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Q4101372 Português

Q6_7.png (341×261)

CURY, Caetano. Tirinha – Viciado em tablet e celular. Téo & O Mini Mundo, 2018. Disponível em: Téo & O Mini Mundo. Acesso em: 20 maio 2026.

Na frase “Chega de tablet por hoje...”, as reticências foram empregadas para indicar: 
Alternativas
Q4101371 Português

Q6_7.png (341×261)

CURY, Caetano. Tirinha – Viciado em tablet e celular. Téo & O Mini Mundo, 2018. Disponível em: Téo & O Mini Mundo. Acesso em: 20 maio 2026.

Na tirinha, o fato de o personagem permanecer utilizando o tablet mesmo após dizer “Chega de tablet por hoje...” produz um efeito de humor baseado, principalmente, em: 

Alternativas
Q4101370 Português
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4101369 Português
Um papel fundamental e proativo


A analista em Ciência e Tecnologia, da Diretoria de Avaliação (DAV), Marília Fonseca, ressalta que o servidor não deve ser visto apenas como um burocrata. "Os servidores são essenciais para que o Estado continue a funcionar", afirma. Para Marília, a capacidade de adaptação às novas tecnologias, como inteligência artificial e big data, é crucial. Ela defende que, com essa modernização, o servidor pode aprimorar suas atividades e enfrentar os desafios contemporâneos de maneira mais eficiente.


A servidora da DAV, também destaca a importância da empatia como uma importante ferramenta de atuação. “Busco ter empatia pelos problemas apontados e me colocar no lugar do outro, entendo que meu trabalho não é dá uma resposta, elaborar uma portaria ou fazer uma nota técnica, mas sim, solucionar o problema que verificamos ou recebemos, dentro das ferramentas que possuímos”, explica. 


A coordenadora de Tecnologias para Educação a Distância (DED), Juliana Moccellin, complementa essa visão ao enfatizar a importância da integridade, da dedicação e da resiliência. Para ela, o servidor público atua como um intermediário vital entre a população e as soluções governamentais. BRASIL. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A importância do servidor público na sociedade. Brasília, DF, 29 out. 2024. Disponível em: https://intranet.capes.gov.br/noticias/10483-a-importancia-do-servidor-publico-na-sociedade. Acesso em: 26 maio 2026.
No contexto do texto, o termo “resiliência” refere-se à capacidade de:
Alternativas
Q4101368 Português
Um papel fundamental e proativo


A analista em Ciência e Tecnologia, da Diretoria de Avaliação (DAV), Marília Fonseca, ressalta que o servidor não deve ser visto apenas como um burocrata. "Os servidores são essenciais para que o Estado continue a funcionar", afirma. Para Marília, a capacidade de adaptação às novas tecnologias, como inteligência artificial e big data, é crucial. Ela defende que, com essa modernização, o servidor pode aprimorar suas atividades e enfrentar os desafios contemporâneos de maneira mais eficiente.


A servidora da DAV, também destaca a importância da empatia como uma importante ferramenta de atuação. “Busco ter empatia pelos problemas apontados e me colocar no lugar do outro, entendo que meu trabalho não é dá uma resposta, elaborar uma portaria ou fazer uma nota técnica, mas sim, solucionar o problema que verificamos ou recebemos, dentro das ferramentas que possuímos”, explica. 


A coordenadora de Tecnologias para Educação a Distância (DED), Juliana Moccellin, complementa essa visão ao enfatizar a importância da integridade, da dedicação e da resiliência. Para ela, o servidor público atua como um intermediário vital entre a população e as soluções governamentais. BRASIL. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A importância do servidor público na sociedade. Brasília, DF, 29 out. 2024. Disponível em: https://intranet.capes.gov.br/noticias/10483-a-importancia-do-servidor-publico-na-sociedade. Acesso em: 26 maio 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho abaixo mantém plenamente o sentido original e a correção gramatical: 

Trecho: “Os servidores são essenciais para que o Estado continue a funcionar.”
Alternativas
Q4101367 Português
Um papel fundamental e proativo


A analista em Ciência e Tecnologia, da Diretoria de Avaliação (DAV), Marília Fonseca, ressalta que o servidor não deve ser visto apenas como um burocrata. "Os servidores são essenciais para que o Estado continue a funcionar", afirma. Para Marília, a capacidade de adaptação às novas tecnologias, como inteligência artificial e big data, é crucial. Ela defende que, com essa modernização, o servidor pode aprimorar suas atividades e enfrentar os desafios contemporâneos de maneira mais eficiente.


A servidora da DAV, também destaca a importância da empatia como uma importante ferramenta de atuação. “Busco ter empatia pelos problemas apontados e me colocar no lugar do outro, entendo que meu trabalho não é dá uma resposta, elaborar uma portaria ou fazer uma nota técnica, mas sim, solucionar o problema que verificamos ou recebemos, dentro das ferramentas que possuímos”, explica. 


A coordenadora de Tecnologias para Educação a Distância (DED), Juliana Moccellin, complementa essa visão ao enfatizar a importância da integridade, da dedicação e da resiliência. Para ela, o servidor público atua como um intermediário vital entre a população e as soluções governamentais. BRASIL. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A importância do servidor público na sociedade. Brasília, DF, 29 out. 2024. Disponível em: https://intranet.capes.gov.br/noticias/10483-a-importancia-do-servidor-publico-na-sociedade. Acesso em: 26 maio 2026.
Ao afirmar que “o servidor público atua como um intermediário vital entre a população e as soluções governamentais”, Juliana Moccellin sugere que o servidor:
Alternativas
Q4101366 Português
Um papel fundamental e proativo


A analista em Ciência e Tecnologia, da Diretoria de Avaliação (DAV), Marília Fonseca, ressalta que o servidor não deve ser visto apenas como um burocrata. "Os servidores são essenciais para que o Estado continue a funcionar", afirma. Para Marília, a capacidade de adaptação às novas tecnologias, como inteligência artificial e big data, é crucial. Ela defende que, com essa modernização, o servidor pode aprimorar suas atividades e enfrentar os desafios contemporâneos de maneira mais eficiente.


A servidora da DAV, também destaca a importância da empatia como uma importante ferramenta de atuação. “Busco ter empatia pelos problemas apontados e me colocar no lugar do outro, entendo que meu trabalho não é dá uma resposta, elaborar uma portaria ou fazer uma nota técnica, mas sim, solucionar o problema que verificamos ou recebemos, dentro das ferramentas que possuímos”, explica. 


A coordenadora de Tecnologias para Educação a Distância (DED), Juliana Moccellin, complementa essa visão ao enfatizar a importância da integridade, da dedicação e da resiliência. Para ela, o servidor público atua como um intermediário vital entre a população e as soluções governamentais. BRASIL. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A importância do servidor público na sociedade. Brasília, DF, 29 out. 2024. Disponível em: https://intranet.capes.gov.br/noticias/10483-a-importancia-do-servidor-publico-na-sociedade. Acesso em: 26 maio 2026.
 O trecho permite inferir que a visão defendida por Marília Fonseca sobre o servidor público rompe, principalmente, com a ideia de que o servidor:
Alternativas
Q4099083 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
Em “desfinanciamento” (4º parágrafo), o processo de formação da palavra é o de derivação 
Alternativas
Q4099082 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
Os tipos de argumento são estratégias utilizadas no texto para a defesa de uma tese. Em: “Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...]” (2º parágrafo), há, no excerto em destaque, predominantemente, o emprego de
Alternativas
Q4099081 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
De acordo com o texto, o conteúdo digital se torna trabalho infantil quando a criança
Alternativas
Q4099080 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
A partir da leitura do texto, pode se afirmar que 
Alternativas
Q4099079 Português
Na tirinha, a ideia de “sangrar todo dia” pode ser compreendida como
Alternativas
Q4099078 Português
Leia o excerto da tirinha: "O meu, fizeram-no de carne..." (2º quadrinho). Sobre os elementos em destaque, analise as afirmativas.

I. O pronome “no”, com função de objeto direto, substitui “coração”.
II. O pronome “no”, com função de objeto indireto, substitui “coração”.
III. Uma das justificativas para a ocorrência da ênclise (pronome após o verbo) é o fato de não haver palavra atrativa que exija próclise.
IV. Se a frase em destaque fosse iniciada com a palavra “Não”, a forma adequada de escrita seria “Não o fizeram”, de acordo com a norma-padrão.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099077 Português
A tirinha trata principalmente do(a) 
Alternativas
Q4099076 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Quanto aos aspectos gramaticais do texto, analise as afirmativas.

I. Em: “[...] o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções [...]” (2º parágrafo), o emprego da crase é obrigatório.
II. Em: “Há cinco, dez anos atrás [...]” (2º parágrafo), o verbo “haver” está conjugado no futuro.
III. Em: “Carreira bem-sucedida e sustentável” (3º parágrafo), os elementos em destaque exercem a função sintática de adjunto adverbial.
IV. Em: “Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos [...]” (4º parágrafo), o sujeito em destaque é composto.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099075 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Em: “Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados” (4º parágrafo), o conectivo em destaque indica uma ideia de
Alternativas
Q4099074 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Sobre a inteligência artificial (IA), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4098249 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Inteligência artificial e a pesquisa escolar

Sete em cada dez estudantes brasileiros do ensino médio usuários da internet utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa, como o ChatGPT e o Gemini, para realizar pesquisas escolares. Apesar disso, apenas 32% desses estudantes receberam alguma orientação nas escolas sobre como utilizar de forma segura e responsável essa tecnologia. As informações fazem parte da 15ª edição da pesquisa TIC Educação, divulgada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). A pesquisa também apontou que quase a totalidade das escolas brasileiras (96% do total) possui acesso à internet, com crescimento especialmente nas instituições municipais e nas escolas rurais. No entanto, embora a conectividade tenha crescido, as desigualdades no acesso permanecem: nas escolas estaduais, 67% dos alunos utilizam a internet para atividades solicitadas pelos professores, enquanto na rede municipal a proporção é de apenas 27%. Além disso, nos últimos anos, caiu o número de professores que participaram de formação voltada ao uso de tecnologia digital — de 65% em 2021 para 54% em 2024.

AGÊNCIA BRASIL. Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/sete-em-cad a-10-alunos-do-ensino-medio-usam-ia-generativa-em-pesquisas. Acesso em: 13 abr. 2026. (Fragmento).
Com base no texto sobre o uso da inteligência artificial na pesquisa escolar, analise as afirmativas a seguir:
I.O texto articula expansão tecnológica e permanência de desigualdades, indicando que o avanço da conectividade escolar não eliminou diferenças no uso pedagógico da internet entre as redes públicas.
II.Ao informar que apenas 32% dos estudantes receberam orientação escolar sobre o uso seguro da IA, o texto sugere um descompasso entre a difusão prática da tecnologia e a mediação formativa oferecida pelas instituições.
III.A redução do percentual de docentes com formação voltada ao uso de tecnologia digital permite inferir que a consolidação de práticas pedagógicas mediadas por recursos digitais enfrenta entraves que não se resumem à infraestrutura.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4097400 Português
Analise as sentenças quanto à colocação pronominal:
I.Chama-se à própria responsabilidade o cuidar do acesso à água.
II.A agência se coloca à disposição para discutir e cuidar do acesso à água para toda a população.
III.Sempre chamaram-no à responsabilidade, afinal, era responsável pela agência que regula o saneamento básico da cidade.
IV.Quem nos explicará os pormenores da nova legislação de saneamento básico?
Está correta a colocação dos pronomes átonos em: 
Alternativas
Q4097398 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao emprego do acento grave (crase):
I. À prestação das passagens ficou abaixo do esperado, o que foi motivo de alegria.
II. À custa de tanta dedicação e estudo, a maioria das pessoas se formam no ensino superior no Brasil.
III.Diante da situação econômica e do sonho de correr o mundo, comprou todas a passagens à prazo.
IV.Face à face com seu sonho, decidiu que lutaria até realizá-lo.
V. À meia luz, leu até adormecer. Era seu costume todos os dias.
Está correto o emprego do acento grave (crase) em:
Alternativas
Respostas
2921: E
2922: C
2923: C
2924: B
2925: A
2926: B
2927: D
2928: A
2929: B
2930: E
2931: C
2932: D
2933: E
2934: E
2935: A
2936: D
2937: C
2938: C
2939: D
2940: B