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Q3957128 Português

Considere a imagem que segue para responder à questão.


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Na tirinha, o efeito de humor é construído principalmente a partir de:
Alternativas
Q3957127 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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Na frase “Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva”, o termo grifado é isolado por vírgulas porque: 
Alternativas
Q3957126 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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As palavras “formação, “estruturação” e “financiamento”, retiradas do texto, foram formadas por sufixação, processo que acrescenta um sufixo ao radical para formar uma nova palavra. Considerando o sentido dos sufixos empregados, analise as afirmações a seguir:
I. Os sufixos “-ção” e “-mento” contribuem para a formação de substantivos abstratos, indicando ação, processo ou resultado da ação verbal.
II. Em “formação” e “estruturação”, o sufixo “-ção” indica o processo de formar e estruturar, respectivamente, mantendo relação direta com os verbos de origem.
III. Em financiamento, o sufixo “-mento” expressa ideia de intensidade.
IV. Os sufixos “-ção” e “-mento” têm função exclusivamente flexional, não interferindo no sentido das palavras.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3957125 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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Na frase “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente [...]”, os termos grifados são verbos que:
Alternativas
Q3957124 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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Sobre o termo grifado na frase “Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas [...] apenas a ampliação do número de matrículas não basta” (primeiro parágrafo), analise as afirmativas que seguem.
I. A conjunção “mas” estabelece uma relação de oposição/contraste entre a ideia de avanço no acesso e a insuficiência desse avanço para garantir qualidade.
II. O termo “mas” poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por expressões como “portanto” ou “entretanto”.
III. A presença da conjunção “mas” indica uma relação de causa e consequência entre as duas orações.
IV. O uso de “mas” contribui para a construção argumentativa do texto, ao relativizar a informação apresentada anteriormente.
V. A conjunção “mas” tem valor adversativo, pois introduz uma justificativa sobre o assunto.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3957123 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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O texto “Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes” é uma reportagem que discute um problema atual relacionado à educação inclusiva no Brasil. Considerando as características de estilo e de composição do texto, bem como o seu conteúdo, analise as afirmações a seguir:
I. A reportagem aprofunda o tema ao apresentar dados do Censo Escolar de 2023, contextualizando o aumento das matrículas na educação especial e problematizando a distância entre acesso e qualidade do ensino.
II. O texto utiliza linguagem clara e objetiva, articulando informações factuais com falas de uma especialista da área.
III. A reportagem assume caráter opinativo ao defender explicitamente uma posição pessoal do redator, sem recorrer a dados oficiais ou à voz de especialistas.
IV. A construção do texto baseia-se em fontes diversas, o que contribui para o aprofundamento da discussão sobre educação inclusiva.
V. O texto apresenta exclusivamente dados numéricos, dispensando análises qualitativas sobre formação docente e estrutura das escolas.
Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3956612 Português
    O desemprego, de forma simplificada, se refere às pessoas com idade para trabalhar (acima de 14 anos) que não estão trabalhando, mas estão disponíveis e tentam encontrar trabalho. Assim, para alguém ser considerado desempregado, não basta não possuir um emprego.
      Veja alguns exemplos de pessoas que, embora não possuam um emprego, não podem ser consideradas desempregadas: um universitário que dedica seu tempo somente aos estudos; uma dona de casa que não trabalha for a; uma empreendedora que possui seu próprio negócio.
   Os últimos dados divulgados pelo IBGE mostram os seguintes números: Desempregados(desocupados): 5,5 milhões; taxa de desemprego (desocupação): 5,1%. Em relação a esse tema, atualmente, marque a alterantiva correta.
Alternativas
Q3956597 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Avalie a oração: “Lembro de um adolescente de 14 anos...” Marque a alternativa que apresenta a regência do verbo “lembro” nesse contexto: 
Alternativas
Q3956596 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Observe a seguinte oração: “Eu vejo respostas de sobrevivência”. Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras dessa frase:
Alternativas
Q3956595 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Avalie o seguinte trecho do texto:(...) “eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos”. Marque a alternativa que apresenta a classificação do sujeito dessa frase:
Alternativas
Q3956594 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Observe o fragmento extraído do texto:

“Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada”.

Marque a alternativa que apresenta o número de períodos e orações que o constituem:
Alternativas
Q3956593 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Considere a oração: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?” Marque a alternativa que apresenta a função do vocábulo “Tio”, conforme o contexto empregado:
Alternativas
Q3956592 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Analise as alternativas a seguir e marque aquela que apresenta palavras com dígrafo e encontro consonantal:
Alternativas
Q3956591 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Assinale a alternativa cujas palavras são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo: 
Alternativas
Q3956590 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
O vocábulo “sobrecarregada” é um exemplo de palavra formada pelo processo de:
Alternativas
Q3956589 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Considere a leitura integral do texto em estudo e analise as informações a seguir:

I. Predominam no texto as funções de linguagem referencial e metalinguística.
II. Predomina o nível de linguagem formal / norma padrão da Língua Portuguesa.
III. O autor se posiciona em 1ª pessoa, o que é inadequado nesse gênero textual.
IV. A principal temática do texto é divulgar o projeto “Reflexões da Liberdade.”

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3956588 Português
TEXTO 01

Pertencimento é a política pública mais negligenciada do Brasil

    O Brasil ainda não entendeu que jovens não se perdem sozinhos; eles são empurrados por estruturas frágeis, políticas desconectadas e vínculos rompidos. Como fundador, psicólogo e diretor do Reflexões da Liberdade, acompanhei milhares de trajetórias que mostram a mesma lógica: quando falta pertencimento, tudo falta. Quando existe presença, tudo começa.

    Lembro de um adolescente de 14 anos que me perguntou: “Tio, se a vida fosse diferente, eu também seria?”. Essa pergunta resume a desigualdade emocional do país. Ela não nasce da rebeldia, mas da solidão estrutural que atravessa territórios vulneráveis, famílias exaustas e escolas sobrecarregadas. A sociedade interpreta comportamentos como problemas. Eu vejo respostas de sobrevivência. Dados confirmam essa realidade: insegurança alimentar, ausência de atividades formativas, serviços que não chegam e jovens que caminham sem adultos disponíveis para orientá-los.(...)

    No Reflexões da Liberdade, seguimos outra direção: escuta qualificada, reconstrução emocional, acompanhamento contínuo e articulação com escola, saúde, assistência, justiça e empresas.(...) Transformação não é discurso; é processo. Exige equipes treinadas, políticas integradas, financiamento real e coragem moral para enfrentar desigualdades que se repetem há décadas. (...) Escrevo porque ainda vejo, todos os dias, a vida voltando para os olhos de alguém, quando finalmente encontra espaço para existir. Se a vida fosse diferente, aqueles jovens seriam outros. E, nós, enquanto sociedade, também seríamos. Quando o Estado chega apenas depois do dano, ele chega tarde. Quando a sociedade civil atua sozinha, ela atua limitada.

    Quando a escola tenta resolver tudo, ela se esgota. Mas quando cada setor assume sua parte e age com responsabilidade compartilhada, o jovem deixa de ser alvo e passa a ser sujeito. (...)

(Disponivel https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/01//pertencimento-e-a-politica-publica-mais-negligenciada- -do-brasil.Emerson Ferreira.Acesso 22.jan.2026. Texto adaptado)
Considere a leitura integral do texto acima e marque a alternativa que apresenta o gênero textual predominante nele:
Alternativas
Q3956551 Português

Homens choram, em média, entre zero e uma vez por mês, enquanto mulheres choram de quatro a cinco vezes no mesmo período.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1gxeo. adaptado.adaptado)



Considerando a sintaxe da oração, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3956550 Português

Pesquisas afirmam que, até o momento, não há evidências sólidas de que mudanças hormonais ao longo do ciclo mensal afetem a frequência do choro, dada a diferença entre os sexos e fatores como gravidez e envelhecimento.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1gxeo. adaptado.adaptado)



Considerando os mecanismos de coesão textual empregados no período, assinale a alternativa CORRETA

Alternativas
Q3956549 Português

O neuroticismo está relacionado "à" depressão e "à" ansiedade, o que pode explicar essa relação.


(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c74wxnw1gxeo. adaptado.adaptado)



Em relação aos sinais indicativos de crase destacados na frase, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Respostas
3401: C
3402: A
3403: B
3404: D
3405: A
3406: A
3407: B
3408: A
3409: D
3410: C
3411: B
3412: A
3413: D
3414: C
3415: B
3416: A
3417: A
3418: D
3419: C
3420: B