

II Hoje, teremos um delicioso risoto à primavera para o almoço.

III Os garotos já compraram os ingressos para assistirem às finais do campeonato de basquete.


Quanto ao emprego da crase, está CORRETO o apresentado em:

Alternativas
Q1292358 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Facebook: hora de compartilhar ou desgrudar?
Por Alexandre Matias

Disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/revistacultura/reportagens/facebook - adaptação.
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das linhas 03, 08, 15 e 33.
Alternativas
Q1292216 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 03, 07 e 54.
Alternativas
Q1291675 Português

Leia atentamente o Texto para responder a questão.

(Texto)



A crase em “[...] enviá-la à Terra para análise.” (linhas 26 e 27) foi empregada, pois:
Alternativas
Q1291573 Português
Leia o texto.

Pechada

O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?

— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são português.

O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.

Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.

A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

—– O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso? — Gaúcho… Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
—Nós vinha…
—Nós vínhamos.
— Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido. Pechada.

— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pechada. Revista Nova Escola. São Paulo, maio 2001
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) As vírgulas em: “Fala, Gaúcho” e “Fala, Pechada” foram usadas pelo mesmo motivo: separar vocativo. ( ) Em “pechar se refere à bater” o uso da crase está correto. ( ) No texto, Jorge era o único a implicar com Rodrigo. ( ) Na frase “O pai atravessou a sinaleira”, a expressão sublinhada pode ser trocada por “colidiu com a sinaleira”. ( ) Está correto o uso da crase em: “Ela se referiu àquele garoto e parecia alheia às outras questões”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1288721 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão:

Como agricultores que fugiram dos vikings criaram a culinária tradicional da Islândia
Bert Archer da BBC Cultura

Quando os primeiros escandinavos desembarcaram na costa da Islândia, por volta de 871, encontraram uma terra densamente arborizada que parecia pronta para ser cultivada.
Porém, por volta do ano 1000, eles perceberam que todas aquelas florestas de bétulas que estavam derrubando para construir e aquecer suas casas não cresceriam novamente - especialmente porque suas ovelhas também pastavam na região, comendo folhas e sementes.
Sem as árvores, a camada superficial do solo começou a entrar em erosão, tornando difícil, e muitas vezes impossível, cultivar ou utilizar a terra para o pasto.
Como estava longe do continente europeu para importar alimentos, a sociedade islandesa evoluiu para um estado de fome quase constante, tendo que se contentar com o que encontrasse pela frente para comer - e a usar esterco na ausência de madeira para se aquecer e cozinhar.
“Agora digamos que haja uma tempestade em meio a esse cenário”, diz Byock.
“Uma baleia morre, explode devido aos gases que carrega, flutua até a costa e você se depara com toneladas e toneladas de carne. O que você faz? Bom, primeiro, vocês se matam para ver quem vai ficar com a carne; depois você separa alguns barris de soro de leite e joga os pedaços de baleia dentro”,acrescenta.
Os ancestrais dos islandeses eram fortes, mas não eram vikings. Eles eram agricultores famintos que lutavam de todas as maneiras para sobreviver. Embora os islandeses não comam mais baleias encalhadas (hvalreki), esse conceito de alimentação deu origem ao hákarl, uma versão mais leve da arraia que eu comi em Akureyri.
A carne do tubarão da Groenlândia, por exemplo, é tóxica para o consumo humano. A alta concentração de ureia pode ter efeitos nocivos na pele, nos olhos e no sistema respiratório. Mas quando a carne é deixada apodrecendo por um tempo - seja em um buraco na areia ou em recipientes plásticos (como é feito hoje em dia) - se torna uma valiosa fonte de proteína.
As arraias e outras espécies de tubarões também são tóxicas, mas igualmente comestíveis quando fermentadas ou apodrecidas. E, como já estão podres, ficam muito bem conservadas.
Assim, durante séculos, essa comida de sabor desagradável foi a diferença entre a vida e a morte na região. A capacidade dos islandeses de lidar com esse gosto horrível foi vital para a existência e eventual sucesso do país, assim como a habilidade dos vikings para lutar e enfrentar obstáculos relacionados às expedições, principalmente na parte continental da Escandinávia.
Com uma média de dois milhões de turistas por ano, o país viu sua alimentação mudar nas últimas três décadas. Hambúrgueres, pizzas e outras massas passaram a ganhar mais espaço nos cardápios locais.
No entanto, a Islândia ainda é uma nação pequena - tem aproximadamente 330 mil habitantes - e suas tradições não são apenas atrações turísticas: simbolizam a forma como os islandeses se conectam entre si e com o passado escandinavo.

(Trecho. Disponível em: https://www.bbc.com/ portuguese/vert-tra-44034959)
Assinale a alternativa em que a crase está empregada INCORRETAMENTE.
Alternativas
Q1287506 Português
Assinale a opção que apresenta o uso INCORRETO da crase:
Alternativas
Q1287088 Português

Analise as sentenças abaixo.

 Dirigiu-se .................. jovem que estava no início da fila.   Houve protestos na chegada do governador .................. Recife.   ..................anos não vou.................. praça  O episódio estava marcado para .................. sete da noite, mas a atriz só chegou .................. oito horas.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q1285679 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Trabalhar menos pode ser uma boa opção?

Adaptado de: https://g1.globo.com/natureza/blog/amelia-gonzalez/post/2018/08/22/trabalhar-menos-pode-seruma-boa-opcao.ghtml
Analise as assertivas a seguir a respeito das lacunas presentes no texto:
I. A lacuna da linha 06 ficaria corretamente preenchida por ‘à', visto haver as condições necessárias para o uso de crase nessa ocorrência. II. Na linha 11, a lacuna ficaria corretamente preenchida pela preposição ‘a’. III. A lacuna da linha 43 ficaria corretamente preenchida pelo artigo ‘a’, já que antecede palavras no feminino.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1285156 Português
FRANÇA VAI PROIBIR USO DE CELULARES PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

País também estuda proibir redes sociais para menores de 16 anos.

O ministro da Educação francês, Jean-Michel Blanquer, confirmou nesta semana que o uso de smartphones será totalmente proibido para os alunos do ensino fundamental, do 1° ao 9° ano, a partir do início do próximo ano letivo, em setembro de 2018.

Oito em cada 10 adolescentes franceses possuem um smartphone, segundo estudos, e utilizam o aparelho nas escolas. Além disso, o governo também prepara um projeto de lei que irá proibir a abertura de contas nas redes sociais aos menores de 16 anos sem a autorização expressa dos pais.

Várias hipóteses estão em estudo no ministério da Justiça. As redes sociais mais utilizadas pelos adolescentes franceses – Facebook, Snapchat e Instagram, por exemplo – se veriam obrigadas a pedir aos pais uma cópia da carteira de identidade do jovem.

Outra ideia é organizar uma videoconferência de controle com os pais do adolescente e a instalação de ferramentas de controle de conteúdo para proteger a navegação. Mas associações de proteção à infância estão pessimistas em relação à viabilidade das medidas. Especialistas alertam que não existem atualmente meios confiáveis para validar a identidade e a autenticidade de qualquer pessoa na internet.

(Disponível em: https://g1.globo.com, com adaptações)
Com base no texto 'FRANÇA VAI PROIBIR USO DE CELULARES PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL', leia as afirmativas a seguir:
I. A forma verbal “prepara” sugere que a ação terá possibilidade de ocorrer. II. Nos excertos “de proteção à infância” e “em relação à viabilidade” o fenômeno da crase ocorreu devido à regência verbal.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1283762 Português
Sobre o uso da crase, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Respostas
6281: D
6282: E
6283: C
6284: A
6285: A
6286: B
6287: B
6288: E
6289: E
6290: B
6291: B
6292: A
6293: A
6294: C
6295: C
6296: A
6297: B
6298: D
6299: D
6300: B