Foram encontradas 92.439 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3956592 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Analise as alternativas a seguir e marque aquela que apresenta palavras com dígrafo e encontro consonantal:
Alternativas
Q3956591 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Assinale a alternativa cujas palavras são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo: 
Alternativas
Q3956590 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
O vocábulo “sobrecarregada” é um exemplo de palavra formada pelo processo de:
Alternativas
Q3956589 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Considere a leitura integral do texto em estudo e analise as informações a seguir:

I. Predominam no texto as funções de linguagem referencial e metalinguística.
II. Predomina o nível de linguagem formal / norma padrão da Língua Portuguesa.
III. O autor se posiciona em 1ª pessoa, o que é inadequado nesse gênero textual.
IV. A principal temática do texto é divulgar o projeto “Reflexões da Liberdade.”

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3956588 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Considere a leitura integral do texto acima e marque a alternativa que apresenta o gênero textual predominante nele:
Alternativas
Q3956549 Português

O neuroticismo está relacionado "à" depressão e "à" ansiedade, o que pode explicar essa relação.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1gxeo. adaptado.adaptado)



Em relação aos sinais indicativos de crase destacados na frase, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3955654 Português

Pesquisas afirmam que, até o momento, não há evidências sólidas de que mudanças hormonais ao longo do ciclo mensal afetem a frequência do choro, dada a diferença entre os sexos e fatores como gravidez e envelhecimento.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1gxeo. adaptado.adaptado)



Considerando os mecanismos de coesão textual empregados no período, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3954749 Português
Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, afirma que Morro da Garça entrou na literatura, devido ao admirável criador de linguagem e de tipos sertanejos, João Guimarães Rosa. Segundo Boaventura Leite (1987), qual o significado de Morro na obra de Guimarães Rosa? 
Alternativas
Q3954745 Português
Segundo Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, Curvelo (MG) foi elevada à Vila e, portanto, a município, em 1831, e, em 1833, aprovou-se o plano da divisão dos distritos. Pautado em Boaventura Leite (1987), analise o seguinte fragmento de texto sobre a história do distrito.

O distrito compunha-se de pelo menos três ___________________, pois devia ter, no mínimo, 75 casas. Devia ter pessoas capazes de exercer os cargos de juízes de paz, escrivães e inspetores de quarteirão. O Morro de 1842 já tinha ___________________ nestas condições. Assim, foram demarcadas as suas ______________: da ponte do Picão pela estrada até onde confronta com a cabeceira do Córrego às avessas, donde seguirá à sua barra no Curralinho, e deste à sua barra no Bicudo, e subirá até a barra do rio do Peixe, seguindo daí às suas cabeceiras em rumo direito à estrada que segue para a Barra do rio das _________________ pelos gerais, da qual se busque a cabeceira do Picão, donde descerá até a ponte, aonde teve princípio.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:
Alternativas
Q3954729 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Na passagem “Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual.”, as vírgulas foram usadas, de acordo com a norma, para separar um 
Alternativas
Q3954728 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Na passagem “Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.”, o verbo “têm” foi acentuado, de acordo com a norma, porque se trata 
Alternativas
Q3954724 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Considere a passagem “Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra.”
Os parênteses foram usados pela autora com o objetivo de

I- acrescentar uma observação sobre o fato de ela ainda usar o Google como fonte de pesquisa.
II- inserir um contra-argumento a um possível estranhamento pelo fato de ela fazer uso do Google.
III- ratificar a informação de que ela ainda faz uso do Google como uma fonte de pesquisa.
IV- admitir que, na atualidade, o Google é a principal e mais moderna fonte de pesquisa.
V- reconhecer que, de fato, o Google representa hoje a única fonte segura de pesquisa.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3954317 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
No período "Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.", o termo destacado "da sociedade" exerce, à luz da análise sintática tradicional e da norma-padrão, a função de:
Alternativas
Q3954316 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
Considere as afirmativas a seguir, relativas à interpretação das ideias e ao sentido contextual de expressões presentes no texto. Registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) A expressão "agente transformador" atribui à inteligência artificial um papel ativo e dinâmico no processo de modernização da gestão pública.
(__) O texto sugere que a transparência é um valor acessório, relevante apenas em contextos de alta conectividade tecnológica.
(__) Infere-se do texto que a acessibilidade e a proteção da informação são condições indispensáveis para que a transparência cumpra sua função social.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3954315 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
No período "Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável", os elementos linguísticos "Afinal" e "não apenas... mas também" exercem funções específicas na construção do sentido global do texto. À luz da norma-padrão e da teoria da argumentação textual, é correto afirmar que tais elementos: 
Alternativas
Q3954314 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
Com base na leitura atenta do texto "Inteligência Artificial e a gestão pública transparente", analise as proposições a seguir, considerando a compreensão global do texto e as inferências logicamente autorizadas por sua progressão argumentativa.

I. O texto sustenta que o uso da inteligência artificial na gestão pública ultrapassa a dimensão tecnológica, assumindo função estratégica na consolidação da confiança social.
II. O autor estabelece relação direta entre automação de processos e erradicação completa de práticas corruptas na administração pública.
III. A defesa da transparência apresentada no texto vincula-se à ideia de fortalecimento institucional e de promoção do desenvolvimento sustentável.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3954313 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
A partir da articulação entre os parágrafos do texto, é possível inferir que a posição do autor acerca da inteligência artificial na gestão pública caracteriza-se, predominantemente, por uma abordagem: 
Alternativas
Q3954312 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Com base na compreensão global do texto e nas relações argumentativas construídas pelo autor acerca da educação financeira, analise as afirmativas a seguir.

I. O texto apresenta a educação financeira simultaneamente como competência individual e como condição estruturante para a realização de projetos de vida, articulando controle financeiro e bem-estar.
II. Ao afirmar que "não tem segredo", o texto minimiza a complexidade das decisões financeiras e desloca o foco para práticas meramente comportamentais de consumo.
III. O texto sugere que o sucesso financeiro decorre de um equilíbrio entre planejamento racional, adequação do investimento ao perfil do sujeito e busca contínua por informação.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3954311 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere o seguinte período do texto:
"Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas."
Do ponto de vista da análise sintática, a oração destacada "como o dinheiro funciona" classifica-se como:
Alternativas
Q3954310 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere o seguinte trecho adaptado do texto-base:
"A educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida. Esse é o caminho para o sucesso financeiro."
À luz da teoria das figuras de linguagem e do funcionamento semântico-discursivo do excerto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
4801: D
4802: C
4803: B
4804: A
4805: A
4806: B
4807: A
4808: B
4809: E
4810: B
4811: D
4812: A
4813: C
4814: A
4815: A
4816: C
4817: C
4818: C
4819: D
4820: C