Questões de Concurso
Sobre crase em português
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A expressão “a respeito de” corretamente aparece sem o uso do acento grave. Entre as alternativas a seguir, assinale a que traz locução que deve receber o acento grave.
I. O padeiro preferiu assar o pão _____ rosca.
II. Trouxe-lhe os doces ______ você gosta.
III. Este é um cargo _______ todos aspiram.
Leia e analise os trechos:
I."A casa, no Viaduto Nove de Julho, 193, oferece o mesmo prato do Luva de Pedreiro no Paris 6 -- o tradicional e delicioso bife à cavalo."
II."A estudante, baleada no litoral do Paraná, ficou frente à frente com o suspeito."
III."A Paulista fica aberta aos domingos das 10h às 18h apenas para pedestres e bicicletas."
IV."O embaixador da Bélgica no Brasil, Claude Misson, foi à Sergipe no início da semana passada."
V."Muitos turistas estrangeiros chegaram à Bahia no primeiro semestre de 2024."
O acento grave, indicativo de crase foi empregado CORRETAMENTE em
Para responder a questão, leia a tira a seguir.

I. “No arquivo enviado, refiro-me ______ proposta mencionada durante a reunião de modo detalhado.”
II. “As sugestões de mudança foram direcionadas ________ quem poderá ajudá-los.”
III. “Deram ____ você todo o mérito pelo engajamento da comunidade ao projeto.”
IV. “Os agradecimentos foram direcionados __________ que cumpriram a meta mensal.”
A sequência está correta em
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que:
“Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade [...].” 2º§
No que se refere ao uso do sinal indicativo da crase, uma adaptação CORRETA do trecho é

Extraído de LÍNGUA PORTUGUESA, Revista. Ano 4. Número 54. São Paulo: Editora Segmento, 2010. p.51
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como os remédios para emagrecimento estão gerando fortuna às farmacêuticas
Na pandemia de Covid-19, empresas como a americana Pfizer e a britânica AstraZeneca quebraram recordes de faturamento após produzir, em tempo muito curto, vacinas que salvaram milhões de vidas. Agora, a sensação da indústria farmacêutica no mundo é a dinamarquesa Novo Nordisk. Ela tem em seu portfólio um medicamento que se enquadra à perfeição na sociedade atual por levar ao emagrecimento. Trata-se do Ozempic, remédio injetável concebido de início para o tratamento de diabetes, mas, conforme descobriu-se depois, forte aliado na luta contra a balança. Enquanto os usuários do Ozempic emagrecem, o caixa da fabricante só engorda: a farmacêutica viu seu lucro aumentar 51% em 2023. O desempenho estimulou uma alta de quase 60% das ações da companhia em um ano. Atualmente avaliada em 556 bilhões de dólares, a Novo Nordisk se tornou a companhia com maior valor de mercado da Europa e a 14ª mais valiosa do mundo. Seu impacto é visível até na economia da Dinamarca: o crescimento do PIB em 2023, de 1,8%, teria sido negativo em 0,1% sem a participação do setor farmacêutico local.
Ozempic é o nome comercial dado à semaglutida, remédio que controla os níveis de açúcar no sangue. Vendido por até 1.200 reais a ampola no Brasil, ele foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em 2018 para o tratamento da diabetes tipo 2. Porém, como retarda o esvaziamento do estômago e prolonga a saciedade, a droga passou a ser usada também para o tratamento da obesidade. Foi aí que sua história começou a mudar, a ponto de o Ozempic virar febre no Brasil e no mundo.
A elevada procura pelo medicamento tem duas origens: a primeira é o uso em desacordo com a bula por pessoas que não são obesas, mas querem emagrecer. "A Novo Nordisk não endossa ou apoia a promoção de informações de caráter off-label de seus medicamentos", disse a VEJA Priscilla Mattar, vice-presidente da área médica da Novo Nordisk no Brasil. A segunda é a dramática tendência de crescimento dos casos de obesidade. "Trata-se de um dos maiores problemas de saúde pública no mundo", diz Paulo Miranda, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. "No Brasil, ela atinge em torno de 21% da população." A Federação Mundial de Obesidade prevê que, até 2050, 51% da população global estará com obesidade ou sobrepeso, e isso explica o entusiasmo do mercado com a Novo Nordisk.
Além de ampla, a demanda é recorrente. Os remédios para emagrecer tendem a exigir uso contínuo, já que parte do peso volta quando o tratamento é interrompido. Mais que isso, a margem de lucro dos medicamentos é astronômica: nos Estados Unidos, o valor cobrado pela dose mensal de Ozempic é de quase 1?000 dólares, enquanto o custo de produção da mesma dosagem é de apenas 5 dólares, segundo estudo realizado em conjunto pelas universidades Yale, Harvard e King's College.
Na disputa pelo mercado do emagrecimento, a Eli Lilly também engordou seus resultados graças aos novos medicamentos da área. A farmacêutica americana dobrou de valor nos últimos 12 meses e está avaliada em cerca de 750 bilhões de dólares. No Brasil, a queda da patente da semaglutida em 2026 deverá facilitar a entrada de outros nomes no jogo, mas não são esperadas grandes mudanças no mercado.
"Novo Nordisk e Eli Lilly estão se solidificando no segmento", afirma Gerson Brilhante, analista de mercados globais da casa de análise Levante Inside. "Uma quebra do duopólio é algo extremamente remoto."
Não é só o setor farmacêutico que sentirá os efeitos futuros do uso de remédios de emagrecimento. Segundo o banco americano Morgan Stanley, 24 milhões de pessoas nos Estados Unidos, ou 7% da população, tomarão algum tipo de droga para emagrecer até 2035, com implicações nos hábitos alimentares. "A indústria de alimentos, bebidas e restaurantes pode vislumbrar menor demanda, particularmente no caso de comidas menos saudáveis, calóricas e com mais sal", afirma a analista Pamela Kaufman, em relatório. Conclusão semelhante tem a Citrini Research, para quem PepsiCo e McDonald podem sair prejudicadas. Uma versão "abrasileirada" do relatório, feita pela Ace Capital, coloca companhias como Ambev e Pão de Açúcar entre as perdedoras da nova ordem da magreza, que têm tudo para continuar ditando o apetite de pessoas − e do mercado financeiro.
off-label(O termo "off label" pode ser traduzido como "fora da indicação". A prática consiste em prescrever um medicamento para usos diferentes daqueles descritos na bula)
(https://veja.abril.com.br/economia/como-os-remedios-para-emagrecim
ento-estao-gerando-fortuna-as-farmaceuticas)
De acordo com as regras de regência nominal, se substituirmos a palavra "farmacêuticas", pelos vocábulos abaixo, só não poderá haver crase antes de:
..........medalha entregue..........atleta de ginástica rítmica foi conquistada..........custa de muito esforço e dedicação..........modalidade esportiva..........qual se dedica desde..........infância.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
.........gratidão é como um músculo que precisa ser
exercitado através do nosso olhar. É preciso começar..........perceber..........pequenas coisas que nos
fazem felizes.
..........gratidão está ligada..........maior liberação de
oxitocina, o hormônio do bem-estar,.......... melhora
na qualidade de sono e..........aprimoramento das
capacidades cognitivas.Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Julgue o item seguinte, relativo a aspectos linguísticos do texto CB4A1-I.
Seria correto o emprego do sinal indicativo de crase no
vocábulo “a” em “a atender” (último período do texto).