Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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Texto CG1A1
Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.
Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.
De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.
Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.
O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.
“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.
Internet:
Texto CG1A1
Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.
Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.
De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.
Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.
O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.
“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.
Internet:
Texto CG1A1
Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.
Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.
De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.
Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.
O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.
“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.
Internet:
TEXTO 1
Para que as cidades sejam mantidas em perfeito funcionamento, seus governantes têm que organizar formas para que isso aconteça.
Todas as pessoas que trabalham devem pagar impostos, pois esta é uma das formas do governo arrecadar dinheiro, verbas para conservar as cidades e manter os serviços públicos.
Chamamos de serviços públicos todos os trabalhos executados por pessoas contratadas do governo. Essas pessoas recebem o nome de funcionários públicos, que devem ser contratados através de concursos, provas que selecionam os melhores profissionais.
Os funcionários públicos podem ser municipais (das Cidades), es taduais (dos Estados) ou federais (do País). ESCOLA KIDS. Serviços públicos. Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/geogra fia/servicos-publicos.htm. Acesso em: 6 jul. 2026.
"Os funcionários públicos podem ser municipais, estaduais ou federais."
A palavra “públicos” recebe acento porque é:
TEXTO 1
Para que as cidades sejam mantidas em perfeito funcionamento, seus governantes têm que organizar formas para que isso aconteça.
Todas as pessoas que trabalham devem pagar impostos, pois esta é uma das formas do governo arrecadar dinheiro, verbas para conservar as cidades e manter os serviços públicos.
Chamamos de serviços públicos todos os trabalhos executados por pessoas contratadas do governo. Essas pessoas recebem o nome de funcionários públicos, que devem ser contratados através de concursos, provas que selecionam os melhores profissionais.
Os funcionários públicos podem ser municipais (das Cidades), es taduais (dos Estados) ou federais (do País). ESCOLA KIDS. Serviços públicos. Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/geogra fia/servicos-publicos.htm. Acesso em: 6 jul. 2026.
Tecnologia e Informação na Sociedade Atual
O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.
Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.
Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.
Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.
A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
Tecnologia e Informação na Sociedade Atual
O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.
Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.
Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.
Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.
A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
Tecnologia e Informação na Sociedade Atual
O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.
Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.
Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.
Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.
A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
Tecnologia e Informação na Sociedade Atual
O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.
Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.
Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.
Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.
A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
Tecnologia e Informação na Sociedade Atual
O avanço das tecnologias digitais mudou a forma como as pessoas se comunicam, estudam e compartilham informações. A internet e as redes sociais permitem que notícias, vídeos, opiniões e conhecimentos sejam divulgados rapidamente para milhões de pessoas em diferentes lugares do mundo.
Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilita o acesso à informação e aproxima as pessoas, também surgem desafios relacionados ao excesso de conteúdos disponíveis na internet. Muitas informações falsas ou incompletas circulam diariamente nas redes sociais, o que pode causar desinformação e dificultar a compreensão correta dos fatos.
Além disso, o uso excessivo das tecnologias digitais pode influenciar hábitossociais e educacionais. A busca por conteúdos rápidos e imediatos, muitas vezes, reduz o tempo dedicado à leitura, à reflexão e ao aprofundamento dos estudos. Por isso, torna-se importante desenvolver pensamento crítico para analisar as informações recebidas e identificar fontes confiáveis.
Nesse contexto, a escola possui papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e responsáveis. Mais do que ensinar conteúdos técnicos, a educação deve incentivar a interpretação, a argumentação e o uso ético dastecnologias digitais. Dessa forma, os estudantes podem utilizar a tecnologia de maneira positiva, crítica e responsável na sociedade contemporânea.
A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
“Uma casa que não existe mais e até mesmo em sonhos ela começa a desaparecer”.
