Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q1788769 Português
TEXTO I

GPS

  Entrei no táxi e falei o meu destino.
  – Rua Araribóia, por favor.
  – Araribóia? Espera um minuto!…– rebateu o homem.
  Programou então seu GPS e arrancou.
  – Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.
  – Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.
  Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”…
  De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.
  – Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.
  – Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.
  Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.
  Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.
  – Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.
  – Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?
  “Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.
  O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.
  Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.
  Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:
  – As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério… Não sobra assunto pro próximo encontro.
  Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:
  – Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?
  É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o… o… Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não… É um nome assim, meio histórico… Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.
Zeca Baleiro
Disponível em https://istoe.com.br/133775_GPS/
Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão...”. A crase foi empregada na frase por
Alternativas
Q1788637 Português

O caso da borboleta


"Ninguém nasce borboleta", pensou Breno. Depois disse baixinho: "A borboleta é um presente do tempo". Lá fora, ela, a borboleta, não pensava nada disso. Ocupava-se em voar pela noite de árvore em árvore. Era azul e sem dúvida um dia havia sido lagarta. Breno tem nove anos e é uma criança, a lagarta é como se fosse uma borboleta criança, mas quando Breno for adulto vira homem e não borboleta, e homens não voam. Sonho de Breno é voar, seja como piloto de avião ou jogador de futebol. Como borboleta, Breno nunca chegou a pensar, tem nove anos, mas sabe que é menino e não lagarta. A avó de Breno sempre diz: "Lagarta queima o dedinho e come planta, mas vira borboleta. Ninguém nasce borboleta". Agora o menino pensa e olha a borboleta na janela. "De manhã vi um monte de buraquinhos nas folhas"; explicaram a ele: "É coisa de lagarta". Os buracos nas acerolas e goiabas eram coisa dos passarinhos. Isso ninguém precisou explicar, porque ele sempre viu os passarinhos indo bicar as frutas, menos o beija-flor, que só ia bicar a água no copo de flor pendurado na goiabeira. "O que será que borboleta come? Será que beija-flor só bebe água? "Pensou muito nisso e sentiu fome. Saiu em direção à cozinha.


A avó cochilava de frente para a novela das sete. Justamente aquela durante a qual ela mais gostava de cochilar. Breno sabia disso e não quis acordá-la pra pedir comida. Na cozinha a janela estava aberta. Era uma janela enorme e dava de frente pro quintal da casa. Algumas vezes Breno ouviu gente falando como era engraçado aquela janela na cozinha. A avó sempre explicava que, antes de cozinha, ali havia sido quarto, e por isso a tal janela. Breno achava normal. Desde que tem lembrança, ali é cozinha e tem janela e ele adora. Enquanto sua avó faz o almoço, ele olha para o mundo. O azar é daqueles que não têm janela na cozinha. Breno decidiu que a melhor coisa pra comer naquele momento era biscoito. "Tomara que tenha. Se não tiver, seria muito bom comer uns ovos."Sabe como fazer: é só acender o fogo apertando o botão, colocar a frigideira em cima do fogo, quebrar o ovo em cima da frigideira e ficar mexendo com o garfo. Agora que já tem nove anos nem precisa mais de cadeira pra mexer no fogão. Abre a geladeira e tem três ovos. Fecha a geladeira e vai procurar o biscoito. Entra uma borboleta na cozinha. É maior e mais bonita que a outra. Parece desesperada, bate nas paredes uma a uma até ficar presa pela porta encostada. Breno vai até a porta e a puxa para que saia, de lá voa direto pro outro lado da cozinha, onde ficam a janela e o fogão. Breno acompanha com o olhar e espera que consiga sair logo pela janela. Em cima do fogão tem uma panela destampada cheia de óleo (no almoço teve batata frita), a borboleta voa na direção do fogão e, assim que chega em cima da panela, cai no óleo como se tivesse sido atraída pra lá igual quando Breno atrai moedas com seu ímã.


Ele correu pra ver a borboleta, ela nadava pelo óleo lentamente. Quis tirá-la de lá, mas nunca colocou a mão no óleo antes. Só queima se estiver de fogo aceso, tinha quase certeza. Correu até o papel-toalha e tirou a borboleta de dentro da panela. Olhou-a com atenção: toda coberta de óleo. Todas as partes do seu corpo de inseto. As asas pingavam óleo pela cozinha. Agora tinha certeza: só queimava se tivesse ligado o fogo. A borboleta se mexia muito. Tratou de colocá-la em cima da janela. Pegou o biscoito e foi para o quarto. Começou a comer, era de chocolate e era bom.


Ainda assim, não conseguia esquecer a borboleta nadando no óleo. Seu corpo inteiro afundado no óleo. Logo começou a imaginar como seria se fosse ele, mergulhado no óleo numa panela gigante que cabe criança. Imaginou seu cabelo cheio de óleo, seus olhos, ouvidos, nariz, boca. Comia o biscoito e imaginava. Lambeu o dedo que havia colocado na panela pra imaginar melhor seu corpo no óleo. Não gostava de imaginar, mas não conseguia evitar. Era igual cheirar a mão quando está fedendo, ou alguma coisa assim. Lambeu, e o gosto era péssimo. Muito pior que o gosto do biscoito de chocolate. Lembrou de sua avó que dizia que o pozinho da borboleta, se batesse no olho, deixava cego. Ficou com medo de passar mal. O dedo que lambeu, além de óleo devia ter o tal pozinho. Correu até a cozinha para ver a borboleta. Estava dura, morta. Teve pena e quis enterrar. Decidiu que a borboleta seria seu bicho preferido, caso não passasse mal por conta daquela lambidinha no dedo. Precisava avisar a avó pra não fritar mais batata naquela panela. Enquanto não amanhecia, deixaria a borboleta na janela da cozinha. No caminho de volta pro quarto viu que a avó ainda cochilava. Deitou na cama, sua cabeça realizou os últimos mergulhos no óleo.


Começou a pensar apenas em não passar mal por conta do pozinho da borboleta. Ninguém nasce borboleta. Sentiu medo e uns trecos no estômago, se apavorou achando que era consequência do pozinho que cega quando cai no olho, e depois dormiu.


(FONTE: Geovani Martins. O sol na cabeça. São Paulo: Companhia das Letras, 2018)

A palavra "crase"é de origem grega e significa "fusão", "mistura". Na língua portuguesa, é o nome que se dá à "junção"de duas vogais idênticas.


Assinale a ÚNICA alternativa em o uso da crase foi feito de maneira INCORRETA

Alternativas
Q1787296 Português
Assinale a alternativa em que a colocação da crase e da pontuação estão corretas.
Alternativas
Q1787175 Português
TEXTO
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA EDUCACIONAL
(1º§) Os jovens hoje em dia estão ligados a uma 'sociedade digital' com o grande avanço tecnológico e meios de comunicação, mas isso tem gerado muitas questões. A tecnologia não tem mais como ser evitada, principalmente pelos jovens e adolescentes, e no ambiente escolar não é diferente, e isso vem gerando muitas opiniões diversas na sociedade. Mas todos nós somos cientes de que o uso dos aparelhos digitais melhoram e favorecem o trabalho nas escolas, tornando-o mais criativo, dinâmico e envolvente. Os membros das próprias escolas precisam reconhecer que o celular é sim importante, e que para os pais, é um meio de monitoramento da trajetória diária dos filhos, no qual é um fácil contato entre eles. 
(2º§) O objetivo dos educadores deveria ser apenas conscientizar os próprios do uso indevido, e não proibir. O celular pode ser utilizado facilmente como um organizador, que contém um acesso muito rápido, assim ajudando o desempenho didático. Nós, jovens, temos capacidade de raciocinar e observar várias coisas ao mesmo tempo, e com o celular não iria ser diferente, como por exemplo: podemos copiar e ouvir uma explicação na sala de aula, tocar e cantar em um instrumento musical sem problema algum.
(3º§) Antes não dependíamos tanto da tecnologia, mas quanto mais ela cresce, mais a violência aumenta absurdamente seu índice, e assim segue preocupando mais os próprios pais que, às vezes passam o dia todo longe. A nova era digital tem que ser considerada pelas escolas uma aliada, e não inimiga. Sou a favor da conscientização dos alunos, mas não da proibição em si, o aluno que tiver responsabilidade, não deixará o objeto digital atrapalhar seus estudos e conhecimentos adquiridos, assim ele será útil no momento certo, sem afetar o seu desempenho mental. (...)

(https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/redacao/a-importancia-tecnologia-educa cional.htm) - (Adaptado)
Analise as assertivas seguintes:
I.O período: "Os membros das próprias escolas precisam reconhecer que o celular é sim importante, e que para os pais, é um meio de monitoramento da trajetória diária dos filhos, no qual é um fácil contato entre eles" inicia com oração escrita com os termos essenciais dispostos na ordem direta, cujo predicado é formado por locução verbal seguida de conjunção subordinativa integrante estruturando uma oração subordinativa substantiva objetiva direta. II.Sobre o primeiro período do (3º§), pode-se afirmar, corretamente, que dentre os componentes linguísticos, temos: um verbo no pretérito imperfeito do modo indicativo, um verbo que faz sinônimo com "cresce", uma expressão com pronome possessivo e substantivo trissílabo proparoxítono exercendo função sintática de objeto direto, e expressões que transmitem ideia de proporcionalidade. III.A crase da expressão: "às vezes passam o dia todo longe" é obrigatória porque faz parte da própria expressão. IV.Sobre as palavras da série numérica crescente: "próprias¹, questões², ciente³" pode-se afirmar corretamente: temos exemplo de encontros consonantais (1), temos exemplo de dígrafo e ditongo nasal (2), temos exemplo de hiato (3). V.Os verbos da série numérica crescente dos termos do segundo período de (3º§): "A nova era¹ digital tem² que ser³ considerada pelas escolas uma aliada, e não inimiga" são todos de segunda conjugação e estão no presente do modo indicativo. VI.Nas expressões: "favorecem o trabalho", "precisam reconhecer que o celular" e "assim ajudando o desempenho didático" temos três exemplos de uso de pronomes oblíquos átonos em posição de próclise.
Está (ão) CORRETA (S):
Alternativas
Q1786936 Português
Assinale a alternativa que contém desvio no emprego da crase:
Alternativas
Q1786476 Português
Com base no texto 4, responda à questão a seguir.

Texto 4: 

Copa do Mundo no Brasil: um espaço para a criação de neologismos
Benilde Socreppa Schultz
Márcia Sipavicius Seide

RESUMO: O léxico de uma língua pode ser considerado como o retrato de uma sociedade em seus diversos níveis de manifestação, pois é através das unidades lexicais que são representadas as mais variadas situações sociais e culturais. A realização de um evento nas proporções da Copa do Mundo no Brasil é um espaço que se configura ideal para a criação de itens lexicais novos e lúdicos. Para Alves (2014), o aspecto lúdico na criação de neologismos está presente em todos os gêneros discursivos, como o humorístico, o literário, o publicitário e o jornalístico. Para este artigo, coletamos, durante o mês da realização da Copa do Mundo de 2014, os neologismos presentes em três revistas e jornais on-line: Globo Esporte, Revista Veja e Gazeta do Povo. A análise dos dados mostrou que esse grande evento deu vazão a uma explosão de novas palavras e novas significações para cuja identificação a utilização de informação lexicográfica como critério não foi suficiente, sendo recomendada a adoção de critérios adicionais para tornar a análise mais precisa.

PALAVRAS-CHAVE: Neologismos. Aspectos lúdicos. Copa do Mundo.

Fonte: Revista GTLex | Uberlândia | v.2 n.1 | jul./dez. 2016

Analise as assertivas a seguir e atribua (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas:


( ) Apesar de bem escrito, o texto apresenta um problema sintático: a ausência da crase no trecho em negrito: “A análise dos dados mostrou que esse grande evento deu vazão a uma explosão de novas palavras [...]”.

( ) É possível afirmar que o texto é um bom exemplo do uso da norma padrão do português brasileiro, pois não apresenta problemas morfossintáticos.

( ) No trecho: “O léxico de uma língua pode ser considerado como o retrato de uma sociedade em seus diversos níveis de manifestação”, há um problema de concordância. O correto seria: “O léxico de uma língua pode ser considerada como o retrato de uma sociedade em seus diversos níveis de manifestação”.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses: 

Alternativas
Q1786420 Português
Assinale a alternativa CORRETA no que diz respeito ao uso da crase:
Alternativas
Q1786247 Português

Com relação aos aspectos linguístico‐estruturais do texto, julgue o item.


Fica mantida a correção gramatical caso a expressão "com a " (linha 21) seja substituída por à, desde que se insira acento grave indicativo de crase na forma "as" que antecede "normais" (linha 22) - às normas.


Alternativas
Q1785923 Português

Como Criamos Significados Na Linguagem Cotidiana?

Lilian Ferrari

   É comum, nos dias atuais, ouvirmos expressões como “maratonar um seriado”, “combater fake news” ou “bloquear um contato no WhatsApp”. E embora não tenhamos nenhuma dificuldade em produzir ou compreender essas expressões, nem sempre nos damos conta de que esses usos, como tantos outros em nossa linguagem cotidiana, não são literais, mas sim metafóricos. Isso porque tudo o que nos foi ensinado sobre metáforas faz com que pensemos que só é possível encontrá-las em textos elaborados, produzidos por especialistas que têm uma habilidade especial no manejo da linguagem, tais como escritores, poetas e afins.

   A verdade, entretanto, é que as metáforas ocorrem na linguagem como reflexo do nosso pensamento. Somos capazes de pensar metaforicamente e, por isso, também falamos metaforicamente. E se é assim, faz sentido que não apenas os textos literários, mas também a nossa linguagem cotidiana seja permeada de metáforas.

   Mas como são esses processos de pensamento? Por que, afinal de contas, temos a habilidade de pensar metaforicamente? A resposta é relativamente simples, e tem a ver com o fato de que temos que lidar com ideias que não fazem parte de nossa experiência corporal mais direta. Se aquilo que podemos ver, ouvir, provar, cheirar ou tocar é acessível à nossa compreensão, o mesmo não acontece quando se trata de uma ideia abstrata como, por exemplo, o tempo. Embora tenhamos que lidar com o tempo em nosso cotidiano – acordamos cedo para trabalhar, tomamos remédios com hora marcada, etc. –, o tempo não é diretamente captável por nossos sentidos. Diferentemente de casas, árvores, carros, livros e tudo o que faz parte de nossa experiência direta, o conceito de tempo é abstrato. E, por isso, para pensarmos sobre o tempo fica mais fácil usar a estratégia de “traduzi-lo” para algo mais familiar. Essa espécie de tradução é justamente a metáfora, que nos permite tratar conceitos abstratos de forma mais concreta.

  No caso do tempo, uma das possibilidades é pensar no tempo como se fosse espaço, e mais especificamente, como se fosse um local. Nesse caso, assim como podemos falar que estamos em um determinado lugar (ex. “Estamos na praça”), podemos nos referir a um período de tempo usando a mesma ideia de local (ex. “Estamos na primavera”). [...]


Adaptado de: <http://www.roseta.org.br/pt/2020/05/29/comocriamos-significados-na-linguagem-cotidiana>. Acesso em: 13 jul. 2020.

Referente ao excerto “Se aquilo que podemos ver, ouvir, provar, cheirar ou tocar é acessível à nossa compreensão, o mesmo não acontece quando se trata de uma ideia abstrata como, por exemplo, o tempo.”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1785046 Português
Assinale a alternativa que apresenta outra forma gramaticalmente correta de se expressar a mesma informação contida no trecho “às 10 h, às 12 h e às 15 h” (linha 2).
Alternativas
Q1784929 Português
A questão diz respeito à reportagem abaixo. Leia-a atentamente antes de respondê-la.

(Reportagem) 


A crase foi empregada no título da reportagem pela mesma regra que na seguinte alternativa:
Alternativas
Q1784627 Português

TEXTO I

Da violência doméstica à fome: as mulheres são

as mais atingidas pelos efeitos da pandemia 


                                                                                                                    Por Paola Carvalho

Analise as orações a seguir a respeito do emprego da crase:


I. Elas lutam lado a lado pelo sustento dos filhos.

Il. As mulheres vítimas da violência estão dispostas à lutar por uma vida digna.

Ill. Ela se dirigiu à casa dos pais para pedir ajuda para alimentar os filhos.

IV. Refiro-me à você, que me ajudou nos momentos mais difíceis, durante a pandemia.


O sinal indicativo da crase foi corretamente empregado

Alternativas
Q1784196 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao cumprimento das Normas Gramaticais e Ortográficas da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q1784191 Português
TEXTO I  

Noel Rosa

     Compositor de música popular, Noel Rosa deixou vasta obra. Em suas melodias e letras, combinou lirismo e sarcasmo, muitas vezes proporcionando um autêntico retrato da vida carioca.  
    Noel de Medeiros Rosa nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 11 de dezembro de 1910. De família pobre, completou o ginásio e tentou a medicina, mas logo optou pela boemia talentosa do bairro de Vila Isabel, que se tornou o reduto do samba urbano cultivado pela classe média. Em 1929, ingressou no conjunto Flor do Tempo - mais tarde Bando de Tangarás - como violonista e cantor, ao lado de outros futuros astros como Almirante, João de Barro, Alvinho e Henrique Brito. Em 1932, Noel iniciou suas atuações na emissora Rádio Philips. Logo gravou discos de sucesso, com composições de grande riqueza melódica, verdadeiras crônicas de um poeta agridoce
     O compositor produziu muito, sozinho ou em parceria com músicos célebres como Vadico, João de Barro, Ismael Silva, Kid Pepe e Lamartine Babo. Num estilo interpretativo marcado pela simplicidade, enfocou as contradições da vida. [...] A discografia de Noel Rosa, nos gêneros mais variados, abrange gravações antológicas do próprio autor e de intérpretes antigos e novos. 
   A crítica autorizada aponta o compositor como personalidade marcante na evolução do samba como gênero musical do cancioneiro brasileiro. Noel Rosa morreu em 4 de maio de 1937, aos 26 anos, na mesma casa em que nascera, na Rua Teodoro da Silva 130, Rio de Janeiro.  

ROSA, NOEL. Nova Enciclopédia Barsa, Enciclopédia Britânica, vol. 12, 1994. Encyclopedia Britannica do Brasil Publicações LTDA. Rio de Janeiro - São Paulo. 


TEXTO II  

A DAMA DO CABARÉ
Noel Rosa 

Foi num cabaré* da Lapa
Que eu conheci você
Fumando cigarro,
Entornando champanhe no seu soirée
Dançamos um samba,
Trocamos um tango por uma palestra
Só saímos de lá meia hora
Depois de descer a orquestra
Em frente à porta um bom carro nos esperava
Mas você se despediu e foi pra casa a pé
No outro dia lá nos Arcos eu andava
À procura da Dama do Cabaré*
Eu não sei bem se chorei no momento em que lia
A carta que recebi, não me lembro de quem
Você nela me dizia que quem é da boemia
Usa e abusa da diplomacia
Mas não gosta de ninguém.  
(Disponível em https://www.letras.mus.br/noel-rosa-musicas/1285543/.

 ( * ) “cabaré”, na época da escrita d Noel Rosa, queria dizer apenas “casa de show”.


Assinale a alternativa cuja estrutura esteja de acordo com as Normas Gramaticais e Ortográficas da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q1784190 Português
TEXTO I  

Noel Rosa

     Compositor de música popular, Noel Rosa deixou vasta obra. Em suas melodias e letras, combinou lirismo e sarcasmo, muitas vezes proporcionando um autêntico retrato da vida carioca.  
    Noel de Medeiros Rosa nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 11 de dezembro de 1910. De família pobre, completou o ginásio e tentou a medicina, mas logo optou pela boemia talentosa do bairro de Vila Isabel, que se tornou o reduto do samba urbano cultivado pela classe média. Em 1929, ingressou no conjunto Flor do Tempo - mais tarde Bando de Tangarás - como violonista e cantor, ao lado de outros futuros astros como Almirante, João de Barro, Alvinho e Henrique Brito. Em 1932, Noel iniciou suas atuações na emissora Rádio Philips. Logo gravou discos de sucesso, com composições de grande riqueza melódica, verdadeiras crônicas de um poeta agridoce
     O compositor produziu muito, sozinho ou em parceria com músicos célebres como Vadico, João de Barro, Ismael Silva, Kid Pepe e Lamartine Babo. Num estilo interpretativo marcado pela simplicidade, enfocou as contradições da vida. [...] A discografia de Noel Rosa, nos gêneros mais variados, abrange gravações antológicas do próprio autor e de intérpretes antigos e novos. 
   A crítica autorizada aponta o compositor como personalidade marcante na evolução do samba como gênero musical do cancioneiro brasileiro. Noel Rosa morreu em 4 de maio de 1937, aos 26 anos, na mesma casa em que nascera, na Rua Teodoro da Silva 130, Rio de Janeiro.  

ROSA, NOEL. Nova Enciclopédia Barsa, Enciclopédia Britânica, vol. 12, 1994. Encyclopedia Britannica do Brasil Publicações LTDA. Rio de Janeiro - São Paulo. 


TEXTO II  

A DAMA DO CABARÉ
Noel Rosa 

Foi num cabaré* da Lapa
Que eu conheci você
Fumando cigarro,
Entornando champanhe no seu soirée
Dançamos um samba,
Trocamos um tango por uma palestra
Só saímos de lá meia hora
Depois de descer a orquestra
Em frente à porta um bom carro nos esperava
Mas você se despediu e foi pra casa a pé
No outro dia lá nos Arcos eu andava
À procura da Dama do Cabaré*
Eu não sei bem se chorei no momento em que lia
A carta que recebi, não me lembro de quem
Você nela me dizia que quem é da boemia
Usa e abusa da diplomacia
Mas não gosta de ninguém.  
(Disponível em https://www.letras.mus.br/noel-rosa-musicas/1285543/.

 ( * ) “cabaré”, na época da escrita d Noel Rosa, queria dizer apenas “casa de show”.


Assinale a alternativa correta sobre a colocação de crase.
Alternativas
Q1784053 Português
“...repugnância à pesporrência.” O acento indicador de crase está incorretamente empregado em:
Alternativas
Q1783946 Português

Fonte: https://www.recantodasletras.com.br

O fragmento retirado do Texto II, que apresenta desvio gramatical, é
Alternativas
Q1783384 Português

Márcia Regina Pfuetzenreiter, Arden

Zylbersztajn e Fernando Dias de Avila-Pires.

Evolução histórica da medicina veterinária

preventiva e saúde pública. In: Ciência Rural,

v. 34, n.° 5, 2004, p. 1.661-1.668 (com adaptações).

No que concerne aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


Sem prejuízo para a correção gramatical, o vocábulo “aos” (linha 14) poderia ser substituído pelo elemento à.

Alternativas
Q1783107 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


O emprego do acento indicativo de crase em “às atividades” (linhas 55 e 56) justifica-se pela regência do substantivo “retorno” (linha 55) e pela anteposição de artigo definido ao termo “atividades”.

Alternativas
Q1782939 Português

Texto CB2A1-I


    A rapidez da difusão do comércio eletrônico tem trazido novas oportunidades para o pequeno negócio, o varejo e as micro e pequenas empresas (MPE), que se veem na contingência de mudança na gestão do comércio, visando um aumento de lucratividade e novas oportunidades, com uma fatia maior do comércio eletrônico.

     Com a utilização do sistema B2C, sistema de comércio eletrônico, várias vantagens podem ser apresentadas, como a facilidade de estabelecer compras online 24 horas por dia, sete dias da semana. Verifica-se, ainda, a otimização dos fatores da atividade empresarial, como quadro pessoal, loja física e mobilidade urbana, a diminuição de tempo gasto com as operações e a sustentabilidade com a teoria de utilização racional de papéis (em inglês, less paper).

     Este guia é direcionado aos pequenos empresários, aos varejistas e a todo tipo de comerciante que vise ampliar suas atividades pelo uso de novas tecnologias. Os produtos englobados por este guia resumem-se em mercadorias, software, hardware e serviço. Os consumidores protegidos pela norma conceituam-se como membro individual do público geral, que compra ou usa produtos para fins pessoais ou finalidades domésticas.

     Todavia, para que esse sistema de transações de comércio eletrônico seja eficaz, o comerciante deve planejar, implantar e desenvolver o sistema de comércio eletrônico e mantê-lo atualizado e transparente, de modo a auxiliar os consumidores na efetivação da credibilidade desse tipo de negociação online.

     Para tanto, a capacidade, a adequação, a conformidade, a pluralidade e a diversidade na rede devem gerar um maior suporte ao consumidor, em relação às suas reclamações e dúvidas na transação eletrônica.

     Utilize o passo a passo sugerido neste guia e seja bem-sucedido em seu comércio eletrônico!

ABNT/ SEBRAE. Guia de implementação ABNT NBR ISO 10008: gestão da qualidade –

satisfação do cliente – diretrizes para transações de comércio eletrônico de negócio a consumidor.

Rio de Janeiro: 2014, p. 31 (com adaptações).  

Com relação aos aspectos linguísticos do texto CB2A1-I, julgue os seguintes itens, de acordo com as disposições do Manual de Redação da Apex-Brasil.


I O acréscimo do termo a logo após a palavra “visando” (primeiro parágrafo) — visando a um aumento — manteria a correção gramatical do texto.

II Caso o termo “na”, no trecho “de modo a auxiliar os consumidores na efetivação da credibilidade” (quarto parágrafo), fosse substituído por junto à, seria mantida a correção gramatical do texto.

III Seria mantida a correção gramatical do texto caso o termo “às”, no trecho “em relação às suas reclamações e dúvidas” (quinto parágrafo), fosse substituído por a — em relação a suas reclamações e dúvidas.


Assinale a opção correta.

Alternativas
Respostas
4961: C
4962: E
4963: B
4964: B
4965: D
4966: B
4967: C
4968: C
4969: C
4970: B
4971: C
4972: A
4973: A
4974: C
4975: A
4976: D
4977: C
4978: E
4979: C
4980: B