Questões de Concurso
Sobre português para psicólogo
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Assinale a alternativa em que isso não tenha ocorrido.






O valor semântico do termo sublinhado no período acima é de




I. As condições extremas em que vivem os ratos-toupeiraspelados são derivadas das regiões quentes e tropicais do nordeste da África.
II. A expectativa de vida do rato-toupeira pelado é bastante superior à de outros membros roedores.
III. Numa estrutura hierárquica rígida, os ratos-toupeiraspelados, liderados por uma “rainha”, desempenham funções diferentes na colônia.
Assinale


No período acima, há
Como a Lua se formou? Cientistas mapeiam presença de hidrogênio na superfície lunar
Denis Pacheco
Embora ela esteja bem perto de nós e plenamente visível quase todas as noites, ainda são muitos os mistérios que cercam a Lua. Em especial, mistérios que envolvem o papel da água na origem do satélite natural da Terra.
Em um estudo publicado no Journal of Geophysical Research, pela primeira vez, pesquisadores do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, nos Estados Unidos, compilaram um mapa completo da presença de hidrogênio na superfície da Lua. O mapa identifica dois tipos de materiais lunares contendo o elemento e confirma ideias anteriores sobre a relação entre hidrogênio e água na Lua. Os achados sugerem que a água provavelmente desempenhou um papel importante na formação e solidificação original do oceano de magma da Lua.
De acordo com o professor Ricardo Trindade, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, os cientistas do laboratório utilizaram dados de nêutrons orbitais da Missão Lunar Prospector. A sonda, que foi implantada pela Nasa, em 1998, orbitou a Lua por um ano e meio e enviou de volta a primeira evidência direta de hidrogênio nos polos lunares, antes de impactar a superfície lunar. “
“O Lunar Prospector era um satélite com vários instrumentos, incluindo um espectrômetro de nêutrons que detecta a interação deles com o hidrogênio”, explica o especialista ao sintetizar que, por causa do detector, foi possível estimar a quantidade de hidrogênio na Lua.
“A variação da quantidade de hidrogênio lunar aumenta com relação à latitude, por isso, quanto mais próximo dos polos da Lua, maior a quantidade de hidrogênio. Inclusive, temos evidências de gelo nas calotas polares da Lua. Mas, o que esse mapa novo mostra é que, na porção central da Lua, ou seja, nas porções mais próximas do Equador, distante dos polos, existem duas regiões que têm valores de hidrogênio anomalamente elevados”, esclarece o geofísico.
O mapa confirmou hidrogênio em dois tipos de materiais lunares. A primeira confirmação surgiu no território lunar conhecido como Planalto de Aristarco, que abriga o maior depósito piroclástico da Lua. Esses depósitos são fragmentos de rochas em erupção de vulcões, corroborando observações anteriores de que o hidrogênio e/ou a água desempenharam um papel nos eventos magmáticos lunares. A segunda confirmação veio na forma de rochas do tipo KREEP, um acrônimo em inglês para rocha de lava lunar, que significa potássio (K), elementos de terras raras (REE) e fósforo (P). Ambos os locais remontam às origens do satélite.
“O grande interesse desse trabalho é que costumamos associar a quantidade de hidrogênio – ou voláteis em geral – na superfície da Lua como um efeito da vinda desse material a partir do vento solar. Como se esse material tivesse sido depositado sobre a superfície da Lua depois que ela se formou. No entanto, a existência dessa quantidade maior de hidrogênio nesses dois locais mostra que a água pode ter sido parte dos elementos que contribuíram para a formação da Lua, 4 bilhões de anos atrás”, revela o professor.
De acordo com os cientistas, descobertas como essa são importantes não apenas para entendermos o funcionamento e a origem do sistema solar, mas também para planejar futuras explorações humanas fora da Terra.
O professor reforça que, atualmente, a hipótese mais aceita é que a Lua tenha nascido da colisão de um corpo muito grande, praticamente do tamanho de Marte, com a Terra primitiva. No processo, uma parte do manto terrestre escapou, mas ficou aprisionada pela gravidade e formou nosso satélite. “Por isso, considerando essa hipótese, a formação da Lua não é exatamente como a formação da Terra ou de outros planetas do nosso sistema solar. Então, entender qual era a composição desse material que se descolou da Terra para formar a Lua é importante, assim como saber se havia água no processo”, finaliza.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/como-a-lua-se-formou-cientistas-mapeiam-presenca-dehidrogenio-na-superficie-lunar/. Acesso em 16/08/2022.
Como a Lua se formou? Cientistas mapeiam presença de hidrogênio na superfície lunar
Denis Pacheco
Embora ela esteja bem perto de nós e plenamente visível quase todas as noites, ainda são muitos os mistérios que cercam a Lua. Em especial, mistérios que envolvem o papel da água na origem do satélite natural da Terra.
Em um estudo publicado no Journal of Geophysical Research, pela primeira vez, pesquisadores do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, nos Estados Unidos, compilaram um mapa completo da presença de hidrogênio na superfície da Lua. O mapa identifica dois tipos de materiais lunares contendo o elemento e confirma ideias anteriores sobre a relação entre hidrogênio e água na Lua. Os achados sugerem que a água provavelmente desempenhou um papel importante na formação e solidificação original do oceano de magma da Lua.
De acordo com o professor Ricardo Trindade, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, os cientistas do laboratório utilizaram dados de nêutrons orbitais da Missão Lunar Prospector. A sonda, que foi implantada pela Nasa, em 1998, orbitou a Lua por um ano e meio e enviou de volta a primeira evidência direta de hidrogênio nos polos lunares, antes de impactar a superfície lunar. “
“O Lunar Prospector era um satélite com vários instrumentos, incluindo um espectrômetro de nêutrons que detecta a interação deles com o hidrogênio”, explica o especialista ao sintetizar que, por causa do detector, foi possível estimar a quantidade de hidrogênio na Lua.
“A variação da quantidade de hidrogênio lunar aumenta com relação à latitude, por isso, quanto mais próximo dos polos da Lua, maior a quantidade de hidrogênio. Inclusive, temos evidências de gelo nas calotas polares da Lua. Mas, o que esse mapa novo mostra é que, na porção central da Lua, ou seja, nas porções mais próximas do Equador, distante dos polos, existem duas regiões que têm valores de hidrogênio anomalamente elevados”, esclarece o geofísico.
O mapa confirmou hidrogênio em dois tipos de materiais lunares. A primeira confirmação surgiu no território lunar conhecido como Planalto de Aristarco, que abriga o maior depósito piroclástico da Lua. Esses depósitos são fragmentos de rochas em erupção de vulcões, corroborando observações anteriores de que o hidrogênio e/ou a água desempenharam um papel nos eventos magmáticos lunares. A segunda confirmação veio na forma de rochas do tipo KREEP, um acrônimo em inglês para rocha de lava lunar, que significa potássio (K), elementos de terras raras (REE) e fósforo (P). Ambos os locais remontam às origens do satélite.
“O grande interesse desse trabalho é que costumamos associar a quantidade de hidrogênio – ou voláteis em geral – na superfície da Lua como um efeito da vinda desse material a partir do vento solar. Como se esse material tivesse sido depositado sobre a superfície da Lua depois que ela se formou. No entanto, a existência dessa quantidade maior de hidrogênio nesses dois locais mostra que a água pode ter sido parte dos elementos que contribuíram para a formação da Lua, 4 bilhões de anos atrás”, revela o professor.
De acordo com os cientistas, descobertas como essa são importantes não apenas para entendermos o funcionamento e a origem do sistema solar, mas também para planejar futuras explorações humanas fora da Terra.
O professor reforça que, atualmente, a hipótese mais aceita é que a Lua tenha nascido da colisão de um corpo muito grande, praticamente do tamanho de Marte, com a Terra primitiva. No processo, uma parte do manto terrestre escapou, mas ficou aprisionada pela gravidade e formou nosso satélite. “Por isso, considerando essa hipótese, a formação da Lua não é exatamente como a formação da Terra ou de outros planetas do nosso sistema solar. Então, entender qual era a composição desse material que se descolou da Terra para formar a Lua é importante, assim como saber se havia água no processo”, finaliza.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/como-a-lua-se-formou-cientistas-mapeiam-presenca-dehidrogenio-na-superficie-lunar/. Acesso em 16/08/2022.
Como a Lua se formou? Cientistas mapeiam presença de hidrogênio na superfície lunar
Denis Pacheco
Embora ela esteja bem perto de nós e plenamente visível quase todas as noites, ainda são muitos os mistérios que cercam a Lua. Em especial, mistérios que envolvem o papel da água na origem do satélite natural da Terra.
Em um estudo publicado no Journal of Geophysical Research, pela primeira vez, pesquisadores do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, nos Estados Unidos, compilaram um mapa completo da presença de hidrogênio na superfície da Lua. O mapa identifica dois tipos de materiais lunares contendo o elemento e confirma ideias anteriores sobre a relação entre hidrogênio e água na Lua. Os achados sugerem que a água provavelmente desempenhou um papel importante na formação e solidificação original do oceano de magma da Lua.
De acordo com o professor Ricardo Trindade, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, os cientistas do laboratório utilizaram dados de nêutrons orbitais da Missão Lunar Prospector. A sonda, que foi implantada pela Nasa, em 1998, orbitou a Lua por um ano e meio e enviou de volta a primeira evidência direta de hidrogênio nos polos lunares, antes de impactar a superfície lunar. “
“O Lunar Prospector era um satélite com vários instrumentos, incluindo um espectrômetro de nêutrons que detecta a interação deles com o hidrogênio”, explica o especialista ao sintetizar que, por causa do detector, foi possível estimar a quantidade de hidrogênio na Lua.
“A variação da quantidade de hidrogênio lunar aumenta com relação à latitude, por isso, quanto mais próximo dos polos da Lua, maior a quantidade de hidrogênio. Inclusive, temos evidências de gelo nas calotas polares da Lua. Mas, o que esse mapa novo mostra é que, na porção central da Lua, ou seja, nas porções mais próximas do Equador, distante dos polos, existem duas regiões que têm valores de hidrogênio anomalamente elevados”, esclarece o geofísico.
O mapa confirmou hidrogênio em dois tipos de materiais lunares. A primeira confirmação surgiu no território lunar conhecido como Planalto de Aristarco, que abriga o maior depósito piroclástico da Lua. Esses depósitos são fragmentos de rochas em erupção de vulcões, corroborando observações anteriores de que o hidrogênio e/ou a água desempenharam um papel nos eventos magmáticos lunares. A segunda confirmação veio na forma de rochas do tipo KREEP, um acrônimo em inglês para rocha de lava lunar, que significa potássio (K), elementos de terras raras (REE) e fósforo (P). Ambos os locais remontam às origens do satélite.
“O grande interesse desse trabalho é que costumamos associar a quantidade de hidrogênio – ou voláteis em geral – na superfície da Lua como um efeito da vinda desse material a partir do vento solar. Como se esse material tivesse sido depositado sobre a superfície da Lua depois que ela se formou. No entanto, a existência dessa quantidade maior de hidrogênio nesses dois locais mostra que a água pode ter sido parte dos elementos que contribuíram para a formação da Lua, 4 bilhões de anos atrás”, revela o professor.
De acordo com os cientistas, descobertas como essa são importantes não apenas para entendermos o funcionamento e a origem do sistema solar, mas também para planejar futuras explorações humanas fora da Terra.
O professor reforça que, atualmente, a hipótese mais aceita é que a Lua tenha nascido da colisão de um corpo muito grande, praticamente do tamanho de Marte, com a Terra primitiva. No processo, uma parte do manto terrestre escapou, mas ficou aprisionada pela gravidade e formou nosso satélite. “Por isso, considerando essa hipótese, a formação da Lua não é exatamente como a formação da Terra ou de outros planetas do nosso sistema solar. Então, entender qual era a composição desse material que se descolou da Terra para formar a Lua é importante, assim como saber se havia água no processo”, finaliza.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/como-a-lua-se-formou-cientistas-mapeiam-presenca-dehidrogenio-na-superficie-lunar/. Acesso em 16/08/2022.
Como a Lua se formou? Cientistas mapeiam presença de hidrogênio na superfície lunar
Denis Pacheco
Embora ela esteja bem perto de nós e plenamente visível quase todas as noites, ainda são muitos os mistérios que cercam a Lua. Em especial, mistérios que envolvem o papel da água na origem do satélite natural da Terra.
Em um estudo publicado no Journal of Geophysical Research, pela primeira vez, pesquisadores do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, nos Estados Unidos, compilaram um mapa completo da presença de hidrogênio na superfície da Lua. O mapa identifica dois tipos de materiais lunares contendo o elemento e confirma ideias anteriores sobre a relação entre hidrogênio e água na Lua. Os achados sugerem que a água provavelmente desempenhou um papel importante na formação e solidificação original do oceano de magma da Lua.
De acordo com o professor Ricardo Trindade, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, os cientistas do laboratório utilizaram dados de nêutrons orbitais da Missão Lunar Prospector. A sonda, que foi implantada pela Nasa, em 1998, orbitou a Lua por um ano e meio e enviou de volta a primeira evidência direta de hidrogênio nos polos lunares, antes de impactar a superfície lunar. “
“O Lunar Prospector era um satélite com vários instrumentos, incluindo um espectrômetro de nêutrons que detecta a interação deles com o hidrogênio”, explica o especialista ao sintetizar que, por causa do detector, foi possível estimar a quantidade de hidrogênio na Lua.
“A variação da quantidade de hidrogênio lunar aumenta com relação à latitude, por isso, quanto mais próximo dos polos da Lua, maior a quantidade de hidrogênio. Inclusive, temos evidências de gelo nas calotas polares da Lua. Mas, o que esse mapa novo mostra é que, na porção central da Lua, ou seja, nas porções mais próximas do Equador, distante dos polos, existem duas regiões que têm valores de hidrogênio anomalamente elevados”, esclarece o geofísico.
O mapa confirmou hidrogênio em dois tipos de materiais lunares. A primeira confirmação surgiu no território lunar conhecido como Planalto de Aristarco, que abriga o maior depósito piroclástico da Lua. Esses depósitos são fragmentos de rochas em erupção de vulcões, corroborando observações anteriores de que o hidrogênio e/ou a água desempenharam um papel nos eventos magmáticos lunares. A segunda confirmação veio na forma de rochas do tipo KREEP, um acrônimo em inglês para rocha de lava lunar, que significa potássio (K), elementos de terras raras (REE) e fósforo (P). Ambos os locais remontam às origens do satélite.
“O grande interesse desse trabalho é que costumamos associar a quantidade de hidrogênio – ou voláteis em geral – na superfície da Lua como um efeito da vinda desse material a partir do vento solar. Como se esse material tivesse sido depositado sobre a superfície da Lua depois que ela se formou. No entanto, a existência dessa quantidade maior de hidrogênio nesses dois locais mostra que a água pode ter sido parte dos elementos que contribuíram para a formação da Lua, 4 bilhões de anos atrás”, revela o professor.
De acordo com os cientistas, descobertas como essa são importantes não apenas para entendermos o funcionamento e a origem do sistema solar, mas também para planejar futuras explorações humanas fora da Terra.
O professor reforça que, atualmente, a hipótese mais aceita é que a Lua tenha nascido da colisão de um corpo muito grande, praticamente do tamanho de Marte, com a Terra primitiva. No processo, uma parte do manto terrestre escapou, mas ficou aprisionada pela gravidade e formou nosso satélite. “Por isso, considerando essa hipótese, a formação da Lua não é exatamente como a formação da Terra ou de outros planetas do nosso sistema solar. Então, entender qual era a composição desse material que se descolou da Terra para formar a Lua é importante, assim como saber se havia água no processo”, finaliza.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/como-a-lua-se-formou-cientistas-mapeiam-presenca-dehidrogenio-na-superficie-lunar/. Acesso em 16/08/2022.
Assinalar a alternativa na qual todas as palavras encontram-se CORRETAMENTE acentuadas:
Considerando-se a oração “Embora seja algo extremamente complicado, ajudar as pessoas a se ajudarem é uma das práticas mais gratificantes da inteligência emocional.”, assinalar a alternativa em que a reescrita NÃO causa prejuízo semântico:
A palavra “cônscio”, presente no texto, é definida, segundo o dicionário de língua portuguesa, como “o que tem consciência ao agir”. Assinalar a alternativa que apresenta um antônimo da palavra citada:
O vocábulo “holístico” é considerado pertencente a qual classe de palavras na língua portuguesa?
Uma organização de trabalho é uma entidade holística, um sistema integrado que se baseia na interação dos indivíduos que dela fazem parte. O desempenho de cada um afeta toda a empresa. Por isso é tão importante para o sucesso da organização que os funcionários não apenas tenham o melhor desempenho possível, mas também ajudem os outros a fazer o mesmo.
No contexto da inteligência emocional, isso significa ajudar os demais a controlar as emoções, a se comunicar eficazmente, a solucionar seus problemas, resolver conflitos e permanecer motivados.
Usar a inteligência emocional no ambiente de trabalho é um processo que exige tempo e bastante prática. Temos que aprender certas técnicas; em muitos casos, precisaremos aprender a fazer de outro modo certas coisas que temos feito de determinada maneira há muitos anos (como lidar com a raiva, por exemplo). Precisamos estar cônscios das muitas atividades subconscientes, tais como comportamentos que possam comunicar uma impressão incorreta.
Não é preciso dizer que ajudar outra pessoa a agir e reagir de modo emocionalmente inteligente é ainda mais difícil, por diversas razões: você está lidando com uma pessoa a quem conhece menos do que a si mesmo; uma pessoa que pode não ter tido a oportunidade de aprender a usar a inteligência emocional. Além disso, há, nessa situação, uma dinâmica adicional: o relacionamento de vocês.
Embora seja algo extremamente complicado, ajudar as pessoas a se ajudarem é uma das práticas mais gratificantes da inteligência emocional: ajudar uma pessoa a aprender, crescer, ser mais produtiva e desenvolver um relacionamento baseado na confiança e na lealdade – duas qualidades essenciais no mundo profissional.
Em relação às palavras “agir” e “reagir”, presentes no quarto parágrafo do texto, é possível classificá-las como pertencentes a qual classe de palavras na língua portuguesa?
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Como é o desenvolvimento da autonomia e da criatividade no colégio?
- O desenvolvimento da autonomia e da criatividade da criança é um dos principais
- objetivos de uma instituição de ensino. Fazer com que haja um protagonismo no aluno em sala
- de aula é essencial no processo de aprendizagem. Com isso, torna-se fundamental desenvolver
- práticas de ensino com Metodologias Ativas. Tais metodologias atuam diretamente no
- desenvolvimento da autonomia e da criatividade na infância, o que, por sua vez, permite a
- construção de uma personalidade mais saudável, além de competências e habilidades
- essenciais para a criança.
- Afastando-se de uma metodologia de ensino ultrapassada, as instituições de ensino
- devem adotar uma aprendizagem que busque não apenas alfabetizar a criança como também
- colaborar para o seu desenvolvimento. E isso envolve um estímulo ___ construção da
- autonomia e da criatividade no colégio. Essa Educação Criativa envolve uma metodologia de
- ensino-aprendizagem que possibilita ___ instituições de ensino uma aproximação com o mundo
- real. Isto é, fora da escola, especialmente no mercado de trabalho, diversas habilidades e
- capacidades são valorizadas. E duas delas são justamente a autonomia e a criatividade.
- Existe a necessidade de se trazer ao ambiente escolar uma abordagem diferente,
- especialmente com o protagonismo do aluno, e uma dessas abordagens diz respeito às
- Metodologias Ativas. Mas o que são as Metodologias Ativas? Em resumo, o modelo busca trazer
- para o aluno um papel de protagonismo no seu próprio aprendizado. Isto é, por meio dele, é o
- estudante o maior responsável pelo seu desenvolvimento em sala de aula. Nesse sentido, o
- objetivo é incentivar que a absor...ão do conteúdo em sala se dê com mais autonomia e
- participação.
- Com a autonomia do aluno em seu próprio aprendizado, há também um maior estímulo
- ao seu desenvolvimento. Como destacamos acima, a construção da autonomia e da criatividade
- infantil permite a construção de uma personalidade mais saudável. Essa prática garante um
- maior desenvolvimento de habilidades socioemocionais, fundamentais para o aprendizado
- infantil. A conquista da autonomia como protagonismo do aluno no processo de aprendizado
- traz um estímulo para uma convivência saudável. Isto é, por meio do ensino-aprendizagem da
- autonomia, a criança pode entender melhor seu papel como parte de um todo que é a
- sociedade.
- Mas como a autonomia e a criatividade podem ser aplicadas em sala de aula? O que
- a proposta pedagógica pode trazer para fazer com que o aluno seja protagonista do seu
- aprendizado? É preciso entender que cada estudante tem seu tempo e ritmo de aprendizado.
- O ideal é fazer com que a metodologia de ensino estimule o seu desenvolvimento com base
- nesse ritmo, pre...ando por uma autonomia maior. Para potencializar esse modelo de ensino,
- é essencial a adoção de algumas práticas. Uma dessas práticas é a criação de um ambiente
- favorável para um aprendizado com base na autonomia e na criatividade do aluno. Com um
- espaço adequado, é possível criar um ambiente em que a exploração e a construção do
- conhecimento aconteçam de forma mais fácil.
- Especialmente na fase da Educação Infantil, o aprendizado acontece com uma interação
- do aluno com o ambiente, e valorizar esse ambiente é uma das melhores formas de aplicar as
- Metodologias Ativas, proporcionando liberdade para a autonomia das crianças. Outra forma de
- auxílio no desenvolvimento do estudante com autonomia e criatividade é oferecer uma maior
- liberdade de aprendizado. A escola, como um todo, é um espaço de aprendizagem constante,
- mas para que isso se concreti...e, esse espaço deve criar um clima de incentivo para a busca
- pelo conhecimento. A segurança oferecida para que o aluno tenha liberdade de aprender é uma
- das melhores formas de estimular a sua autonomia. O ambiente escolar tem a capacidade de
- ser um espaço que traz ___ tona impulsos como a curiosidade, a criatividade e a vontade de
- aprender.
(Disponível em: https://sigmadf.com.br/como-e-o-desenvolvimento-da-autonomia-e-da-criatividade-nocolegio – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica palavra ou expressão que poderia substituir corretamente “em que”, na linha 37, sem causar incorreções ao período.
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Como é o desenvolvimento da autonomia e da criatividade no colégio?
- O desenvolvimento da autonomia e da criatividade da criança é um dos principais
- objetivos de uma instituição de ensino. Fazer com que haja um protagonismo no aluno em sala
- de aula é essencial no processo de aprendizagem. Com isso, torna-se fundamental desenvolver
- práticas de ensino com Metodologias Ativas. Tais metodologias atuam diretamente no
- desenvolvimento da autonomia e da criatividade na infância, o que, por sua vez, permite a
- construção de uma personalidade mais saudável, além de competências e habilidades
- essenciais para a criança.
- Afastando-se de uma metodologia de ensino ultrapassada, as instituições de ensino
- devem adotar uma aprendizagem que busque não apenas alfabetizar a criança como também
- colaborar para o seu desenvolvimento. E isso envolve um estímulo ___ construção da
- autonomia e da criatividade no colégio. Essa Educação Criativa envolve uma metodologia de
- ensino-aprendizagem que possibilita ___ instituições de ensino uma aproximação com o mundo
- real. Isto é, fora da escola, especialmente no mercado de trabalho, diversas habilidades e
- capacidades são valorizadas. E duas delas são justamente a autonomia e a criatividade.
- Existe a necessidade de se trazer ao ambiente escolar uma abordagem diferente,
- especialmente com o protagonismo do aluno, e uma dessas abordagens diz respeito às
- Metodologias Ativas. Mas o que são as Metodologias Ativas? Em resumo, o modelo busca trazer
- para o aluno um papel de protagonismo no seu próprio aprendizado. Isto é, por meio dele, é o
- estudante o maior responsável pelo seu desenvolvimento em sala de aula. Nesse sentido, o
- objetivo é incentivar que a absor...ão do conteúdo em sala se dê com mais autonomia e
- participação.
- Com a autonomia do aluno em seu próprio aprendizado, há também um maior estímulo
- ao seu desenvolvimento. Como destacamos acima, a construção da autonomia e da criatividade
- infantil permite a construção de uma personalidade mais saudável. Essa prática garante um
- maior desenvolvimento de habilidades socioemocionais, fundamentais para o aprendizado
- infantil. A conquista da autonomia como protagonismo do aluno no processo de aprendizado
- traz um estímulo para uma convivência saudável. Isto é, por meio do ensino-aprendizagem da
- autonomia, a criança pode entender melhor seu papel como parte de um todo que é a
- sociedade.
- Mas como a autonomia e a criatividade podem ser aplicadas em sala de aula? O que
- a proposta pedagógica pode trazer para fazer com que o aluno seja protagonista do seu
- aprendizado? É preciso entender que cada estudante tem seu tempo e ritmo de aprendizado.
- O ideal é fazer com que a metodologia de ensino estimule o seu desenvolvimento com base
- nesse ritmo, pre...ando por uma autonomia maior. Para potencializar esse modelo de ensino,
- é essencial a adoção de algumas práticas. Uma dessas práticas é a criação de um ambiente
- favorável para um aprendizado com base na autonomia e na criatividade do aluno. Com um
- espaço adequado, é possível criar um ambiente em que a exploração e a construção do
- conhecimento aconteçam de forma mais fácil.
- Especialmente na fase da Educação Infantil, o aprendizado acontece com uma interação
- do aluno com o ambiente, e valorizar esse ambiente é uma das melhores formas de aplicar as
- Metodologias Ativas, proporcionando liberdade para a autonomia das crianças. Outra forma de
- auxílio no desenvolvimento do estudante com autonomia e criatividade é oferecer uma maior
- liberdade de aprendizado. A escola, como um todo, é um espaço de aprendizagem constante,
- mas para que isso se concreti...e, esse espaço deve criar um clima de incentivo para a busca
- pelo conhecimento. A segurança oferecida para que o aluno tenha liberdade de aprender é uma
- das melhores formas de estimular a sua autonomia. O ambiente escolar tem a capacidade de
- ser um espaço que traz ___ tona impulsos como a curiosidade, a criatividade e a vontade de
- aprender.
(Disponível em: https://sigmadf.com.br/como-e-o-desenvolvimento-da-autonomia-e-da-criatividade-nocolegio – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta reescrita do trecho a seguir, transformando-o em apenas uma oração: “Outra forma de auxílio no desenvolvimento do estudante com autonomia e criatividade é oferecer uma maior liberdade de aprendizado.”
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Como é o desenvolvimento da autonomia e da criatividade no colégio?
- O desenvolvimento da autonomia e da criatividade da criança é um dos principais
- objetivos de uma instituição de ensino. Fazer com que haja um protagonismo no aluno em sala
- de aula é essencial no processo de aprendizagem. Com isso, torna-se fundamental desenvolver
- práticas de ensino com Metodologias Ativas. Tais metodologias atuam diretamente no
- desenvolvimento da autonomia e da criatividade na infância, o que, por sua vez, permite a
- construção de uma personalidade mais saudável, além de competências e habilidades
- essenciais para a criança.
- Afastando-se de uma metodologia de ensino ultrapassada, as instituições de ensino
- devem adotar uma aprendizagem que busque não apenas alfabetizar a criança como também
- colaborar para o seu desenvolvimento. E isso envolve um estímulo ___ construção da
- autonomia e da criatividade no colégio. Essa Educação Criativa envolve uma metodologia de
- ensino-aprendizagem que possibilita ___ instituições de ensino uma aproximação com o mundo
- real. Isto é, fora da escola, especialmente no mercado de trabalho, diversas habilidades e
- capacidades são valorizadas. E duas delas são justamente a autonomia e a criatividade.
- Existe a necessidade de se trazer ao ambiente escolar uma abordagem diferente,
- especialmente com o protagonismo do aluno, e uma dessas abordagens diz respeito às
- Metodologias Ativas. Mas o que são as Metodologias Ativas? Em resumo, o modelo busca trazer
- para o aluno um papel de protagonismo no seu próprio aprendizado. Isto é, por meio dele, é o
- estudante o maior responsável pelo seu desenvolvimento em sala de aula. Nesse sentido, o
- objetivo é incentivar que a absor...ão do conteúdo em sala se dê com mais autonomia e
- participação.
- Com a autonomia do aluno em seu próprio aprendizado, há também um maior estímulo
- ao seu desenvolvimento. Como destacamos acima, a construção da autonomia e da criatividade
- infantil permite a construção de uma personalidade mais saudável. Essa prática garante um
- maior desenvolvimento de habilidades socioemocionais, fundamentais para o aprendizado
- infantil. A conquista da autonomia como protagonismo do aluno no processo de aprendizado
- traz um estímulo para uma convivência saudável. Isto é, por meio do ensino-aprendizagem da
- autonomia, a criança pode entender melhor seu papel como parte de um todo que é a
- sociedade.
- Mas como a autonomia e a criatividade podem ser aplicadas em sala de aula? O que
- a proposta pedagógica pode trazer para fazer com que o aluno seja protagonista do seu
- aprendizado? É preciso entender que cada estudante tem seu tempo e ritmo de aprendizado.
- O ideal é fazer com que a metodologia de ensino estimule o seu desenvolvimento com base
- nesse ritmo, pre...ando por uma autonomia maior. Para potencializar esse modelo de ensino,
- é essencial a adoção de algumas práticas. Uma dessas práticas é a criação de um ambiente
- favorável para um aprendizado com base na autonomia e na criatividade do aluno. Com um
- espaço adequado, é possível criar um ambiente em que a exploração e a construção do
- conhecimento aconteçam de forma mais fácil.
- Especialmente na fase da Educação Infantil, o aprendizado acontece com uma interação
- do aluno com o ambiente, e valorizar esse ambiente é uma das melhores formas de aplicar as
- Metodologias Ativas, proporcionando liberdade para a autonomia das crianças. Outra forma de
- auxílio no desenvolvimento do estudante com autonomia e criatividade é oferecer uma maior
- liberdade de aprendizado. A escola, como um todo, é um espaço de aprendizagem constante,
- mas para que isso se concreti...e, esse espaço deve criar um clima de incentivo para a busca
- pelo conhecimento. A segurança oferecida para que o aluno tenha liberdade de aprender é uma
- das melhores formas de estimular a sua autonomia. O ambiente escolar tem a capacidade de
- ser um espaço que traz ___ tona impulsos como a curiosidade, a criatividade e a vontade de
- aprender.
(Disponível em: https://sigmadf.com.br/como-e-o-desenvolvimento-da-autonomia-e-da-criatividade-nocolegio – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego dos pronomes demonstrativos como recurso coesivo, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 27, a expressão “Isto é” emprega um pronome catafórico cujo referente ainda será expresso.
II. Na linha 34, em “nesse ritmo”, há o emprego de um pronome catafórico cujo referente está expresso posteriormente.
Assinale a alternativa correta a respeito das assertivas anteriores.