Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3863999 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um pronome relativo. 
Alternativas
Q3863998 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Chatear” e “encher”


Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”. Chatear é assim: você telefona para um escritório qualquer na cidade:

— Alô! Quer me chamar por favor o Valdemar?

— Aqui não tem nenhum Valdemar.

Daí a alguns minutos você liga de novo:

— O Valdemar, por obséquio.

— Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.

— Mas não é do número tal?

— É, mas aqui nunca teve nenhum Valdemar.

Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:

— Por favor, o Valdemar já chegou?

— Vê se te manca, palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca trabalhou aqui?

— Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.

— Não chateia.

Daí a dez minutos, liga de novo.

— Escute uma coisa! O Valdemar não deixou pelo menos um recado?

O outro desta vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.

Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:

— Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar. Alguém telefonou para mim?


CAMPOS, Paulo Mendes. “Chatear” e “encher”. In: Para Gostar de Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 35. (Volume 2 - Crônicas).  
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo correto para a expressão “por obséquio”, no trecho do texto:

“— O Valdemar, por obséquio.”:
Alternativas
Q3863997 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Chatear” e “encher”


Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”. Chatear é assim: você telefona para um escritório qualquer na cidade:

— Alô! Quer me chamar por favor o Valdemar?

— Aqui não tem nenhum Valdemar.

Daí a alguns minutos você liga de novo:

— O Valdemar, por obséquio.

— Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.

— Mas não é do número tal?

— É, mas aqui nunca teve nenhum Valdemar.

Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:

— Por favor, o Valdemar já chegou?

— Vê se te manca, palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca trabalhou aqui?

— Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.

— Não chateia.

Daí a dez minutos, liga de novo.

— Escute uma coisa! O Valdemar não deixou pelo menos um recado?

O outro desta vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.

Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:

— Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar. Alguém telefonou para mim?


CAMPOS, Paulo Mendes. “Chatear” e “encher”. In: Para Gostar de Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 35. (Volume 2 - Crônicas).  
Assinale a alternativa que explica corretamente por que os dois-pontos foram usados no seguinte trecho:

(...) Chatear é assim: você telefona para um escritório qualquer na cidade:
Alô! Quer me chamar por favor o Valdemar?
Alternativas
Q3863996 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Chatear” e “encher”


Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”. Chatear é assim: você telefona para um escritório qualquer na cidade:

— Alô! Quer me chamar por favor o Valdemar?

— Aqui não tem nenhum Valdemar.

Daí a alguns minutos você liga de novo:

— O Valdemar, por obséquio.

— Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.

— Mas não é do número tal?

— É, mas aqui nunca teve nenhum Valdemar.

Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:

— Por favor, o Valdemar já chegou?

— Vê se te manca, palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca trabalhou aqui?

— Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.

— Não chateia.

Daí a dez minutos, liga de novo.

— Escute uma coisa! O Valdemar não deixou pelo menos um recado?

O outro desta vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.

Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:

— Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar. Alguém telefonou para mim?


CAMPOS, Paulo Mendes. “Chatear” e “encher”. In: Para Gostar de Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 35. (Volume 2 - Crônicas).  
Releia o trecho:

“— É, mas aqui nunca teve nenhum Valdemar. Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:

Os termos “mas” e “mais” podem ser corretamente classificados da seguinte forma: 
Alternativas
Q3863995 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


“Chatear” e “encher”


Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”. Chatear é assim: você telefona para um escritório qualquer na cidade:

— Alô! Quer me chamar por favor o Valdemar?

— Aqui não tem nenhum Valdemar.

Daí a alguns minutos você liga de novo:

— O Valdemar, por obséquio.

— Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.

— Mas não é do número tal?

— É, mas aqui nunca teve nenhum Valdemar.

Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:

— Por favor, o Valdemar já chegou?

— Vê se te manca, palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca trabalhou aqui?

— Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.

— Não chateia.

Daí a dez minutos, liga de novo.

— Escute uma coisa! O Valdemar não deixou pelo menos um recado?

O outro desta vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.

Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:

— Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar. Alguém telefonou para mim?


CAMPOS, Paulo Mendes. “Chatear” e “encher”. In: Para Gostar de Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 35. (Volume 2 - Crônicas).  
No texto de Paulo Mendes Campos, uma situação é narrada para demonstrar a diferença entre chatear e encher. Assinale a alternativa correta sobre o texto. 
Alternativas
Q3863806 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente trecho cujo uso da crase é justificado pela mesma razão do seu emprego no período: Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.
Alternativas
Q3863805 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente as circunstâncias estabelecidas pelos termos em destaque no período, respectivamente: O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900.
Alternativas
Q3863804 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra em destaque seja um substantivo:
Alternativas
Q3863803 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja letra c da palavra represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra incêndios
Alternativas
Q3863802 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente palavra acentuada pela mesma regra de acentuação que justifique o acento da palavra responsável:
Alternativas
Q3863801 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida entre os períodos do texto pelos termos em destaque no período: No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.
Alternativas
Q3863800 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3862394 Português

TEXTO I
 

A educação brasileira, ao longo das últimas décadas, tem sido palco de intensos debates e reformas, buscando incessantemente aprimorar a qualidade do ensino e garantir o acesso equitativo para todos os cidadãos. Um dos pilares centrais dessa discussão é a inclusão escolar, um desafio que transcende a mera matrícula de alunos com necessidades especiais, abrangendo também a adaptação de currículos, a formação continuada de professores e a criação de ambientes acolhedores e didaticamente eficazes. A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia, combatendo o analfabetismo funcional que ainda persiste em diversas camadas sociais, e abrindo portas para oportunidades de emprego e participação cívica plena. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível como centros de fomento à leitura, pesquisa e cultura, servindo como espaços democráticos de acesso ao conhecimento, especialmente em comunidades mais carentes. O ensino técnico, com sua vocação para a preparação profissional direta, tem se mostrado uma via promissora para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho, reduzindo a lacuna entre a formação acadêmica e as demandas do setor produtivo. Contudo, para que todas essas frentes avancem, a formação de professores se apresenta como o alicerce fundamental. Investir na capacitação, valorização e suporte aos educadores é investir no futuro da nação, pois são eles os agentes transformadores que moldam as mentes e inspiram as próximas gerações. Sem um corpo docente bem preparado e motivado, qualquer política educacional inovadora corre o risco de não alcançar seu potencial máximo. 
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)
A ocorrência das vírgulas na oração "As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível" justifica-se por isolar uma oração subordinada adverbial concessiva intercalada.
Alternativas
Q3862393 Português

TEXTO I
 

A educação brasileira, ao longo das últimas décadas, tem sido palco de intensos debates e reformas, buscando incessantemente aprimorar a qualidade do ensino e garantir o acesso equitativo para todos os cidadãos. Um dos pilares centrais dessa discussão é a inclusão escolar, um desafio que transcende a mera matrícula de alunos com necessidades especiais, abrangendo também a adaptação de currículos, a formação continuada de professores e a criação de ambientes acolhedores e didaticamente eficazes. A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia, combatendo o analfabetismo funcional que ainda persiste em diversas camadas sociais, e abrindo portas para oportunidades de emprego e participação cívica plena. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível como centros de fomento à leitura, pesquisa e cultura, servindo como espaços democráticos de acesso ao conhecimento, especialmente em comunidades mais carentes. O ensino técnico, com sua vocação para a preparação profissional direta, tem se mostrado uma via promissora para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho, reduzindo a lacuna entre a formação acadêmica e as demandas do setor produtivo. Contudo, para que todas essas frentes avancem, a formação de professores se apresenta como o alicerce fundamental. Investir na capacitação, valorização e suporte aos educadores é investir no futuro da nação, pois são eles os agentes transformadores que moldam as mentes e inspiram as próximas gerações. Sem um corpo docente bem preparado e motivado, qualquer política educacional inovadora corre o risco de não alcançar seu potencial máximo. 
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)
O autor do texto argumenta que a formação de professores é o elemento mais importante para o sucesso das políticas educacionais, pois a falta de investimento nesse setor compromete o avanço de outras iniciativas.
Alternativas
Q3862391 Português

TEXTO I
 

A educação brasileira, ao longo das últimas décadas, tem sido palco de intensos debates e reformas, buscando incessantemente aprimorar a qualidade do ensino e garantir o acesso equitativo para todos os cidadãos. Um dos pilares centrais dessa discussão é a inclusão escolar, um desafio que transcende a mera matrícula de alunos com necessidades especiais, abrangendo também a adaptação de currículos, a formação continuada de professores e a criação de ambientes acolhedores e didaticamente eficazes. A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia, combatendo o analfabetismo funcional que ainda persiste em diversas camadas sociais, e abrindo portas para oportunidades de emprego e participação cívica plena. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível como centros de fomento à leitura, pesquisa e cultura, servindo como espaços democráticos de acesso ao conhecimento, especialmente em comunidades mais carentes. O ensino técnico, com sua vocação para a preparação profissional direta, tem se mostrado uma via promissora para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho, reduzindo a lacuna entre a formação acadêmica e as demandas do setor produtivo. Contudo, para que todas essas frentes avancem, a formação de professores se apresenta como o alicerce fundamental. Investir na capacitação, valorização e suporte aos educadores é investir no futuro da nação, pois são eles os agentes transformadores que moldam as mentes e inspiram as próximas gerações. Sem um corpo docente bem preparado e motivado, qualquer política educacional inovadora corre o risco de não alcançar seu potencial máximo. 
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)
No trecho "A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia", a expressão "por sua vez" poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por "consequentemente", uma vez que ambas indicam uma conclusão lógica.
Alternativas
Q3862390 Português

TEXTO I
 

A educação brasileira, ao longo das últimas décadas, tem sido palco de intensos debates e reformas, buscando incessantemente aprimorar a qualidade do ensino e garantir o acesso equitativo para todos os cidadãos. Um dos pilares centrais dessa discussão é a inclusão escolar, um desafio que transcende a mera matrícula de alunos com necessidades especiais, abrangendo também a adaptação de currículos, a formação continuada de professores e a criação de ambientes acolhedores e didaticamente eficazes. A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia, combatendo o analfabetismo funcional que ainda persiste em diversas camadas sociais, e abrindo portas para oportunidades de emprego e participação cívica plena. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível como centros de fomento à leitura, pesquisa e cultura, servindo como espaços democráticos de acesso ao conhecimento, especialmente em comunidades mais carentes. O ensino técnico, com sua vocação para a preparação profissional direta, tem se mostrado uma via promissora para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho, reduzindo a lacuna entre a formação acadêmica e as demandas do setor produtivo. Contudo, para que todas essas frentes avancem, a formação de professores se apresenta como o alicerce fundamental. Investir na capacitação, valorização e suporte aos educadores é investir no futuro da nação, pois são eles os agentes transformadores que moldam as mentes e inspiram as próximas gerações. Sem um corpo docente bem preparado e motivado, qualquer política educacional inovadora corre o risco de não alcançar seu potencial máximo. 
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)
O texto destaca a inclusão escolar como um desafio que se restringe apenas à matrícula de alunos com necessidades especiais, negligenciando outros aspectos importantes.
Alternativas
Q3862379 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.


TEXTO I


 Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.

Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.

Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.

Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.

A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.

Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.

Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.

Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.

"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).

Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.

O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.

Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.

Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.

Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro.

Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.

Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.

"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.


Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo) 

"Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h."

A crase resulta da fusão da preposição 'a' com o artigo feminino 'a' e é amplamente empregada na língua portuguesa para indicar horas determinadas. Entretanto, seu uso pode gerar dúvidas, uma vez que nem sempre é permitida. Com base nisso, avalie o uso desse sinal nos enunciados a seguir:

I- Nossa aula começará à uma da tarde.

II- A reunião está marcada para às 14 horas.

III- A prova acontecerá das 8h às 10h. IV- Haverá consulta após às dez horas.


O sinal indicativo de crase está corretamente empregado em:

Alternativas
Q3862378 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.


TEXTO I


 Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.

Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.

Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.

Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.

A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.

Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.

Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.

Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.

"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).

Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.

O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.

Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.

Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.

Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro.

Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.

Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.

"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.


Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo) 

"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos."


Com base na regência verbal e nominal, avalie as afirmativas a seguir:


I- O verbo 'haver' está como impessoal, atuando como transitivo direto, possuindo objeto direto explícito na oração.

II- O verbo 'deixar' é intransitivo, não exigindo complemento, indicando o efeito de um conjunto de fatores sobre a fase negativa.

III- O verbo 'seguir' atua como transitivo direto e vem precedido de um adjunto adverbial de modo, o que justifica o uso da preposição 'em'.

IV- O verbo 'permitir' é transitivo indireto, exigindo a preposição 'a' antes de seu complemento.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3862377 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.


TEXTO I


 Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.

Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.

Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.

Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.

A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.

Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.

Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.

Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.

"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).

Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.

O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.

Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.

Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.

Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro.

Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.

Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.

"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.


Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo) 

Considerando as regras de concordância verbal e nominal, complete as lacunas do trecho a seguir:

Ao nascer, todos temos reservas abundantes de gordura marrom, que____ como um aquecedor interno. Bebês não têm massa muscular suficiente para tremer, por isso____ da gordura marrom para converter açúcares e gorduras em calor. As células de gordura marrom têm um número muito alto de mitocôndrias, as fábricas de energia dentro das células. Mas, ao contrário das mitocôndrias normais, que produzem trifosfato de adenosina (ATP), a moeda energética usada pelo corpo, as mitocôndrias das células de gordura marrom____ uma proteína chamada termogenina, ou UCP1, que transforma calorias diretamente em calor.

"Quando____, a gordura marrom tem capacidade de produzir 300 vezes mais calor por unidade de massa do que qualquer outro tecido ou órgão do corpo", afirma Michael Symonds, professor de fisiologia do desenvolvimento da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.

Grande parte do que se sabe sobre a gordura marrom vem de estudos com pequenos mamíferos, como camundongos e ratos. Esses roedores têm grandes reservas da gordura, que os____ durante o inverno, período em que hibernam.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr5z8936y6jo) 


A sequência que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas acima é: 


Alternativas
Q3862376 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.


TEXTO I


 Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.

Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.

Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.

Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.

A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.

Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.

Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.

Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.

"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).

Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.

O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.

Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.

Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.

Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro.

Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.

Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.

"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.


Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo) 

"A taxa de conclusão tem avançado nos últimos anos, passando de 54,5% em 2015 para 74,3% em 2025." Considerando o tipo, tempo e modo dos verbos no trecho acima, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas: 
(  ) A forma verbal 'tem avançado' é uma locução verbal formada pelo verbo auxiliar no presente do indicativo e pelo particípio de um verbo regular, expressando uma ação iniciada no passado que se prolonga até o presente.
(  ) A troca de 'tem avançado' por 'avançou' preservaria integralmente o sentido do trecho. ( ) O verbo 'ter', no trecho, exerce função de verbo auxiliar, sendo responsável pela formação de um tempo composto do modo indicativo.
(  ) A forma verbal 'passando' refere-se ao verbo regular 'passar' no particípio, expressando processo contínuo e mudança gradual, ligado semanticamente ao verbo principal 'tem avançado'. 

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Respostas
5521: A
5522: A
5523: E
5524: C
5525: C
5526: D
5527: C
5528: A
5529: C
5530: B
5531: A
5532: D
5533: C
5534: C
5535: E
5536: E
5537: C
5538: A
5539: E
5540: B