Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q4070789 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estudos mostram que crianças que desenham com frequência desenvolvem melhor memória e habilidades de aprendizado.


 O ato de desenhar representa uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento cognitivo durante a infância, estimulando conexões neurais fundamentais para o crescimento. Quando os pequenos utilizam cores e formas para expressar o mundo ao redor, eles fortalecem a retenção de informações e a criatividade. Essa prática lúdica transforma o processo de aprendizado em algo natural e muito mais prazeroso.

 Criar imagens no papel exige que o cérebro recupere detalhes visuais guardados no subconsciente, fortalecendo a capacidade de lembrança. Esse exercício constante de observação e reprodução ajuda a fixar conceitos complexos de forma visual e intuitiva. Ao exercitar a memória visual, a criança desenvolve uma facilidade maior para organizar pensamentos e recordar eventos importantes da sua própria vida familiar.

A repetição de traços e a escolha de cores específicas funcionam como um treino mental que aprimora a atenção seletiva. Essa concentração profunda permite que as informações sejam processadas com mais clareza, facilitando o armazenamento de dados no longo prazo. O desenvolvimento cognitivo flui melhor quando o aprendizado está associado a atividades que envolvem a expressão artística e pessoal.

A arte funciona como uma ponte entre a imaginação e a lógica, permitindo que conceitos abstratos ganhem formas concretas. Ao ilustrar o que ouve em sala de aula, o estudante consegue visualizar o conteúdo, o que torna a compreensão muito mais profunda e duradoura. Essa habilidade de traduzir ideias em imagens é um diferencial importante para o sucesso escolar.

Atividades criativas reduzem a ansiedade e promovem um estado de relaxamento que favorece a absorção de novos conhecimentos técnicos. Quando a mente está tranquila e engajada em uma tarefa prazerosa, a resistência ao aprendizado diminui significativamente, abrindo espaço para a curiosidade natural. Estimular o lado artístico ajuda a formar indivíduos mais seguros e preparados para enfrentar novos desafios.



https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/estudos-mostram-que-cri ancas-que-desenham-com-frequencia-desenvolvem-melhor-memoria-e -habilidades-de-aprendizado/fragmento 

Considerando o texto apresentado, que discute os efeitos da prática do desenho no desenvolvimento infantil e na aprendizagem, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__)A inserção sistemática de atividades artísticas no currículo escolar poderia reduzir casos de evasão escolar, uma vez que tais atividades seriam suficientes para suprimir dificuldades cognitivas mais complexas e garantir o pleno rendimento acadêmico dos alunos.
(__)A arte favorece o aprendizado porque aumenta a concentração, melhora o processamento das informações e fortalece a memória de longo prazo, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo.
(__)A capacidade de converter ideias em imagens ajuda o aluno a compreender melhor os conteúdos e contribui para o fortalecimento da aprendizagem significativa.
(__)O texto defende que o estímulo artístico facilita a aprendizagem e contribui para a redução da ansiedade, favorecendo o bem-estar e a maior segurança na realização de atividades escolares.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta a sequência dos itens acima. 
Alternativas
Q4067701 Português
Na fala do segundo balão, ao afirmar que o juros vieram e devoraram eles, ocorre a atribuição de ações instintivas e predatorias (próprias de animais ferozes) a um conceito matemático e financeiro inanimado (os juros).

Do ponto de vista estilístico, qual figura de linguagem baseia essa construção?
Alternativas
Q4067700 Português

A conjunção MAS, presente no segundo balão, atua como articulador sintático do período composto. 



Considerando a coerência e as relações lógico-semânticas estabelecidas por esse conectivo, é CORRETO afirmar que ele expressa uma ideia de:

Alternativas
Q4067699 Português
No segundo balão, o personagem fala a seguinte Írase: JÁ, MAS O JUROS VIERAM. Avaliando as relaçoes morfossintáticas e as reqras de concordância exigidas, analise a estrutura empregada na charge e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4067698 Português
No primeiro balão da charge, encontra-se a seguinte interrogação: JÁ TENTOU CONTAR CARNEIRINHOS?. Analisando as relações morfossintáticas e a função estrutural do termo CARNEIRINHOS na oração em que se insere, qual e a sua CORRETA classificação? 
Alternativas
Q4067697 Português
O texto na parte superior da charge afirma que o endividamento e inadimplência tiram o sono de brasileiros. No segundo balão, a resposta do personagem constrói uma rede de informações implícitas e metaforicas em resposta ao conselho do colega. Assim, qual é o eÍeito de sentido pretendido pelo uso da expressão os juros vieram e devoraram eles nesse contexto de interlocução? 
Alternativas
Q4067612 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No trecho “É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras”, a palavra destacada foi empregada com o sentido de:
Alternativas
Q4067611 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Na primeira oração do texto, Apanhei de novo da tecnologia, o sujeito é classificado como: 
Alternativas
Q4067610 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Em trechos do texto, a escolha das palavras e a organização sintática contribuem para expressar a relação conflituosa do narrador com a tecnologia. Considerando essas relações morfossintáticas, avalie as assertivas:

I. Em “Apanhei de novo da tecnologia”, a expressão “da tecnologia” funciona como complemento da forma verbal “apanhei”.
II. Em “Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás”, a oração “que tinha uma providencial entrada para CD e DVD” caracteriza “computador”, acrescentando uma informação sobre esse termo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4067609 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No último parágrafo, ao afirmar que viver entre o analógico e o virtual é “mais um fardo” do que uma vantagem, o autor relativiza a ideia de adaptação geracional porque:
Alternativas
Q4067608 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Ao narrar a perda de conversas, contatos e arquivos acumulados ao longo do tempo, o autor não constrói uma crítica dirigida à tecnologia em si, mas a uma forma específica de relação com ela. Essa crítica se concentra principalmente na:
Alternativas
Q4065962 Português

Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai

     Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15) em Assunção, no Paraguai.
    Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
    O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
    Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva decretada e, desde então, estava foragido.
    Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.

Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml 
Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam dígrafos:
Alternativas
Q4065961 Português

Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai

     Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15) em Assunção, no Paraguai.
    Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
    O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
    Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva decretada e, desde então, estava foragido.
    Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.

Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml 
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelo termo em destaque no período: Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes. 
Alternativas
Q4065960 Português

Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai

     Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15) em Assunção, no Paraguai.
    Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
    O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
    Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva decretada e, desde então, estava foragido.
    Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.

Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml 
Analise as seguintes afirmações e assinale a alternativa CORRETA:
I – A palavra ex-esposa possui prefixo. II – A palavra facadas possui sufixo. III – As palavras mas e ciúmes possuem desinência de número. 
Alternativas
Q4065959 Português

Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai

     Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15) em Assunção, no Paraguai.
    Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
    O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
    Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva decretada e, desde então, estava foragido.
    Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.

Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml 
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.
Alternativas
Q4065958 Português

Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai

     Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15) em Assunção, no Paraguai.
    Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
    O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
    Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva decretada e, desde então, estava foragido.
    Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.

Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml 
Assinale a alternativa que apresente o tipo textual predominante no texto: 
Alternativas
Q4064802 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Saúde como direito humano

 

De acordo com o artigo 25º, parágrafo 1º, da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH):

         toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.

 

DECLARAÇÃO Universal dos Direitos Humanos. OHCHR, Estados Unidos 7948.

 

A DUDH é um documento que foi criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), no qual constam trinta artigos que asseguram os direitos individuais do ser humano.

Embora a saúde seja listada como direito universal de todo ser humano, o acesso às condições propícias para uma vida saudável ainda é um desafio enfrentado pela maioria das nações, e o Brasil não é exceção.

Na Constituição brasileira de 1988, os artigos de 197 a 200 tratam especificamente do papel do Estado na saúde de todos os cidadãos brasileiros.

No artigo 196, lê-se:

a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.


BRASIL. Constituição (l988). Constituição da República Federativa do Brasil.

 

Com a instituição da Constituição de 1988, foi criado o SUS no Brasil, utilizando como base o National Health Service, serviço público de saúde do Reino Unido.

O SUS deve garantir à população brasileira o direito ao acesso universal e gratuito à saúde por meio de unidades que ofertam atendimento em todos os níveis de complexidade, incluindo unidades básicas de saúde, hospitais, hemocentros, serviços de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, vigilância ambiental e centros de pesquisa.

Existem três princípios básicos que regem o SUS:

● universalidade;

● integralidade;

● equidade.

O trecho A DUDH é um documento que foi criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas exibe uma oração na voz passiva analítica. Caso o autor decidisse reescrever esse trecho convertendo-o para a voz ativa, mantendo o tempo, o modo e o sentido originais, a transposição e a justificativa seria, CORRETA e respectivamente: 
Alternativas
Q4064801 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Saúde como direito humano

 

De acordo com o artigo 25º, parágrafo 1º, da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH):

         toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.

 

DECLARAÇÃO Universal dos Direitos Humanos. OHCHR, Estados Unidos 7948.

 

A DUDH é um documento que foi criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), no qual constam trinta artigos que asseguram os direitos individuais do ser humano.

Embora a saúde seja listada como direito universal de todo ser humano, o acesso às condições propícias para uma vida saudável ainda é um desafio enfrentado pela maioria das nações, e o Brasil não é exceção.

Na Constituição brasileira de 1988, os artigos de 197 a 200 tratam especificamente do papel do Estado na saúde de todos os cidadãos brasileiros.

No artigo 196, lê-se:

a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.


BRASIL. Constituição (l988). Constituição da República Federativa do Brasil.

 

Com a instituição da Constituição de 1988, foi criado o SUS no Brasil, utilizando como base o National Health Service, serviço público de saúde do Reino Unido.

O SUS deve garantir à população brasileira o direito ao acesso universal e gratuito à saúde por meio de unidades que ofertam atendimento em todos os níveis de complexidade, incluindo unidades básicas de saúde, hospitais, hemocentros, serviços de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, vigilância ambiental e centros de pesquisa.

Existem três princípios básicos que regem o SUS:

● universalidade;

● integralidade;

● equidade.

Sobre as regras normativas aplicadas ao trecho a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4064800 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Saúde como direito humano

 

De acordo com o artigo 25º, parágrafo 1º, da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH):

         toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.

 

DECLARAÇÃO Universal dos Direitos Humanos. OHCHR, Estados Unidos 7948.

 

A DUDH é um documento que foi criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), no qual constam trinta artigos que asseguram os direitos individuais do ser humano.

Embora a saúde seja listada como direito universal de todo ser humano, o acesso às condições propícias para uma vida saudável ainda é um desafio enfrentado pela maioria das nações, e o Brasil não é exceção.

Na Constituição brasileira de 1988, os artigos de 197 a 200 tratam especificamente do papel do Estado na saúde de todos os cidadãos brasileiros.

No artigo 196, lê-se:

a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.


BRASIL. Constituição (l988). Constituição da República Federativa do Brasil.

 

Com a instituição da Constituição de 1988, foi criado o SUS no Brasil, utilizando como base o National Health Service, serviço público de saúde do Reino Unido.

O SUS deve garantir à população brasileira o direito ao acesso universal e gratuito à saúde por meio de unidades que ofertam atendimento em todos os níveis de complexidade, incluindo unidades básicas de saúde, hospitais, hemocentros, serviços de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, vigilância ambiental e centros de pesquisa.

Existem três princípios básicos que regem o SUS:

● universalidade;

● integralidade;

● equidade.

Na citação ao artigo 25º, parágrafo 1º, da DUDH, encontram-se os vocábulos saúde, médica e subsistência. Com base nas regras de acentuação, assinale a alternativa que apresenta a justificativa CORRETA para a acentuação dessas palavras, considerando o contexto em que estão inseridas.
Alternativas
Q4064799 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Saúde como direito humano

 

De acordo com o artigo 25º, parágrafo 1º, da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH):

         toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.

 

DECLARAÇÃO Universal dos Direitos Humanos. OHCHR, Estados Unidos 7948.

 

A DUDH é um documento que foi criado em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), no qual constam trinta artigos que asseguram os direitos individuais do ser humano.

Embora a saúde seja listada como direito universal de todo ser humano, o acesso às condições propícias para uma vida saudável ainda é um desafio enfrentado pela maioria das nações, e o Brasil não é exceção.

Na Constituição brasileira de 1988, os artigos de 197 a 200 tratam especificamente do papel do Estado na saúde de todos os cidadãos brasileiros.

No artigo 196, lê-se:

a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.


BRASIL. Constituição (l988). Constituição da República Federativa do Brasil.

 

Com a instituição da Constituição de 1988, foi criado o SUS no Brasil, utilizando como base o National Health Service, serviço público de saúde do Reino Unido.

O SUS deve garantir à população brasileira o direito ao acesso universal e gratuito à saúde por meio de unidades que ofertam atendimento em todos os níveis de complexidade, incluindo unidades básicas de saúde, hospitais, hemocentros, serviços de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, vigilância ambiental e centros de pesquisa.

Existem três princípios básicos que regem o SUS:

● universalidade;

● integralidade;

● equidade.

Assinale a alternativa cuja palavra pode substituir adequadamente o adjetivo propícias, destacado e sublinhado no texto, sem alterar sua intencionalidade para a temática proposta.  
Alternativas
Respostas
3381: B
3382: B
3383: D
3384: B
3385: C
3386: C
3387: A
3388: B
3389: D
3390: B
3391: C
3392: D
3393: A
3394: D
3395: C
3396: B
3397: C
3398: C
3399: B
3400: A