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Leia o texto.
O Orgulho e a Vaidade
O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso
próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou
errada) da evidência do nosso próprio mérito para os
outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso,
pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso
sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência
do nosso mérito para os outros, sem a consciência
do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse
racional, não haveria explicação alguma. Contudo,
o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais
tarde uma interior; a noção de efeito precede, na
evolução da mente, a noção de causa interior desse
mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por
aquilo que não é, a ser tido em menor conta por
aquilo que é. É a vaidade em ação.
Fernando Pessoa, in “Da Literatura Europeia”
Leia o texto.
O Orgulho e a Vaidade
O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso
próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou
errada) da evidência do nosso próprio mérito para os
outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso,
pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso
sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência
do nosso mérito para os outros, sem a consciência
do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse
racional, não haveria explicação alguma. Contudo,
o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais
tarde uma interior; a noção de efeito precede, na
evolução da mente, a noção de causa interior desse
mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por
aquilo que não é, a ser tido em menor conta por
aquilo que é. É a vaidade em ação.
Fernando Pessoa, in “Da Literatura Europeia”
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) Na frase “não haveria explicação alguma”, se a palavra explicação fosse pluralizada, o verbo também deveria ser, pois este deve concordar com a palavra que o completa.
( ) No período sublinhado no texto, a preposição “a” poderia ser trocada pela expressão “do que” sem ferir a norma culta.
( ) Na frase “É a vaidade em ação.”, a palavra sublinhada é substantivo abstrato.
( ) A palavra “orgulho” é substantivo comum, mas a palavra “orgulhoso” é adjetivo.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Leia o texto.
O Orgulho e a Vaidade
O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso
próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou
errada) da evidência do nosso próprio mérito para os
outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso,
pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso
sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência
do nosso mérito para os outros, sem a consciência
do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse
racional, não haveria explicação alguma. Contudo,
o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais
tarde uma interior; a noção de efeito precede, na
evolução da mente, a noção de causa interior desse
mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por
aquilo que não é, a ser tido em menor conta por
aquilo que é. É a vaidade em ação.
Fernando Pessoa, in “Da Literatura Europeia”
Considere a frase retirada do texto:
“Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior”.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação que ela estabelece com o período anterior.
Leia o texto.
O Orgulho e a Vaidade
O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso
próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou
errada) da evidência do nosso próprio mérito para os
outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso,
pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso
sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência
do nosso mérito para os outros, sem a consciência
do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse
racional, não haveria explicação alguma. Contudo,
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mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por
aquilo que não é, a ser tido em menor conta por
aquilo que é. É a vaidade em ação.
Fernando Pessoa, in “Da Literatura Europeia”
Analise as afirmativas abaixo, considerando-se o texto.
1. A natureza do homem não é racional.
2. O texto se vale da linguagem figurada.
3. Vivemos primeiramente uma vida de aparências.
4. A consciência da evidência do nosso próprio mérito para os outros se chama vaidade.
5. Ao homem, não é possível ser orgulhoso e vaidoso concomitantemente.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Rodrigo Lara Mesquita
(https://pt.scribd.com/document/247868/A-Economia-na-era-das-redes3).

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SALES, Herberto. O automóvel. In: Os melhores contos de Herberto Sales.
Seleção de Judith Grossmann. 2. ed. São Paulo: Global, 1999. p. 23.

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Seleção de Judith Grossmann. 2. ed. São Paulo: Global, 1999. p. 23.

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Seleção de Judith Grossmann. 2. ed. São Paulo: Global, 1999. p. 23.

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Seleção de Judith Grossmann. 2. ed. São Paulo: Global, 1999. p. 23.

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"Era um sonho bonito, mas a realidade era bem diferente" (L.9/10)
Em relação ao texto como um todo, o fragmento em destaque
I. avalia e distancia duas ideias.
II. sugere que a personagem Raul tem ideia fixa.
III. revela um momento de frustração da personagem.
IV. põe em destaque a fragilidade do desejo e a dureza da realidade.
V. evidencia, em relação ao contexto anterior, o início de uma nova perspectiva de vida.
A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é

SALES, Herberto. O automóvel. In: Os melhores contos de Herberto Sales.
Seleção de Judith Grossmann. 2. ed. São Paulo: Global, 1999. p. 23.

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Seleção de Judith Grossmann. 2. ed. São Paulo: Global, 1999. p. 23.