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Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q4043337 Português

Leia o texto:

MISOGINIA OU RACISMO


Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.



A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.



Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.



Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.



Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.



Em “Além disso”, a expressão indica:
Alternativas
Q4043336 Português

Leia o texto:

MISOGINIA OU RACISMO


Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.



A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.



Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.



Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.



Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.



Em “posição de vulnerabilidade ampliada”, há:
Alternativas
Q4043335 Português

Leia o texto:

MISOGINIA OU RACISMO


Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.



A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.



Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.



Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.



Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.



Em “manifesta-se”, a colocação pronominal é:
Alternativas
Q4043334 Português

Leia o texto:

MISOGINIA OU RACISMO


Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.



A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.



Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.



Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.



Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.



Em “que limitam a participação”, o termo “que” é:


Alternativas
Q4043333 Português

Leia o texto:

MISOGINIA OU RACISMO


Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.



A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.



Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.



Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.



Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.



O objetivo final do texto é:
Alternativas
Q4043332 Português

Leia o texto:

MISOGINIA OU RACISMO


Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.



A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.



Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.



Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.



Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.



O conceito de interseccionalidade refere-se:
Alternativas
Q4043330 Português

Leia o texto:

MISOGINIA OU RACISMO


Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.



A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.



Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.



Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.



Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.



O texto aborda principalmente: 
Alternativas
Q4042075 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade


   Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.  


   Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade. 


   Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.


   O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar. 


Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado). 

No trecho “o ar fica mais quente e abafado”, os termos destacados exercem papel importante na caracterização do substantivo “ar”. Considerando a flexão e o emprego das classes gramaticais, as palavras sublinhadas são, ambas:  
Alternativas
Q4042074 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade


   Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.  


   Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade. 


   Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.


   O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar. 


Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado). 

No trecho “Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura”, a palavra uma aparece antes de “das metáforas” e contribui para a construção do sentido da frase. Nesse contexto, sua classificação e seu emprego indicam que ela:
Alternativas
Q4042073 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade


   Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.  


   Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade. 


   Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.


   O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar. 


Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado). 

Ao contrapor indicadores econômicos favoráveis a dados como o número de beneficiários do Bolsa Família, inadimplentes e famílias endividadas, a autora sugere que: 
Alternativas
Q4042072 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade


   Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.  


   Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade. 


   Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.


   O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar. 


Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado). 

No segundo parágrafo, a autora menciona falas de conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, especialmente a expressão “Tá tudo parado”. No contexto do texto, essa fala contribui para: 
Alternativas
Q4042071 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade


   Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.  


   Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade. 


   Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.


   O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar. 


Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado). 

A autora inicia o texto com a metáfora da “calmaria antes da tempestade” e, em seguida, aproxima esse fenômeno de uma situação social e econômica. Considerando a construção argumentativa do texto, a metáfora é utilizada principalmente para indicar que: 
Alternativas
Q4041926 Português
Dentre as palavras, assinale aquela que tem acento gráfico indevido. 
Alternativas
Q4041925 Português

Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.



Coluna I.



A- Metáfora.


B- Sinestesia.


C- Catacrese.


D- Pleonasmo.


E- Anacoluto.



Coluna II.



1- Embarcar num trem.


2- Eu tenho uma doce esperança.


3 A mim ninguém me engana.


4- O meu cunhado, você se entende com ele.


5- Na sua mente povoa só maldade.

Alternativas
Q4041924 Português

Dadas as orações:



I- Por que não assististe ao jogo?


II- Aquela foi a razão porque Margarete não veio.


III- Gostaria de entender o porquê da sua decisão.


IV- Você não comeu tudo, por que?



O uso dos porquês está correto: 

Alternativas
Q4041922 Português

Sobre tipologias textuais, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.



( ) As tipologias textuais são textos orais, ou escritos, que possuem uma estrutura fixa e objetivos bem definidos: relatar um acontecimento, descrever uma pessoa, defender, ou apresentar uma ideia, ensinar a fazer algo. Elas são classificadas em cinco tipos: narração, descrição, dissertação, exposição e injunção.


( ) Os gêneros textuais são textos orais, ou escritos mais específicos, determinados pela intenção comunicativa e o contexto em que são utilizados. Considerando as principais características e estrutura das tipologias existentes, eles surgem dos cinco tipos de texto. Exemplos de gêneros textuais narrativos: romance, conto e novela. Exemplos de gêneros textuais descritivos: biografia, cardápio e notícia. Exemplos de gêneros textuais dissertativos: monografia, artigo e resenha. Exemplos de gêneros textuais expositivos: seminário, palestra e entrevista. Exemplos de gêneros textuais injuntivos: receitas, propagandas e manuais.


( ) Texto Narrativo: A marca fundamental do texto narrativo é a existência de um enredo, no qual são desenvolvidas as ações das personagens, marcadas pelo tempo e pelo espaço.


( ) Os textos narrativos possuem uma estrutura básica: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho. Apresentação: trata-se da introdução do texto, onde são apresentadas algumas de suas principais características como o tempo, o espaço e as personagem que fazem parte da trama. Desenvolvimento: designa a maior parte do texto, onde são desenvolvidas as ações das personagens numa sequência de acontecimentos. Clímax: representa a parte mais emocionante, surpreendente e tensa da narrativa. Desfecho: é a parte final da trama, determinada pelo arremate de toda a história. Nela, é revelada o destino das personagens.

Alternativas
Q4041921 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.


Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva.


Preciso me concentrar mais, delirar mais.


Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais.


(Autor desconhecido).

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “delirar” significa: 
Alternativas
Q4041920 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.


Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva.


Preciso me concentrar mais, delirar mais.


Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais.


(Autor desconhecido).

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (praia, brigadeiro, saudade).
Alternativas
Q4041919 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.


Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva.


Preciso me concentrar mais, delirar mais.


Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais.


(Autor desconhecido).

Ainda no texto, o período “Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais.” A oração grifada é:
Alternativas
Q4041918 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.


Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva.


Preciso me concentrar mais, delirar mais.


Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais.


(Autor desconhecido).

Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (necessário, tatuagem, mágoa), são respectivamente: 
Alternativas
Respostas
2441: C
2442: A
2443: C
2444: B
2445: D
2446: B
2447: C
2448: C
2449: B
2450: B
2451: D
2452: D
2453: D
2454: D
2455: A
2456: B
2457: B
2458: D
2459: B
2460: A