Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q4339128 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Assinale a alternativa em que se encontra destacado um Sujeito na oração. 
Alternativas
Q4339127 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Assinale a alternativa cujo verbo em destaque esteja conjugado no tempo Presente.
Alternativas
Q4339126 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
“O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:”. Pode-se dizer que, contextualmente, as expressões em destaque no fragmento acima se referem:
Alternativas
Q4339125 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Assinale a alternativa cuja expressão em destaque esteja escrita corretamente segundo as regras ortográficas vigentes da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4339124 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Marque a alternativa que apresenta Antônimos, de acordo com a leitura do texto I: 
Alternativas
Q4339123 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Marque a alternativa cuja separação silábica tenha sido feita de maneira correta em relação às duas palavras. 
Alternativas
Q4339122 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
“Certo dia, um Escorpião viu um Sapo à beira de um riacho.”. Avalie as afirmações abaixo sobre a palavra em destaque, antes de julgar o que se pede.
I. É um substantivo concreto.
II. É uma palavra que se encontra no grau diminutivo.
III. Ela é sinônima de “ribeiro” em “...enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro.”
IV. Ela representa um local distante de onde ocorrem os fatos com os personagens.
Levando-se em consideração o texto I, pode-se dizer que se encontra correto o que foi dito apenas em: 
Alternativas
Q4339121 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
O gênero do texto I é uma Fábula. Sobre isso, avalie as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede:
( ) Trata-se de um texto narrativo o qual possui personagens, enredo, cenário e narrador.
( ) O texto não possui marcação de diálogo entre os personagens.
( ) Há o objetivo de deixar para o leitor uma mensagem de cunho moral ao final do texto.
( ) O elemento narrativo do tempo, ao ser mencionado como “Certo dia” (1º par.), apresentou-se como não específico.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que a ordem correta do que foi dito é:
Alternativas
Q4339120 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
A partir da leitura do texto I, é correta a afirmação contida na seguinte mensagem:
Alternativas
Q4338957 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

No último parágrafo do texto, lê-se: "O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas..." Assinale a opção que apresenta, respectivamente, um sinônimo contextual para "sequelas" e um antônimo perfeito para "precocemente":
Alternativas
Q4338956 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

No trecho do texto: "...associada ao recrutamento de células de defesa...", verifica-se a presença da combinação da preposição "a" com o artigo masculino "o", em virtude da regência do nome "associada". Caso o termo masculino "recrutamento" fosse substituído pela palavra feminina "busca", a construção correta com o emprego ou não da crase seria: 
Alternativas
Q4338955 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

Em qual das opções abaixo a palavra retirada do texto recebeu o acento gráfico por ser classificada como uma palavra proparoxítona?
Alternativas
Q4338954 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

Avalie a regência do verbo destacado no período retirado do texto: "A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres..." Assinale a opção que classifica corretamente a regência deste verbo e o seu respectivo complemento no contexto: 
Alternativas
Q4338953 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

Considere o fragmento: "...processos inflamatórios já podem estar em andamento." Se substituirmos a locução verbal "podem estar" por uma forma simples do verbo haver, mantendo o mesmo tempo, modo e a correção gramatical de concordância verbal, teremos: 
Alternativas
Q4338952 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

No trecho: "Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente.", o conectivo destacado estabelece uma relação de coordenação com valor de:
Alternativas
Q4338951 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

Analise a relação de subordinação presente no período: "A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes." A oração destacada classifica-se sintaticamente como: 
Alternativas
Q4338950 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

Apesar do otimismo com a descoberta dos biomarcadores sanguíneos, os especialistas fazem uma ressalva essencial sobre o uso deles. Que ressalva é essa? 
Alternativas
Q4338949 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

Qual é a limitação apontada pelo texto em relação ao monitoramento clássico da esclerose múltipla feito por meio do exame de ressonância magnética?
Alternativas
Q4338948 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

O texto aponta que algumas pessoas convivem anos com manifestações inespecíficas antes do diagnóstico. Assinale a opção que apresenta apenas sintomas inespecíficos citados no artigo:
Alternativas
Q4338946 Português

Esclerose múltipla deixa pistas no sangue muito antes dos sintomas


A esclerose múltipla costuma ser diagnosticada apenas quando os sintomas já se tornaram evidentes. No entanto, a ciência está se aproximando de um cenário diferente: identificar sinais da doença anos antes da primeira crise clínica.


A condição neurológica, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, provoca um ataque do próprio sistema imunológico contra a bainha de mielina —estrutura que reveste os neurônios e garante a rápida transmissão dos impulsos nervosos. Quando esse processo começa, o cérebro pode acumular danos por muito tempo antes que surjam sintomas perceptíveis.


É justamente essa fase inicial que pesquisadores tentam desvendar. Um estudo publicado na revista Nature Medicine identificou biomarcadores sanguíneos capazes de sinalizar a presença da esclerose múltipla até sete anos antes dos primeiros sintomas.


A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte americanos acompanhados durante mais de uma década. Todos desenvolveram esclerose A descoberta foi feita após a análise de mais de 5.000 proteínas em amostras de sangue de 134 militares norte-americanos acompanhados durante mais de uma década.


Os pesquisadores identificaram um conjunto de 21 biomarcadores que, avaliados em conjunto, podem ajudar a antecipar o reconhecimento da doença e monitorar sua evolução. Entre eles, a glicoproteína oligodendrócita da mielina (MOG) chamou atenção por surgir até sete anos antes dos sintomas. Sua presença indica os primeiros sinais de dano à mielina, alvo principal da doença.


Pouco depois, ocorre um aumento da proteína IL-3, associada ao recrutamento de células de defesa que passam a atacar estruturas do sistema nervoso central. Em seguida, surge a elevação da cadeia leve de neurofilamento (NfL), marcador que indica lesão direta dos neurônios.


Os achados reforçam uma ideia que os neurologistas observam há anos: a esclerose múltipla começa muito antes do primeiro surto. Enquanto o paciente ainda não apresenta alterações neurológicas evidentes, processos inflamatórios já podem estar em andamento.


Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas convivem durante anos com sintomas aparentemente inespecíficos, como fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações de humor, ansiedade ou irritabilidade, sem imaginar que essas manifestações possam estar relacionadas à doença.


O avanço também pode preencher uma lacuna importante da prática clínica. Hoje, a progressão da esclerose múltipla é monitorada principalmente por sintomas e exames de imagem. O problema é que a ressonância magnética nem sempre consegue mostrar toda a atividade inflamatória que ocorre dentro das lesões cerebrais.


Nesse contexto, biomarcadores sanguíneos poderiam funcionar como uma espécie de termômetro biológico, permitindo identificar inflamações em atividade, avaliar o risco de progressão e verificar se os tratamentos estão controlando adequadamente a doença.


Os especialistas ressaltam, porém, que esses marcadores não devem ser interpretados isoladamente. Algumas dessas proteínas também se alteram em outras doenças neurológicas, o que torna indispensável a associação com avaliação clínica, exames de imagem e outros testes laboratoriais.


A expectativa é que, no futuro, a combinação desses biomarcadores com ferramentas de inteligência artificial permita um acompanhamento mais personalizado. O objetivo seria identificar precocemente pacientes com maior risco de sequelas e iniciar intervenções antes que danos irreversíveis ocorram.


 Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/06/16/esclerose-multipla-pode-ser-detectada-anos-antes-dos-sintomas.ghtm

Dentre os biomarcadores identificados pela pesquisa, qual deles chamou a atenção dos cientistas por surgir no sangue até sete anos antes dos primeiros sintomas clínicos da doença? 
Alternativas
Respostas
261: D
262: E
263: A
264: D
265: B
266: E
267: C
268: C
269: A
270: A
271: B
272: E
273: D
274: A
275: E
276: B
277: C
278: B
279: B
280: C