Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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• “Quando estava errado, Tato mudava de opinião.”
Assinale a alternativa correta quanto à flexão dos verbos empregados na frase.
• A _____________ de julgamento foi suspensa por alguns minutos.
• O exame anatômico revelou uma _____________ transversal realizada no tecido.
• O contrato previa a _______________ dos direitos de uso da obra ao produtor.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
1. Vamos à Blumenau.
2. O diretor fez referência àquela decisão tomada anteriormente.
3. Esse patrimônio pertence à Goiás.
4. O filé foi servido à milanesa, conforme o cardápio do restaurante.
5. A pesquisadora dedicou-se à análise crítica dos dados coletados.
Assinale a alternativa que indica apenas as frases em que o uso do acento indicativo de crase foi empregado corretamente.
Texto CB3A1-II
Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
Internet: <gov.br> (com adaptações)
Texto CB3A1-II
Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
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Texto CB3A1-II
Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
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Texto CB3A1-II
Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.
No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.
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Texto CB3A1-I

Internet: <instagram.com>.
Texto CB3A1-I

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Texto para o item abaixo.
Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.
A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.
A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.
Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.
Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.
Internet:
Texto para o item abaixo.
Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.
A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.
A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.
Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.
Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.
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Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.
A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.
A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.
Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.
Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.
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Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.
A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.
A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.
Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.
Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.
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Texto para o item abaixo.
Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.
A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.
A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.
Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.
Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.
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