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I. Em “Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer.”, encontram-se destacados dois artigos definidos femininos referentes à Raposa.
II. Em “Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore.”, as palavras destacadas são monossílabos pertencentes à mesma classe morfológica: Pronome.
III. Em “Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer.”, o pronome em destaque foi usado como elemento coesivo para recuperar o substantivo “Galo”.
IV. Em “Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:”, a palavra destacada é um Adjetivo que se encontra no grau diminutivo pelo processo de sufixação.
Pode-se dizer que se encontra correto o que se afirmou apenas em:




( ) Em “Mais de 150 venezuelanos, entre civis, militares da reserva e profissionais de diferentes áreas, enviaram uma carta à juíza Tomoko Akane...”, o acento grave é contextualmente obrigatório por causa da regência do verbo “enviar” o qual exige complementos verbais de diferentes naturezas.
( ) Em “Mais de 150 venezuelanos, entre civis, militares da reserva e profissionais de diferentes áreas, enviaram uma carta à juíza Tomoko Akane, presidente da Corte Penal Internacional (CPI), situada em Haia, Países Baixos, em que pede medidas urgentes...”, nota-se um equívoco gramatical no que tange ao verbo em destaque, o qual deveria ter sido conjugado como “pedem” a fim de fazer a concordância verbal adequada em relação ao seu respectivo Sujeito “Mais de 150 venezuelanos”.
( ) Em “A comunicação também acusa órgãos de segurança do Estado da Venezuela, como o Sebin e a Direção-Geral de Contrainteligência militar, de envolvimento em tortura, desaparecimentos forçados e outros tratamentos considerados cruéis.”, o verbo em destaque se classifica como bitransitivo por exigir contextualmente a colocação de dois tipos distintos de complementos verbais.
( ) Em “Os autores pedem que a Corte avance na investigação formal aberta em 2021 (“Situação na Venezuela I”), apure responsabilidades individuais de autoridades...” e na passagem “O texto reúne representantes de diferentes setores da sociedade venezuelana.”, encontram-se em destaque verbos conjugados na terceira pessoa do singular do Presente do Subjuntivo, haja vista a presença da vogal temática “-e” após cada radical.
( ) Em “Os signatários declaram que as falhas estruturais do sistema institucional venezuelano impedem a existência de uma Justiça independente e eficaz.”, o elemento coesivo em destaque é uma conjunção integrante a qual inicia uma oração subordinada substantiva subjetiva.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se afirmar que, pela ordem, a sequência correta é a que se faz presente em:
I. Em “violações sistemáticas”, a palavra cuja sílaba tônica seja igual à que se encontra em destaque sempre será acentuada.
II. Em “os signatários”, a palavra destacada recebe acento por também pertencer à regra das paroxítonas terminadas em ditongo crescente.
III. Em “o país vive”, a palavra destacada justifica o uso do acento por se tratar de uma oxítona com a terminação evidenciada.
IV. Em “tratamentos considerados cruéis” e “coronéis e outros oficiais”, as palavras destacadas justificam o emprego do acento segundo a mesma regra.
V. Em “O texto reúne”, a palavra destacada recebe acento tônico pela regra das paroxítonas terminadas em “-e”.
Pode-se considerar correto, segundo as regras gramaticais vigentes do Novo Acordo Ortográfico, o que fora dito somente em:
( ) Em “...principalmente durante o regime do ditador Nicolás Maduro”, o advérbio destacado sofreu o processo de derivação sufixal em relação a um vocábulo primitivo pertencente à classe gramatical do Adjetivo.
( ) Em “Segundo a denúncia, o sistema judicial venezuelano não atua com independência nem imparcialidade”, os substantivos destacados foram formados por composição por justaposição, mantendo a integridade do seus respectivos radicais.
( ) Em “A comunicação também acusa órgãos de segurança do Estado da Venezuela, como o Sebin e a Direção-Geral de Contrainteligência militar, de envolvimento em tortura, desaparecimentos forçados e outros tratamentos considerados cruéis.”, todos os substantivos destacados sofreram o mesmo processo de derivação sufixal.
( ) Em “A comunicação também acusa órgãos de segurança do Estado da Venezuela, como o Sebin e a Direção-Geral de Contrainteligência militar, de envolvimento em tortura...”, os verbos em destaque sofreram o processo de derivação regressiva.
( ) Em “O grupo conta ainda com 13 representantes do meio cultural e da comunicação, como jornalistas, escritores, atores, artistas e editores, além de mais de 30 integrantes da sociedade civil e profissionais de diferentes áreas, entre economistas, historiadores, professores universitários, juristas, médicos...”, todos os adjetivos destacados sofreram o processo de derivação sufixal.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se afirmar que, pela ordem, a sequência correta é a que se faz presente em:
I. Na expressão “Direção-Geral de Contrainteligência militar”, a palavra em destaque não possui hífen, pois sua primeira parte é um radical ou prefixo greco-latino que, diante de um segundo elemento iniciado por letra diferente (vogal ou consoante – com exceção de “h”), rejeita o uso deste sinal ortográfico.
II. Na passagem “São 35 lideranças civis e políticas, entre acadêmicos, juristas, ex-ministros, ex-parlamentares, diplomatas, empresários, dirigentes políticos e ex-governadores. Também assinam 36 militares da reserva, incluindo ex-ministros da Defesa, generais, vice-almirantes, coronéis e outros oficiais das Forças Armadas.”, todos os vocábulos destacados se valem do uso do hífen conforme a regra a qual inclui os elementos “ex” e “vice” no mesmo tópico.
III. O vocábulo destacado em “Direção-Geral de Contrainteligência militar” faz parte da lista de palavras que perderam a noção de composição e, por isso, não devem mais fazer uso do hífen, conforme o Novo Acordo Ortográfico.
IV. Na passagem “Mais de 150 venezuelanos, entre civis, militares da reserva e profissionais de diferentes áreas, enviaram uma carta à juíza Tomoko Akane, presidente da Corte Penal Internacional (CPI), situada em Haia, Países Baixos, em que pede medidas urgentes...”, a expressão em destaque poderia ser corretamente substituída por “onde” haja vista que cumpre papel coesivo referencial do topônimo “Países Baixos”.
De acordo com as regras gramaticais vigentes, tanto no quesito ortográfico quanto de elementos coesivos, apontase como correto o que foi dito somente em:
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.
A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.
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(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
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A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.
Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)
A era da atenção fragmentada
A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.
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Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.
Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.
A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.
A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.
As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.
(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)