Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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Leia os Textos 2 e 3 para responde a questão
Texto 2
Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas¹. Eis que, subitamente, o leão defronta com um pequeno rato, o ratinho mais menor que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente pra escapar, o leão gritava: "Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!" E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: "Será que V. Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!"²
_____________
¹Quer dizer: muitas e más.
²Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão de linguagem é fundamental.
FERNANDES, Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. 15. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1999. p. 110. [Adaptado].
Texto 3
A fábula é uma narração que se divide em duas partes: a narração propriamente dita, que é um texto figurativo, em que os personagens são animais, seres humanos etc.; e a moral, que é um texto temático, que reitera o significado da narração, indicando a leitura que dela se deve fazer. A fábula é sempre uma história de seres humanos, mesmo quando os personagens são animais.
SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. p. 398. [Adaptado].
Leia os Textos 2 e 3 para responde a questão
Texto 2
Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas¹. Eis que, subitamente, o leão defronta com um pequeno rato, o ratinho mais menor que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente pra escapar, o leão gritava: "Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!" E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: "Será que V. Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!"²
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¹Quer dizer: muitas e más.
²Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão de linguagem é fundamental.
FERNANDES, Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. 15. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1999. p. 110. [Adaptado].
Texto 3
A fábula é uma narração que se divide em duas partes: a narração propriamente dita, que é um texto figurativo, em que os personagens são animais, seres humanos etc.; e a moral, que é um texto temático, que reitera o significado da narração, indicando a leitura que dela se deve fazer. A fábula é sempre uma história de seres humanos, mesmo quando os personagens são animais.
SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. p. 398. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
O passado é conservado por ele mesmo. Nos segue por toda a vida. Nosso cérebro foi feito para guardar o passado e trazê-lo à tona quando precisamos, para esclarecer uma situação do presente. Se não fosse esse truque do cérebro, acharíamos que o passado continua presente. Enlouqueceríamos. Tem uma válvula que registra o ano em que as coisas aconteceram. Válvula que, quando sonhamos, é aberta.
Mas e quando o presente não faz sentido? Quando passa a não existir, quando vira um furacão de imagens – um vento que impede de se enxergar com clareza –, ele é substituído pela memória? Não. Pois, como não precisamos dela, já que não existem questões a serem esclarecidas no presente, a memória também se apaga.
PAIVA, Marcelo Rubens. Ainda estou aqui. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015. p. 249. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
O passado é conservado por ele mesmo. Nos segue por toda a vida. Nosso cérebro foi feito para guardar o passado e trazê-lo à tona quando precisamos, para esclarecer uma situação do presente. Se não fosse esse truque do cérebro, acharíamos que o passado continua presente. Enlouqueceríamos. Tem uma válvula que registra o ano em que as coisas aconteceram. Válvula que, quando sonhamos, é aberta.
Mas e quando o presente não faz sentido? Quando passa a não existir, quando vira um furacão de imagens – um vento que impede de se enxergar com clareza –, ele é substituído pela memória? Não. Pois, como não precisamos dela, já que não existem questões a serem esclarecidas no presente, a memória também se apaga.
PAIVA, Marcelo Rubens. Ainda estou aqui. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015. p. 249. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
O passado é conservado por ele mesmo. Nos segue por toda a vida. Nosso cérebro foi feito para guardar o passado e trazê-lo à tona quando precisamos, para esclarecer uma situação do presente. Se não fosse esse truque do cérebro, acharíamos que o passado continua presente. Enlouqueceríamos. Tem uma válvula que registra o ano em que as coisas aconteceram. Válvula que, quando sonhamos, é aberta.
Mas e quando o presente não faz sentido? Quando passa a não existir, quando vira um furacão de imagens – um vento que impede de se enxergar com clareza –, ele é substituído pela memória? Não. Pois, como não precisamos dela, já que não existem questões a serem esclarecidas no presente, a memória também se apaga.
PAIVA, Marcelo Rubens. Ainda estou aqui. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015. p. 249. [Adaptado].
(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)
(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)
(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)
I. xodó – a sílaba tônica está na última sílaba.
II. família – a sílaba tônica está na penúltima sílaba;
III. higiene – a sílaba tônica está na última sílaba;
IV. cães – monossílabo tônico.
“Fabiano Morais, médico veterinário¹, vê essa tendência² como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo³ ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. ‘Para a gente é ótimo, pois4 estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom.’”
1. Aposto explicativo.
2. Objeto direto.
3. Conjunção com ideia de conformidade.
4. Conjunção com ideia de justificação.
I. ele acabou virando o "xodó" da casa – palavra com X.
II. Na "hora" não pensei que a tampa seria 60 quilos – palavra com H.
III. carinho e "bem-estar" – palavra com hífen.
IV. voltados a esse "nicho" – palavra com dígrafo.