Questões de Concurso
Sobre português para psicólogo
Foram encontradas 13.209 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
Coluna 1
1. Respeitado.
2. Porém.
3. Desejo.
4. Permanecer.
Coluna 2
( ) Palavra que tem valor adversativo e marca contraste argumentativo.
( ) Forma verbal no infinitivo que indica ação não flexionada no tempo.
( ) Substantivo abstrato relacionado à esfera da vontade do sujeito.
( ) Forma verbal no particípio, empregada na construção da voz passiva analítica.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
“No dia seguinte – o domingo, 8 de dezembro –, Trevisan passou a maior parte do dia dormindo, ainda mais abatido”.
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O texto enquadra-se no gênero jornalístico narrativo, pois relata acontecimentos reais situados no tempo e no espaço, com função predominante de informar.
II. A presença de discurso direto caracteriza o gênero do texto como literário pela inserção da subjetividade do enunciador.
III. A organização do texto combina sequência narrativa e expositiva, característica recorrente do gênero jornalístico, sem que isso implique mudança de gênero.
Quais estão corretas?
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
“Trevisan [...] perguntou: ‘Estou desaparecendo?’. Foram suas últimas palavras, segundo a agente”.
Os últimos dias de Dalton Trevisan
Por Felippe Aníbal

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –
texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O nome “Angélica” não corresponde ao nome real do filho de Zuzu Angel, funcionando como uma construção poética que universaliza a experiência do luto materno;
II. O título remete a elementos simbólicos ligados à pureza e à inocência, reforçando a dimensão angelical e intensificando a carga emocional da narrativa lírica;
III. A escolha do nome “Angélica” permite ao eu lírico construir um distanciamento entre a realidade factual e a expressão artística do luto, ampliando a dimensão metafórica da obra;
IV. O título indica que a música se restringe à esfera da ficção, desvinculando-se da experiência concreta de Zuzu Angel;
V. A função do título é exclusivamente sonora e estética, não apresentando implicações interpretativas ou simbólicas.
Assinale a alternativa correta.
1. O eu lírico é uma mãe que perdeu o filho. Ela se expressa diretamente, mostrando sentimentos de dor, saudade e impotência. A repetição de perguntas como “Quem é essa mulher” revela um olhar introspectivo e emocional, típico de alguém enlutado que tenta dar sentido à própria dor;
2. O luto se manifesta em várias formas, pode ser como a saudade e ausência física do filho: “Só queria embalar meu filho que mora na escuridão do mar” indica que o filho não está mais presente, sugerindo morte ou desaparecimento. Também pode ser com o desejo de cuidado e proteção: “Só queria agasalhar meu anjo e deixar seu corpo descansar” mostra que o eu lírico ainda quer cuidar do filho, mesmo sabendo que não pode mais, evidenciando a impossibilidade da perda;
3. Há uma linguagem poética e simbólica, usando metáforas e símbolos: “escuridão do mar” representa a morte ou o desaparecimento, um espaço de sofrimento e ausência. “dobrar um sino” sugere uma comunicação simbólica, quase ritualística, ligando dor e memória.
A alternativa correta é:
I. “Entre suas peças mais simbólicas, havia vestidos com tecidos vermelhos que evocavam sangue e formas que lembravam feridas, representando a dor e a violência.”
II. “Zuzu Angel transformou completamente sua carreira, saindo de trás das máquinas de costura e indo para a luta contra a ditadura.”
Com base nos trechos acima, assinale a alternativa correta.
1. Com o passar dos anos, Zuzu tornou-se figura central na cultura brasileira.
2. Dessa forma, a moda tornou-se uma linguagem de protesto que transcende fronteiras e questionava as relações de poder e violação de direitos no Brasil.
3. No encerramento do desfile, Zuzu Angel usou um vestido longo preto com manto cobrindo a cabeça, cinto com cem crucifixos e um pingente de anjo, um manifesto silencioso, mas eloquente, sobre o luto transformado em resistência.
4. Mas na madrugada de 14 de abril de 1976, a estilista morreu em um acidente no Túnel Dois Irmãos, na Estrada da Gávea, no Rio de Janeiro — hoje chamado Túnel Zuzu Angel.
5. Estude a trajetória de Zuzu Angel e reflita sobre como a moda pode ser usada como forma de denúncia e resistência.
I. Zuzu Angel restringiu sua denúncia política ao cenário nacional, evitando envolver a comunidade internacional em sua causa.
II. O uso de símbolos religiosos em seus desfiles reforça a ideia de sacrifício e sofrimento como parte de uma luta coletiva contra a repressão.
III. O desfile no consulado brasileiro em Nova York, em 1971, foi marcado pelo choque causado à elite internacional ao revelar, pela moda, as atrocidades do regime brasileiro.
IV. A estética da moda de Zuzu permaneceu sempre desvinculada de questões políticas, mantendo-se apenas no campo da criação artística.
V. A incorporação de cores, símbolos e recursos cênicos demonstra que cada desfile funcionava como um ato político e performático de resistência.
Assinale a alternativa correta.
I. Zuzu Angel utilizou sua visibilidade internacional na moda para denunciar a violência do regime militar brasileiro.
II. As coleções de protesto criadas por Zuzu destacavam símbolos de repressão e violência, transformando a moda em instrumento de resistência política.
III. Apesar de sua dor, Zuzu optou por não envolver autoridades estrangeiras em sua luta, mantendo o protesto em seu país de origem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. Zuzu Angel nasceu em Minas Gerais, cresceu no Rio de Janeiro e aprendeu costura por conta própria;
II. Sua carreira internacional começou quando foi convidada a trabalhar em ateliês de Nova York, onde apresentou desfiles antes de qualquer reconhecimento no Brasil;
III. A morte de seu filho Stuart levou Zuzu a transformar sua atuação na moda em uma luta política contra a ditadura.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. Cresceu no Rio de Janeiro e desenvolveu seu talento em costura de forma autodidata; II. Durante sua trajetória na moda, a originalidade de suas peças; III. que transcende fronteiras e questionava as relações de poder.
As palavras destacadas significam, respectivamente:
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Ao longo do poema, o autor explora a fusão entre corpo, espaço e imaginação, criando uma experiência estética marcada pela sinestesia e pelo simbolismo. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A alcova é apresentada como um espaço simbólico em que sensações físicas e estados psíquicos se confundem, dissolvendo os limites entre sujeito e ambiente.
II. O uso recorrente de termos ligados ao torpor, à lentidão e à imobilidade sugere negação do desejo e recusa da experiência sensorial.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
