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INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)

(Fonte adaptada: https:/g1.globo.com> acesso em 9 de abril de 2019)
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(TEXTO)

(Fonte adaptada: https:/g1.globo.com> acesso em 9 de abril de 2019)
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)

É bastante comum encontrarmos placas de trânsito, de propaganda ou anúncios de loja com erros ortográficos ou desvios da norma padrão. Por descuido ou falta de conhecimento, as pessoas escrevem o que querem divulgar ou anunciar e não pedem revisão de seus escritos.
Veja esta placa. Identifique a alternativa que faz uma afirmativa correta.

Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A lacuna tracejada da linha 10 pode ser completada com “a” ou “as”; ambas as opções são corretas nesse contexto.
( ) A substituição de “nós” (l. 16) por “espécie humana” torna necessário que essa expressão seja precedida por “à”.
( ) A substituição de “um estado” (l. 19) por “uma condição” exige que essa expressão seja precedida por “à”.
( ) É correta a substituição de “ao que” (l. 23) por “a isto que”.
O ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Analise o texto abaixo:
.........................dois anos Júlia e Carlos Moura esperam pela oportunidade de ficar cara............ cara com a neve. ....................medida que...................... previsão do tempo para o primeiro final de semana de julho se concretiza, submetem-se.............................. alegria antecipada de concretizar seu sonho.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
A respeito dos aspectos linguísticos e estruturais do texto, julgue o item.
Na linha 16, o acento gráfico em “à procura” é derivado da exigência do elemento preposicional que acompanha a forma verbal “estão”, em presença do termo feminino definido “procura”.
Fogo de palha ou surto de hashtag?
Num mundo em que nem os números, ou nem sequer os satélites, são confiáveis, ai de nós que queremos formar uma ideia sobre acontecimentos importantes, ainda que apenas modestamente parecida com a realidade. A Amazônia está pegando fogo inteirinha, como aparece naqueles mapas em que os focos são colocados em tamanho perceptível aos olhos, mas evidentemente não compatível com o da vida real? Os incêndios aumentaram 1 quatrilhão por cento? A culpa é de Fulano? Para facilitar um pouco a vida dos obcecados que têm mania de fazer perguntas e não esperar respostas fáceis, alguns filtros podem ser aplicados, em várias situações, na tentativa de distinguir fatos e suas infinitas interpretações.
Fator hashtag. Está bombando nas redes sociais e não é um gatinho adorável? Desconfie, desconfie muito. É bom ter um canal para expressar sentimentos e opiniões. #metoo, #timesup ou #prayforamazonia são exatamente isso. Servem, dessa forma, para avaliar humores emocionais, não como um prognóstico infalível. Outra pequena dica: gente que nunca rezou por nada e de repente se prostra diante do divino por causa da floresta é como certos candidatos que vão à missa e até comungam em véspera de eleição.
Fator fofura. Apresentadores ou influenciadores se emocionam e ficam com a voz embargada? Estão tratando de Greta Thunberg, a adolescente sueca em que tantos adultos querem acreditar, ou de macaquinhos indianos chamuscados e transportados por pensamento mágico para a floresta brasileira. Os ultrassensíveis, programados, como todos os humanos, para se comover com filhotes de mamíferos, moram bem longe dela. De perto, independentemente de sua importância e de seus prodígios, as florestas sempre foram fonte de temor. Ah, sim, se aparecer alguém usando cocar, a coisa está perdida. Índios não usam cocar no dia a dia, exceto para efeitos midiáticos.
Fator uma semana. Passaram-se sete dias e o acontecimento, sem ter mudado em sua essência, sumiu do mapa. Depois do pico do fogo de palha, existe uma tendência a falar mais francamente. Registrem-se as manifestações a favor do “intervencionismo ambiental”. Escreveu um valente professor americano, Lawrence Douglas, comparando-o ao intervencionismo humanitário: “A comunidade internacional precisa assumir a responsabilidade – não, em primeira instância, aplicando a força militar, mas através de sanções comerciais e boicotes econômicos”. Por incrível coincidência, 46 deputados e dezessete ONGs da França propuseram sanções contra a soja e a carne importadas do Brasil. Não é só aqui que tem bancada ruralista.
(Vilma Gryzinski, Veja, 11.09.2019. Adaptado)
Analise as sentenças a seguir.
I. Não gosto de ir à festas com tantas pessoas.
II. Refiro-me àqueles garotos que estudaram com Fernanda.
III. Quero que você se sinta à vontade em nossa companhia.
A crase foi corretamente empregada, de acordo com a norma-padrão, na(s) sentença(s)


