Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio
Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.
Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.
Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.
Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.
O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.
Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.
Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.
Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.
Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado
O retorno desses fones também "se relaciona" a uma tendência cultural mais ampla.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à colocação pronominal na forma verbal destacada.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio
Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.
Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.
Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.
Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.
O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.
Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.
Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.
Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.
Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado
A relação entre sociedade e tecnologia envolve mudanças contínuas nos hábitos de uso e nas formas de atribuir valor a determinados objetos do cotidiano. Inovações tecnológicas muitas vezes são apresentadas como inevitáveis, mas os usuários podem reinterpretar essas mudanças ao longo do tempo.
De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio
Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.
Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.
Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.
Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.
O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.
Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.
Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.
Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.
Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado
Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram "interesse crescente" por dispositivos considerados mais simples ou analógicos.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à função sintática do termo destacado.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio
Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.
Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.
Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.
Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.
O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.
Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.
Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.
Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.
Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado
Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida "que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica".
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação sintática da oração destacada.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio
Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.
Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.
Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.
Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.
O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.
Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.
Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.
Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.
Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado
Muitos celulares não "possuem" mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à regência verbal do verbo destacado.
Leia a tirinha a seguir para responder à questão

Disponível em:https://br.pinterest.com/ricky9d/tirinhas-emportugu%C3%AAs-de-calvin-hobbes/ Acesso em 06 mar. 2023.
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Leia a tirinha a seguir para responder à questão

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Leia o texto a seguir para responder à questão

Fonte: https://www.dicio.com.br/meme/ Acesso em 06 mar 2026
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Fonte: https://www.dicio.com.br/meme/ Acesso em 06 mar 2026
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Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.