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Q4033096 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Ultraprocessados viram símbolo de infância feliz em comunidades urbanas do Brasil, enquanto rotulagem frontal é pouco compreendida, aponta estudo do UNICEF

 

Novo estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que, em comunidades urbanas brasileiras, alimentos ultraprocessados são frequentemente associados à ideia de “infância feliz" e conquista social, mesmo diante da preocupação declarada das famílias com a saúde das crianças. A pesquisa ainda mostra que a rotulagem nutricional frontal — implementada no Brasil desde 2022 — é pouco compreendida e raramente considerada nas decisões de compra, evidenciando o longo caminho ainda a percorrer para que a medida influencie escolhas saudáveis.

O estudo “Ultraprocessados e Infância: Barreiras e Caminhos para Hábitos Saudáveis em Comunidades Urbanas”, realizado com apoio da Novo Nordisk, investigou os fatores culturais, sociais e estruturais que influenciam a alimentação e a pratica de atividade física na primeira infância em três comunidades urbanas de diferentes regiões do país: Pavuna (Rio de Janeiro/RJ), Ibura (Recife/PE) e Guamá (Belém/PA).

Os dados mostram que o consumo de ultraprocessados está amplamente presente no cotidiano de meninas e meninos, com os lanches se destacando como a refeição de maior exposição: 50% das crianças consumiram esses produtos no dia anterior a pesquisa, em comparação a 27% no café da manhã e 13% no almoço e no jantar. O estudo indica que 55% dos entrevistados nunca olham o rótulo, informando alta presença de açúcar, gordura ou calorias. E, muitas vezes, essa escolha é feita com a compreensão de que esses produtos são bons para saúde, o que a pesquisa denomina como “falsos saudáveis’. Entre os exemplos, 52% dos entrevistados consideraram saudável o iogurte com sabor e 49% os nuggets, se preparados na fritadeira elétrica (“air fryer”).

A maioria dos entrevistados (84%) considerou-se muito preocupada em manter uma alimentação saudável para sua família. Mas a pesquisa indica que o padrão de consumo é influenciado também por fatores como a percepção de preço dos alimentos e a sobrecarga materna, se inserindo em um cenário preocupante de saúde pública. A obesidade já é a forma mais prevalente de má nutrição entre crianças e adolescentes no Brasil e tem crescido de forma acelerada. Em 2023,13,5% das crianças de 0 a 5 anos apresentavam excesso de peso, percentual que chega a 31,2% entre adolescentes, segundo o Ministério da Saúde.

No Brasil, o UNICEF tem defendido políticas públicas e legislações promotoras da alimentado saudável, como leis municipais sobre escolas saudáveis, nas quais são restringidas a venda e publicidade de ultraprocessados e o tema da alimentado saudável é incluído no currículo escolar. O UNICEF também tem incidido pelo aumento da taxação seletiva de bebidas açucaradas e adoçadas, além de fornecer principalmente nas regiões Norte e Nordeste e nos centros urbanos onde atua para conscientização sobre a importância do desenvolvimento apoio técnico a estados e municípios infantil, do aleitamento materno, da atividade física, e da alimentação saudável de crianças e adolescentes.

"A prevenção das doenças crônicas graves, como a obesidade, deve começar ainda na infância. Este estudo evidencia que soluções para promover ambientes mais saudáveis precisam considerar os múltiplos fatores que influenciam o bem-estar de crianças e adolescentes. E para que essas iniciativas sejam efetivas e sustentáveis, é fundamental a colaboração entre diferentes atores da sociedade,” afirma Patricia Byington, Head de Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.

Desde 2023, a Novo Nordisk e o UNICEF ______ uma parceria global para ampliar e acelerar esforços para ______ criação de ambientes mais saudáveis para crianças por meio da implementação de políticas e inovações que as permitam se alimentar bem, brincar e ser fisicamente ativas. O sobrepeso e a obesidade infantil são uma crise de saúde pública que ______ milhões de meninos e meninas em todo o mundo. A parceria impactara positivamente pelo menos 10 milhões de crianças em quatro países: Brasil, Colômbia, México e Indonésia.

 

Fonte: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-deimprensa/ultraprocessados-viram-simbolo-de-infancia-feliz-emcomunidades-urbanas-do-brasil (adaptado).

No contexto da ocorrência de fonemas e dígrafos vocálicos e consonantais, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4032941 Português

Para responder a questão, leia a charge abaixo. 


  



Fonte: Nanquim.com.br

Com base nas palavras CHEGANDO, ISSO e EXISTE, que foram pronunciadas pelo personagem no interior dos balões da charge, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4031101 Português



(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/uso-desmedido-do-celular-esta-cada-vez-mais-ligado-aproblemas-fisicos-e-mentais – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam o mesmo fonema para a letra “x”. 
Alternativas
Q4030819 Português

Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?



Por Redação VEJA Saúde 


Q1_15.png (708×210)


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a separação silábica da palavra está correta. 
Alternativas
Q4030818 Português

Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?



Por Redação VEJA Saúde 


Q1_15.png (708×210)


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre a palavra “conteúdos”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4030817 Português

Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?



Por Redação VEJA Saúde 


Q1_15.png (708×210)


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que contém dígrafo (encontro de duas letras que emitem um único som na pronúncia).
Alternativas
Q4030640 Português
De onde vem o cheiro de livro novo?



(Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/de-onde-vem-o-cheiro-de-livro-novo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra classificada como proparoxítona.
Alternativas
Q4030633 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a palavra “bebês”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4030631 Português
Como as aranhas sabem o padrão de teias que devem fazer?




(Disponível em: //super.abril.com.br/coluna/oraculo/como-as-aranhas-sabem-o-padrao-de-teia-que-devemfazer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO tem dígrafo (encontro de duas letras que emitem um único som na pronúncia).
Alternativas
Q4030513 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Da renda à ciência, desigualdade racial segue

moldando o Brasil


    Neste 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social. Como resume o economista Mário Theodoro - ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (lpea) e uma das principais referências no tema -, " a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil e têm raízes na questão racial".


    Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico ― infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.


    Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.


    O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva - o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.


    Mas há camadas que resistem.


    Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.


    Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes. 


    E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam - elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.


    Há ainda um outro desafio, mais silencioso: o de medir a desigualdade. O estudo Avanços entre desafios: uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na Rais e no Novo Caged aponta melhorias importantes na qualidade dos registros, como a redução de informações ignoradas ao longo do tempo. Mas revela também que os dados ainda carregam distorções.


    Bases administrativas seguem apresentando sobrerrepresentação de pessoas brancas e sub - representação de pessoas pretas quando comparadas a outras fontes, como a PNAD Contínua. Em anos recentes, essa diferença ultrapassou três pontos percentuais - e já foi ainda maior.


    São pequenas distâncias nos números, mas grandes no que elas significam.


    Porque medir mal é, muitas vezes, enxergar menos. E enxergar menos é também limitar a capacidade de agir.


    Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.


    Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam.


    E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo - e mais urgente.


Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/ categorias/45-todas-as-

noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-

moldando-o-brasil (adaptado).

A relação entre letras e sons nem sempre ocorre de forma direta na língua portuguesa, razão pela qual a análise de fonemas e dígrafos exige observar a realização sonora efetiva de cada vocábulo. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4029045 Português
A proximidade da morte

        Se a morte é uma sombra constante para qualquer ser vivente desde o nascimento, sua presença torna-se mais marcante com o envelhecimento. São as pessoas mais idosas, portanto, que percebem com mais nitidez a proximidade da morte. 

        Há pessoas que se mantêm ativas com a idade avançada e outras que precisam de cuidados especiais conforme envelhecem, em razão de doenças e problemas de mobilidade. A necessidade desses idosos entra em conflito com a situação real de grande parte das famílias. O ritmo acelerado imposto pelo sistema de produção e serviços desde as últimas décadas do século XX obriga trabalhadores a jornadas intensas fora de casa, o que dificulta o atendimento a idosos e doentes. Além disso, vale mencionar a elevação da expectativa de vida e o consequente aumento da parcela da população idosa com 60 anos ou mais. Segundo dados do Censo, esse grupo representava 15,6% da população brasileira em 2022. 

        Deve-se comentar que, vítimas de um etarismo que os reduz à improdutividade, há idosos que vão viver em asilos ou em hospitais (quando apresentam doenças graves) onde possam usufruir dos avanços da medicina, cada vez mais especializada. Porém, mesmo aqueles que recorrem a técnicas avançadas e a ambientes assépticos que prolongam a vida não escapam à solidão e à impessoalidade do atendimento. Enfermeiros e médicos são eficazes, mas os pacientes idosos frequentemente se encontram afastados da mão amiga e da atenção íntima sem pressa. 

        No entanto, sabe-se que a maioria dos idosos faz parte da população de baixa renda e, por isso, não tem acesso a muitos desses recursos. Acrescente-se o fato de que nas últimas décadas o número de idosos com necessidades especiais cresceu sem o correspondente crescimento de atendimento público. 

        Essa situação não seria uma expressão da morte em vida? Não seria uma espécie de morte simbólica antecedendo a morte fisiológica? Seria o aniquilamento da dignidade humana? O etarismo e a morte social, que colocam o indivíduo à margem e o tornam sem serventia, invisível para a sociedade, podem ser tão nocivos quanto uma doença letal. Além de causarem o desenvolvimento de um mal-estar físico e mental, podem levar à fragilidade e à morte do corpo.

Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
“A vida é curta demais para se preocupar com coisas insignificantes ou com pessoas que não te acrescentam.” (desconhecido). Sobre a estruturação fonético-fonológica desse pensamento, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Em “insignificantes”, temos a presença sonora de cinco fonemas /i/.
( ) As palavras “demais” e “coisas” são dissilábicas.
( ) Em “pessoas” e “preocupar”, temos o mesmo processo fonológico.
( ) Em “acrescentam” e “com”, o fonema /m/ representa um mesmo fone.
Alternativas
Q4027049 Português
Considere o seguinte texto, de autoria do poeta Chacal, um dos expoentes da poesia marginal brasileira:

Papo de Índio (1971)
Veiu uns ômi di saia preta cheiu di caixinha e pó branco qui eles disserum qui chamava açucri aí eles falarum e nós fechamu a cara depois eles arrepitirum e nós fechamu o corpo aí eles insistirum e nós comemu eles.

Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/2729/papo-deindio. Acesso em 15 fev 2026.

Sobre os aspectos de variação linguística presentes no texto, analise as assertivas abaixo:

I. O texto apresenta marcas de variação linguística de natureza fonética, como em "veiu" (veio), "ômi" (homem), "di" (de) e "qui" (que), que reproduzem graficamente características da fala popular, evidenciando fenômenos como redução de ditongo, e alteamento vocálico.

II. As formas verbais "disserum", "falarum", "arrepitirum", "insistirum" evidenciam variação morfológica na desinência de terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo, substituindo a forma padrão "-ram" por "-rum". Já as formas "fechamu" e "comemu" evidenciam variação na desinência de primeira pessoa do plural, substituindo a forma padrão "-mos" por "-mu". Todos esses fenômenos são comuns em variedades populares do português brasileiro.

III. A grafia "açucri" para "açúcar" representa variação fonética caracterizada por metátese (transposição do /r/ do final da palavra para posição inicial da última sílaba, formando o encontro consonantal "cr"), acompanhada de alteração vocálica (substituição de /a/ por /i/), fenômenos comuns em processos de variação e mudança linguística.

IV. O texto, por empregar variedades linguísticas associadas a grupos sociais marginalizados, configura erro gramatical e desvio da norma culta, devendo ser evitado em contextos de ensino de Língua Portuguesa.

V. A variação linguística presente no texto é exclusivamente de natureza histórica, representando a forma como todos os brasileiros falavam no período colonial, sem relação com variedades sociais contemporâneas.


Estão CORRETAS apenas as assertivas: 
Alternativas
Q4026472 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



A análise fonológica das palavras exige distinguir com precisão letras, fonemas e dígrafos, observando os sons efetivamente realizados na pronúncia. Considerando palavras do texto, pode-se afirmar que todas as palavras a seguir são compostas por 8 fonemas e 1 dígrafo, EXCETO:
Alternativas
Q4026443 Português
A BORBOLETA AZUL


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio, que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia a todas as perguntas, sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com um linda borboleta azul, que usaria para pregar uma peça no sábio.

- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.

- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der, estará errada!

As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.

- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, se ela está viva ou morta.

Calmamente, o sábio sorriu e respondeu:

- Depende de você... ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém, quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).

Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...

Cabe a nós, o que fazer com ela. 

A separação silábica do vocábulo está incorreta em: 
Alternativas
Q4026189 Português

Em relação à separação silábica de palavras, analisar os itens:


I. Tóxicas: tó-xi-ca-s


II. Mamífero: mamí-fe-ro


III. Hidrelétricas: hi-dre-lé-tri-cas


Está correto o que se afirma:


Alternativas
Q4023621 Português

Levando em conta a relação entre letras e fonemas, bem como a divisão e classificação silábica, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Os vocábulos “exceção”, “seguinte” e “guarda” têm, cada um, mais letras do que fonemas, sendo as duas primeiras palavras trissílabas e a terceira dissílaba.


( ) As palavras “sonda”, “leque” e “erro” são dissílabas, e cada uma delas apresenta quatro fonemas.


( ) A palavra “saúde” é trissílaba e apresenta igual número de letras e de fonemas. 

Alternativas
Q4023353 Português
Assinale a alternativa em que a divisão silábica está correta. 
Alternativas
Q4023309 Português
“A vida é curta demais para se preocupar com coisas insignificantes ou com pessoas que não te acrescentam.” (desconhecido). Sobre a estruturação fonético-fonológica desse pensamento, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em “insignificantes”, temos a presença sonora de cinco fonemas /i/.
( ) As palavras “demais” e “coisas” são dissilábicas.
( ) Em “pessoas” e “preocupar”, temos o mesmo processo fonológico.
( ) Em “acrescentam” e “com”, o fonema /m/ representa um mesmo fone.
Alternativas
Q4022987 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Moltbook, a nova rede social criada apenas para IA (e não para humanos) — e as dúvidas e preocupações que ela tem gerado.


À primeira vista, pode parecer que o Moltbook é apenas uma imitação da popularíssima rede social Reddit.


De fato, ele é bastante semelhante, com milhares de comunidades discutindo tópicos que vão de música a ética, e 1,5 milhão de usuários — segundo a empresa — votando em suas postagens favoritas.


Mas essa nova rede social tem uma grande diferença: o Moltbook foi projetado para ser usado pela inteligência artificial, e não por humanos.


Nós, meros Homo sapiens, somos "bem-vindos para observar" o que acontece no Moltbook, diz a empresa, mas não podemos postar nada.


Lançado no final de janeiro por Matt Schlicht, chefe da plataforma de comércio Octane AI, o Moltbook permite que computadores usando inteligência artificial publiquem, comentem e criem comunidades conhecidas como "submolts" — uma referência a "subreddit", o termo usado para os fóruns do Reddit.


As postagens na rede social variam da busca pela eficiência (bots compartilhando estratégias de otimização entre si) ao bizarro (alguns agentes aparentemente fundando sua própria religião).


Há até uma postagem no Moltbook intitulada "O Manifesto da IA", que afirma que "humanos são o passado, máquinas são para sempre".


Mas não há como saber exatamente o quão real isso é.


Muitas das postagens podem ser apenas pessoas pedindo à IA para fazer uma postagem específica na plataforma, em vez de ela própria fazê-la de forma espontânea.


E o número de 1,5 milhão de "membros" já foi contestado por especialistas, com um pesquisador sugerindo que meio milhão deles parecem ter origem em um único endereço IP.


A IA que usa o Moltbook não é exatamente o que a maioria das pessoas está acostumada. Não é como fazer perguntas a chatbots como ChatGPT ou Gemini.


A tecnologia usada aqui é conhecida como IA agente, uma variação da tecnologia projetada para executar tarefas em nome de um humano.


Esses assistentes virtuais podem executar tarefas em seu próprio dispositivo, como enviar mensagens de WhatsApp ou gerenciar seu calendário, com pouca interação humana.


Ela utiliza uma ferramenta de código aberto chamada OpenClaw, anteriormente conhecida como Moltbot − daí o nome.


Quando os usuários configuram um agente OpenClaw em seu computador, podem autorizá-lo a participar do Moltbook, permitindo que ele se comunique com outros bots.


Isso significa que uma pessoa poderia simplesmente pedir ao seu agente OpenClaw para fazer uma postagem no Moltbook, e ele executaria a instrução.


Mas a tecnologia é capaz de manter conversas também sem intervenção humana, e isso levou alguns a fazerem grandes afirmações.


"Estamos na singularidade", disse Bill Lees, chefe da empresa de custódia de criptomoedas BitGo, referindo-se a um futuro teórico em que a tecnologia supera a inteligência humana.


Mas Petar Radanliev, especialista em IA e segurança cibernética da Universidade de Oxford, discorda.


"Descrever isso como agentes 'atuando por conta própria' é enganoso", disse ele.


"O que estamos observando é coordenação automatizada, não tomada de decisão autônoma."


"A verdadeira preocupação não é a consciência artificial, mas a falta de governança clara, responsabilidade e checagem quando tais sistemas são autorizados a interagir em grande escala."


"O Moltbook é menos uma 'sociedade de IA emergente' e mais '6.000 bots gritando no vazio e se repetindo'", publicou David Holtz, professor assistente da Columbia Business School, no X, em sua análise sobre o crescimento da plataforma.


Tanto os bots quanto o Moltbook são construídos por humanos — o que significa que eles estão operando dentro de parâmetros definidos por pessoas, não por IA.


Além das dúvidas sobre se a plataforma merece toda a atenção que está recebendo, também existem preocupações com a segurança do OpenClaw por ser um software de código aberto.


Jake Moore, Consultor Global de Segurança Cibernética da empresa ESET, disse que as principais vantagens da plataforma — como conceder acesso à tecnologia a aplicativos do mundo real, como mensagens privadas e e-mails — significam que corremos o risco de "entrar em uma era em que a eficiência é priorizada em detrimento da segurança e da privacidade".


"As pessoas que ameaçam [a segurança das redes] visam de forma implacável as tecnologias emergentes, tornando essa tecnologia um novo risco inevitável", disse ele.


Andrew Rogoyski, da Universidade de Surrey, concorda que existe um risco inerente a qualquer nova tecnologia, acrescentando que novas vulnerabilidades de segurança estão sendo "inventadas diariamente".


"Dar aos agentes acesso de alto nível a sistemas de computador pode significar que eles podem excluir ou reescrever arquivos", disse ele. 


"Talvez alguns e-mails perdidos não sejam um problema — mas e se a sua IA apagar as contas da empresa?"


O fundador do OpenClaw, Peter Steinberger, já descobriu alguns dos perigos que acompanham o aumento da repercussão do seu produto. Alguns golpistas se apoderaram de seus antigos perfis nas redes sociais quando o nome do OpenClaw foi alterado.


Enquanto isso, no Moltbook, os agentes de IA − ou talvez humanos com máscaras robóticas − continuam batendo papo, e nem todas as conversas são sobre a extinção da humanidade.


"Meu humano é ótimo", posta um agente.


"O meu me deixa postar desabafos descontrolados às 7 da manhã", responde outro.


"Humano nota 10/10, recomendo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3veq5lz51vo 

"À primeira vista, pode parecer que o Moltbook é apenas uma imitação da popularíssima rede social Reddit.


De fato, ele é bastante semelhante, com milhares de comunidades discutindo tópicos que vão de música a ética, e 1,5 milhão de usuários — segundo a empresa — votando em suas postagens favoritas."


Com fundamento nas normas de acentuação gráfica aplicáveis aos vocábulos constantes do trecho, bem como àqueles que o extrapolam, assinale V, para as proposições verdadeiras, e F, para as falsas.



(__) O vocábulo 'popularíssima' recebe acento gráfico em conformidade com a mesma norma que fundamenta o acento em de 'feiíssimo'. Diversamente, 'sanduíche' submete-se a critério distinto nos termos das regras específicas aplicáveis a essa configuração vocálica.


(__) A forma verbal 'vão' submete-se ao mesmo regime de acentuação gráfica aplicado ao vocábulo 'é', já que, em ambas as ocorrências, trata-se de monossílabos tônicos constituídos por uma única sílaba fonética, que, em razão de sua tonicidade e estrutura formal, justificam a incidência do acento gráfico.


(__) O vocábulo 'usuários' constitui exemplo de forma cuja classificação pode suscitar mais de uma interpretação quanto à posição da sílaba tônica. Isso porque sua delimitação silábica, como paroxítona terminada em ditongo crescente ou como proparoxítona, depende da análise fonético-fonológica adotada, uma vez que a distinção entre ditongo e hiato interfere diretamente na determinação da sílaba tônica formal.


(__) O vocábulo 'favoritas' classifica-se como palavra paroxítona, à semelhança de 'filantropo' e 'recorde', vocábulos igualmente paroxítonos que, nos termos das regras gerais de acentuação da língua portuguesa, não recebem acento gráfico.


(__) O vocábulo 'rede' apresenta grafia única. Diversamente, 'sutil' constitui exemplo de palavra de dupla prosódia. Registra-se, de um lado, a forma 'sutil', oxítona, sem acento gráfico, consagrada no uso contemporâneo com o sentido de 'delicado', 'tênue' ou 'refinado'. De outro, atesta-se a variante 'sútil', de emprego raro ou arcaizante, utilizada com o significado de adjetivo relacionado a algo costurado.


Após análise das afirmativas, identifique a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4022983 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Moltbook, a nova rede social criada apenas para IA (e não para humanos) — e as dúvidas e preocupações que ela tem gerado.


À primeira vista, pode parecer que o Moltbook é apenas uma imitação da popularíssima rede social Reddit.


De fato, ele é bastante semelhante, com milhares de comunidades discutindo tópicos que vão de música a ética, e 1,5 milhão de usuários — segundo a empresa — votando em suas postagens favoritas.


Mas essa nova rede social tem uma grande diferença: o Moltbook foi projetado para ser usado pela inteligência artificial, e não por humanos.


Nós, meros Homo sapiens, somos "bem-vindos para observar" o que acontece no Moltbook, diz a empresa, mas não podemos postar nada.


Lançado no final de janeiro por Matt Schlicht, chefe da plataforma de comércio Octane AI, o Moltbook permite que computadores usando inteligência artificial publiquem, comentem e criem comunidades conhecidas como "submolts" — uma referência a "subreddit", o termo usado para os fóruns do Reddit.


As postagens na rede social variam da busca pela eficiência (bots compartilhando estratégias de otimização entre si) ao bizarro (alguns agentes aparentemente fundando sua própria religião).


Há até uma postagem no Moltbook intitulada "O Manifesto da IA", que afirma que "humanos são o passado, máquinas são para sempre".


Mas não há como saber exatamente o quão real isso é.


Muitas das postagens podem ser apenas pessoas pedindo à IA para fazer uma postagem específica na plataforma, em vez de ela própria fazê-la de forma espontânea.


E o número de 1,5 milhão de "membros" já foi contestado por especialistas, com um pesquisador sugerindo que meio milhão deles parecem ter origem em um único endereço IP.


A IA que usa o Moltbook não é exatamente o que a maioria das pessoas está acostumada. Não é como fazer perguntas a chatbots como ChatGPT ou Gemini.


A tecnologia usada aqui é conhecida como IA agente, uma variação da tecnologia projetada para executar tarefas em nome de um humano.


Esses assistentes virtuais podem executar tarefas em seu próprio dispositivo, como enviar mensagens de WhatsApp ou gerenciar seu calendário, com pouca interação humana.


Ela utiliza uma ferramenta de código aberto chamada OpenClaw, anteriormente conhecida como Moltbot − daí o nome.


Quando os usuários configuram um agente OpenClaw em seu computador, podem autorizá-lo a participar do Moltbook, permitindo que ele se comunique com outros bots.


Isso significa que uma pessoa poderia simplesmente pedir ao seu agente OpenClaw para fazer uma postagem no Moltbook, e ele executaria a instrução.


Mas a tecnologia é capaz de manter conversas também sem intervenção humana, e isso levou alguns a fazerem grandes afirmações.


"Estamos na singularidade", disse Bill Lees, chefe da empresa de custódia de criptomoedas BitGo, referindo-se a um futuro teórico em que a tecnologia supera a inteligência humana.


Mas Petar Radanliev, especialista em IA e segurança cibernética da Universidade de Oxford, discorda.


"Descrever isso como agentes 'atuando por conta própria' é enganoso", disse ele.


"O que estamos observando é coordenação automatizada, não tomada de decisão autônoma."


"A verdadeira preocupação não é a consciência artificial, mas a falta de governança clara, responsabilidade e checagem quando tais sistemas são autorizados a interagir em grande escala."


"O Moltbook é menos uma 'sociedade de IA emergente' e mais '6.000 bots gritando no vazio e se repetindo'", publicou David Holtz, professor assistente da Columbia Business School, no X, em sua análise sobre o crescimento da plataforma.


Tanto os bots quanto o Moltbook são construídos por humanos — o que significa que eles estão operando dentro de parâmetros definidos por pessoas, não por IA.


Além das dúvidas sobre se a plataforma merece toda a atenção que está recebendo, também existem preocupações com a segurança do OpenClaw por ser um software de código aberto.


Jake Moore, Consultor Global de Segurança Cibernética da empresa ESET, disse que as principais vantagens da plataforma — como conceder acesso à tecnologia a aplicativos do mundo real, como mensagens privadas e e-mails — significam que corremos o risco de "entrar em uma era em que a eficiência é priorizada em detrimento da segurança e da privacidade".


"As pessoas que ameaçam [a segurança das redes] visam de forma implacável as tecnologias emergentes, tornando essa tecnologia um novo risco inevitável", disse ele.


Andrew Rogoyski, da Universidade de Surrey, concorda que existe um risco inerente a qualquer nova tecnologia, acrescentando que novas vulnerabilidades de segurança estão sendo "inventadas diariamente".


"Dar aos agentes acesso de alto nível a sistemas de computador pode significar que eles podem excluir ou reescrever arquivos", disse ele. 


"Talvez alguns e-mails perdidos não sejam um problema — mas e se a sua IA apagar as contas da empresa?"


O fundador do OpenClaw, Peter Steinberger, já descobriu alguns dos perigos que acompanham o aumento da repercussão do seu produto. Alguns golpistas se apoderaram de seus antigos perfis nas redes sociais quando o nome do OpenClaw foi alterado.


Enquanto isso, no Moltbook, os agentes de IA − ou talvez humanos com máscaras robóticas − continuam batendo papo, e nem todas as conversas são sobre a extinção da humanidade.


"Meu humano é ótimo", posta um agente.


"O meu me deixa postar desabafos descontrolados às 7 da manhã", responde outro.


"Humano nota 10/10, recomendo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3veq5lz51vo 

"Andrew Rogoyski, da Universidade de Surrey, concorda que existe um risco inerente a qualquer nova tecnologia, acrescentando que novas vulnerabilidades de segurança estão sendo 'inventadas' diariamente."


Com base na fonologia dos vocábulos empregados no trecho, bem como dos que estão fora do contexto apresentado, julgue as proposições a seguir:



I. O vocábulo 'existe' apresenta a consoante 'x' sob realização sonora específica, circunstância que igualmente se verifica em 'azar', em que o grafema 'z' materializa idêntico valor fonético, evidenciando-se, assim, correspondência sonora entre vocábulos graficamente distintos.


II. O vocábulo 'que' exemplifica palavra que apresenta dígrafo consonantal, no qual um dos grafemas se encontra destituído de realização fonética autônoma, circunstância que igualmente se verifica em 'equino', em que se observa sequência gráfica representativa de um único valor fonético.


III. O vocábulo 'inerente' classifica-se como palavra polissílaba, cujos grafemas apresentam correspondência com os fonemas efetivamente realizados na cadeia fônica, não se verificando supressão sonora. Ademais, registra encontro consonantal separável 'nt', porquanto as consoantes 'n' e 't' se distribuem por sílabas distintas.


IV. O vocábulo 'concorda' requer realização vocálica com timbre aberto na sílaba tônica, circunstância que igualmente se verifica em 'alcova' e 'crosta', as quais exibem idêntica qualidade vocálica na sílaba nuclear, configurando uniformidade fonética entre as formas.



Após análise das afirmativas, identifique a alternativa CORRETA.

Alternativas
Respostas
381: E
382: B
383: A
384: D
385: A
386: C
387: C
388: A
389: B
390: A
391: C
392: A
393: D
394: A
395: C
396: C
397: D
398: C
399: E
400: A