Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3994522 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Considere as seguintes afirmações acerca do período “A família pediu privacidade neste momento tão difícil” e assinale a alternativa CORRETA:

I - As palavras família e privacidade são substantivos.
II - A palavra tão é uma conjunção.
III - A palavra difícil é um adjetivo.
Alternativas
Q3994521 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos.
Alternativas
Q3994520 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa na qual o uso da crase é justificado pelo mesmo motivo de seu uso no período: “Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.
Alternativas
Q3994519 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa cuja palavra seja acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação da palavra fácil:
Alternativas
Q3994518 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.
Alternativas
Q3994517 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa na qual as duas palavras NÃO possuam dígrafos:
Alternativas
Q3994516 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Assinale a alternativa cuja letra em destaque represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra centro:
Alternativas
Q3993763 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Em “o falante torna-se menos refém das palavras”, o termo “se” indica: 
Alternativas
Q3993762 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

No trecho “conceitos são utilizados de maneira imprecisa”, a expressão destacada exerce função de: 
Alternativas
Q3993761 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que o uso dos “porquês” está CORRETO:
Alternativas
Q3993760 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que há ERRO de concordância verbal: 
Alternativas
Q3993759 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

No trecho “Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar”, a relação estabelecida entre as orações é de: 
Alternativas
Q3993758 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que o uso do hífen está INCORRETO: 
Alternativas
Q3993757 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

No período “Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas”, a forma verbal “pode ser descrita” encontra-se na:
Alternativas
Q3993756 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido conotativo: 
Alternativas
Q3993755 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

No trecho “Dizer é delimitar”, predomina o uso de linguagem: 
Alternativas
Q3993754 Português

A PALAVRA COMO LIMITE DO MUNDO



Dizer é delimitar. Sempre que nomeamos algo, traçamos contornos, selecionamos sentidos e, inevitavelmente, excluímos possibilidades. A linguagem, longe de ser um espelho fiel da realidade, funciona como um filtro: organiza o caos do mundo em categorias compreensíveis, ainda que imperfeitas. 


Nesse processo, não apenas comunicamos, mas também construímos aquilo que julgamos compreender. Uma mesma situação pode ser descrita de múltiplas formas, e cada escolha lexical carrega uma perspectiva implícita. Não é por acaso que debates acalorados muitas vezes não decorrem de fatos distintos, mas de palavras diferentes para nomear o mesmo fenômeno.


Há, portanto, uma dimensão de poder na linguagem. Quem nomeia, define; quem define, orienta o olhar. Expressões aparentemente neutras podem carregar juízos de valor, e termos técnicos podem conferir uma aura de legitimidade a ideias que, em essência, não são menos controversas.


Isso não significa que a linguagem deva ser abandonada ou desacreditada, mas compreendida em sua complexidade. Ao tomar consciência de seus mecanismos, o falante torna se menos refém das palavras e mais capaz de utilizá-las com precisão e responsabilidade. 


Entretanto, em um cenário marcado pela pressa e pela simplificação, tende-se a ignorar essa dimensão crítica. Palavras são repetidas sem reflexão, conceitos são utilizados de maneira imprecisa e, pouco a pouco, o discurso perde densidade. Não se trata apenas de falar menos, mas de dizer pior.


Tal empobrecimento não é apenas estilístico. Ele compromete a própria capacidade de pensar, uma vez que o raciocínio se estrutura linguisticamente. Quando o vocabulário se estreita, o pensamento também se contrai, e o mundo, antes múltiplo, parece reduzir-se a versões simplificadas de si mesmo.


Talvez, por isso, o desafio contemporâneo não seja apenas falar, mas reaprender a dizer.

 

A ideia central do texto pode ser sintetizada da seguinte forma: 
Alternativas
Q3993623 Português
A regência verbal constitui aspecto fundamental da norma-padrão da Língua Portuguesa, especialmente em textos acadêmicos, jurídicos e jornalísticos, nos quais a precisão sintática é indispensável. Considerando as regras de regência dos verbos, analise atentamente as alternativas, observando o sentido em que cada verbo foi empregado.
Assinale a alternativa em que a regência verbal está INCORRETA, de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q3993619 Português
Considerando as normas da gramática normativa acerca do emprego dos diferentes "porquês", analise o trecho abaixo, atentando para o valor sintático e semântico exigido pela construção. Observe que a lacuna deve ser preenchida de modo a manter a correção gramatical e a coerência textual, especialmente no que se refere à função exercida pela palavra no contexto.
"Durante a reunião do conselho, o diretor solicitou que os membros explicassem o_____da queda no rendimento acadêmico, destacando que a instituição precisava compreender as causas do problema antes de propor intervenções pedagógicas."
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
Alternativas
Q3992973 Português
 Assinale a alternativa que NÃO apresenta desvios de pontuação. 
Alternativas
Respostas
2821: D
2822: B
2823: A
2824: E
2825: B
2826: C
2827: D
2828: D
2829: C
2830: B
2831: D
2832: B
2833: A
2834: A
2835: C
2836: D
2837: B
2838: D
2839: B
2840: C