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Q3828022 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.

O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.

Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.

Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.

O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.

A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.

No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação."

Identifique a alternativa que apresenta uma afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q3828020 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.

O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.

Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.

Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.

O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.

A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.

No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"O termo 'gripe K' tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo."

Analise as reescritas a seguir e identifique aquela que NÃO preserva o sentido originalmente atribuído pelo autor.
Alternativas
Q3827939 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)

Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído. 

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado. 
Ao discutir costumes de outras épocas, um texto pode combinar narrativa e explicação, articulando um fato inicial a informações posteriores para construir uma interpretação ampla, com progressão temática e encadeamento de ideias.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3827431 Português
Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante.
Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3827430 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe.
Assinale a alternativa que contenha apenas encontro vocálico oral.
Alternativas
Q3827429 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, "ampliou" sua compreensão das habilidades em estudo.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Q3827428 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 

Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — "por meio da prática deliberada" — é fundamental.


Sintaticamente, nesta frase, o termo destacado exerce a função de:

Alternativas
Q3827427 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.
De acordo com o texto-base, o emprego do termo "tropeços" nessa frase estabelece um sentido de: 
Alternativas
Q3827426 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase. 
Alternativas
Q3827425 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
Vanderbilt recomenda iniciar algo "que" se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando "que" o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância.
Morfologicamente, os termos destacados são, respectivamente, 
Alternativas
Q3827424 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de "neuroplasticidade".
O vocábulo destacado é constituído pelo processo culto de formação de palavras denominado: 
Alternativas
Q3827423 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
A leitura do texto-base permite identificar concepções sobre o aprendizado adulto, seus desafios e os fatores que favorecem o desenvolvimento de novas habilidades ao longo da vida.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3827422 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Como aprender qualquer coisa do zero

Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante. Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e surfe — não para se tornar especialista, mas para redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro denominado Principiantes, ele narra essa experiência unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre aquisição de habilidades e sobre os benefícios da chamada mentalidade de principiante, especialmente relevante na vida adulta.

Embora crianças captem padrões e relações com mais facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — por meio da prática deliberada — é fundamental, assim como variar os treinos para tornar o aprendizado mais flexível e adaptável. Ele também descobriu que a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações. Ao observar tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua compreensão das habilidades em estudo. Cantar, inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se transformando na atividade mais recompensadora.

Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso pode ser surpreendentemente rápido quando há constância. Estudos mostram que adultos mais velhos que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam avanços expressivos em testes cognitivos, aproximando-se do desempenho de pessoas décadas mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar novas perspectivas — é essencial em um mundo que exige adaptação constante.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado. 
Ele também descobriu "que" a expectativa de ensinar alguém aumenta foco, curiosidade e retenção de informações.
O termo destacado na frase, em se tratando de classe gramatical, denomina-se 
Alternativas
Q3827182 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


O acesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

O texto aborda o uso de canetas emagrecedoras por indivíduos que não atendem aos critérios clínicos exigidos, destacando riscos médicos, fiscalização insuficiente e motivação estética predominante nos casos narrados.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3824875 Português
"Fux libera que beneficiários do Bolsa Família voltem para as bets." (Fonte: Dol.com). Apenas não se pode  afirmar sobre o assunto noticiado na reportagem:
Alternativas
Q3824874 Português
"Mercosul defende medidas para proteção de crianças no ambiente digital. Declaração foi aprovada em cúpula de líderes, em Foz do Iguaçu."(Fonte: Dol.com). Sobre o assunto noticiado na reportagem, analise os itens seguintes e marque a alternativa correta:
I- Na declaração, os países manifestaram preocupação com o aumento da incidência de crimes cibernéticos envolvendo crianças e adolescentes.
II- Os países do Mercosul — bloco formado por Argentina, Bolívia, Brasil, Peru, Chile, Venezuela, Paraguai e Uruguai — aprovaram uma declaração especial conjunta sobre proteção da infância e adolescência em ambientes digitais.  
Alternativas
Q3824872 Português
"Rússia promete apoio à Venezuela contra bloqueio dos EUA."(Fonte: Dol.com). Sobre o assunto da reportagem apenas não se pode afirmar.  
Alternativas
Q3824856 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Charge 02


                                                       


(Lute)

O problema educacional detectado na "Charge 02" é:  
Alternativas
Q3824855 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Charge 02


                                                       


(Lute)

Sobre a composição da "Charge 02" não se pode afirmar:
Alternativas
Q3824854 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Charge 02


                                                       


(Lute)

Analise as frases e assinale a alternativa em que não há falha de concordância.
Alternativas
Respostas
5461: D
5462: C
5463: B
5464: C
5465: C
5466: B
5467: C
5468: C
5469: B
5470: C
5471: C
5472: A
5473: C
5474: A
5475: C
5476: A
5477: C
5478: C
5479: D
5480: D