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Q4008711 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Observe as alternativas a seguir e marque aquela que apresenta a frase corretamente pontuada:
Alternativas
Q4008710 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Analise atentamente as alternativas abaixo e marque aquela cujas sílabas estão separadas corretamente:
Alternativas
Q4008709 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Considere a grafia das palavras e marque a alternativa que apresenta todas elas grafadas corretamente:
Alternativas
Q4008708 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Analise as alternativas abaixo e marque aquela que apresenta palavras no gênero aumentativo e no plural:
Alternativas
Q4008707 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Observe as alternativas abaixo e marque aquela que apresenta palavras acentuadas por serem proparoxítonas:
Alternativas
Q4008706 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Analise as alternativas abaixo e marque aquela que apresenta apenas palavras trissílabas:
Alternativas
Q4008705 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Analise as palavras extraídas do texto e marque a alternativa que contém dígrafos consonantais:
Alternativas
Q4008704 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Observe as palavras extraídas do texto e marque a alternativa que apresenta encontro consonantal:
Alternativas
Q4008703 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Analise as palavras extraídas do texto e marque a alternativa que apresenta um encontro vocálico:
Alternativas
Q4008556 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

No segundo período do segundo parágrafo do texto, a palavra “demasiado” pertence à classe gramatical dos  
Alternativas
Q4008555 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o trecho “Toda vez que um artigo científico apresenta alguns dados, eles vêm acompanhados por uma margem de erro” (primeiro período do terceiro parágrafo). Assinale a alternativa em que a proposta apresentada mantém a coerência e a correção gramatical do texto. 
Alternativas
Q4008554 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma palavra e o respectivo termo com o qual ela estabelece concordância no texto. 
Alternativas
Q4008553 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, poderia ser suprimida a vírgula empregada logo após o vocábulo
Alternativas
Q4008552 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

No primeiro parágrafo do texto, o sujeito sintático da forma verbal “Aconselha”, no trecho “Aconselha-nos a guardar hipóteses alternativas em nossas mentes” (quarto período), 
Alternativas
Q4008551 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

Mantendo-se os sentidos e a correção gramatical do texto, a palavra “por”, no trecho “eles vêm acompanhados por uma margem de erro” (primeiro período do último parágrafo), poderia ser substituída por 
Alternativas
Q4008550 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

O vocábulo “indulgentes”, no último período do segundo parágrafo do texto, significa o mesmo que
Alternativas
Q4008549 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

A ideia de que a matemática pura constitui a única área do saber imune a incertezas é  
Alternativas
Q4008548 Português

Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: (com adaptações). 

De acordo com o texto, o conhecimento produzido pela ciência  
Alternativas
Q4002175 Português
TEXTO

PAÍSES POBRES DEVEM APOSTAR EM CARBONO OU RENOVÁVEIS?

    Moçambique está numa encruzilhada. Na costa norte, projetos de gás offshore avaliados em bilhões de dólares podem trazer receitas significativas. Ao mesmo tempo, o país é uma potência hidrelétrica e tem enorme potencial inexplorado nas energias solar e eólica. “Esses casos são interessantes porque ainda não há custos irrecuperáveis. É possível seguir em diferentes direções”, diz o especialista Philipp Trotter, professor de gestão de sustentabilidade na Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

    À medida que aumenta a pressão global pela drástica redução das emissões de gases de efeito estufa, o caso moçambicano reflete o dilema em muitos países pobres: eles precisam queimar combustíveis fósseis para prosperar economicamente ou podem saltar diretamente para a energia limpa? Por décadas, as nações ricas e industrializadas construíram sua riqueza queimando carvão, petróleo e gás, produzindo uma parcela desproporcional das emissões globais de gases de efeito estufa.

    Historicamente, Estados Unidos, União Europeia e China são os maiores poluidores do mundo, segundo o Orçamento Global de Carbono (Global Carbon Budget, no original em inglês), relatório anual liderado pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, sobre as tendências nas emissões globais de carbono.

    Muitos líderes do setor energético na África e na Ásia argumentam que é injusto negar às economias em desenvolvimento de hoje a mesma rota para o crescimento. Mas, com as emissões de gases de efeito estufa em níveis recordes e o aquecimento do planeta em aceleração, cientistas do clima alertam que o planeta já não dispõe de um orçamento de carbono que permita a todos seguir esse caminho.

    Há poucas pesquisas científicas, porém, sobre qual caminho seria mais vantajoso para países diante dessa encruzilhada, como Moçambique, Senegal ou Mauritânia. “Do ponto de vista moral, faz todo sentido que, se alguém pode usar combustíveis fósseis, então que sejam os países mais pobres”, aponta Trotter. “O problema desse argumento é que ele ignora o lado econômico.”

    Permanece incerto se o gás ainda será competitivo nos mercados internacionais quando ele for produzido, daqui a vários anos. Afinal, grandes economias pretendem reduzir drasticamente suas emissões até 2050, e analistas preveem que o pico na demanda por gás, carvão e petróleo poderá ser atingido na atual década. “Então, você está investindo muito dinheiro sem uma vantagem competitiva dentro de um mercado que está encolhendo”, prossegue Trotter. “Pode dar certo, mas há um risco extremo.”

    No papel, a economia das fontes de energia renovável mudou decisivamente. Mais de 90% dos novos projetos de energia limpa no mundo produzem eletricidade a um custo menor do que novas usinas de combustíveis fósseis, segundo a Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena).

    Mas baixos custos operacionais não são tudo. Construir esses sistemas verdes ainda requer um investimento inicial pesado em parques eólicos e solares, redes de transmissão, armazenamento e mais. Esses custos são, não raro, mais difíceis de absorver para países mais pobres.

    No Quênia, a aposta deu certo. O país gera quase 90% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis, principalmente de energia geotérmica, hidrelétrica e eólica. E pretende chegar a 100%, com acesso universal, até 2030. “O Quênia tem abundante energia geotérmica, que é como um ovo de ouro”, explica a especialista queniana em energia Rose M. Mutiso. “Mas, obviamente, o país se esforçou para desenvolver esses recursos ao longo do tempo.”

    O governo queniano começou a investir pesado nesse “ovo de ouro” nos anos 1990 e início dos 2000, depois que secas expuseram os riscos de depender demais da hidreletricidade. Por meio da sua empresa estatal, o país usou dinheiro público e empréstimos de bancos de desenvolvimento para cobrir as etapas iniciais e arriscadas de exploração do calor subterrâneo, antes que investidores privados entrassem. “Essa não acontece da noite para o dia. É um processo longo e sustentado”, acrescenta Mutiso.

    Mas partes desse modelo podem ser difíceis de serem replicados por países como Moçambique ou Senegal. Altamente endividados e com classificações de crédito mais baixas que as do Quênia, eles podem ter mais dificuldade para obter empréstimos ou atrair investimentos.

    Não existe uma solução única para todas as transições energéticas. Pesquisadores já constataram que o caminho que um país pode seguir depende de vários fatores: como os combustíveis fósseis estão integrados à sua economia, se eles são usados sobretudo internamente ou exportados e quão diversificada já é a economia. Isso mostra por que faz pouco sentido comparar a Etiópia, por exemplo, que se eletrificou em grande parte por meio de hidreletricidade barata graças aos seus recursos fluviais, com a Índia, que depende do carvão para a maior parte de sua eletricidade e emprega milhões de pessoas nessa cadeia.

    No caso indiano, a queda nos preços da energia eólica e solar ajudou a impulsionar um programa ambicioso de energias renováveis. O país ocupa hoje a quarta posição mundial em capacidade instalada de energia limpa. Mas o carvão ainda responde por mais de 70% da geração elétrica. Proporcionalmente à população, o setor emprega poucas pessoas em nível nacional, mas continua sendo a única atividade econômica em algumas regiões. Ao mesmo tempo, a demanda por energia cresce rapidamente, à medida que a indústria se expande e os padrões de vida aumentam.

    A dupla missão de executar uma transição verde e justa e atender a um crescente consumo de eletricidade “não é fácil num cronograma acelerado”, afirma Rahul Tongia, pesquisador sênior do Centro para Progresso Social e Econômico. Embora os países mais pobres enfrentem realidades muito diferentes entre si, há algumas rotas claras pelas quais as nações mais ricas poderiam apoiá-los para acelerar a mudança para a energia renovável. No topo da lista está enfrentar o alto custo inicial.

    “Os países desenvolvidos e os grandes emissores precisam manter o acelerador pressionado porque o desenvolvimento e implementação de novas tecnologias por eles reduz os custos para os países mais pobres”, prossegue Tongia. “Então eles que paguem o custo inicial mais alto das novas tecnologias.”

    Países pobres e especialistas em clima também argumentam há muito tempo que é necessário muito mais financiamento climático público para destravar investimentos privados. Sem garantias e compartilhamento de riscos, muitos projetos de energia limpa continuam arriscados demais na avaliação dos bancos.

    “É preciso tornar o capital acessível, mas também oferecer garantias que reduzam o risco percebido”, diz Trotter. “É aí que os países desenvolvidos podem agir”. Em 2024, durante a conferência climática da ONU, a COP 29, os governos concordaram com uma nova meta de financiamento climático de pelo menos 300 bilhões de dólares por ano até 2035. Muitos países em desenvolvimento dizem que o valor ainda é insuficiente.

    Já na COP30, que aconteceu em Belém em 2025, o Brasil defendeu, enquanto ocupava a presidência da conferência da ONU, um plano estratégico para elevar o montante a 1,3 trilhão de dólares. Para Moçambique, essa diferença pode ser decisiva. O caminho a ser seguido – as promessas do gás ou a aposta no sol e no vento – poderá depender dos investimentos dos países ricos num futuro mais limpo.

Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/países-pobres-devem-apostar-em-carbono-ou-energias-renováveis/a75406332>. Adaptado. Acesso em: 27 de março de 2026.
Assinale a alternativa que destaca CORRETAMENTE uma oração relativa.
Alternativas
Q4002174 Português
TEXTO

PAÍSES POBRES DEVEM APOSTAR EM CARBONO OU RENOVÁVEIS?

    Moçambique está numa encruzilhada. Na costa norte, projetos de gás offshore avaliados em bilhões de dólares podem trazer receitas significativas. Ao mesmo tempo, o país é uma potência hidrelétrica e tem enorme potencial inexplorado nas energias solar e eólica. “Esses casos são interessantes porque ainda não há custos irrecuperáveis. É possível seguir em diferentes direções”, diz o especialista Philipp Trotter, professor de gestão de sustentabilidade na Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

    À medida que aumenta a pressão global pela drástica redução das emissões de gases de efeito estufa, o caso moçambicano reflete o dilema em muitos países pobres: eles precisam queimar combustíveis fósseis para prosperar economicamente ou podem saltar diretamente para a energia limpa? Por décadas, as nações ricas e industrializadas construíram sua riqueza queimando carvão, petróleo e gás, produzindo uma parcela desproporcional das emissões globais de gases de efeito estufa.

    Historicamente, Estados Unidos, União Europeia e China são os maiores poluidores do mundo, segundo o Orçamento Global de Carbono (Global Carbon Budget, no original em inglês), relatório anual liderado pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, sobre as tendências nas emissões globais de carbono.

    Muitos líderes do setor energético na África e na Ásia argumentam que é injusto negar às economias em desenvolvimento de hoje a mesma rota para o crescimento. Mas, com as emissões de gases de efeito estufa em níveis recordes e o aquecimento do planeta em aceleração, cientistas do clima alertam que o planeta já não dispõe de um orçamento de carbono que permita a todos seguir esse caminho.

    Há poucas pesquisas científicas, porém, sobre qual caminho seria mais vantajoso para países diante dessa encruzilhada, como Moçambique, Senegal ou Mauritânia. “Do ponto de vista moral, faz todo sentido que, se alguém pode usar combustíveis fósseis, então que sejam os países mais pobres”, aponta Trotter. “O problema desse argumento é que ele ignora o lado econômico.”

    Permanece incerto se o gás ainda será competitivo nos mercados internacionais quando ele for produzido, daqui a vários anos. Afinal, grandes economias pretendem reduzir drasticamente suas emissões até 2050, e analistas preveem que o pico na demanda por gás, carvão e petróleo poderá ser atingido na atual década. “Então, você está investindo muito dinheiro sem uma vantagem competitiva dentro de um mercado que está encolhendo”, prossegue Trotter. “Pode dar certo, mas há um risco extremo.”

    No papel, a economia das fontes de energia renovável mudou decisivamente. Mais de 90% dos novos projetos de energia limpa no mundo produzem eletricidade a um custo menor do que novas usinas de combustíveis fósseis, segundo a Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena).

    Mas baixos custos operacionais não são tudo. Construir esses sistemas verdes ainda requer um investimento inicial pesado em parques eólicos e solares, redes de transmissão, armazenamento e mais. Esses custos são, não raro, mais difíceis de absorver para países mais pobres.

    No Quênia, a aposta deu certo. O país gera quase 90% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis, principalmente de energia geotérmica, hidrelétrica e eólica. E pretende chegar a 100%, com acesso universal, até 2030. “O Quênia tem abundante energia geotérmica, que é como um ovo de ouro”, explica a especialista queniana em energia Rose M. Mutiso. “Mas, obviamente, o país se esforçou para desenvolver esses recursos ao longo do tempo.”

    O governo queniano começou a investir pesado nesse “ovo de ouro” nos anos 1990 e início dos 2000, depois que secas expuseram os riscos de depender demais da hidreletricidade. Por meio da sua empresa estatal, o país usou dinheiro público e empréstimos de bancos de desenvolvimento para cobrir as etapas iniciais e arriscadas de exploração do calor subterrâneo, antes que investidores privados entrassem. “Essa não acontece da noite para o dia. É um processo longo e sustentado”, acrescenta Mutiso.

    Mas partes desse modelo podem ser difíceis de serem replicados por países como Moçambique ou Senegal. Altamente endividados e com classificações de crédito mais baixas que as do Quênia, eles podem ter mais dificuldade para obter empréstimos ou atrair investimentos.

    Não existe uma solução única para todas as transições energéticas. Pesquisadores já constataram que o caminho que um país pode seguir depende de vários fatores: como os combustíveis fósseis estão integrados à sua economia, se eles são usados sobretudo internamente ou exportados e quão diversificada já é a economia. Isso mostra por que faz pouco sentido comparar a Etiópia, por exemplo, que se eletrificou em grande parte por meio de hidreletricidade barata graças aos seus recursos fluviais, com a Índia, que depende do carvão para a maior parte de sua eletricidade e emprega milhões de pessoas nessa cadeia.

    No caso indiano, a queda nos preços da energia eólica e solar ajudou a impulsionar um programa ambicioso de energias renováveis. O país ocupa hoje a quarta posição mundial em capacidade instalada de energia limpa. Mas o carvão ainda responde por mais de 70% da geração elétrica. Proporcionalmente à população, o setor emprega poucas pessoas em nível nacional, mas continua sendo a única atividade econômica em algumas regiões. Ao mesmo tempo, a demanda por energia cresce rapidamente, à medida que a indústria se expande e os padrões de vida aumentam.

    A dupla missão de executar uma transição verde e justa e atender a um crescente consumo de eletricidade “não é fácil num cronograma acelerado”, afirma Rahul Tongia, pesquisador sênior do Centro para Progresso Social e Econômico. Embora os países mais pobres enfrentem realidades muito diferentes entre si, há algumas rotas claras pelas quais as nações mais ricas poderiam apoiá-los para acelerar a mudança para a energia renovável. No topo da lista está enfrentar o alto custo inicial.

    “Os países desenvolvidos e os grandes emissores precisam manter o acelerador pressionado porque o desenvolvimento e implementação de novas tecnologias por eles reduz os custos para os países mais pobres”, prossegue Tongia. “Então eles que paguem o custo inicial mais alto das novas tecnologias.”

    Países pobres e especialistas em clima também argumentam há muito tempo que é necessário muito mais financiamento climático público para destravar investimentos privados. Sem garantias e compartilhamento de riscos, muitos projetos de energia limpa continuam arriscados demais na avaliação dos bancos.

    “É preciso tornar o capital acessível, mas também oferecer garantias que reduzam o risco percebido”, diz Trotter. “É aí que os países desenvolvidos podem agir”. Em 2024, durante a conferência climática da ONU, a COP 29, os governos concordaram com uma nova meta de financiamento climático de pelo menos 300 bilhões de dólares por ano até 2035. Muitos países em desenvolvimento dizem que o valor ainda é insuficiente.

    Já na COP30, que aconteceu em Belém em 2025, o Brasil defendeu, enquanto ocupava a presidência da conferência da ONU, um plano estratégico para elevar o montante a 1,3 trilhão de dólares. Para Moçambique, essa diferença pode ser decisiva. O caminho a ser seguido – as promessas do gás ou a aposta no sol e no vento – poderá depender dos investimentos dos países ricos num futuro mais limpo.

Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/países-pobres-devem-apostar-em-carbono-ou-energias-renováveis/a75406332>. Adaptado. Acesso em: 27 de março de 2026.
Em relação ao trecho “há algumas rotas claras”, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
2721: A
2722: D
2723: C
2724: B
2725: A
2726: D
2727: C
2728: B
2729: A
2730: D
2731: E
2732: A
2733: A
2734: B
2735: E
2736: C
2737: B
2738: C
2739: C
2740: E