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Com base na estrutura linguística do texto e em sua tipologia, julgue o item a seguir.
O emprego do sinal indicativo de crase no “a” que
antecede a palavra “pacientes” (linha 30) acarretaria
incorreção gramatical ao trecho.
Panelas e saúde
Panelas metálicas fazem mal ........ saúde? Panelas podem liberar resíduos e contaminar os alimentos? Considerações como essas assustam os consumidores, mas não são reais.
Pois é, o assunto volta e meia vem ...... tona e, recentemente, aqueceu as redes sociais.......... acusação era de que os tipos metálicos não seriam seguros. Ocorre que a afirmação carece de comprovação científica. “Utensílios que entram em contato com alimentos precisam de uma certificação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), e não ........ nenhum estudo significativo que justifique mudanças nas panelas aprovadas atualmente”, esclarece a nutricionista Beatriz Tenuta, autora do livro Negócios com Comida. Segundo ela, que também é professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista, ........ maior diferença entre os materiais autorizados é o tempo de transferência de calor para os alimentos, o que pode alterar o período de cozimento.
Mas jamais devemos usar panelas de cobre, pois
segundo pesquisas, o mineral pode causar danos
renais e cerebrais. As panelas de cobre não são aprovadas pelo INMETRO.
VejaSaúde. Editora Abril, São Paulo. Edição 503, maio de 2024; adaptado.
Mitos e verdades sobre filtro solar
Por Equipe Eurofarma

(Disponível em: www.eurofarma.com.br/artigos/mitos-e-verdades-sobre-o-protetor-solar – texto adaptado especialmente para esta prova).
Agarrados à tela
Por Leandra Souza e Renata Buono

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/igualdades-redes-sociais-vicio-celular/ – texto adaptado especialmente
para esta prova).


(Disponível em: www.pucrs.br/blog/autoestima-carreira/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

(Disponível em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/filmes-na-tv/com-documentario-na-netflix-emicida-da
aula-de-historia-em-forma-de-poesia-47442– texto adaptado especialmente para esta prova).

Gal Costa trouxe empoderamento ao cantar Brasil, grande sucesso de Cazuza, com os seios à mostra no 'Rock In Rio' em 1994. A plateia foi ao delírio com _____ de Gal ______ e com o show que estava proporcionando. Houve quem ___ criticasse, quem aplaudisse de pé sua performance ousada e surpreendente. _____ olhares mais conservadores, restou a surpresa; ____ irreverentes e amantes da musa, assobios, aplausos e reverência ___ tamanha ousadia.
[Texto adaptado]
O cronista é um escritor crônico
O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico.
O que é um cronista? Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula.
Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista.
O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e ideias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu "eu", como o do poeta, é um eu de utilidade pública...
Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos,
faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais.
Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que
essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos
tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não
tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar
encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar
acima dele.
“...tendo à FRENTE um líder que é incentivado pelos demais A vencer A força do vento contrário...”
Em relação ao emprego da Crase, assinale a alternativa CORRETA.



