Questões de Concurso
Sobre português nível médio
Foram encontradas 92.439 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia a charge a seguir.

Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?fbid=657317256438267&set=pcb.657317 283104931. Acesso em: 8 jan. 2026.
Ao se expressar, o indivíduo é orientado pelo contexto em que está inserido quanto às regras e normas da gramática da língua, tanto na elaboração de textos escritos quanto no uso da oralidade. Assim, ocorre a adequação linguística conforme a necessidade do momento. Frente ao exposto, a fala do estudante na charge é um fenômeno linguístico relacionado à variação
Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares ou locomoverse no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável. Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14 horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, todavia criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil. O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
METZ, Cade. Humanoide perde a vez entre robôs. O Estado de São Paulo, [s. l.], 14 abr. 2019. Tradução de Roberto Muniz. Disponível em: https://www.estadao.com.br/link/humanidade-perde-a-vez-entre-robos-dogoogle/?srsltid=AfmBOorbyyGe2GSSC38O5PLt0Pa40gmIn2BcSjgM0qUAlF MDi8qTdM_G. Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].
Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares ou locomoverse no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável. Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14 horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, todavia criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil. O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
METZ, Cade. Humanoide perde a vez entre robôs. O Estado de São Paulo, [s. l.], 14 abr. 2019. Tradução de Roberto Muniz. Disponível em: https://www.estadao.com.br/link/humanidade-perde-a-vez-entre-robos-dogoogle/?srsltid=AfmBOorbyyGe2GSSC38O5PLt0Pa40gmIn2BcSjgM0qUAlF MDi8qTdM_G. Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].
Texto 1
O avanço da inteligência artificial (IA), nos últimos anos, tem tirado o sono de profissionais de boa parte dos setores da economia e pode haver ainda mais motivos para se preocupar, segundo uma pesquisa. A principal revelação do estudo é que oito em cada dez profissionais mulheres nos Estados Unidos (cerca de 59 milhões delas) estão em cargos altamente expostos às mudanças geradas pela IA – contra seis a cada dez homens. Isso não significa, é claro, que todas essas profissionais serão demitidas, mas parte de suas funções deve passar por automatização nos próximos anos.
“Isso acontece porque homens tendem a assumir mais trabalhos manuais, menos relacionados à tecnologia. Então, não se trata de a IA estar propositalmente desfavorecendo mulheres; se trata de elas ocuparem atualmente mais posições que no futuro serão automatizadas”, explica Mark McNeilly, professor de Marketing e coordenador da pesquisa, referindose a áreas como administração, vendas e ciências sociais, que podem sofrer transformações profundas. Embora ainda não haja muitas pesquisas desse tipo, um outro estudo realizado por uma empresa britânica aponta uma diferença de gênero no próprio uso da tecnologia. Enquanto 54% dos homens britânicos estão abraçando a IA no seu cotidiano pessoal e profissional, apenas 35% das mulheres têm feito o mesmo. Na opinião de McNeilly, essa diferença tem a ver com a disparidade de objetivos de mulheres e homens no mercado de trabalho. Mas ninguém precisa entrar em desespero. Em algumas áreas, por exemplo, recursos tecnológicos devem facilitar a vida dos trabalhadores, segundo McNeilly. Em outras, porém, a transformação pode sim ser radical. Para ele, o mais importante é começar a usar desde já tecnologias envolvendo IA, incorporando-as ao dia a dia. Por outro lado, num mundo ainda mais automatizado, McNeilly prevê que o contato humano deve se tornar cada vez mais importante: “Então dê asas às suas habilidades interpessoais, de criar contatos e de influenciar outras pessoas”.
NEIVA, Leonardo. A inteligência artificial vai roubar os empregos das mulheres? Gama Revista, UOL, [s. l.], 3 mar. 2024. Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/por-que-as-mulheres-trabalhamtanto/a-inteligencia-artificial-vai-roubar-os-empregos-das-mulheres/ Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].
Texto 1
O avanço da inteligência artificial (IA), nos últimos anos, tem tirado o sono de profissionais de boa parte dos setores da economia e pode haver ainda mais motivos para se preocupar, segundo uma pesquisa. A principal revelação do estudo é que oito em cada dez profissionais mulheres nos Estados Unidos (cerca de 59 milhões delas) estão em cargos altamente expostos às mudanças geradas pela IA – contra seis a cada dez homens. Isso não significa, é claro, que todas essas profissionais serão demitidas, mas parte de suas funções deve passar por automatização nos próximos anos.
“Isso acontece porque homens tendem a assumir mais trabalhos manuais, menos relacionados à tecnologia. Então, não se trata de a IA estar propositalmente desfavorecendo mulheres; se trata de elas ocuparem atualmente mais posições que no futuro serão automatizadas”, explica Mark McNeilly, professor de Marketing e coordenador da pesquisa, referindose a áreas como administração, vendas e ciências sociais, que podem sofrer transformações profundas. Embora ainda não haja muitas pesquisas desse tipo, um outro estudo realizado por uma empresa britânica aponta uma diferença de gênero no próprio uso da tecnologia. Enquanto 54% dos homens britânicos estão abraçando a IA no seu cotidiano pessoal e profissional, apenas 35% das mulheres têm feito o mesmo. Na opinião de McNeilly, essa diferença tem a ver com a disparidade de objetivos de mulheres e homens no mercado de trabalho. Mas ninguém precisa entrar em desespero. Em algumas áreas, por exemplo, recursos tecnológicos devem facilitar a vida dos trabalhadores, segundo McNeilly. Em outras, porém, a transformação pode sim ser radical. Para ele, o mais importante é começar a usar desde já tecnologias envolvendo IA, incorporando-as ao dia a dia. Por outro lado, num mundo ainda mais automatizado, McNeilly prevê que o contato humano deve se tornar cada vez mais importante: “Então dê asas às suas habilidades interpessoais, de criar contatos e de influenciar outras pessoas”.
NEIVA, Leonardo. A inteligência artificial vai roubar os empregos das mulheres? Gama Revista, UOL, [s. l.], 3 mar. 2024. Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/por-que-as-mulheres-trabalhamtanto/a-inteligencia-artificial-vai-roubar-os-empregos-das-mulheres/ Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].
O trecho destacado faz referência a:
“Talvez sorria, ou diga: — Alô, iniludível!”
Assinale o sinônimo adequado para o termo “iniludível”:
"Talvez eu tenha medo."
Assinale a opção que apresenta a classificação correta do verbo destacado
"O meu dia foi bom, pode a noite descer."
Assinale a opção que apresenta uma substituição correta da palavra destacada sem alterar o sentido do verso:
Nesse contexto, o poeta se refere à morte de forma indireta, pois há atenuação da palavra “morte”, socialmente percebida como indesejável.
O recurso de linguagem utilizado nesse verso constitui um exemplo de:
“As cerimônias de noivado organizavam a transmissão de bens, mas não havia casamento verdadeiro a não ser que tivesse havido união carnal”
Qual é a relação semântica desse trecho com a afirmação anterior?
“Essas uniões eram essencialmente políticas e sociais, decididas pelos pais.” (último parágrafo)
Quanto ao uso da vírgula no trecho acima, é CORRETO afirmar que:
“Se uma esposa morresse, o viúvo se casaria com a irmã dela.”
É CORRETO afirmar que sua estrutura é composta por:
“[...] e, se as alucinações forem controladas e não houver muitos novos danos, o chatGPT permanecerá sendo muito usado. ” (Parágrafo 6)
Nesse caso, o emprego do “se” introduz ideia de:
O mesmo ocorre com o par de palavras apresentado em:
( ) O texto afirma que a Inteligência Artificial pode substituir diversas profissões, especialmente aquelas baseadas em grandes bases de dados digitalizados.
( ) O autor defende que a IA é totalmente confiável e não apresenta falhas significativas.
( ) O texto aponta que, além do risco de aceitar como reais produções da IA, há também o perigo de considerar falsas produções humanas autênticas.
A sequência CORRETA é:
Assinale a opção que melhor apresenta a estratégia de argumentação predominante no texto.