Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3960466 Português

Considerando o desenvolvimento da linguagem, analisar os itens.


I. A fala pré-linguística é a produção de sons que não são palavras, como choro, balbucio e imitação acidental e deliberada de sons sem compreensão de seu significado.

II. Os bebês primeiro se familiarizam com os sons das palavras e locuções e, mais tarde, atribuem significados a elas.

III. Os bebês não conseguem reconhecer sons básicos (fonemas) de sua língua nativa aos 6 meses.


Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3960002 Português

Afinal, posso ou não deixar a manteiga fora da geladeira?


    Se você guarda a manteiga na geladeira, é bem provável que ela esteja dura o suficiente para dificultar a nobre arte de _________ ela pelo pão. Mas tudo bem, você é uma pessoa esperta e decidiu que não tem qualquer problema deixar o pote que você tem em casa fora da geladeira. Afinal, você viu nos supermercados que as manteigas em lata são guardadas dessa forma.

    A diferença é que, nos supermercados, as manteigas em lata ainda não foram abertas. Ao serem produzidas, elas passam por um processo de pasteurização, fazendo com que elas possam ficar fora da geladeira por longos períodos, desde que lacradas.

    Conforme vamos usando, o pote de manteiga se contamina aos poucos com bactérias e fungos. Isso é um grande problema considerando que a manteiga costuma ter o creme de leite como principal ingrediente. Em casos _________, bactérias como a Salmonella e a E. coli podem transformar aquele pote em sua nova casa.

    Se ela estiver com cheiro ruim ou, ainda, com gosto azedo, pode mandar para o lixo. Também vale um aviso: manteiga rançosa nem sempre significa que ela está estragada. O que pode ter ocorrido, neste caso, é a interação da gordura dela com substâncias como água, o que causa oxidação. É importante sempre seguir as recomendações sobre conservação do fabricante e do prazo de validade.


Fonte: Uol VivaBem. Adaptado.

 O número CORRETO de sílabas na palavra “enfraquecer” é: 
Alternativas
Q3959998 Português

Afinal, posso ou não deixar a manteiga fora da geladeira?


    Se você guarda a manteiga na geladeira, é bem provável que ela esteja dura o suficiente para dificultar a nobre arte de _________ ela pelo pão. Mas tudo bem, você é uma pessoa esperta e decidiu que não tem qualquer problema deixar o pote que você tem em casa fora da geladeira. Afinal, você viu nos supermercados que as manteigas em lata são guardadas dessa forma.

    A diferença é que, nos supermercados, as manteigas em lata ainda não foram abertas. Ao serem produzidas, elas passam por um processo de pasteurização, fazendo com que elas possam ficar fora da geladeira por longos períodos, desde que lacradas.

    Conforme vamos usando, o pote de manteiga se contamina aos poucos com bactérias e fungos. Isso é um grande problema considerando que a manteiga costuma ter o creme de leite como principal ingrediente. Em casos _________, bactérias como a Salmonella e a E. coli podem transformar aquele pote em sua nova casa.

    Se ela estiver com cheiro ruim ou, ainda, com gosto azedo, pode mandar para o lixo. Também vale um aviso: manteiga rançosa nem sempre significa que ela está estragada. O que pode ter ocorrido, neste caso, é a interação da gordura dela com substâncias como água, o que causa oxidação. É importante sempre seguir as recomendações sobre conservação do fabricante e do prazo de validade.


Fonte: Uol VivaBem. Adaptado.

A palavra “recuperação” é uma palavra polissílaba, assim como a palavra: 
Alternativas
Q3959786 Português
Leia o texto I e responda à questão.

Texto I

É possível acabar com os testes em animais?


Em julho, o Brasil proibiu o uso de bichos em estudos de cosméticos.

Um laboratório silencioso, entre fileiras de gaiolas metálicas, um camundongo branco é pesado e catalogado. Ele nunca verá o Sol nem deixará a jaula. Foi criado para um único propósito: testar se uma nova substância é segura para humanos. Nasceu para morrer. O seu corpo pequeno e anônimo move uma engrenagem que sustenta a ciência há séculos. Todos os dias, animais participam de estudos que antecedem a chegada de medicamentos, vacinas, cosméticos e agrotóxicos ao mercado. Como testar se determinado produto causa câncer? (...) até que ponto é aceitável submeter esses seres a procedimentos que, por vezes, não seriam moralmente toleráveis em humanos? Não só: testes em animais nem sempre reproduzem com precisão o funcionamento do corpo humano. Mesmo compartilhando semelhanças biológicas, as diferenças entre espécies são profundas. “O homem não é um rato de 70 quilos”, disse ao New York Times Thomas Hartung, toxicologista da Universidade Johns Hopkins.


Adaptado. Lopes, Luiza. 21 nov. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/e-possivel-acabar-com-os-testesem-animais/ 
Considere o fragmento: “um laboratório silencioso, entre fileiras de gaiolas metálicas”. Quanto ao aspecto fonológico, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3958714 Português

LEIA O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER À QUESTÃO.


                                                                          



Assinale a alternativa que apresenta uma palavra em que ocorre um encontro consonantal.
Alternativas
Q3957625 Português
Observe as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta, apenas, vocábulos com dígrafos consonantais:
Alternativas
Q3957622 Português
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta ocorrência de encontro vocálico, formando ditongo:
Alternativas
Q3957621 Português
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta ocorrência de encontro consonantal: 
Alternativas
Q3957620 Português
Analise as alternativas abaixo e marque aquela que apresenta, apenas, palavras polissílabas:
Alternativas
Q3957368 Português
A última crônica

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

    Ao fundo do botequim um casal acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma criancinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando- -se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.

    A criancinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca- -Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A criancinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso. Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

(SABINO, Fernando. A última crônica. In: Para gostar de ler – Crônicas. Vol. 5. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado.) 
Observe o fragmento “A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão” (1º§) e assinale a alternativa cujas palavras possuem o mesmo número de fonemas e letras que “caminho” e “botequim”.
Alternativas
Q3957175 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Considere a palavra “antidepressivos” e marque a alternativa que apresenta o número de letras e o número de fonemas na sua formação:
Alternativas
Q3957174 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analise as palavras a seguir e marque a alternativa que apresenta um hiato, um dígrafo, um ditongo crescente e um tritongo respectivamente:
Alternativas
Q3956592 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Analise as alternativas a seguir e marque aquela que apresenta palavras com dígrafo e encontro consonantal:
Alternativas
Q3955619 Português
MARINA

Marina, morena Marina,
Você se pintou...
Marina, você faça tudo, mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu...
Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu.

Me aborreci, me zanguei, já não posso falar,
E quando eu me zango, Marina, não sei perdoar...
Já desculpei tanta coisa,
Você não arranjava outro igual,
Desculpe, Marina morena, mas estou de mal
De mal com você!

(www.letras.com.br - Dorival caymmi. Acesso em: 20 jan. 2026).
Analise as alternativas abaixo e marque aquela cujas sílabas estão separadas corretamente: 
Alternativas
Q3955616 Português
MARINA

Marina, morena Marina,
Você se pintou...
Marina, você faça tudo, mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu...
Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu.

Me aborreci, me zanguei, já não posso falar,
E quando eu me zango, Marina, não sei perdoar...
Já desculpei tanta coisa,
Você não arranjava outro igual,
Desculpe, Marina morena, mas estou de mal
De mal com você!

(www.letras.com.br - Dorival caymmi. Acesso em: 20 jan. 2026).
Analise as alternativas abaixo e marque aquela que apresenta, apenas, palavras polissílabas:  
Alternativas
Q3955615 Português
MARINA

Marina, morena Marina,
Você se pintou...
Marina, você faça tudo, mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu...
Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu.

Me aborreci, me zanguei, já não posso falar,
E quando eu me zango, Marina, não sei perdoar...
Já desculpei tanta coisa,
Você não arranjava outro igual,
Desculpe, Marina morena, mas estou de mal
De mal com você!

(www.letras.com.br - Dorival caymmi. Acesso em: 20 jan. 2026).
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta ocorrência de encontro consonantal:
Alternativas
Q3955614 Português
MARINA

Marina, morena Marina,
Você se pintou...
Marina, você faça tudo, mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu...
Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu.

Me aborreci, me zanguei, já não posso falar,
E quando eu me zango, Marina, não sei perdoar...
Já desculpei tanta coisa,
Você não arranjava outro igual,
Desculpe, Marina morena, mas estou de mal
De mal com você!

(www.letras.com.br - Dorival caymmi. Acesso em: 20 jan. 2026).
Observe as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta, apenas, vocábulos com dígrafos consonantais:
Alternativas
Q3955613 Português
MARINA

Marina, morena Marina,
Você se pintou...
Marina, você faça tudo, mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu...
Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu.

Me aborreci, me zanguei, já não posso falar,
E quando eu me zango, Marina, não sei perdoar...
Já desculpei tanta coisa,
Você não arranjava outro igual,
Desculpe, Marina morena, mas estou de mal
De mal com você!

(www.letras.com.br - Dorival caymmi. Acesso em: 20 jan. 2026).
Analise as palavras extraídas do texto e marque a alternativa que apresenta ocorrência de encontro vocálico, formando ditongo:
Alternativas
Respostas
501: C
502: B
503: D
504: C
505: D
506: A
507: C
508: B
509: A
510: C
511: D
512: B
513: D
514: B
515: D
516: C
517: D
518: C
519: B
520: A