Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3963735 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


No Texto 2, várias palavras apresentam acento gráfico em conformidade com as regras de acentuação da norma-padrão. A acentuação da palavra “ciência” justifica-se pelo mesmo princípio que determina o acento gráfico do vocábulo 
Alternativas
Q3963734 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


Considerando as características linguísticas, a finalidade comunicativa e a forma de organização do discurso, o Texto 2 apresenta, predominantemente, traços do gênero textual 
Alternativas
Q3963733 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


No Texto 2, a progressão temática é construída por meio de mecanismos de coesão que articulam as ideias apresentadas ao longo dos dois parágrafos. Considerando esse aspecto, o emprego da expressão “Apesar disso”, no terceiro período do primeiro parágrafo, cumpre a função de 
Alternativas
Q3963732 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.



                                                           


Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-

armandinho. Acesso em: 18 jan. 2025. 

Na frase “Você sabe guardar um segredo, Armandinho?”, o emprego da vírgula justifica-se pela mesma regra de pontuação que exige o emprego da(s) vírgula(s) em: 
Alternativas
Q3963731 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.



                                                           


Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-

armandinho. Acesso em: 18 jan. 2025. 

Na tira, o efeito de humor resulta do uso do verbo “guardar” em sentidos distintos ao longo do diálogo. Esse efeito se produz porque o personagem que fala no terceiro quadrinho
Alternativas
Q3963636 Português
"O secretário-executivo do Ministério da Educação, Leonardo Barchini, afirmou que mais de 500 mil professores já têm cadastro na carteira nacional."

O vocábulo 'secretário-executivo' está hifenizado corretamente, assim como os vocábulos das alternativas a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q3963635 Português
"Professores das redes pública e privada de ensino poderão obter descontos de até 15% em hospedagens em hotéis de diferentes regiões do Brasil até março de 2027. A prorrogação do benefício, anunciada nesta terça-feira (dia 10) pelo Ministério do Turismo, é resultado da renovação de um acordo entre a pasta e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional)."

Com base nas regras de acentuação, identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3963634 Português

"Hoje o Ministério da Educação já conta com mais de 500 mil professores cadastrados e outros 350 mil aguardando a aprovação da Carteira Nacional Docente. Parcerias como essa reforçam a importância de possuir essa identificação, que amplia o acesso dos professores a benefícios — afirmou."


Considerando a regência verbal e nominal no trecho, analise as afirmativas a seguir:


I.O verbo 'contar' atua como transitivo indireto nesse contexto, o que justifica o emprego da preposição 'com' na introdução de seu objeto indireto.


II.Em 'amplia o acesso dos professores a benefícios', a preposição 'a' é exigida pelo substantivo 'acesso', sendo correta sua manutenção antes de 'benefícios'.


III.Se o vocábulo 'benefícios' for substituído pela palavra feminina 'vantagens', ocorrerá crase obrigatória no 'a', resultando na forma 'acesso dos professores à vantagens'.


IV.No contexto apresentado, o verbo 'reforçar' apresenta transitividade direta, pois seu complemento é introduzido sem o uso de preposição.


É correto o que se afirma em:


Alternativas
Q3963434 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“[...] no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas...” (2º parágrafo). Nesse trecho, o emprego de reticências tem como principal efeito: 
Alternativas
Q3963433 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias” (4º parágrafo). Nesse trecho, a palavra em destaque classifica-se corretamente como:
Alternativas
Q3963432 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm” (3º parágrafo). O trecho em destaque é classificado corretamente como: 
Alternativas
Q3963431 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“somos conquistados por espelhinhos e colares” (1º parágrafo). Na voz ativa, essa frase seria corretamente reescrita da seguinte forma:
Alternativas
Q3963430 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos” (1º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q3963429 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No texto, a expressão “uma gigante do ramo” (4º parágrafo), usada para caracterizar a Morana, substitui:
Alternativas
Q3963428 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No trecho “Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja” (3º parágrafo), o elemento em destaque estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3963427 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

Considerando o texto como um todo, a autora:
Alternativas
Q3963426 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

O uso da primeira pessoa ao longo do texto contribui principalmente para:
Alternativas
Q3963425 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No primeiro parágrafo, a referência à “era das descobertas” cumpre a função de:
Alternativas
Q3963353 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia



Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares. A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.



https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha." Analise sintaticamente os elementos linguísticos empregados no trecho e assinale V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)A expressão 'acompanhamentos táticos' desempenha a função de termo essencial na estrutura da oração.
(__)Os vocábulos 'presos' e 'apreendidos' desempenham a mesma função sintática, constituindo termos integrantes da oração, embora apresentem sujeitos distintos.
(__)A expressão 'sacos de maconha' exerce a função de objeto direto, sendo o núcleo modificado por locução adjetiva, que desempenha função de adjunto adnominal.
(__)Há três orações apresentando sujeito simples e voz passiva, enquanto a última oração apresenta voz ativa.

A sequência que preenche os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3963352 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia



Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares. A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.



https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate."
Considerando as regras de concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir sobre o trecho, bem como sobre outros contextos.

I.Quando o núcleo do sujeito é representado por um substantivo coletivo, como 'equipes', o verbo pode concordar tanto no singular quanto no plural. Assim, na frase em análise, além da forma verbal 'retornaram', também seria adequada a forma 'retornou'.
II.A forma verbal 'fizeram' está flexionada no plural para concordar adequadamente com 'novas varreduras', que também está no plural.
III.Em 'as áreas consideradas críticas' observa-se concordância nominal adequada, assim como na frase 'A funcionária manteve organizado o gabinete e o auditório'.
IV.Em 'No sul do país faz invernos rigorosos' observa-se concordância adequada.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
4661: A
4662: C
4663: D
4664: D
4665: A
4666: A
4667: A
4668: B
4669: A
4670: B
4671: D
4672: C
4673: B
4674: C
4675: A
4676: D
4677: C
4678: D
4679: A
4680: A