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Assinale a afirmativa correta sobre o fragmento, retirado do texto.
A palavra em destaque atribui ao segmento uma ideia de:
No seguinte trecho “Tu és a chuva e eu sou a terra [...]” predomina a figura, denominada:
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE AS QUESTÕES DE 01 A 10.
Julgue as afirmações abaixo com base nas noções de níveis de língua e funções da linguagem.
I. Há desvio quanto ao padrão culto em “Até se pode dizer...” (linha 19).
II. No quinto parágrafo do texto (linhas 19-21), predomina a função metalinguística.
III. O verbo “começara” (linha 2) poderia ser substituído, sem prejuízo para o sentido e a correção gramatical, por “havia começado”.
IV. No primeiro parágrafo do texto (linhas 1-5), o autor transmite uma informação com base em dados e fatos históricos, sem tecer avaliações subjetivas. Por isso, pode-se afirmar que, nesse parágrafo, predomina a função referencial.
Está correto o que se afirma em
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Haverá alteração de sentido se substituirmos
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Avalie as afirmações com base nas noções de coerência e coesão.
I. “Mas também” (linha 28) introduz uma justificativa.
II. “Dela” (linha 20) retoma “noite de primavera” (linha 19).
III. O pronome “ela” (linha 29) refere-se à “arte nova” (linha 29).
IV. Com o termo “o vexame” (linha 26), o autor refere-se ao “comportamento daquela plateia em 1913” (linhas 25-26).
V. As palavras “vaias” (linha 9), “invasão” (linha 9), “linchamento” (linha 10) pertencem ao mesmo campo semântico, garantindo a manutenção do sentido textual.
Está correto o que se afirma em
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A ideia de “acontecimento próximo, que está a ponto de acontecer” não aparece em
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A expressão “num ‘crescendo’” (linha 7) significa
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A informação que vem logo após os dois-pontos (linha 7)
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A tese defendida pelo autor não está expressa em
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Segundo Luis Fernando Verissimo, hoje, no domínio da arte,
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Da leitura do texto, depreende-se que o autor considera a rejeição a “Ritos da primavera”
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A revolta da plateia no teatro dos Champs-Élysées em Paris ilustra o(a)
Durante milênios convivemos com a convicção de que não haveria limites para a atividade humana, seja quanto ao uso de recursos e serviços naturais, seja de energia, de praticamente tudo. O tempo encarregou-se de mostrar o contrário – com os limites na área dos recursos hídricos acentuados pelo crescimento da população; com o uso de combustíveis fósseis detonando a questão das mudanças do clima; com a insustentabilidade dos atuais padrões de produção e consumo, além da capacidade de reposição do planeta. Agora, mais alguns limites se esboçam no horizonte para a fabricação e uso de computadores, por causa do consumo de energia; da emissão de gases em razão do seu uso; da sobrecarga em vários tipos de utilização, que ameaça até com um “apagão planetário”; e da geração de lixo tecnológico.
Estudo recente do pesquisador Jonathan Kooney, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, mostrou que o consumo de energia pelos computadores no mundo todo mais do que dobrou entre 2000 e 2005; passou de 29 bilhões de kilowatts-hora (kWh) para 61 bilhões de kWh; nos EUA, subiu de 12,5 bilhões de kWh para 24 bilhões de kWh. Outro estudo, do Global Action Plan, situa as emissões de gases poluentes geradas pelas tecnologias de informação e comunicação no mesmo nível das emissões feitas pelo transporte aéreo no mundo, 2% do total.
São números que começam a preocupar a própria indústria de produção de equipamentos nessas áreas. Uma semana depois da divulgação do último relatório, as principais produtoras desses equipamentos no mundo criaram um sistema conjunto para aumentar a eficiência de hardwares e softwares. Pensam em novas formas de suprimento de energia, talvez a solar, em substituição do tipo de corrente nos centros armazenadores de informações e em disseminar informações que advirtam sobre os problemas de estocagem ilimitada de informações, imagens ou som. A IBM, uma das maiores interessadas na questão, está investindo US$ 1 bilhão no projeto Big Green, segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia. (...)
Em vários pontos do mundo, especialistas começam a perguntar se também haverá um limite de utilização para a Internet, se poderá haver um “apagão” geral no mundo por causa da sobrecarga. (...)
E ainda há o problema do lixo tecnológico (peças e pedaços de computadores, pilhas, baterias), já tão grave que a própria ONU criou para ele um programa denominado Solving the E-waste Program (SEP), com diretrizes mundiais que apontam caminhos para ampliar a vida dos componentes e promover a reciclagem. No Brasil, para pilhas e baterias já existe uma Resolução (nº 257) do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina a entrega de pilhas e baterias que contenham cádmio, chumbo, mercúrio e seus compostos, bem como produtos eletroeletrônicos que as incluam, aos estabelecimentos que os comercializem ou à rede de assistência técnica das respectivas indústrias, para que repassem aos fabricantes ou importadores, que deverão reutilizá-los, reciclá-los ou lhes dar destinação final adequada.
Mas o cumprimento ainda é escasso, mesmo com o crescimento acelerado da produção de lixo tecnológico.
(Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 15 fev. 2008. Com adaptações)
A partir da argumentação construída pelo autor, caracteriza-se como tese defendida no texto a

