Questões de Concurso
Sobre português para psicólogo
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Leia e observe os advérbios destacados.
O político falou pouco.
O político é bastante instável.
O político desempenhou muito bem seu papel.
As palavras pouco, bastante e muito são advérbios que indicam circunstância de:
Na frase: O jovem quebrou o braço da cadeira, qual a figura de linguagem está presente
Assinale a alternativa incorreta
Marque em qual das alternativas a partícula “se” foi usada incorretamente.
Brasil
Não me convidaram pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer
Não me ofereceram nenhum cigarro
Fiquei na porta estacionando os carros
Não me elegeram chefe de nada
O meu cartão de crédito é uma navalha
Brasil, mostra a tua cara
Quero ver quem paga pra gente ficar assim
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
Não me convidaram pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
Apagar sem ver toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer
Não me elegeram a garota do fantástico
Não me subornaram, será que é meu fim
Ver tv a cores na taba de um índio
Programada pra só dizer sim
Brasil mostra tua cara
Quero ver quem paga pra agente ficar assim
Brasil qual e teu negócio
O nome do teu sócio confie em mim.
Grande pátria desimportante
Em nenhum instante eu vou te trair
Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga
Pra gente ficar assim.
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga
Pra gente ficar assim.
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
O meu Brasil!
Compositores: Agenor De Miranda Araújo Neto / George Alberto H. Israel / Nilo Romero
Subjetivamente, mandar o Brasil mostrar a sua cara significa que
Brasil
Não me convidaram pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer
Não me ofereceram nenhum cigarro
Fiquei na porta estacionando os carros
Não me elegeram chefe de nada
O meu cartão de crédito é uma navalha
Brasil, mostra a tua cara
Quero ver quem paga pra gente ficar assim
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
Não me convidaram pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
Apagar sem ver toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer
Não me elegeram a garota do fantástico
Não me subornaram, será que é meu fim
Ver tv a cores na taba de um índio
Programada pra só dizer sim
Brasil mostra tua cara
Quero ver quem paga pra agente ficar assim
Brasil qual e teu negócio
O nome do teu sócio confie em mim.
Grande pátria desimportante
Em nenhum instante eu vou te trair
Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga
Pra gente ficar assim.
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga
Pra gente ficar assim.
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
O meu Brasil!
Compositores: Agenor De Miranda Araújo Neto / George Alberto H. Israel / Nilo Romero
O meu cartão de crédito é uma navalha pode ser interpretado:
I-O uso de cartão de credito poderá levar ao endividamento financeiro devido a carga tributária cobrada.
II-O eu lírico rouba para sobreviver.
III- O eu lírico não sabe usar o cartão de crédito.
Está correto:
Brasil
Não me convidaram pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
A pagar sem ver toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer
Não me ofereceram nenhum cigarro
Fiquei na porta estacionando os carros
Não me elegeram chefe de nada
O meu cartão de crédito é uma navalha
Brasil, mostra a tua cara
Quero ver quem paga pra gente ficar assim
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
Não me convidaram pra essa festa pobre
Que os homens armaram pra me convencer
Apagar sem ver toda essa droga
Que já vem malhada antes de eu nascer
Não me elegeram a garota do fantástico
Não me subornaram, será que é meu fim
Ver tv a cores na taba de um índio
Programada pra só dizer sim
Brasil mostra tua cara
Quero ver quem paga pra agente ficar assim
Brasil qual e teu negócio
O nome do teu sócio confie em mim.
Grande pátria desimportante
Em nenhum instante eu vou te trair
Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga
Pra gente ficar assim.
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
Brasil mostra a tua cara quero ver quem paga
Pra gente ficar assim.
Brasil, qual é teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim
O meu Brasil!
Compositores: Agenor De Miranda Araújo Neto / George Alberto H. Israel / Nilo Romero
Assinale a alternativa incorreta:
As questões de 07 a 10 dizem respeito ao Texto 03. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
ENCONTRANDO O TOM
1------Encontro um amigo, pianista consagrado, e
conto que estou começando um livro, mas como
sempre no inicio de um novo trabalho, ainda
estou buscando "o tom certo"
5------Ele acha graça, então escritor procura o tom?
Rimos porque acabamos descobrindo que os
dois buscamos a mesma coisa: encontrar o nosso
tom. O da nossa linguagem, da nossa arte, e -
isso vale para qualquer pessoa - o tom da nossa
10--vida. Em que tom a queremos viver? ( Não
perguntei como somos condenados a viver ) (...)
Nosso tom será o de suspeita e desconfiança
ou serão varandas abrindo para a paisagem além
de qualquer limite?
15------Parte disso depende de nós (...)
Sento-me aqui no computado e penso no tom
deste livro, que preciso encontrar. Eu o sinto,
neste momento inicial, um murmurar para o leitor.
"Vem refletir comigo, vem me ajudar a indagar"
Lya Luft, Perdas e ganhos(2013)
Uma Oração, em termos gramaticais, se estrutura em torno do verbo ou locução verbal. Posto isto, há no trecho que segue (linhas 08, 09 e 10):
“O da nossa linguagem, da nossa arte, e – isso vale para qualquer pessoa – o tom da nossa vida”.
As questões de 07 a 10 dizem respeito ao Texto 03. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
ENCONTRANDO O TOM
1------Encontro um amigo, pianista consagrado, e
conto que estou começando um livro, mas como
sempre no inicio de um novo trabalho, ainda
estou buscando "o tom certo"
5------Ele acha graça, então escritor procura o tom?
Rimos porque acabamos descobrindo que os
dois buscamos a mesma coisa: encontrar o nosso
tom. O da nossa linguagem, da nossa arte, e -
isso vale para qualquer pessoa - o tom da nossa
10--vida. Em que tom a queremos viver? ( Não
perguntei como somos condenados a viver ) (...)
Nosso tom será o de suspeita e desconfiança
ou serão varandas abrindo para a paisagem além
de qualquer limite?
15------Parte disso depende de nós (...)
Sento-me aqui no computado e penso no tom
deste livro, que preciso encontrar. Eu o sinto,
neste momento inicial, um murmurar para o leitor.
"Vem refletir comigo, vem me ajudar a indagar"
Lya Luft, Perdas e ganhos(2013)
Os verbos “encontrando” e “viver” estão, respectivamente, nas formas nominais
As questões de 07 a 10 dizem respeito ao Texto 03. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
ENCONTRANDO O TOM
1------Encontro um amigo, pianista consagrado, e
conto que estou começando um livro, mas como
sempre no inicio de um novo trabalho, ainda
estou buscando "o tom certo"
5------Ele acha graça, então escritor procura o tom?
Rimos porque acabamos descobrindo que os
dois buscamos a mesma coisa: encontrar o nosso
tom. O da nossa linguagem, da nossa arte, e -
isso vale para qualquer pessoa - o tom da nossa
10--vida. Em que tom a queremos viver? ( Não
perguntei como somos condenados a viver ) (...)
Nosso tom será o de suspeita e desconfiança
ou serão varandas abrindo para a paisagem além
de qualquer limite?
15------Parte disso depende de nós (...)
Sento-me aqui no computado e penso no tom
deste livro, que preciso encontrar. Eu o sinto,
neste momento inicial, um murmurar para o leitor.
"Vem refletir comigo, vem me ajudar a indagar"
Lya Luft, Perdas e ganhos(2013)
“Parte disso depende de nós” (linha 15). Na frase em destaque
As questões de 07 a 10 dizem respeito ao Texto 03. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
ENCONTRANDO O TOM
1------Encontro um amigo, pianista consagrado, e
conto que estou começando um livro, mas como
sempre no inicio de um novo trabalho, ainda
estou buscando "o tom certo"
5------Ele acha graça, então escritor procura o tom?
Rimos porque acabamos descobrindo que os
dois buscamos a mesma coisa: encontrar o nosso
tom. O da nossa linguagem, da nossa arte, e -
isso vale para qualquer pessoa - o tom da nossa
10--vida. Em que tom a queremos viver? ( Não
perguntei como somos condenados a viver ) (...)
Nosso tom será o de suspeita e desconfiança
ou serão varandas abrindo para a paisagem além
de qualquer limite?
15------Parte disso depende de nós (...)
Sento-me aqui no computado e penso no tom
deste livro, que preciso encontrar. Eu o sinto,
neste momento inicial, um murmurar para o leitor.
"Vem refletir comigo, vem me ajudar a indagar"
Lya Luft, Perdas e ganhos(2013)
A escritora afirma, no texto, que seu amigo, um pianista famoso, acha graça quando ela usa a palavra “tom”, porque:
A famosa Carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, foi dirigida a D. Manuel em 1500 e relata, entre outros acontecimentos, o descobrimento do Brasil. Leia com atenção um trecho da Carta, que descreve o momento em que portugueses e índios se encontram pela primeira vez, e responda as questões 04, 05 e 06 na sequência:
..
TEXTO 02
.
CARTA
..
1-------O Capitão, quando eles vieram, estava sentado
em uma cadeira, bem vestido, com um colar de
ouro mui grande ao pescoço(..) Acenderam-se
tochas. Entraram. Mas não fizeram sinal de
5-cortesia, nem de falar ao Capitão nem a ninguém.
Porém um deles pôs olho no colar do Capitão, e
começou de acenar com a mão para a terra e
depois para o colar, como que nos dizendo que ali
havia ouro. Também olhou para um castiçal de
10-prata e assim mesmo acenava para a terra e
novamente para o castiçal como se lá também
houvesse prata.
Mostraram-lhes um papagaio pardo que o
Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e
15-acenaram para a terra, como quem diz que os
havia ali.
Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido,
confeitos, fartéis, mel e figos passados. Não
quiseram comer quase nada daquilo; e, se
20-alguma coisa provaram, logo a lançaram fora.
Trouxeram-lhes vinho numa taça; mal lhe
puseram a boca; não gostaram nada, nem
quiseram mais. Trouxeram-lhes a água em uma
albarrada. Não beberam. Mal a tomaram na
25-boca, que lavaram, e logo a lançaram fora.
..
CAMINHA P. V "Carta" in:MOISES M.A literaturabrasileira através dos textos. São Paulo Cultrix, 1995
..
GLOSSÁRIO:
Albarrada: jarro de louça, com asas, para água.
Farte (plural “farteis”): bolo de açúcar com amêndoas.
Os itens a seguir referem-se ao estilo de escrita de Caminha em relação à linguagem, ao vocabulário e às imagens descritas. Algumas afirmações são verdadeiras, outras não:
I- A linguagem de Caminha é subjetiva. A aventura do descobrimento foi algo tão espantoso que, no trecho, o sentimento pessoal do escrivão é explícito;
II- A linguagem de Caminha, no trecho, é objetiva, sem margens para emoções pessoais;
III- Há desvios da norma culta em “com um colar de ouro mui grande” (linhas 02 e 03), “não gostaram nada” (linha 22) e “começou de acenar” (linha 07), provavelmente por descuido de Caminha;
IV- Não há desvios da norma culta em “com um colar de ouro mui grande” (linhas 02 e 03), “não gostaram nada” (linha 22) e “começou de acenar” (linha 07), mas apenas estruturas antigas da língua portuguesa.
São falsas as afirmações nos itens:
A famosa Carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, foi dirigida a D. Manuel em 1500 e relata, entre outros acontecimentos, o descobrimento do Brasil. Leia com atenção um trecho da Carta, que descreve o momento em que portugueses e índios se encontram pela primeira vez, e responda as questões 04, 05 e 06 na sequência:
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TEXTO 02
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CARTA
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1-------O Capitão, quando eles vieram, estava sentado
em uma cadeira, bem vestido, com um colar de
ouro mui grande ao pescoço(..) Acenderam-se
tochas. Entraram. Mas não fizeram sinal de
5-cortesia, nem de falar ao Capitão nem a ninguém.
Porém um deles pôs olho no colar do Capitão, e
começou de acenar com a mão para a terra e
depois para o colar, como que nos dizendo que ali
havia ouro. Também olhou para um castiçal de
10-prata e assim mesmo acenava para a terra e
novamente para o castiçal como se lá também
houvesse prata.
Mostraram-lhes um papagaio pardo que o
Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e
15-acenaram para a terra, como quem diz que os
havia ali.
Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido,
confeitos, fartéis, mel e figos passados. Não
quiseram comer quase nada daquilo; e, se
20-alguma coisa provaram, logo a lançaram fora.
Trouxeram-lhes vinho numa taça; mal lhe
puseram a boca; não gostaram nada, nem
quiseram mais. Trouxeram-lhes a água em uma
albarrada. Não beberam. Mal a tomaram na
25-boca, que lavaram, e logo a lançaram fora.
..
CAMINHA P. V "Carta" in:MOISES M.A literaturabrasileira através dos textos. São Paulo Cultrix, 1995
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GLOSSÁRIO:
Albarrada: jarro de louça, com asas, para água.
Farte (plural “farteis”): bolo de açúcar com amêndoas.
As palavras “albarrada” (linha 19) e “fartéis” (linha 18) aparecem em destaque, no Texto 01, e têm suas respectivas definições no glossário oferecido logo em seguida. São palavras antigas, raramente usadas hoje em dia. Refaça a leitura das definições dos vocábulos no glossário e escolha a alternativa que as analisa de modo CORRETO em termos linguísticos e/ou gramaticais:
A famosa Carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, foi dirigida a D. Manuel em 1500 e relata, entre outros acontecimentos, o descobrimento do Brasil. Leia com atenção um trecho da Carta, que descreve o momento em que portugueses e índios se encontram pela primeira vez, e responda as questões 04, 05 e 06 na sequência:
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TEXTO 02
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CARTA
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1-------O Capitão, quando eles vieram, estava sentado
em uma cadeira, bem vestido, com um colar de
ouro mui grande ao pescoço(..) Acenderam-se
tochas. Entraram. Mas não fizeram sinal de
5-cortesia, nem de falar ao Capitão nem a ninguém.
Porém um deles pôs olho no colar do Capitão, e
começou de acenar com a mão para a terra e
depois para o colar, como que nos dizendo que ali
havia ouro. Também olhou para um castiçal de
10-prata e assim mesmo acenava para a terra e
novamente para o castiçal como se lá também
houvesse prata.
Mostraram-lhes um papagaio pardo que o
Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e
15-acenaram para a terra, como quem diz que os
havia ali.
Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido,
confeitos, fartéis, mel e figos passados. Não
quiseram comer quase nada daquilo; e, se
20-alguma coisa provaram, logo a lançaram fora.
Trouxeram-lhes vinho numa taça; mal lhe
puseram a boca; não gostaram nada, nem
quiseram mais. Trouxeram-lhes a água em uma
albarrada. Não beberam. Mal a tomaram na
25-boca, que lavaram, e logo a lançaram fora.
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CAMINHA P. V "Carta" in:MOISES M.A literaturabrasileira através dos textos. São Paulo Cultrix, 1995
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GLOSSÁRIO:
Albarrada: jarro de louça, com asas, para água.
Farte (plural “farteis”): bolo de açúcar com amêndoas.
Em relação ao comportamento dos índios, a única interpretação CORRETA está na alternativa:
Leia atentamente o poema de Cecília Meireles (1901-1964) para responder as questões de 01 a 03:
..
TEXTO 01
1-Homem vulgar! Homem de coração mesquinho!
2-Eu te quero ensinar a arte sublime de rir.
3-Dobra essa orelha grosseira, e escuta
4-o ritmo e o som da minha gargalhada:
.
5-Ah! Ah! Ah! Ah!
6-Ah! Ah! Ah! Ah!
.
7-Não vês?
.
8-É preciso jogar por escadas de mármores baixelas de ouro.
9-Rebentar colares, partir espelhos, quebrar cristais,
10-Vergar a lâmina das espadas e despedaçar estátuas,
11-destruir as lâmpadas, abater cúpulas,
12-e atirar para longe os pandeiros e as liras...
.
13-O riso magnífico é um trecho dessa música desvairada.
.
(Cecília Meireles, Viagem,1939)
Em um dos pares de palavras abaixo (todas retiradas do texto 01), a primeira palavra é um monossílabo tônico e a segunda uma proparoxítona. Escolha a alternativa que apresente este par característico:
Leia atentamente o poema de Cecília Meireles (1901-1964) para responder as questões de 01 a 03:
..
TEXTO 01
1-Homem vulgar! Homem de coração mesquinho!
2-Eu te quero ensinar a arte sublime de rir.
3-Dobra essa orelha grosseira, e escuta
4-o ritmo e o som da minha gargalhada:
.
5-Ah! Ah! Ah! Ah!
6-Ah! Ah! Ah! Ah!
.
7-Não vês?
.
8-É preciso jogar por escadas de mármores baixelas de ouro.
9-Rebentar colares, partir espelhos, quebrar cristais,
10-Vergar a lâmina das espadas e despedaçar estátuas,
11-destruir as lâmpadas, abater cúpulas,
12-e atirar para longe os pandeiros e as liras...
.
13-O riso magnífico é um trecho dessa música desvairada.
.
(Cecília Meireles, Viagem,1939)
Em relação à gargalhada que o eu-lírico expressa nos versos 05 e 06, gramaticalmente, ela é:
Leia atentamente o poema de Cecília Meireles (1901-1964) para responder as questões de 01 a 03:
..
TEXTO 01
1-Homem vulgar! Homem de coração mesquinho!
2-Eu te quero ensinar a arte sublime de rir.
3-Dobra essa orelha grosseira, e escuta
4-o ritmo e o som da minha gargalhada:
.
5-Ah! Ah! Ah! Ah!
6-Ah! Ah! Ah! Ah!
.
7-Não vês?
.
8-É preciso jogar por escadas de mármores baixelas de ouro.
9-Rebentar colares, partir espelhos, quebrar cristais,
10-Vergar a lâmina das espadas e despedaçar estátuas,
11-destruir as lâmpadas, abater cúpulas,
12-e atirar para longe os pandeiros e as liras...
.
13-O riso magnífico é um trecho dessa música desvairada.
.
(Cecília Meireles, Viagem,1939)
De acordo com o que o eu-lírico expressa no poema, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia a placa e assinale a alternativa correta:
Na placa, observa-se o emprego de uma regra de concordância nominal na construção “É proibido comer e beber nesta área”. Tal regra está sendo transgredida na seguinte opção:
Em “Paulo se acusava pelo mau andamento dos negócios na empresa”, a voz do verbo é:
Assinale a alternativa correta em relação à concordância: