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Q4024731 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


QUANDO MORDI A MINHA LÍNGUA


O que sentimos ou deixamos de sentir está impresso nos mínimos gestos.

Você pode ser uma pedra, não falar nada, mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.

Não adianta sonegar emoções, traficar amores, camuflar problemas, porque será descoberto. Entregará o que vem lhe preocupando pela aparência. Somos horóscopos ambulantes, biscoitos da sorte prestes a serem quebrados por uma mensagem.

No fim do Ensino Médio, eu vivia brigando com os meus colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que fui forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometi a mim mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a me analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.

Eu me ajeitei na poltrona com o meu estojo e caderno de aula debaixo do braço e a indisposição macabra de silenciar a cada pergunta. Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando. Ela me observava com interesse, e eu querendo cada vez mais me esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho de nossas dúvidas. Ela me provocava não me provocando, ela me emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar me aprisionava.

Mexi em meu estojo para me distrair.

Ela perguntou se eu poderia emprestar uma caneta.

Alcancei uma Bic azul. Ela viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:

− Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.

Eu ri de nervoso e demonstrei curiosidade.

− Morder a tampa significa alguma coisa?

− Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião com ninguém, nem com seus melhores amigos.

Não revelei coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela me decifrou inteiramente apenas analisando a tampinha mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o meu comportamento.

A partir daquele dia, nunca mais subestimei a psicanálise e cuidei para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade.


(Carpinejar. Amizade é também amor. 6. ed. Bertrand Brasil: 2017, p. 205)
"Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando.". Analise as afirmações sobre o excerto e marque a alternativa correta.

I- "Mas" e "e" são conjunções adversativas.
II- "Não" e "nada" exemplificam dupla negação.
III- A vírgula indica mudança no sujeito das orações coordenadas.
IV- A colocação pronominal proclítica ao verbo auxiliar está incorreta.
Alternativas
Q4024730 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


QUANDO MORDI A MINHA LÍNGUA


O que sentimos ou deixamos de sentir está impresso nos mínimos gestos.

Você pode ser uma pedra, não falar nada, mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.

Não adianta sonegar emoções, traficar amores, camuflar problemas, porque será descoberto. Entregará o que vem lhe preocupando pela aparência. Somos horóscopos ambulantes, biscoitos da sorte prestes a serem quebrados por uma mensagem.

No fim do Ensino Médio, eu vivia brigando com os meus colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que fui forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometi a mim mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a me analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.

Eu me ajeitei na poltrona com o meu estojo e caderno de aula debaixo do braço e a indisposição macabra de silenciar a cada pergunta. Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando. Ela me observava com interesse, e eu querendo cada vez mais me esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho de nossas dúvidas. Ela me provocava não me provocando, ela me emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar me aprisionava.

Mexi em meu estojo para me distrair.

Ela perguntou se eu poderia emprestar uma caneta.

Alcancei uma Bic azul. Ela viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:

− Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.

Eu ri de nervoso e demonstrei curiosidade.

− Morder a tampa significa alguma coisa?

− Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião com ninguém, nem com seus melhores amigos.

Não revelei coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela me decifrou inteiramente apenas analisando a tampinha mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o meu comportamento.

A partir daquele dia, nunca mais subestimei a psicanálise e cuidei para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade.


(Carpinejar. Amizade é também amor. 6. ed. Bertrand Brasil: 2017, p. 205)
Há falha na indicação de equivalência semântica em:
Alternativas
Q4024729 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


QUANDO MORDI A MINHA LÍNGUA


O que sentimos ou deixamos de sentir está impresso nos mínimos gestos.

Você pode ser uma pedra, não falar nada, mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.

Não adianta sonegar emoções, traficar amores, camuflar problemas, porque será descoberto. Entregará o que vem lhe preocupando pela aparência. Somos horóscopos ambulantes, biscoitos da sorte prestes a serem quebrados por uma mensagem.

No fim do Ensino Médio, eu vivia brigando com os meus colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que fui forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometi a mim mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a me analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.

Eu me ajeitei na poltrona com o meu estojo e caderno de aula debaixo do braço e a indisposição macabra de silenciar a cada pergunta. Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando. Ela me observava com interesse, e eu querendo cada vez mais me esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho de nossas dúvidas. Ela me provocava não me provocando, ela me emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar me aprisionava.

Mexi em meu estojo para me distrair.

Ela perguntou se eu poderia emprestar uma caneta.

Alcancei uma Bic azul. Ela viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:

− Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.

Eu ri de nervoso e demonstrei curiosidade.

− Morder a tampa significa alguma coisa?

− Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião com ninguém, nem com seus melhores amigos.

Não revelei coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela me decifrou inteiramente apenas analisando a tampinha mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o meu comportamento.

A partir daquele dia, nunca mais subestimei a psicanálise e cuidei para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade.


(Carpinejar. Amizade é também amor. 6. ed. Bertrand Brasil: 2017, p. 205)
Observe a frase: "(...) mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.". Quanto à classificação da voz verbal, essa é:
Alternativas
Q4024728 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


QUANDO MORDI A MINHA LÍNGUA


O que sentimos ou deixamos de sentir está impresso nos mínimos gestos.

Você pode ser uma pedra, não falar nada, mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.

Não adianta sonegar emoções, traficar amores, camuflar problemas, porque será descoberto. Entregará o que vem lhe preocupando pela aparência. Somos horóscopos ambulantes, biscoitos da sorte prestes a serem quebrados por uma mensagem.

No fim do Ensino Médio, eu vivia brigando com os meus colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que fui forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometi a mim mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a me analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.

Eu me ajeitei na poltrona com o meu estojo e caderno de aula debaixo do braço e a indisposição macabra de silenciar a cada pergunta. Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando. Ela me observava com interesse, e eu querendo cada vez mais me esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho de nossas dúvidas. Ela me provocava não me provocando, ela me emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar me aprisionava.

Mexi em meu estojo para me distrair.

Ela perguntou se eu poderia emprestar uma caneta.

Alcancei uma Bic azul. Ela viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:

− Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.

Eu ri de nervoso e demonstrei curiosidade.

− Morder a tampa significa alguma coisa?

− Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião com ninguém, nem com seus melhores amigos.

Não revelei coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela me decifrou inteiramente apenas analisando a tampinha mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o meu comportamento.

A partir daquele dia, nunca mais subestimei a psicanálise e cuidei para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade.


(Carpinejar. Amizade é também amor. 6. ed. Bertrand Brasil: 2017, p. 205)
O significado da expressão idiomática "morder a língua" é:
Alternativas
Q4024727 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


QUANDO MORDI A MINHA LÍNGUA


O que sentimos ou deixamos de sentir está impresso nos mínimos gestos.

Você pode ser uma pedra, não falar nada, mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.

Não adianta sonegar emoções, traficar amores, camuflar problemas, porque será descoberto. Entregará o que vem lhe preocupando pela aparência. Somos horóscopos ambulantes, biscoitos da sorte prestes a serem quebrados por uma mensagem.

No fim do Ensino Médio, eu vivia brigando com os meus colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que fui forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometi a mim mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a me analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.

Eu me ajeitei na poltrona com o meu estojo e caderno de aula debaixo do braço e a indisposição macabra de silenciar a cada pergunta. Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando. Ela me observava com interesse, e eu querendo cada vez mais me esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho de nossas dúvidas. Ela me provocava não me provocando, ela me emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar me aprisionava.

Mexi em meu estojo para me distrair.

Ela perguntou se eu poderia emprestar uma caneta.

Alcancei uma Bic azul. Ela viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:

− Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.

Eu ri de nervoso e demonstrei curiosidade.

− Morder a tampa significa alguma coisa?

− Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião com ninguém, nem com seus melhores amigos.

Não revelei coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela me decifrou inteiramente apenas analisando a tampinha mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o meu comportamento.

A partir daquele dia, nunca mais subestimei a psicanálise e cuidei para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade.


(Carpinejar. Amizade é também amor. 6. ed. Bertrand Brasil: 2017, p. 205)
A figura de linguagem presente em "(...) ela me emparedava abrindo todas as portas." é :
Alternativas
Q4024726 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


QUANDO MORDI A MINHA LÍNGUA


O que sentimos ou deixamos de sentir está impresso nos mínimos gestos.

Você pode ser uma pedra, não falar nada, mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.

Não adianta sonegar emoções, traficar amores, camuflar problemas, porque será descoberto. Entregará o que vem lhe preocupando pela aparência. Somos horóscopos ambulantes, biscoitos da sorte prestes a serem quebrados por uma mensagem.

No fim do Ensino Médio, eu vivia brigando com os meus colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que fui forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometi a mim mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a me analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.

Eu me ajeitei na poltrona com o meu estojo e caderno de aula debaixo do braço e a indisposição macabra de silenciar a cada pergunta. Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando. Ela me observava com interesse, e eu querendo cada vez mais me esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho de nossas dúvidas. Ela me provocava não me provocando, ela me emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar me aprisionava.

Mexi em meu estojo para me distrair.

Ela perguntou se eu poderia emprestar uma caneta.

Alcancei uma Bic azul. Ela viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:

− Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.

Eu ri de nervoso e demonstrei curiosidade.

− Morder a tampa significa alguma coisa?

− Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião com ninguém, nem com seus melhores amigos.

Não revelei coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela me decifrou inteiramente apenas analisando a tampinha mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o meu comportamento.

A partir daquele dia, nunca mais subestimei a psicanálise e cuidei para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade.


(Carpinejar. Amizade é também amor. 6. ed. Bertrand Brasil: 2017, p. 205)
O excerto que confirma a tese do primeiro período do texto é:
Alternativas
Q4024725 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


QUANDO MORDI A MINHA LÍNGUA


O que sentimos ou deixamos de sentir está impresso nos mínimos gestos.

Você pode ser uma pedra, não falar nada, mas até a pedra um dia será amaciada pelo musgo.

Não adianta sonegar emoções, traficar amores, camuflar problemas, porque será descoberto. Entregará o que vem lhe preocupando pela aparência. Somos horóscopos ambulantes, biscoitos da sorte prestes a serem quebrados por uma mensagem.

No fim do Ensino Médio, eu vivia brigando com os meus colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que fui forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometi a mim mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a me analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.

Eu me ajeitei na poltrona com o meu estojo e caderno de aula debaixo do braço e a indisposição macabra de silenciar a cada pergunta. Mas a psicanalista não questionou nada, e o seu silêncio inesperado foi me enervando. Ela me observava com interesse, e eu querendo cada vez mais me esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho de nossas dúvidas. Ela me provocava não me provocando, ela me emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar me aprisionava.

Mexi em meu estojo para me distrair.

Ela perguntou se eu poderia emprestar uma caneta.

Alcancei uma Bic azul. Ela viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:

− Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.

Eu ri de nervoso e demonstrei curiosidade.

− Morder a tampa significa alguma coisa?

− Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião com ninguém, nem com seus melhores amigos.

Não revelei coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela me decifrou inteiramente apenas analisando a tampinha mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o meu comportamento.

A partir daquele dia, nunca mais subestimei a psicanálise e cuidei para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade.


(Carpinejar. Amizade é também amor. 6. ed. Bertrand Brasil: 2017, p. 205)
O acento grave em: "(...) estava vinculada preconceituosamente à loucura." assinala:
Alternativas
Q4024460 Português
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna do texto.
"Quando pensamos em participação na gestão pública, estamos tratando de formas que os cidadãos dispõem para contribuir _________________ para os resultados da ação estatal."
Alternativas
Q4024424 Português
“O estudante perguntou ao professor, com muito receio:
– Que dia será a prova?”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima, com o emprego adequado dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q4024423 Português
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas a seguir, de acordo com a concordância correta do verbo.
- _______ a relação de mantimentos para doação.
- O diretor e seu sócio _______ uma boa feijoada.
- _______ muitas despesas previstas em caixa.
- _______ elogios para você naquela reunião
Alternativas
Q4024422 Português
“Os brasileiros deviam, sim, ler mais poesia. Também os escritores, para avaliarem melhor o peso de cada palavra.” (José Clemente Pozenato)
A palavra destacada no pensamento acima pode ser substituída adequadamente por:
Alternativas
Q4024421 Português
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem:
- ___ princípio, tudo deverá acontecer conforme ___ programação prevista.
- ___ julgar pelas aparências, você se submeteu ___ chantagens da chefia.
- Espere-me daqui ___ pouco, exatamente ___ uma hora da tarde.
Alternativas
Q4024420 Português
Imagem associada para resolução da questão
Na charge acima, a mudança de “deve” para “devia”, no último quadrinho, sugere que a ação de “ter um bom fundamento”: 
Alternativas
Q4024419 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4024418 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo empregada em sentido figurado. 
Alternativas
Q4024417 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nascer, crescer e evoluir...

    Muita gente diz que conviver com adultos é tarefa bem difícil!
   Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver, por pouco tempo que seja, em um mundo paralelo e utópico.
   Os animais de estimação, como gatos e cachorros, são dependentes de seus donos, o que nos deixa em uma posição superior e confortável.
    Mas não tiramos vantagem disso; ao contrário, somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.
     E eles não se submetem a esta nossa suposta superioridade. Não é raro vê-los aprontando travessuras, estragando móveis e meias, sujando a casa. E enfim, somos nós os vulneráveis, encantados e gratos a cada ato de companheirismo e carinho.
    As crianças já são um desafio maior, mas são elas que nos dão o melhor da sinceridade, da crítica e da simplicidade de argumentos e sentimentos.
   E ainda mais, estão sempre prontas para aprender, quando na verdade são elas que nos ensinam, basta que estejamos atentos à sabedoria desses pequeninos.
   Nascemos, crescemos e progredimos. Esta seria a linha de evolução ideal. Mas será que todos evoluímos? E será que sabemos aproveitar as vantagens da racionalidade humana? (...)
    As responsabilidades e a complexidade da vida adulta nos distanciam da infância e da honestidade da vida animal.
    Mas podemos guardar estes valores, infantis e animais, em um cofre seguro para que possamos utilizá-los sempre que possível. E, acreditem, haverá muitas ocasiões para isso.
     A maturidade não exclui estes valores, só muda o contexto, que virá com maiores doses de responsabilidade, respeito e cidadania, um aprendizado obrigatório para a convivência adulta.

CLICKIDEIA. Nascer, crescer e evoluir... Disponível em .
“(...) somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q4024416 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nascer, crescer e evoluir...

    Muita gente diz que conviver com adultos é tarefa bem difícil!
   Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver, por pouco tempo que seja, em um mundo paralelo e utópico.
   Os animais de estimação, como gatos e cachorros, são dependentes de seus donos, o que nos deixa em uma posição superior e confortável.
    Mas não tiramos vantagem disso; ao contrário, somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.
     E eles não se submetem a esta nossa suposta superioridade. Não é raro vê-los aprontando travessuras, estragando móveis e meias, sujando a casa. E enfim, somos nós os vulneráveis, encantados e gratos a cada ato de companheirismo e carinho.
    As crianças já são um desafio maior, mas são elas que nos dão o melhor da sinceridade, da crítica e da simplicidade de argumentos e sentimentos.
   E ainda mais, estão sempre prontas para aprender, quando na verdade são elas que nos ensinam, basta que estejamos atentos à sabedoria desses pequeninos.
   Nascemos, crescemos e progredimos. Esta seria a linha de evolução ideal. Mas será que todos evoluímos? E será que sabemos aproveitar as vantagens da racionalidade humana? (...)
    As responsabilidades e a complexidade da vida adulta nos distanciam da infância e da honestidade da vida animal.
    Mas podemos guardar estes valores, infantis e animais, em um cofre seguro para que possamos utilizá-los sempre que possível. E, acreditem, haverá muitas ocasiões para isso.
     A maturidade não exclui estes valores, só muda o contexto, que virá com maiores doses de responsabilidade, respeito e cidadania, um aprendizado obrigatório para a convivência adulta.

CLICKIDEIA. Nascer, crescer e evoluir... Disponível em .
“Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver (...) em um mundo paralelo e utópico.”
A palavra destacada no trecho acima introduz o sentido de:
Alternativas
Q4024415 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nascer, crescer e evoluir...

    Muita gente diz que conviver com adultos é tarefa bem difícil!
   Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver, por pouco tempo que seja, em um mundo paralelo e utópico.
   Os animais de estimação, como gatos e cachorros, são dependentes de seus donos, o que nos deixa em uma posição superior e confortável.
    Mas não tiramos vantagem disso; ao contrário, somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.
     E eles não se submetem a esta nossa suposta superioridade. Não é raro vê-los aprontando travessuras, estragando móveis e meias, sujando a casa. E enfim, somos nós os vulneráveis, encantados e gratos a cada ato de companheirismo e carinho.
    As crianças já são um desafio maior, mas são elas que nos dão o melhor da sinceridade, da crítica e da simplicidade de argumentos e sentimentos.
   E ainda mais, estão sempre prontas para aprender, quando na verdade são elas que nos ensinam, basta que estejamos atentos à sabedoria desses pequeninos.
   Nascemos, crescemos e progredimos. Esta seria a linha de evolução ideal. Mas será que todos evoluímos? E será que sabemos aproveitar as vantagens da racionalidade humana? (...)
    As responsabilidades e a complexidade da vida adulta nos distanciam da infância e da honestidade da vida animal.
    Mas podemos guardar estes valores, infantis e animais, em um cofre seguro para que possamos utilizá-los sempre que possível. E, acreditem, haverá muitas ocasiões para isso.
     A maturidade não exclui estes valores, só muda o contexto, que virá com maiores doses de responsabilidade, respeito e cidadania, um aprendizado obrigatório para a convivência adulta.

CLICKIDEIA. Nascer, crescer e evoluir... Disponível em .
O texto “Nascer, crescer e evoluir...” é predominantemente:
Alternativas
Q4024344 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado possui natureza adverbial, indicando alguma circunstância em relação à ação verbal.
Alternativas
Q4024343 Português
Assinale C ou E em cada frase abaixo conforme esteja respectivamente certa ou errada quanto à colocação do pronome destacado em relação ao verbo. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
(__) Me dê uma ajuda, por favor.
(__) Quero que avise-me quando estiver pronto.
(__) Eu jamais pedir-lhe-ia algum sacrifício.
Alternativas
Respostas
3981: B
3982: C
3983: A
3984: D
3985: A
3986: D
3987: A
3988: C
3989: C
3990: D
3991: C
3992: B
3993: E
3994: A
3995: D
3996: E
3997: A
3998: B
3999: B
4000: E