Questões de Concurso
Sobre português para psicólogo
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Leia o texto e responda à questão.
Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
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Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
Leia o texto e responda à questão.
Texto 02
De Passarinhos
Para compor um tratado de passarinhos
É preciso por primeiro que haja um rio com árvores
e palmeiras nas margens.
E dentro dos quintais das casas que haja pelo menos
goiabeiras.
E que haja por perto brejos e iguarias de brejos.
É preciso que haja insetos para os passarinhos.
Insetos de pau sobretudo que são os mais palatáveis.
A presença de libélulas seria uma boa.
O azul é muito importante na vida dos passarinhos
Porque os passarinhos precisam antes de belos ser
eternos.
Eternos que nem uma fuga de Bach.
(De passarinhos. Manoel de Barros)
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025
Texto 01
O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.
A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.
Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00
O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).
O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.
Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.
Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025

O humor da tirinha constrói-se a partir de uma quebra de expectativa, que ocorre porque:
Com base no uso da palavra ainda, analise as afirmações a seguir:
I. Do ponto de vista morfológico, a palavra “ainda” classifica-se como advérbio, pois expressa uma noção de tempo e continuidade.
II. Do ponto de vista do pressuposto, o uso de “ainda” indica que o cumprimento da lei não foi plenamente alcançado.
III. Do ponto de vista sintático, “ainda” exerce a função de adjunto adverbial, modificando o sentido do verbo “há”.
IV. Caso a palavra “ainda” seja suprimida da frase, o sentido do enunciado se mantém inalterado, sem prejuízo para a interpretação.
Considerando essas afirmativas, é possível dizer que:
I. No trecho “apenas 15,7% das escolas públicas brasileiras possuem psicólogos”, o verbo destacado está no presente do indicativo, indicando um fato atual.
II. Na frase “a Lei nº 13.935/2019, que assegura a presença de psicólogos”, o verbo está no pretérito perfeito, pois se refere a uma lei já sancionada.
III. Em “demorará 33 anos para que todas as escolas sejam contempladas”, o verbo está no futuro do presente do indicativo.
IV. No trecho “desde quando a Lei foi sancionada”, a locução verbal destacada está no pretérito perfeito do indicativo.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. O artigo científico caracteriza-se pela defesa de um ponto de vista ou de resultados de pesquisa, sustentados por argumentação e fundamentação teórica.
II. Esse gênero faz uso de linguagem objetiva, impessoal e formal, com vocabulário técnico e emprego recorrente de referências a autores, leis ou pesquisas.
III. O artigo científico tem como finalidade principal narrar fatos de maneira imediata, priorizando a subjetividade do autor.
IV. A organização do artigo científico envolve a apresentação de um problema, o desenvolvimento argumentativo e considerações finais fundamentadas.
V. O artigo científico exige, como característica obrigatória, o uso exclusivo de dados estatísticos e gráficos.
Assinale a alternativa CORRETA: