Questões de Concurso Sobre português nível médio

Foram encontradas 90.693 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3937026 Português
Profissionais colocam qualidade de vida acima do salário, diz estudo

Pela primeira vez, pesquisa aponta equilíbrio no topo das prioridades de profissionais de diferentes idades

        A relação entre trabalhadores e empresas nos Estados Unidos passa por uma mudança estrutural. Pela primeira vez em mais de duas décadas, profissionais afirmam valorizar mais o equilíbrio entre vida pessoal e profissional do que salários elevados. A conclusão é do Workmonitor 2025 e divulgada pela revista Fortune.

        O levantamento mostra que 83% dos entrevistados consideram o equilíbrio a principal condição para permanecer ou aceitar um emprego, índice equivalente ao da segurança no trabalho. A remuneração aparece em terceiro lugar, com 82%, marcando a primeira vez em que o salário deixa de liderar o ranking de prioridades.

Geração Z lidera mudança

        A preferência por equilíbrio é mais forte entre trabalhadores mais jovens. Na Geração Z, 74% consideram esse fator mais importante do que a remuneração. Apenas 68% colocam o salário no topo. Saúde mental também aparece em destaque: 70% dos jovens avaliam esse aspecto como essencial.

        Com isso, o relatório mostra que 40% dos profissionais da Geração Z e dos millennials aceitariam reduzir a remuneração em troca de trabalho híbrido ou remoto. A tendência se conecta ao chamado “minimalismo de carreira”, no qual jovens priorizam energia e tempo para projetos pessoais.

Flexibilidade e produtividade

        Embora o desejo por flexibilidade seja amplamente compartilhado, líderes empresariais divergem sobre sua viabilidade em ambientes competitivos. Alguns executivos defendem limites claros – caso de Marc Randolph, cofundador da Netflix, que estabeleceu a rotina de encerrar o expediente mais cedo às terças‑feiras ao longo de sua carreira.

        Outros executivos também incentivam práticas sustentáveis. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, afirma que bem‑estar mental e vida pessoal equilibrada são fundamentais para garantir o desempenho profissional. Ele orienta jovens profissionais a cuidar de saúde, relações pessoais e descanso.

        No entanto, parte do setor corporativo rejeita a ideia de equilíbrio como prioridade. Andrew Feldman, da fabricante de chips de IA Cerebras, por exemplo, afirmou que é irreal buscar alto desempenho com jornadas reduzidas.

Internet:<exame.com>  (com adaptações).

Acerca da interpretação e da correção gramatical das informações apresentadas no texto, julgue o item seguinte.


No trecho “Embora o desejo por flexibilidade seja amplamente compartilhado, líderes empresariais divergem sobre sua viabilidade”, o conector “embora” estabelece uma relação de contraste entre a valorização da flexibilidade pelos profissionais e a posição divergente de parte da liderança corporativa, contribuindo para a coerência argumentativa do texto.

Alternativas
Q3937024 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


A progressão temática do texto é incoerente, pois alterna argumentos históricos, educacionais e sociais sem estabelecer conexões lógicas entre os parágrafos, o que compromete a unidade temática e o encadeamento das ideias.

Alternativas
Q3937023 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


A afirmação “Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante” utiliza linguagem figurada, atribuindo sentido simbólico à ausência da biblioteca no ambiente escolar.

Alternativas
Q3937022 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “a leitura, por si só, não basta”, as vírgulas são corretamente empregadas para isolar expressão explicativa intercalada, sem comprometer a estrutura sintática da oração principal.

Alternativas
Q3937021 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


A linguagem utilizada no texto é igualmente adequada para redes sociais, conversas informais entre estudantes e documentos oficiais, não exigindo qualquer adaptação de registro linguístico.

Alternativas
Q3937020 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No período “Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância”, a oração iniciada por “Para que” é coordenada explicativa.

Alternativas
Q3937019 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


O conector “assim”, em “Assim, a escola surge como ambiente fundamental para transformar essa realidade”, estabelece relação de consequência lógica com as informações anteriormente expostas a respeito do consumo restrito de livros.

Alternativas
Q3937018 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


O texto apresenta predominância do tipo dissertativo‑argumentativo, uma vez que defende a importância das bibliotecas escolares para a formação leitora e sustenta essa tese por meio de argumentos sociais, educacionais e históricos, sem recorrer à narração de fatos específicos ou personagens.

Alternativas
Q3936881 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas registram pela primeira vez vaca usando vassoura para se coçar


Cientistas estão revendo o que acreditavam sobre as capacidades dos bovinos após a observação de um comportamento inédito protagonizado por uma vaca austríaca chamada Veronika, flagrada utilizando ferramentas com notável destreza.

O achado, relatado por pesquisadores em Viena, indica que as vacas possuem habilidades cognitivas significativamente mais complexas do que se supunha até agora.

Veronika, que vive em uma pequena vila nas montanhas do interior da Áustria, passou anos aperfeiçoando a prática de se coçar com o auxílio de galhos e cabos de vassoura, demonstrando um domínio progressivo desse comportamento.

A repercussão da história chegou a especialistas em inteligência animal na capital austríaca, que constataram que a vaca utilizava as duas extremidades de um mesmo objeto de forma funcionalmente distinta.

Para alcançar as costas ou áreas que exigiam um atrito mais intenso, Veronika recorria à parte da vassoura com cerdas. Já quando precisava de um contato mais delicado, especialmente na região sensível da barriga, optava pela extremidade lisa do cabo.

Esse tipo de uso intencional e diferenciado de ferramentas é extremamente raro no reino animal e jamais havia sido documentado em bovinos.

De acordo com Antonio Osuna-Mascaro, da Universidade de Medicina Veterinária de Viena, não se esperava que vacas fossem capazes de usar ferramentas e, menos ainda, que manipulassem um objeto como instrumento multifuncional.

Ele ressalta que, até então, comportamentos desse tipo haviam sido descritos de maneira consistente apenas em chimpanzés.

Os chimpanzés são o grupo que apresenta a maior diversidade de uso de ferramentas depois dos seres humanos, recorrendo, por exemplo, a gravetos para capturar formigas e cupins e a pedras para quebrar nozes.

Apesar de cerca de dez mil anos de convivência entre humanos e bovinos, esta é a primeira vez que cientistas registram formalmente uma vaca utilizando uma ferramenta.

Segundo os pesquisadores, a descoberta reforça a ideia de que as vacas são mais inteligentes do que geralmente se acredita e sugere que outros indivíduos da espécie poderiam desenvolver habilidades semelhantes caso tivessem condições favoráveis.

O proprietário de Veronika, o agricultor orgânico Witgar Wiegele, afirma esperar que os talentos inesperados da vaca levem as pessoas a valorizar mais o mundo natural.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99kjyl1km1o.adaptado. 
O achado, relatado por pesquisadores em Viena, indica que as vacas "possuíam" habilidades cognitivas significativamente mais complexas do que se "supunha" até agora.

Os verbos destacados encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Q3936880 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas registram pela primeira vez vaca usando vassoura para se coçar


Cientistas estão revendo o que acreditavam sobre as capacidades dos bovinos após a observação de um comportamento inédito protagonizado por uma vaca austríaca chamada Veronika, flagrada utilizando ferramentas com notável destreza.

O achado, relatado por pesquisadores em Viena, indica que as vacas possuem habilidades cognitivas significativamente mais complexas do que se supunha até agora.

Veronika, que vive em uma pequena vila nas montanhas do interior da Áustria, passou anos aperfeiçoando a prática de se coçar com o auxílio de galhos e cabos de vassoura, demonstrando um domínio progressivo desse comportamento.

A repercussão da história chegou a especialistas em inteligência animal na capital austríaca, que constataram que a vaca utilizava as duas extremidades de um mesmo objeto de forma funcionalmente distinta.

Para alcançar as costas ou áreas que exigiam um atrito mais intenso, Veronika recorria à parte da vassoura com cerdas. Já quando precisava de um contato mais delicado, especialmente na região sensível da barriga, optava pela extremidade lisa do cabo.

Esse tipo de uso intencional e diferenciado de ferramentas é extremamente raro no reino animal e jamais havia sido documentado em bovinos.

De acordo com Antonio Osuna-Mascaro, da Universidade de Medicina Veterinária de Viena, não se esperava que vacas fossem capazes de usar ferramentas e, menos ainda, que manipulassem um objeto como instrumento multifuncional.

Ele ressalta que, até então, comportamentos desse tipo haviam sido descritos de maneira consistente apenas em chimpanzés.

Os chimpanzés são o grupo que apresenta a maior diversidade de uso de ferramentas depois dos seres humanos, recorrendo, por exemplo, a gravetos para capturar formigas e cupins e a pedras para quebrar nozes.

Apesar de cerca de dez mil anos de convivência entre humanos e bovinos, esta é a primeira vez que cientistas registram formalmente uma vaca utilizando uma ferramenta.

Segundo os pesquisadores, a descoberta reforça a ideia de que as vacas são mais inteligentes do que geralmente se acredita e sugere que outros indivíduos da espécie poderiam desenvolver habilidades semelhantes caso tivessem condições favoráveis.

O proprietário de Veronika, o agricultor orgânico Witgar Wiegele, afirma esperar que os talentos inesperados da vaca levem as pessoas a valorizar mais o mundo natural.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99kjyl1km1o.adaptado. 
O texto apresenta o relato de uma observação científica que descreve um comportamento incomum em um animal doméstico e, a partir desse fato, conduz à revisão de concepções previamente consolidadas sobre as capacidades cognitivas dos bovinos. A progressão das ideias articula descrição empírica, análise de especialistas e implicações mais amplas para a compreensão do comportamento animal, permitindo avaliar o alcance interpretativo da descoberta apresentada.

Com base no texto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3936879 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas registram pela primeira vez vaca usando vassoura para se coçar


Cientistas estão revendo o que acreditavam sobre as capacidades dos bovinos após a observação de um comportamento inédito protagonizado por uma vaca austríaca chamada Veronika, flagrada utilizando ferramentas com notável destreza.

O achado, relatado por pesquisadores em Viena, indica que as vacas possuem habilidades cognitivas significativamente mais complexas do que se supunha até agora.

Veronika, que vive em uma pequena vila nas montanhas do interior da Áustria, passou anos aperfeiçoando a prática de se coçar com o auxílio de galhos e cabos de vassoura, demonstrando um domínio progressivo desse comportamento.

A repercussão da história chegou a especialistas em inteligência animal na capital austríaca, que constataram que a vaca utilizava as duas extremidades de um mesmo objeto de forma funcionalmente distinta.

Para alcançar as costas ou áreas que exigiam um atrito mais intenso, Veronika recorria à parte da vassoura com cerdas. Já quando precisava de um contato mais delicado, especialmente na região sensível da barriga, optava pela extremidade lisa do cabo.

Esse tipo de uso intencional e diferenciado de ferramentas é extremamente raro no reino animal e jamais havia sido documentado em bovinos.

De acordo com Antonio Osuna-Mascaro, da Universidade de Medicina Veterinária de Viena, não se esperava que vacas fossem capazes de usar ferramentas e, menos ainda, que manipulassem um objeto como instrumento multifuncional.

Ele ressalta que, até então, comportamentos desse tipo haviam sido descritos de maneira consistente apenas em chimpanzés.

Os chimpanzés são o grupo que apresenta a maior diversidade de uso de ferramentas depois dos seres humanos, recorrendo, por exemplo, a gravetos para capturar formigas e cupins e a pedras para quebrar nozes.

Apesar de cerca de dez mil anos de convivência entre humanos e bovinos, esta é a primeira vez que cientistas registram formalmente uma vaca utilizando uma ferramenta.

Segundo os pesquisadores, a descoberta reforça a ideia de que as vacas são mais inteligentes do que geralmente se acredita e sugere que outros indivíduos da espécie poderiam desenvolver habilidades semelhantes caso tivessem condições favoráveis.

O proprietário de Veronika, o agricultor orgânico Witgar Wiegele, afirma esperar que os talentos inesperados da vaca levem as pessoas a valorizar mais o mundo natural.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99kjyl1km1o.adaptado. 
O proprietário de Veronika, o agricultor orgânico Witgar Wiegele, afirma esperar que os talentos inesperados da vaca levem as pessoas a valorizar mais o mundo natural.

Quanto à colocação pronominal, é CORRETO afirmar que, considerando a estrutura da frase:
Alternativas
Q3936878 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas registram pela primeira vez vaca usando vassoura para se coçar


Cientistas estão revendo o que acreditavam sobre as capacidades dos bovinos após a observação de um comportamento inédito protagonizado por uma vaca austríaca chamada Veronika, flagrada utilizando ferramentas com notável destreza.

O achado, relatado por pesquisadores em Viena, indica que as vacas possuem habilidades cognitivas significativamente mais complexas do que se supunha até agora.

Veronika, que vive em uma pequena vila nas montanhas do interior da Áustria, passou anos aperfeiçoando a prática de se coçar com o auxílio de galhos e cabos de vassoura, demonstrando um domínio progressivo desse comportamento.

A repercussão da história chegou a especialistas em inteligência animal na capital austríaca, que constataram que a vaca utilizava as duas extremidades de um mesmo objeto de forma funcionalmente distinta.

Para alcançar as costas ou áreas que exigiam um atrito mais intenso, Veronika recorria à parte da vassoura com cerdas. Já quando precisava de um contato mais delicado, especialmente na região sensível da barriga, optava pela extremidade lisa do cabo.

Esse tipo de uso intencional e diferenciado de ferramentas é extremamente raro no reino animal e jamais havia sido documentado em bovinos.

De acordo com Antonio Osuna-Mascaro, da Universidade de Medicina Veterinária de Viena, não se esperava que vacas fossem capazes de usar ferramentas e, menos ainda, que manipulassem um objeto como instrumento multifuncional.

Ele ressalta que, até então, comportamentos desse tipo haviam sido descritos de maneira consistente apenas em chimpanzés.

Os chimpanzés são o grupo que apresenta a maior diversidade de uso de ferramentas depois dos seres humanos, recorrendo, por exemplo, a gravetos para capturar formigas e cupins e a pedras para quebrar nozes.

Apesar de cerca de dez mil anos de convivência entre humanos e bovinos, esta é a primeira vez que cientistas registram formalmente uma vaca utilizando uma ferramenta.

Segundo os pesquisadores, a descoberta reforça a ideia de que as vacas são mais inteligentes do que geralmente se acredita e sugere que outros indivíduos da espécie poderiam desenvolver habilidades semelhantes caso tivessem condições favoráveis.

O proprietário de Veronika, o agricultor orgânico Witgar Wiegele, afirma esperar que os talentos inesperados da vaca levem as pessoas a valorizar mais o mundo natural.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99kjyl1km1o.adaptado. 
Para alcançar as costas ou áreas que exigiam um atrito mais intenso, Veronika recorria "à parte da vassoura" com cerdas.

Em relação ao sinal indicativo de crase, é CORRETO afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q3936877 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas registram pela primeira vez vaca usando vassoura para se coçar


Cientistas estão revendo o que acreditavam sobre as capacidades dos bovinos após a observação de um comportamento inédito protagonizado por uma vaca austríaca chamada Veronika, flagrada utilizando ferramentas com notável destreza.

O achado, relatado por pesquisadores em Viena, indica que as vacas possuem habilidades cognitivas significativamente mais complexas do que se supunha até agora.

Veronika, que vive em uma pequena vila nas montanhas do interior da Áustria, passou anos aperfeiçoando a prática de se coçar com o auxílio de galhos e cabos de vassoura, demonstrando um domínio progressivo desse comportamento.

A repercussão da história chegou a especialistas em inteligência animal na capital austríaca, que constataram que a vaca utilizava as duas extremidades de um mesmo objeto de forma funcionalmente distinta.

Para alcançar as costas ou áreas que exigiam um atrito mais intenso, Veronika recorria à parte da vassoura com cerdas. Já quando precisava de um contato mais delicado, especialmente na região sensível da barriga, optava pela extremidade lisa do cabo.

Esse tipo de uso intencional e diferenciado de ferramentas é extremamente raro no reino animal e jamais havia sido documentado em bovinos.

De acordo com Antonio Osuna-Mascaro, da Universidade de Medicina Veterinária de Viena, não se esperava que vacas fossem capazes de usar ferramentas e, menos ainda, que manipulassem um objeto como instrumento multifuncional.

Ele ressalta que, até então, comportamentos desse tipo haviam sido descritos de maneira consistente apenas em chimpanzés.

Os chimpanzés são o grupo que apresenta a maior diversidade de uso de ferramentas depois dos seres humanos, recorrendo, por exemplo, a gravetos para capturar formigas e cupins e a pedras para quebrar nozes.

Apesar de cerca de dez mil anos de convivência entre humanos e bovinos, esta é a primeira vez que cientistas registram formalmente uma vaca utilizando uma ferramenta.

Segundo os pesquisadores, a descoberta reforça a ideia de que as vacas são mais inteligentes do que geralmente se acredita e sugere que outros indivíduos da espécie poderiam desenvolver habilidades semelhantes caso tivessem condições favoráveis.

O proprietário de Veronika, o agricultor orgânico Witgar Wiegele, afirma esperar que os talentos inesperados da vaca levem as pessoas a valorizar mais o mundo natural.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99kjyl1km1o.adaptado. 
Geralmente se acredita e sugere que "outros indivíduos da espécie poderiam desenvolver habilidades semelhantes" caso tivessem condições favoráveis.

Sintaticamente, é CORRETO afirmar que, na oração destacada:
Alternativas
Q3936173 Português

Texto 2


Fonte: https://www.instagram.com/p/DFtFsQCRxXi/

No conto apresentado no Texto 2, o leitor pode experimentar uma sensação de riso leve ou de estranhamento afetivo.
Esse efeito decorre, principalmente, devido:
Alternativas
Q3936172 Português

Texto 2


Fonte: https://www.instagram.com/p/DFtFsQCRxXi/

No Texto 2, de autoria do escritor Marcio Markendorf, na passagem que diz “— Você não pode ir sozinha para o mundo, Clara!”, a narrativa traz a potencialidade de uma interpretação no sentido figurado. Tendo isso em vista, a qual figura de linguagem “para o mundo” configura:
Alternativas
Q3936171 Português

Texto 1

 

Artesanato se torna uma forma de terapia para diferentes gerações

Especialistas explicam os benefícios terapêuticos do artesanato e como ele conecta diferentes gerações.

 

O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental. De acordo com um estudo publicado em 2020 no periódico Frontiers in Public Health, atividades manuais como crochê, costura e tricô estão diretamente associadas ao aumento do bem-estar emocional. A pesquisa, que analisou dados de 7.182 adultos na Inglaterra, revelou que o envolvimento com a Criação de Artes e Artesanato (CAC) prevê significativamente maior satisfação com a vida.


O estudo utilizou dados do Taking Part Survey, uma pesquisa domiciliar do Reino Unido realizada entre 2019 e 2020, que investiga a participação cultural e esportiva da população. Por meio de métodos estatísticos, os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas, independentemente de fatores como idade, gênero, emprego ou saúde.


Além disso, a pesquisa destacou que o artesanato ativa áreas do cérebro relacionadas ao relaxamento, ajudando a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Para os autores do estudo, essas práticas são uma ferramenta acessível e de baixo custo que pode ser utilizada em nível de saúde pública para promover o bem-estar emocional.

 

O papel da arteterapia na saúde mental

A psicóloga clínica Ana Paula Oliveira Bodanese, que atua há oito anos com base na Terapia Cognitivo-Comportamental e trabalha com psicopatologias e adoecimento mental, explica que atividades manuais e oficinas são excelentes instrumentos terapêuticos, utilizados em diversos contextos, incluindo casos que exigem internação. Ela destaca a influência histórica da luta antimanicomial no Brasil, que promoveu a integração de pacientes por meio de oficinas terapêuticas, técnica desenvolvida pela psiquiatra Nise da Silveira. “Essas práticas revolucionaram a maneira de enxergar o tratamento em saúde mental”, afirma.


Segundo a psicóloga, a arteterapia é uma ferramenta poderosa para expressar emoções e promover autorregulação. “A arteterapia é uma ferramenta excelente para que o paciente possa expressar suas emoções.

As oficinas são interpretadas com uma ferramenta mais “segura” de expressão. Elas não substituem o tratamento psicológico e psiquiátrico convencional, mas são um elemento extra para promover saúde e bem-estar”, ressalta.


Ana Paula também enfatiza que o ato de criar algo do zero pode ajudar a construir autoestima e autoconfiança. “Com certeza! Pode ainda trazer concretude a emoções e permite a socialização quando é feito em pequenos grupos.”


Quando questionada se o crochê e a costura podem ser considerados formas de meditação ativa, a psicóloga explica que, embora não sejam meditação em si, essas atividades têm um caráter meditativo.


Ana Paula também compartilha que, em seu trabalho, busca orientar pacientes a atividades que promovam prazer e relaxamento. “Nessa orientação, buscamos as mais diversas atividades junto com os pacientes, inclusive artesanatos e outras formas de expressão.” Além disso, ela destaca que toda prática de uma nova atividade é estimulante para o cérebro.


Por fim, a psicóloga explica que pacientes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que têm dificuldade em controlar a atenção, podem se beneficiar de atividades como o artesanato. “O aprendizado de uma habilidade tende a ser uma ótima forma de regular o foco como complemento ao tratamento tradicional”, conclui.


[…]

 

Fonte: https://jornalismo.iesb.br/saude/artesanato-se-torna-uma-forma-de-terapia-para-diferentes-geracoes/

Neste fragmento do Texto 1: “[…] os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas”, é correto afirmar que o verbo “descobriram” exerce a função de:
Alternativas
Q3936170 Português

Texto 1

 

Artesanato se torna uma forma de terapia para diferentes gerações

Especialistas explicam os benefícios terapêuticos do artesanato e como ele conecta diferentes gerações.

 

O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental. De acordo com um estudo publicado em 2020 no periódico Frontiers in Public Health, atividades manuais como crochê, costura e tricô estão diretamente associadas ao aumento do bem-estar emocional. A pesquisa, que analisou dados de 7.182 adultos na Inglaterra, revelou que o envolvimento com a Criação de Artes e Artesanato (CAC) prevê significativamente maior satisfação com a vida.


O estudo utilizou dados do Taking Part Survey, uma pesquisa domiciliar do Reino Unido realizada entre 2019 e 2020, que investiga a participação cultural e esportiva da população. Por meio de métodos estatísticos, os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas, independentemente de fatores como idade, gênero, emprego ou saúde.


Além disso, a pesquisa destacou que o artesanato ativa áreas do cérebro relacionadas ao relaxamento, ajudando a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Para os autores do estudo, essas práticas são uma ferramenta acessível e de baixo custo que pode ser utilizada em nível de saúde pública para promover o bem-estar emocional.

 

O papel da arteterapia na saúde mental

A psicóloga clínica Ana Paula Oliveira Bodanese, que atua há oito anos com base na Terapia Cognitivo-Comportamental e trabalha com psicopatologias e adoecimento mental, explica que atividades manuais e oficinas são excelentes instrumentos terapêuticos, utilizados em diversos contextos, incluindo casos que exigem internação. Ela destaca a influência histórica da luta antimanicomial no Brasil, que promoveu a integração de pacientes por meio de oficinas terapêuticas, técnica desenvolvida pela psiquiatra Nise da Silveira. “Essas práticas revolucionaram a maneira de enxergar o tratamento em saúde mental”, afirma.


Segundo a psicóloga, a arteterapia é uma ferramenta poderosa para expressar emoções e promover autorregulação. “A arteterapia é uma ferramenta excelente para que o paciente possa expressar suas emoções.

As oficinas são interpretadas com uma ferramenta mais “segura” de expressão. Elas não substituem o tratamento psicológico e psiquiátrico convencional, mas são um elemento extra para promover saúde e bem-estar”, ressalta.


Ana Paula também enfatiza que o ato de criar algo do zero pode ajudar a construir autoestima e autoconfiança. “Com certeza! Pode ainda trazer concretude a emoções e permite a socialização quando é feito em pequenos grupos.”


Quando questionada se o crochê e a costura podem ser considerados formas de meditação ativa, a psicóloga explica que, embora não sejam meditação em si, essas atividades têm um caráter meditativo.


Ana Paula também compartilha que, em seu trabalho, busca orientar pacientes a atividades que promovam prazer e relaxamento. “Nessa orientação, buscamos as mais diversas atividades junto com os pacientes, inclusive artesanatos e outras formas de expressão.” Além disso, ela destaca que toda prática de uma nova atividade é estimulante para o cérebro.


Por fim, a psicóloga explica que pacientes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que têm dificuldade em controlar a atenção, podem se beneficiar de atividades como o artesanato. “O aprendizado de uma habilidade tende a ser uma ótima forma de regular o foco como complemento ao tratamento tradicional”, conclui.


[…]

 

Fonte: https://jornalismo.iesb.br/saude/artesanato-se-torna-uma-forma-de-terapia-para-diferentes-geracoes/

Considerando o conteúdo da matéria apresentada no Texto 1, é correto afirmar que o impacto terapêutico dessas práticas se explica principalmente porque:
Alternativas
Q3936169 Português

Texto 1

 

Artesanato se torna uma forma de terapia para diferentes gerações

Especialistas explicam os benefícios terapêuticos do artesanato e como ele conecta diferentes gerações.

 

O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental. De acordo com um estudo publicado em 2020 no periódico Frontiers in Public Health, atividades manuais como crochê, costura e tricô estão diretamente associadas ao aumento do bem-estar emocional. A pesquisa, que analisou dados de 7.182 adultos na Inglaterra, revelou que o envolvimento com a Criação de Artes e Artesanato (CAC) prevê significativamente maior satisfação com a vida.


O estudo utilizou dados do Taking Part Survey, uma pesquisa domiciliar do Reino Unido realizada entre 2019 e 2020, que investiga a participação cultural e esportiva da população. Por meio de métodos estatísticos, os pesquisadores descobriram que fazer artesanato melhora o bem-estar das pessoas, independentemente de fatores como idade, gênero, emprego ou saúde.


Além disso, a pesquisa destacou que o artesanato ativa áreas do cérebro relacionadas ao relaxamento, ajudando a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Para os autores do estudo, essas práticas são uma ferramenta acessível e de baixo custo que pode ser utilizada em nível de saúde pública para promover o bem-estar emocional.

 

O papel da arteterapia na saúde mental

A psicóloga clínica Ana Paula Oliveira Bodanese, que atua há oito anos com base na Terapia Cognitivo-Comportamental e trabalha com psicopatologias e adoecimento mental, explica que atividades manuais e oficinas são excelentes instrumentos terapêuticos, utilizados em diversos contextos, incluindo casos que exigem internação. Ela destaca a influência histórica da luta antimanicomial no Brasil, que promoveu a integração de pacientes por meio de oficinas terapêuticas, técnica desenvolvida pela psiquiatra Nise da Silveira. “Essas práticas revolucionaram a maneira de enxergar o tratamento em saúde mental”, afirma.


Segundo a psicóloga, a arteterapia é uma ferramenta poderosa para expressar emoções e promover autorregulação. “A arteterapia é uma ferramenta excelente para que o paciente possa expressar suas emoções.

As oficinas são interpretadas com uma ferramenta mais “segura” de expressão. Elas não substituem o tratamento psicológico e psiquiátrico convencional, mas são um elemento extra para promover saúde e bem-estar”, ressalta.


Ana Paula também enfatiza que o ato de criar algo do zero pode ajudar a construir autoestima e autoconfiança. “Com certeza! Pode ainda trazer concretude a emoções e permite a socialização quando é feito em pequenos grupos.”


Quando questionada se o crochê e a costura podem ser considerados formas de meditação ativa, a psicóloga explica que, embora não sejam meditação em si, essas atividades têm um caráter meditativo.


Ana Paula também compartilha que, em seu trabalho, busca orientar pacientes a atividades que promovam prazer e relaxamento. “Nessa orientação, buscamos as mais diversas atividades junto com os pacientes, inclusive artesanatos e outras formas de expressão.” Além disso, ela destaca que toda prática de uma nova atividade é estimulante para o cérebro.


Por fim, a psicóloga explica que pacientes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), que têm dificuldade em controlar a atenção, podem se beneficiar de atividades como o artesanato. “O aprendizado de uma habilidade tende a ser uma ótima forma de regular o foco como complemento ao tratamento tradicional”, conclui.


[…]

 

Fonte: https://jornalismo.iesb.br/saude/artesanato-se-torna-uma-forma-de-terapia-para-diferentes-geracoes/

Leia com atenção o trecho abaixo retirado do Texto 1:
“O artesanato, uma prática que envolve criar com as mãos, tem sido cada vez mais reconhecido como uma ferramenta poderosa para a saúde mental”.
Assinale a alternativa que contenha apenas os ditongos presentes na frase.
Alternativas
Q3935796 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cantar é surpreendentemente bom para a saúde


Está chegando a época do ano em que o ar se enche de vozes angelicais ou ressoa com hinos vigorosos, enquanto grupos de cantores de Natal espalham sua dose de alegria festiva.

Esses cânticos e essas solenidades típicas dos corais mantêm o clima alegre e triunfante.

E talvez esses grupos de cantores enfeitados podem estar certos sobre alguma coisa. Mesmo sem perceber, ao aparecer em shoppings, estações de trem, asilos e nas ruas com músicas alegres, eles também estão beneficiando a própria saúde deles.

Do cérebro ao coração, cantar oferece uma ampla série de vantagens, especialmente quando feito em grupo. A prática aproxima as pessoas, prepara o corpo para combater doenças e até ajuda a aliviar a dor.

Então, talvez valha a pena você também soltar a voz e entrar no clima.

"Cantar é um ato cognitivo, físico, emocional e social", explica Alex Street, pesquisador do Instituto de Cambridge para Pesquisa de Musicoterapia, no Reino Unido, que estuda como a música ajuda crianças e adultos na recuperação de lesões cerebrais.

Psicólogos já notam há muito tempo que cantar em grupo cria um forte senso de união, o que envolve até os participantes mais tímidos.

Estudos indicam que pessoas que não se conhecem podem formar vínculos inesperados depois de cantar juntos por uma hora.

E também não é surpresa que cantar faça bem aos pulmões e ao sistema respiratório.

Pesquisadores chegam a usar o canto como terapia para pessoas com doenças pulmonares, por exemplo.

Unidos pelo canto

Nem todos os tipos de canto são igualmente benéficos. Cantar em grupo ou em coral, por exemplo, demonstrou promover maior bem-estar psicológico do que cantar sozinho. Por isso, pesquisadores da área de educação usam o canto para estimular a cooperação, o desenvolvimento da linguagem e a regulação emocional em crianças.

Médicos também recorrem ao canto para melhorar a qualidade de vida de pessoas com diferentes condições de saúde. Em todo o mundo, pesquisadores estudam corais comunitários formados por sobreviventes de câncer e AVC, pessoas com Parkinson e demência, e seus cuidadores. No caso do Parkinson, por exemplo, o canto ajuda a manter a capacidade de articular palavras, que costuma se deteriorar com a progressão da doença.

Cantar também pode melhorar a saúde de forma geral, funcionando como um exercício muitas vezes subestimado, comparável a uma caminhada rápida. "Cantar é uma atividade física e pode trazer benefícios semelhantes aos do exercício", disse Adam Lewis, professor associado de fisioterapia respiratória da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

Um estudo sugere que cantar, junto a exercícios vocais usados por cantores profissionais para aprimorar o ritmo e a afinação, representa um exercício comparável para o coração e os pulmões a caminhar em ritmo moderado na esteira.

Pesquisadores destacam os benefícios, muitas vezes subestimados, do canto em grupo para a saúde mental de pessoas com doenças crônicas de longa duração. Para Street, da Instituto de Cambridge para Pesquisa de Musicoterapia, a prática ajuda esses pacientes a focarem no que conseguem fazer, em vez do que não podem.

"Isso cria igualdade no grupo: cuidadores deixam de ser apenas cuidadores e profissionais de saúde cantam junto da mesma forma. Poucas atividades conseguem fazer isso", disse Street.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg1n677geno
"Do cérebro ao coração, cantar oferece uma ampla série de vantagens, especialmente quando feito em grupo. A prática aproxima as pessoas, prepara o corpo para combater doenças e até ajuda a aliviar a dor."
Considerando os significados que as palavras adquirem conforme o contexto, analise as afirmativas a seguir, relacionadas ao trecho acima.

I.O vocábulo 'vantagens' está empregado em sentido denotativo e exprime a ideia de benefícios ou efeitos positivos decorrentes da prática do canto.
II.O termo 'aliviar a dor' foi empregado no sentido conotativo, pois se refere apenas a dor emocional.
III.O verbo 'aproximar' tem como antônimo direto 'afastar', uma vez que ambos exprimem ações semanticamente opostas.
IV.As palavras 'coração' e 'coroa' são parônimas, pois têm pronúncia semelhante, mas significados distintos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3935278 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam, obrigatoriamente, a ocorrência de hiato.
Alternativas
Respostas
6001: C
6002: E
6003: C
6004: C
6005: E
6006: E
6007: C
6008: C
6009: B
6010: A
6011: D
6012: A
6013: C
6014: E
6015: B
6016: C
6017: D
6018: A
6019: B
6020: A