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Q2267408 Português

TEXTO 1



“Chama-se textualidade ao conjunto de características que fazem com que um texto seja um texto, e não apenas uma sequência de frases. Beaugrande e Dressler (1983) apontam sete fatores responsáveis pela textualidade de um discurso qualquer: a coerência e a coesão, que se relacionam com o material conceitual e linguístico do texto, e a intencionalidade, a aceitabilidade, a situacionalidade, a informatividade e a intertextualidade, que têm a ver com os fatores pragmáticos envolvidos no processo sociocomunicativo”  


COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006, p. 5.



FIGURA 1 


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Disponível em: <https://www.instagram.com/p/CjvOTsjsD_K/?igshid=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D.>. Acesso em: 26 jun. 2023.
Relacionando a discussão do Texto 1 com a Figura 1 acima, é possível dizer que, no que se refere ao uso de fatores responsáveis pela textualidade:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265082 Português
O mundo vem acompanhando um crescente aumento das atividades industriais, provocando, segundo Santos et al. (2016), a contaminação e a poluição dos corpos hídricos, causados pelos lançamentos de efluentes indevidamente tratados nesses cursos. Em contrapartida, o aumento das ações fabris cresce juntamente com o da consciência pública em se estabelecer parâmetros para o lançamento de efluentes em meios naturais, bem como fomenta o estudo de técnicas e métodos que garantam o cumprimento desses parâmetros (CORNELLI et al., 2014). No Brasil, esses parâmetros são normatizados pela Resolução CONAMA nº 430/2011, (Brasil, 2011). Essa resolução descreve os limites permitidos de certas propriedades físicas e químicas do efluente, como pH e demanda química de oxigênio (DQO). Diante disso, observa-se a importância em se estudar métodos de tratamento de efluentes, visando ao cumprimento das normas vigentes, bem como em se estabelecer atividades industriais cada vez mais ambientalmente amistosas (AZEVEDO et al., 2020).


Nesse sentido, surgem os tratamentos biológicos, que podem ser divididos entre aeróbios e anaeróbios. Segundo Aziz et al. (2019), esses dois tipos de tratamentos biológicos possuem suas vantagens e aplicações distintas. Para o aeróbio, os autores configuraram como sendo um método com alta eficiência de remoção de nutrientes do efluente, bem como sendo um processo mais rápido e menos sensível, permitindo estabelecer condições de processo menos rigorosas. Já o anaeróbio, de acordo com Aziz et al. (2019), é eficiente na remoção da matéria orgânica, menor produção de lodo, o que diminuiria as dificuldades do processo após o tratamento do efluente, requer menor energia, quando comparado com o aeróbio e, ainda, oferece a possibilidade de produção de biogás, que pode ser futuramente utilizado para produção de energia. Além disso, Silva et al. (2015) afirmam que a combinação desses dois tipos de métodos possibilita um sistema mais compacto, menor consumo de energia entre outros, tornando a pesquisa sobre o tema ainda mais importante para a eficiência do tratamento.


OLIVEIRA, D. C. da Silva; AZEVEDO, P. G. F.; CAVALCANTI, L. A. P.
Processos biológicos para o tratamento de efluentes: uma revisão
integrativa. Disponível em: https://tratamentodeagua.com.br/
wp-content/uploads/2022/02/Artigo_processo-biologicos-paratratamento-de-efluentes.pdf. Acesso em: 7 de jul. 2023. Fragmento
adaptado. 
Assinale a alternativa que apresenta o texto com pontuação correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265081 Português
O mundo vem acompanhando um crescente aumento das atividades industriais, provocando, segundo Santos et al. (2016), a contaminação e a poluição dos corpos hídricos, causados pelos lançamentos de efluentes indevidamente tratados nesses cursos. Em contrapartida, o aumento das ações fabris cresce juntamente com o da consciência pública em se estabelecer parâmetros para o lançamento de efluentes em meios naturais, bem como fomenta o estudo de técnicas e métodos que garantam o cumprimento desses parâmetros (CORNELLI et al., 2014). No Brasil, esses parâmetros são normatizados pela Resolução CONAMA nº 430/2011, (Brasil, 2011). Essa resolução descreve os limites permitidos de certas propriedades físicas e químicas do efluente, como pH e demanda química de oxigênio (DQO). Diante disso, observa-se a importância em se estudar métodos de tratamento de efluentes, visando ao cumprimento das normas vigentes, bem como em se estabelecer atividades industriais cada vez mais ambientalmente amistosas (AZEVEDO et al., 2020).


Nesse sentido, surgem os tratamentos biológicos, que podem ser divididos entre aeróbios e anaeróbios. Segundo Aziz et al. (2019), esses dois tipos de tratamentos biológicos possuem suas vantagens e aplicações distintas. Para o aeróbio, os autores configuraram como sendo um método com alta eficiência de remoção de nutrientes do efluente, bem como sendo um processo mais rápido e menos sensível, permitindo estabelecer condições de processo menos rigorosas. Já o anaeróbio, de acordo com Aziz et al. (2019), é eficiente na remoção da matéria orgânica, menor produção de lodo, o que diminuiria as dificuldades do processo após o tratamento do efluente, requer menor energia, quando comparado com o aeróbio e, ainda, oferece a possibilidade de produção de biogás, que pode ser futuramente utilizado para produção de energia. Além disso, Silva et al. (2015) afirmam que a combinação desses dois tipos de métodos possibilita um sistema mais compacto, menor consumo de energia entre outros, tornando a pesquisa sobre o tema ainda mais importante para a eficiência do tratamento.


OLIVEIRA, D. C. da Silva; AZEVEDO, P. G. F.; CAVALCANTI, L. A. P.
Processos biológicos para o tratamento de efluentes: uma revisão
integrativa. Disponível em: https://tratamentodeagua.com.br/
wp-content/uploads/2022/02/Artigo_processo-biologicos-paratratamento-de-efluentes.pdf. Acesso em: 7 de jul. 2023. Fragmento
adaptado. 
Analise a frase abaixo:

A União Industrial Argentina, que agrupa os empresários mais poderosos do país, já advertiu o governo de que a falência em massa de pequenas e médias empresas pode ser uma consequência grave da crise econômica.

Na frase:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265080 Português
O mundo vem acompanhando um crescente aumento das atividades industriais, provocando, segundo Santos et al. (2016), a contaminação e a poluição dos corpos hídricos, causados pelos lançamentos de efluentes indevidamente tratados nesses cursos. Em contrapartida, o aumento das ações fabris cresce juntamente com o da consciência pública em se estabelecer parâmetros para o lançamento de efluentes em meios naturais, bem como fomenta o estudo de técnicas e métodos que garantam o cumprimento desses parâmetros (CORNELLI et al., 2014). No Brasil, esses parâmetros são normatizados pela Resolução CONAMA nº 430/2011, (Brasil, 2011). Essa resolução descreve os limites permitidos de certas propriedades físicas e químicas do efluente, como pH e demanda química de oxigênio (DQO). Diante disso, observa-se a importância em se estudar métodos de tratamento de efluentes, visando ao cumprimento das normas vigentes, bem como em se estabelecer atividades industriais cada vez mais ambientalmente amistosas (AZEVEDO et al., 2020).


Nesse sentido, surgem os tratamentos biológicos, que podem ser divididos entre aeróbios e anaeróbios. Segundo Aziz et al. (2019), esses dois tipos de tratamentos biológicos possuem suas vantagens e aplicações distintas. Para o aeróbio, os autores configuraram como sendo um método com alta eficiência de remoção de nutrientes do efluente, bem como sendo um processo mais rápido e menos sensível, permitindo estabelecer condições de processo menos rigorosas. Já o anaeróbio, de acordo com Aziz et al. (2019), é eficiente na remoção da matéria orgânica, menor produção de lodo, o que diminuiria as dificuldades do processo após o tratamento do efluente, requer menor energia, quando comparado com o aeróbio e, ainda, oferece a possibilidade de produção de biogás, que pode ser futuramente utilizado para produção de energia. Além disso, Silva et al. (2015) afirmam que a combinação desses dois tipos de métodos possibilita um sistema mais compacto, menor consumo de energia entre outros, tornando a pesquisa sobre o tema ainda mais importante para a eficiência do tratamento.


OLIVEIRA, D. C. da Silva; AZEVEDO, P. G. F.; CAVALCANTI, L. A. P.
Processos biológicos para o tratamento de efluentes: uma revisão
integrativa. Disponível em: https://tratamentodeagua.com.br/
wp-content/uploads/2022/02/Artigo_processo-biologicos-paratratamento-de-efluentes.pdf. Acesso em: 7 de jul. 2023. Fragmento
adaptado. 
Assinale a alternativa em que a palavra “se” é conjunção integrante e inicia uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265079 Português
O mundo vem acompanhando um crescente aumento das atividades industriais, provocando, segundo Santos et al. (2016), a contaminação e a poluição dos corpos hídricos, causados pelos lançamentos de efluentes indevidamente tratados nesses cursos. Em contrapartida, o aumento das ações fabris cresce juntamente com o da consciência pública em se estabelecer parâmetros para o lançamento de efluentes em meios naturais, bem como fomenta o estudo de técnicas e métodos que garantam o cumprimento desses parâmetros (CORNELLI et al., 2014). No Brasil, esses parâmetros são normatizados pela Resolução CONAMA nº 430/2011, (Brasil, 2011). Essa resolução descreve os limites permitidos de certas propriedades físicas e químicas do efluente, como pH e demanda química de oxigênio (DQO). Diante disso, observa-se a importância em se estudar métodos de tratamento de efluentes, visando ao cumprimento das normas vigentes, bem como em se estabelecer atividades industriais cada vez mais ambientalmente amistosas (AZEVEDO et al., 2020).


Nesse sentido, surgem os tratamentos biológicos, que podem ser divididos entre aeróbios e anaeróbios. Segundo Aziz et al. (2019), esses dois tipos de tratamentos biológicos possuem suas vantagens e aplicações distintas. Para o aeróbio, os autores configuraram como sendo um método com alta eficiência de remoção de nutrientes do efluente, bem como sendo um processo mais rápido e menos sensível, permitindo estabelecer condições de processo menos rigorosas. Já o anaeróbio, de acordo com Aziz et al. (2019), é eficiente na remoção da matéria orgânica, menor produção de lodo, o que diminuiria as dificuldades do processo após o tratamento do efluente, requer menor energia, quando comparado com o aeróbio e, ainda, oferece a possibilidade de produção de biogás, que pode ser futuramente utilizado para produção de energia. Além disso, Silva et al. (2015) afirmam que a combinação desses dois tipos de métodos possibilita um sistema mais compacto, menor consumo de energia entre outros, tornando a pesquisa sobre o tema ainda mais importante para a eficiência do tratamento.


OLIVEIRA, D. C. da Silva; AZEVEDO, P. G. F.; CAVALCANTI, L. A. P.
Processos biológicos para o tratamento de efluentes: uma revisão
integrativa. Disponível em: https://tratamentodeagua.com.br/
wp-content/uploads/2022/02/Artigo_processo-biologicos-paratratamento-de-efluentes.pdf. Acesso em: 7 de jul. 2023. Fragmento
adaptado. 
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos estão escritos de acordo com as normas ortográficas em vigor.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265078 Português
O mundo vem acompanhando um crescente aumento das atividades industriais, provocando, segundo Santos et al. (2016), a contaminação e a poluição dos corpos hídricos, causados pelos lançamentos de efluentes indevidamente tratados nesses cursos. Em contrapartida, o aumento das ações fabris cresce juntamente com o da consciência pública em se estabelecer parâmetros para o lançamento de efluentes em meios naturais, bem como fomenta o estudo de técnicas e métodos que garantam o cumprimento desses parâmetros (CORNELLI et al., 2014). No Brasil, esses parâmetros são normatizados pela Resolução CONAMA nº 430/2011, (Brasil, 2011). Essa resolução descreve os limites permitidos de certas propriedades físicas e químicas do efluente, como pH e demanda química de oxigênio (DQO). Diante disso, observa-se a importância em se estudar métodos de tratamento de efluentes, visando ao cumprimento das normas vigentes, bem como em se estabelecer atividades industriais cada vez mais ambientalmente amistosas (AZEVEDO et al., 2020).


Nesse sentido, surgem os tratamentos biológicos, que podem ser divididos entre aeróbios e anaeróbios. Segundo Aziz et al. (2019), esses dois tipos de tratamentos biológicos possuem suas vantagens e aplicações distintas. Para o aeróbio, os autores configuraram como sendo um método com alta eficiência de remoção de nutrientes do efluente, bem como sendo um processo mais rápido e menos sensível, permitindo estabelecer condições de processo menos rigorosas. Já o anaeróbio, de acordo com Aziz et al. (2019), é eficiente na remoção da matéria orgânica, menor produção de lodo, o que diminuiria as dificuldades do processo após o tratamento do efluente, requer menor energia, quando comparado com o aeróbio e, ainda, oferece a possibilidade de produção de biogás, que pode ser futuramente utilizado para produção de energia. Além disso, Silva et al. (2015) afirmam que a combinação desses dois tipos de métodos possibilita um sistema mais compacto, menor consumo de energia entre outros, tornando a pesquisa sobre o tema ainda mais importante para a eficiência do tratamento.


OLIVEIRA, D. C. da Silva; AZEVEDO, P. G. F.; CAVALCANTI, L. A. P.
Processos biológicos para o tratamento de efluentes: uma revisão
integrativa. Disponível em: https://tratamentodeagua.com.br/
wp-content/uploads/2022/02/Artigo_processo-biologicos-paratratamento-de-efluentes.pdf. Acesso em: 7 de jul. 2023. Fragmento
adaptado. 
De acordo com o texto 2, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265077 Português
O mundo vem acompanhando um crescente aumento das atividades industriais, provocando, segundo Santos et al. (2016), a contaminação e a poluição dos corpos hídricos, causados pelos lançamentos de efluentes indevidamente tratados nesses cursos. Em contrapartida, o aumento das ações fabris cresce juntamente com o da consciência pública em se estabelecer parâmetros para o lançamento de efluentes em meios naturais, bem como fomenta o estudo de técnicas e métodos que garantam o cumprimento desses parâmetros (CORNELLI et al., 2014). No Brasil, esses parâmetros são normatizados pela Resolução CONAMA nº 430/2011, (Brasil, 2011). Essa resolução descreve os limites permitidos de certas propriedades físicas e químicas do efluente, como pH e demanda química de oxigênio (DQO). Diante disso, observa-se a importância em se estudar métodos de tratamento de efluentes, visando ao cumprimento das normas vigentes, bem como em se estabelecer atividades industriais cada vez mais ambientalmente amistosas (AZEVEDO et al., 2020).


Nesse sentido, surgem os tratamentos biológicos, que podem ser divididos entre aeróbios e anaeróbios. Segundo Aziz et al. (2019), esses dois tipos de tratamentos biológicos possuem suas vantagens e aplicações distintas. Para o aeróbio, os autores configuraram como sendo um método com alta eficiência de remoção de nutrientes do efluente, bem como sendo um processo mais rápido e menos sensível, permitindo estabelecer condições de processo menos rigorosas. Já o anaeróbio, de acordo com Aziz et al. (2019), é eficiente na remoção da matéria orgânica, menor produção de lodo, o que diminuiria as dificuldades do processo após o tratamento do efluente, requer menor energia, quando comparado com o aeróbio e, ainda, oferece a possibilidade de produção de biogás, que pode ser futuramente utilizado para produção de energia. Além disso, Silva et al. (2015) afirmam que a combinação desses dois tipos de métodos possibilita um sistema mais compacto, menor consumo de energia entre outros, tornando a pesquisa sobre o tema ainda mais importante para a eficiência do tratamento.


OLIVEIRA, D. C. da Silva; AZEVEDO, P. G. F.; CAVALCANTI, L. A. P.
Processos biológicos para o tratamento de efluentes: uma revisão
integrativa. Disponível em: https://tratamentodeagua.com.br/
wp-content/uploads/2022/02/Artigo_processo-biologicos-paratratamento-de-efluentes.pdf. Acesso em: 7 de jul. 2023. Fragmento
adaptado. 
Analise a frase abaixo:

Sofro muito ............. tua mudança repentina, porque não me considero apto ............. nova situação, nem sou imune ............. choques inesperados. Confesso-te que obedeço ............. regulamentos definidos pelo Conselho curador e não preciso ............. que me apontem outras alternativas.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265076 Português
O mundo vem acompanhando um crescente aumento das atividades industriais, provocando, segundo Santos et al. (2016), a contaminação e a poluição dos corpos hídricos, causados pelos lançamentos de efluentes indevidamente tratados nesses cursos. Em contrapartida, o aumento das ações fabris cresce juntamente com o da consciência pública em se estabelecer parâmetros para o lançamento de efluentes em meios naturais, bem como fomenta o estudo de técnicas e métodos que garantam o cumprimento desses parâmetros (CORNELLI et al., 2014). No Brasil, esses parâmetros são normatizados pela Resolução CONAMA nº 430/2011, (Brasil, 2011). Essa resolução descreve os limites permitidos de certas propriedades físicas e químicas do efluente, como pH e demanda química de oxigênio (DQO). Diante disso, observa-se a importância em se estudar métodos de tratamento de efluentes, visando ao cumprimento das normas vigentes, bem como em se estabelecer atividades industriais cada vez mais ambientalmente amistosas (AZEVEDO et al., 2020).


Nesse sentido, surgem os tratamentos biológicos, que podem ser divididos entre aeróbios e anaeróbios. Segundo Aziz et al. (2019), esses dois tipos de tratamentos biológicos possuem suas vantagens e aplicações distintas. Para o aeróbio, os autores configuraram como sendo um método com alta eficiência de remoção de nutrientes do efluente, bem como sendo um processo mais rápido e menos sensível, permitindo estabelecer condições de processo menos rigorosas. Já o anaeróbio, de acordo com Aziz et al. (2019), é eficiente na remoção da matéria orgânica, menor produção de lodo, o que diminuiria as dificuldades do processo após o tratamento do efluente, requer menor energia, quando comparado com o aeróbio e, ainda, oferece a possibilidade de produção de biogás, que pode ser futuramente utilizado para produção de energia. Além disso, Silva et al. (2015) afirmam que a combinação desses dois tipos de métodos possibilita um sistema mais compacto, menor consumo de energia entre outros, tornando a pesquisa sobre o tema ainda mais importante para a eficiência do tratamento.


OLIVEIRA, D. C. da Silva; AZEVEDO, P. G. F.; CAVALCANTI, L. A. P.
Processos biológicos para o tratamento de efluentes: uma revisão
integrativa. Disponível em: https://tratamentodeagua.com.br/
wp-content/uploads/2022/02/Artigo_processo-biologicos-paratratamento-de-efluentes.pdf. Acesso em: 7 de jul. 2023. Fragmento
adaptado. 
Assinale a alternativa correta em relação às frases retiradas do texto 2.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265075 Português
Caracterização Pluviométrica

Em um balanço hídrico, que representa a contabilidade entre entradas e saídas de água de uma bacia hidrográfica, a precipitação apresenta-se como a principal componente de entrada, sendo as saídas definidas por processos de evapotranspiração e escoamento. O balanço é feito em termos de valores médios das variáveis, considerando essas médias obtidas para um período longo, o que, muitas vezes, acaba por inviabilizar os estudos, devido à escassez de dados.

Metodologias baseadas nas precipitações e suas relações com as variáveis do balanço hídrico podem ser empregadas para as estimativas de recarga natural em regiões com pouca disponibilidade de dados. Estudo desenvolvido pelo New Jersey Geological Survey, descrito por Charles et al. (1993), emprega um balanço hídrico no solo, no qual se assume que toda água infiltrada que se move abaixo da zona das raízes contribui para a recarga. A estimativa da recarga é obtida a partir da precipitação subtraindo-se a evapotranspiração real, o escoamento superficial e a variação do armazenamento de água no solo, tornando-se necessário proceder a quantificação destes componentes num período coincidente de dados.

Alguns modelos hidrológicos aplicados para a estimativa das variáveis do balanço hídrico utilizam dados diários e pontuais de entrada, sendo necessário o acúmulo em nível mensal ou anual e correções para ajustes em nível de representação espacial, principalmente no caso de variáveis que sofrem bastante influência em regiões de relevo acidentado, como é o caso da precipitação.


WESCHENFELDER, Adriana Buri; PICKBRENNER, Karine; MATTIUZI,
Camila Dalla Porta. Disponível em: < https://rigeo.cprm.gov.br/
bitstream/doc/22445/1/caracterizacao_pluviometrica_joinville.
pdf>. Acesso em: 05 de jul 2023. Fragmento adaptado.
Os dois períodos abaixo retratam situações diversas. Combine-os com as afirmativas que seguem.

Coluna 1 Períodos

1. Não soubemos das campanhas de vacinação que não foram comunicadas pela imprensa.
2. Não soubemos das campanhas de vacinação, que não foram anunciadas pela imprensa. 

Coluna 2 Afirmativas

( ) A imprensa não anunciou todas as campanhas de vacinação. ( ) Nenhuma campanha de vacinação foi anunciada pela imprensa. ( ) Apenas algumas campanhas de vacinação foram anunciadas pela imprensa. ( ) Tivemos conhecimento de algumas campanhas de vacinação, de outras não.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265074 Português
Caracterização Pluviométrica

Em um balanço hídrico, que representa a contabilidade entre entradas e saídas de água de uma bacia hidrográfica, a precipitação apresenta-se como a principal componente de entrada, sendo as saídas definidas por processos de evapotranspiração e escoamento. O balanço é feito em termos de valores médios das variáveis, considerando essas médias obtidas para um período longo, o que, muitas vezes, acaba por inviabilizar os estudos, devido à escassez de dados.

Metodologias baseadas nas precipitações e suas relações com as variáveis do balanço hídrico podem ser empregadas para as estimativas de recarga natural em regiões com pouca disponibilidade de dados. Estudo desenvolvido pelo New Jersey Geological Survey, descrito por Charles et al. (1993), emprega um balanço hídrico no solo, no qual se assume que toda água infiltrada que se move abaixo da zona das raízes contribui para a recarga. A estimativa da recarga é obtida a partir da precipitação subtraindo-se a evapotranspiração real, o escoamento superficial e a variação do armazenamento de água no solo, tornando-se necessário proceder a quantificação destes componentes num período coincidente de dados.

Alguns modelos hidrológicos aplicados para a estimativa das variáveis do balanço hídrico utilizam dados diários e pontuais de entrada, sendo necessário o acúmulo em nível mensal ou anual e correções para ajustes em nível de representação espacial, principalmente no caso de variáveis que sofrem bastante influência em regiões de relevo acidentado, como é o caso da precipitação.


WESCHENFELDER, Adriana Buri; PICKBRENNER, Karine; MATTIUZI,
Camila Dalla Porta. Disponível em: < https://rigeo.cprm.gov.br/
bitstream/doc/22445/1/caracterizacao_pluviometrica_joinville.
pdf>. Acesso em: 05 de jul 2023. Fragmento adaptado.
Em relação ao texto 1, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Advogado | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comunicação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Automação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Comercial | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Compras e Licitações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Contador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Financeiro | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Geógrafo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Governança | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Gestão - Sistemas e Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Civil | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Elétrica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Sanitária | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Engenharia - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Analista de Ciências Humanas e Sociais - Social |
Q2265073 Português
Caracterização Pluviométrica

Em um balanço hídrico, que representa a contabilidade entre entradas e saídas de água de uma bacia hidrográfica, a precipitação apresenta-se como a principal componente de entrada, sendo as saídas definidas por processos de evapotranspiração e escoamento. O balanço é feito em termos de valores médios das variáveis, considerando essas médias obtidas para um período longo, o que, muitas vezes, acaba por inviabilizar os estudos, devido à escassez de dados.

Metodologias baseadas nas precipitações e suas relações com as variáveis do balanço hídrico podem ser empregadas para as estimativas de recarga natural em regiões com pouca disponibilidade de dados. Estudo desenvolvido pelo New Jersey Geological Survey, descrito por Charles et al. (1993), emprega um balanço hídrico no solo, no qual se assume que toda água infiltrada que se move abaixo da zona das raízes contribui para a recarga. A estimativa da recarga é obtida a partir da precipitação subtraindo-se a evapotranspiração real, o escoamento superficial e a variação do armazenamento de água no solo, tornando-se necessário proceder a quantificação destes componentes num período coincidente de dados.

Alguns modelos hidrológicos aplicados para a estimativa das variáveis do balanço hídrico utilizam dados diários e pontuais de entrada, sendo necessário o acúmulo em nível mensal ou anual e correções para ajustes em nível de representação espacial, principalmente no caso de variáveis que sofrem bastante influência em regiões de relevo acidentado, como é o caso da precipitação.


WESCHENFELDER, Adriana Buri; PICKBRENNER, Karine; MATTIUZI,
Camila Dalla Porta. Disponível em: < https://rigeo.cprm.gov.br/
bitstream/doc/22445/1/caracterizacao_pluviometrica_joinville.
pdf>. Acesso em: 05 de jul 2023. Fragmento adaptado.
Quanto à tipologia e ao gênero, o texto 1 caracteriza-se como: 
Alternativas
Q2259872 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
O objetivo da autora ao finalizar o texto com a seguinte pergunta: “Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?” (11º§) é: 
Alternativas
Q2259871 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação.” (6º§). A palavra sublinhada substitui o termo “museu” mencionado no parágrafo anterior. Assim, a palavra “nele” é classificada sintaticamente como adjunto adverbial de: 
Alternativas
Q2259870 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
“Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.” (8º§). Os termos sublinhados são classificados como:
Alternativas
Q2259869 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
“Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.” (2º§). Todas as alternativas a seguir se relacionam ao termo “empatia”, EXCETO: 
Alternativas
Q2259868 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
Em “Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: ‘Pai,se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?’” (9º§), a vírgula foi utilizada, no trecho sublinhado, para: 
Alternativas
Q2259867 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro.” (1º§). Sobre a classificação sintática dos sujeitos dos verbos sublinhados, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2259866 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
Em todo o texto, há trechos que apresentam a opinião da autora e trechos que são fatos. Assinale a alternativa em que o trecho apresenta a opinião da autora.
Alternativas
Q2259865 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
De acordo com o texto, “Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo.” (2º§). A respeito do verbo sublinhado, é correto afirmar que ele se classifica como:
Alternativas
Q2259864 Português
No lugar do outro


      Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

    Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

   Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos. 

   Mas são os mais novos que levam a pior nessa história: crianças e adolescentes que desobedecem, desafiam e têm comportamentos considerados agressivos, como os nossos, podem receber diagnósticos e orientação para tratamento. Conheço famílias com filhos diagnosticados com “Transtorno Desafiador Opositivo”, porque têm comportamentos típicos da idade.

     Há uma grande preocupação global com a nossa atual falta de empatia. Um sinal disso foi a inauguração, em Londres, do primeiro Museu da Empatia.

     Nele, os visitantes são convocados a experimentar/enxergar o mundo pelo olhar de um outro – não próximo ou conhecido, mas um outro com quem eles não têm qualquer relação. A expressão que deu sentido ao museu é a expressão inglesa in your shoes(em seus sapatos), que em língua portuguesa significa “em seu lugar”.

    Os visitantes se deparam, na entrada, com uma caixa com diferentes pares de sapatos usados. Escolhem um de seu número para calçar e recebem um áudio que conta uma parte da história da pessoa que foi dona daquele par.

   Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

     Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

     Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar comas diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

     A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

(SAYÃO, Rosely. Disponível em: http://www.udemo.org.br/2015/ Leituras/Leituras15_0046-15_No%20lugar-do-outro.html. Acesso em: 05/06/2023.)
O título do texto é “No lugar do outro”. Assinale a alternativa que se relaciona diretamente com o título. 
Alternativas
Respostas
6361: B
6362: D
6363: A
6364: E
6365: B
6366: D
6367: B
6368: A
6369: B
6370: A
6371: D
6372: D
6373: A
6374: C
6375: B
6376: D
6377: A
6378: A
6379: C
6380: A