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I. Minha amiga que reside em Florianópolis é muito dedicada aos estudos.
II. Minha amiga, que reside em Florianópolis, é muito dedicada aos estudos.
III. O supermercado, entre as ruas Chuí e Itaberaba, é o mais barato.
IV. O supermercado entre as ruas Chuí e Itaberaba é o mais barato.
Desta forma a alternativa que representa a identificação correta é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios
Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente. Um trabalho internacional publicado em 5 de junho na revista Nature Neuroscience está ajudando a desvendar como eles atuam para amenizar a depressão. O estudo, do qual participaram três pesquisadores brasileiros, indica ainda que o efeito contra a depressão seria independente daquele que causa a distorção da realidade, o que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos para tratar um problema que aflige cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.
Em experimentos com células e animais de laboratório, o grupo coordenado pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, verificou que os psicodélicos preparam os neurônios para responder melhor a uma proteína que estimula a formação de novas conexões com outras células e do reforço das já existentes, o fator neurotrófico derivado de encéfalo (BNDF). Compostos como o ácido lisérgico (LSD) e a psilocina, extraída de cogumelos do gênero Psylocibe, aderem a uma proteína da membrana dos neurônios chamada receptor de quinase B relacionado à tropomiosina (TrkB), que é ativado pelo BDNF. Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos que levam as células neuronais a se multiplicar ou a emitir prolongamentos e pontos de contatos com outros neurônios. Esse fenômeno, conhecido como neuroplasticidade, está associado à capacidade do cérebro de aprender e armazenar informações e à melhora dos sintomas depressivos.
Bioquímicos, farmacologistas e médicos já suspeitavam de que a neuroplasticidade talvez fosse o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos, inclusive daqueles que aumentam os níveis do neurotransmissor serotonina, como a fluoxetina e similares. Uma das razões para a desconfiança de que o efeito desses compostos não fosse decorrente apenas do aumento da disponibilidade de serotonina ou de outros neurotransmissores é que os níveis deles sobem muito rapidamente após o início do tratamento, mas os sintomas da depressão só começam a diminuir semanas mais tarde. "Já se imaginava que, além do aumento dos níveis de serotonina, existiam outros fatores envolvidos", conta o farmacologista brasileiro Cassiano Ricardo Diniz, coautor do estudo. Ele participou dos experimentos que mostraram a ação antidepressiva dos psicodélicos via TrkB durante a temporada que passou no laboratório de Castrén, na Finlândia. "Evidências obtidas por outros grupos sugeriam que o efeito antidepressivo de vários medicamentos se dava via BDNF, mas achávamos que a ação ocorria de forma indireta, pelo aumento dos níveis desse fator neurotrófico, e não porque os antidepressivos se conectavam à molécula que facilita a ação dele."
O que se viu para o LSD e a psilocina, a forma da psilocibina que chega ao cérebro, já havia sido observado pelo grupo de Castrén em outros tipos de antidepressivo. Experimentos conduzidos pelo farmacologista brasileiro Plínio Casarotto, que integra a equipe finlandesa, e publicados em 2021 na revista Cell mostraram que também a fluoxetina, da categoria dos inibidores de recaptação de serotonina, a imipramina, um antidepressivo tricíclico, e a cetamina, um anestésico com ação antidepressiva, promoviam a neuroplasticidade por aderir ao TrkB e facilitar a ação do BNDF. "Os antidepressivos, sozinhos, não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF", conta Casarotto, outro coautor do estudo.
As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos, que apresentem alta afinidade com o TrkB e ação antidepressiva de início rápido e duração prolongada, mas sem os efeitos alucinógenos. "Os dados sugerem fortemente essa possibilidade, mas é necessário que outros estudos reproduzam os resultados", afirmou o psiquiatra Jaime Hallak, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), que não participou da pesquisa.
Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo apenas com as características desejáveis dos psicodélicos reduziria o risco de haver dependência química e potencialmente diminuiria parte dos custos do tratamento. Hoje os psicodélicos são usados em alguns países para tratar depressão apenas em condições experimentais, em ensaios clínicos que necessitam de aprovação prévia de comitês de ética e de agências regulatórias. "O caminho para se chegar a um novo medicamento com essas características é longo e com elevadas taxas de insucesso", lembra Lacerda. "Mais de 90% das moléculas testadas para tratar doenças psiquiátricas não são aprovadas na fase final de ensaio clínico", conclui.
Retirado e adaptado de: FLORESTI, Felipe. Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: oaao-esstimuuaa-conexxoessente-neeuroono
s/
icos-agem-contra-a-depressao-ao-estimular-conexoes-entre-neuronios/ Acesso em: 14 jul., 2023
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da vírgula a exemplos de seu emprego no texto "Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios":
Primeira coluna: função da vírgula
(1) Separação de conjunção adversativa
(2) Isolamento de aposto
(3) Isolamento de partícula explicativa
Segunda coluna: exemplo de emprego
(__) Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo...
(__) O que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos
(__) Não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios
Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente. Um trabalho internacional publicado em 5 de junho na revista Nature Neuroscience está ajudando a desvendar como eles atuam para amenizar a depressão. O estudo, do qual participaram três pesquisadores brasileiros, indica ainda que o efeito contra a depressão seria independente daquele que causa a distorção da realidade, o que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos para tratar um problema que aflige cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.
Em experimentos com células e animais de laboratório, o grupo coordenado pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, verificou que os psicodélicos preparam os neurônios para responder melhor a uma proteína que estimula a formação de novas conexões com outras células e do reforço das já existentes, o fator neurotrófico derivado de encéfalo (BNDF). Compostos como o ácido lisérgico (LSD) e a psilocina, extraída de cogumelos do gênero Psylocibe, aderem a uma proteína da membrana dos neurônios chamada receptor de quinase B relacionado à tropomiosina (TrkB), que é ativado pelo BDNF. Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos que levam as células neuronais a se multiplicar ou a emitir prolongamentos e pontos de contatos com outros neurônios. Esse fenômeno, conhecido como neuroplasticidade, está associado à capacidade do cérebro de aprender e armazenar informações e à melhora dos sintomas depressivos.
Bioquímicos, farmacologistas e médicos já suspeitavam de que a neuroplasticidade talvez fosse o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos, inclusive daqueles que aumentam os níveis do neurotransmissor serotonina, como a fluoxetina e similares. Uma das razões para a desconfiança de que o efeito desses compostos não fosse decorrente apenas do aumento da disponibilidade de serotonina ou de outros neurotransmissores é que os níveis deles sobem muito rapidamente após o início do tratamento, mas os sintomas da depressão só começam a diminuir semanas mais tarde. "Já se imaginava que, além do aumento dos níveis de serotonina, existiam outros fatores envolvidos", conta o farmacologista brasileiro Cassiano Ricardo Diniz, coautor do estudo. Ele participou dos experimentos que mostraram a ação antidepressiva dos psicodélicos via TrkB durante a temporada que passou no laboratório de Castrén, na Finlândia. "Evidências obtidas por outros grupos sugeriam que o efeito antidepressivo de vários medicamentos se dava via BDNF, mas achávamos que a ação ocorria de forma indireta, pelo aumento dos níveis desse fator neurotrófico, e não porque os antidepressivos se conectavam à molécula que facilita a ação dele."
O que se viu para o LSD e a psilocina, a forma da psilocibina que chega ao cérebro, já havia sido observado pelo grupo de Castrén em outros tipos de antidepressivo. Experimentos conduzidos pelo farmacologista brasileiro Plínio Casarotto, que integra a equipe finlandesa, e publicados em 2021 na revista Cell mostraram que também a fluoxetina, da categoria dos inibidores de recaptação de serotonina, a imipramina, um antidepressivo tricíclico, e a cetamina, um anestésico com ação antidepressiva, promoviam a neuroplasticidade por aderir ao TrkB e facilitar a ação do BNDF. "Os antidepressivos, sozinhos, não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF", conta Casarotto, outro coautor do estudo.
As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos, que apresentem alta afinidade com o TrkB e ação antidepressiva de início rápido e duração prolongada, mas sem os efeitos alucinógenos. "Os dados sugerem fortemente essa possibilidade, mas é necessário que outros estudos reproduzam os resultados", afirmou o psiquiatra Jaime Hallak, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), que não participou da pesquisa.
Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo apenas com as características desejáveis dos psicodélicos reduziria o risco de haver dependência química e potencialmente diminuiria parte dos custos do tratamento. Hoje os psicodélicos são usados em alguns países para tratar depressão apenas em condições experimentais, em ensaios clínicos que necessitam de aprovação prévia de comitês de ética e de agências regulatórias. "O caminho para se chegar a um novo medicamento com essas características é longo e com elevadas taxas de insucesso", lembra Lacerda. "Mais de 90% das moléculas testadas para tratar doenças psiquiátricas não são aprovadas na fase final de ensaio clínico", conclui.
Retirado e adaptado de: FLORESTI, Felipe. Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: oaao-esstimuuaa-conexxoessente-neeuroono
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icos-agem-contra-a-depressao-ao-estimular-conexoes-entre-neuronios/ Acesso em: 14 jul., 2023
A LÍNGUA NUM SISTEMA DE MEDIAÇÃO
(1º§) A língua não é mero veículo comunicativo, é um sistema que medeia, de forma altamente complexa, entre o universo do significante e o universo do som. De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes.
(2º§) A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante. (...)
(3º§) A língua é um todo em si mesma e compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem. Relativamente à fala que é individual e acidental, a língua distingue-se por ser social e essencial. "A língua não é uma função do sujeito falante, é o produto que o indivíduo registra passivamente; ela nunca supõe premeditação.
(4º§) Ela é um objeto bem definido no conjunto heteróclito (excêntrico, fora do comum) dos fatos da linguagem". (...)
(WALLACE L. Chafe. Significado e estrutura linguística. R. de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos. p.15.) e (https://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-antonio-manualsemiotica-2005.pdf) − (P.104) - (Texto Adaptado) - (Acesso 02.10.2023)
(__)O uso do advérbio "não " contido no primeiro período do texto, serve para mostrar que o enunciador da mensagem textual valoriza a língua.
(__)No período: "De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes" − temos, respectivamente: duas orações com sujeitos elípticos, identificados pela desinência verbal de primeira pessoa do plural (MOS); os substantivos "coisas " e "ruído " exercem função sintática de objeto direto.
(__)No período composto: "A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante" − comprovamos: três preposições impostas pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência verbal.
(__)No período: "compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem" − temos, respectivamente: duas preposições impostas pela regência verbal; uma preposição imposta pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
Marque a alternativa com a opção correta.
A LÍNGUA NUM SISTEMA DE MEDIAÇÃO
(1º§) A língua não é mero veículo comunicativo, é um sistema que medeia, de forma altamente complexa, entre o universo do significante e o universo do som. De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes.
(2º§) A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante. (...)
(3º§) A língua é um todo em si mesma e compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem. Relativamente à fala que é individual e acidental, a língua distingue-se por ser social e essencial. "A língua não é uma função do sujeito falante, é o produto que o indivíduo registra passivamente; ela nunca supõe premeditação.
(4º§) Ela é um objeto bem definido no conjunto heteróclito (excêntrico, fora do comum) dos fatos da linguagem". (...)
(WALLACE L. Chafe. Significado e estrutura linguística. R. de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos. p.15.) e (https://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-antonio-manualsemiotica-2005.pdf) − (P.104) - (Texto Adaptado) - (Acesso 02.10.2023)
TEXTO II
Minha energia é o desafio, minha motivação é o impossível, e é por isso que eu preciso ser, à força e a esmo, inabalável.
(Augusto Branco)
Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder à questão:

(Fonte: https://brainly.com.br/tarefa/39867319. Acesso em 23/01/2023)
“Vamos correr, Garfield?”. Reescrevendo essa frase com o verbo no modo imperativo afirmativo e fazendo os ajustes necessários de pontuação, teríamos:
Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder à questão:

(Fonte: https://brainly.com.br/tarefa/39867319. Acesso em 23/01/2023)
No último quadrinho, o verbo “tem” deveria ter sido escrito com acento diferencial de plural: “Eles têm uma lança?!”. O acento diferencial também se mantém no seguinte caso:
Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder à questão:
O CÃO E A SOMBRA
Um Cão levava na boca um pedaço de carne quando, ao passar por um riacho, viu no fundo da água a sombra da carne, que parecia maior. Soltou a que levava nos dentes para tentar pegar a que via na água. O riacho levou para sua correnteza a verdadeira carne e a sombra, ficando o Cão sem uma nem outra.
(Fonte: https://www.pensador.com/fabulas_mais_conhecidas_de_esopo_com_moral/. Acesso em 22/11/2022. Com adaptações)
Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder à questão:
O CÃO E A SOMBRA
Um Cão levava na boca um pedaço de carne quando, ao passar por um riacho, viu no fundo da água a sombra da carne, que parecia maior. Soltou a que levava nos dentes para tentar pegar a que via na água. O riacho levou para sua correnteza a verdadeira carne e a sombra, ficando o Cão sem uma nem outra.
(Fonte: https://www.pensador.com/fabulas_mais_conhecidas_de_esopo_com_moral/. Acesso em 22/11/2022. Com adaptações)
Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder à questão:
O CÃO E A SOMBRA
Um Cão levava na boca um pedaço de carne quando, ao passar por um riacho, viu no fundo da água a sombra da carne, que parecia maior. Soltou a que levava nos dentes para tentar pegar a que via na água. O riacho levou para sua correnteza a verdadeira carne e a sombra, ficando o Cão sem uma nem outra.
(Fonte: https://www.pensador.com/fabulas_mais_conhecidas_de_esopo_com_moral/. Acesso em 22/11/2022. Com adaptações)
Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder à questão:
O CÃO E A SOMBRA
Um Cão levava na boca um pedaço de carne quando, ao passar por um riacho, viu no fundo da água a sombra da carne, que parecia maior. Soltou a que levava nos dentes para tentar pegar a que via na água. O riacho levou para sua correnteza a verdadeira carne e a sombra, ficando o Cão sem uma nem outra.
(Fonte: https://www.pensador.com/fabulas_mais_conhecidas_de_esopo_com_moral/. Acesso em 22/11/2022. Com adaptações)
O Sol é a estrela que mantém o Sistema Solar unido graças à sua gravidade. Sem sua presença, a vida na Terra como conhecemos não seria possível. A conexão e as interações entre a estrela e este planeta determinam as estações do ano, as correntes oceânicas, o tempo e o clima, entre outras coisas, de acordo com a NASA – agência espacial norte-americana.
O Sol tem um impacto importante sobre o clima da Terra: ele é considerado um garantidor da vida, pois ajuda a manter o planeta quente o suficiente para que ela exista. No entanto, a estrela mais próxima da Terra não é responsável pela tendência de aquecimento global registrada nas últimas décadas. De acordo com NASA, o aquecimento global em evidência nas últimas décadas é um evento muito precoce para ser vinculado às mudanças na órbita da Terra e grande demais para ser causado pela atividade solar, diz a agência espacial. A NASA vem estudando a estrela do Sistema Solar há bastante tempo e, segundo a agência, há duas evidências que refutam a crença de que o Sol é a causa do aquecimento global.
Por um lado, observa a agência, a quantidade de energia solar que atinge a atmosfera superior tem sido monitorada desde 1978, e os cientistas conseguiram determinar que não houve tendência de aumento na quantidade de energia solar que atinge o planeta. "Uma segunda evidência irrefutável é que, se o Sol fosse responsável pelo aquecimento global, esperaríamos ver um aumento nas temperaturas em todas as camadas da atmosfera. Na realidade, o que se observa é um aquecimento na superfície e um resfriamento na estratosfera. Isso é consistente com o fato de esse fenômeno ser devido a um acúmulo de gases que retêm o calor perto da superfície da Terra", informa a NASA.
Como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU aponta, há um amplo consenso científico de que as variações de longo e curto prazo na atividade solar desempenham apenas um papel muito pequeno no clima da Terra. De fato, o aquecimento causado pelo aumento dos gases de efeito estufa induzido pelo ser humano é muito maior do que os efeitos decorrentes das variações recentes da atividade solar. Desde 1750, o aquecimento causado pelos gases de efeito estufa, provenientes da combustão de combustíveis fósseis, é mais de 270 vezes maior do que o leve aumento nas temperaturas do próprio sol no mesmo intervalo de tempo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
O Sol é a estrela que mantém o Sistema Solar unido graças à sua gravidade. Sem sua presença, a vida na Terra como conhecemos não seria possível. A conexão e as interações entre a estrela e este planeta determinam as estações do ano, as correntes oceânicas, o tempo e o clima, entre outras coisas, de acordo com a NASA – agência espacial norte-americana.
O Sol tem um impacto importante sobre o clima da Terra: ele é considerado um garantidor da vida, pois ajuda a manter o planeta quente o suficiente para que ela exista. No entanto, a estrela mais próxima da Terra não é responsável pela tendência de aquecimento global registrada nas últimas décadas. De acordo com NASA, o aquecimento global em evidência nas últimas décadas é um evento muito precoce para ser vinculado às mudanças na órbita da Terra e grande demais para ser causado pela atividade solar, diz a agência espacial. A NASA vem estudando a estrela do Sistema Solar há bastante tempo e, segundo a agência, há duas evidências que refutam a crença de que o Sol é a causa do aquecimento global.
Por um lado, observa a agência, a quantidade de energia solar que atinge a atmosfera superior tem sido monitorada desde 1978, e os cientistas conseguiram determinar que não houve tendência de aumento na quantidade de energia solar que atinge o planeta. "Uma segunda evidência irrefutável é que, se o Sol fosse responsável pelo aquecimento global, esperaríamos ver um aumento nas temperaturas em todas as camadas da atmosfera. Na realidade, o que se observa é um aquecimento na superfície e um resfriamento na estratosfera. Isso é consistente com o fato de esse fenômeno ser devido a um acúmulo de gases que retêm o calor perto da superfície da Terra", informa a NASA.
Como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU aponta, há um amplo consenso científico de que as variações de longo e curto prazo na atividade solar desempenham apenas um papel muito pequeno no clima da Terra. De fato, o aquecimento causado pelo aumento dos gases de efeito estufa induzido pelo ser humano é muito maior do que os efeitos decorrentes das variações recentes da atividade solar. Desde 1750, o aquecimento causado pelos gases de efeito estufa, provenientes da combustão de combustíveis fósseis, é mais de 270 vezes maior do que o leve aumento nas temperaturas do próprio sol no mesmo intervalo de tempo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
O Sol é a estrela que mantém o Sistema Solar unido graças à sua gravidade. Sem sua presença, a vida na Terra como conhecemos não seria possível. A conexão e as interações entre a estrela e este planeta determinam as estações do ano, as correntes oceânicas, o tempo e o clima, entre outras coisas, de acordo com a NASA – agência espacial norte-americana.
O Sol tem um impacto importante sobre o clima da Terra: ele é considerado um garantidor da vida, pois ajuda a manter o planeta quente o suficiente para que ela exista. No entanto, a estrela mais próxima da Terra não é responsável pela tendência de aquecimento global registrada nas últimas décadas. De acordo com NASA, o aquecimento global em evidência nas últimas décadas é um evento muito precoce para ser vinculado às mudanças na órbita da Terra e grande demais para ser causado pela atividade solar, diz a agência espacial. A NASA vem estudando a estrela do Sistema Solar há bastante tempo e, segundo a agência, há duas evidências que refutam a crença de que o Sol é a causa do aquecimento global.
Por um lado, observa a agência, a quantidade de energia solar que atinge a atmosfera superior tem sido monitorada desde 1978, e os cientistas conseguiram determinar que não houve tendência de aumento na quantidade de energia solar que atinge o planeta. "Uma segunda evidência irrefutável é que, se o Sol fosse responsável pelo aquecimento global, esperaríamos ver um aumento nas temperaturas em todas as camadas da atmosfera. Na realidade, o que se observa é um aquecimento na superfície e um resfriamento na estratosfera. Isso é consistente com o fato de esse fenômeno ser devido a um acúmulo de gases que retêm o calor perto da superfície da Terra", informa a NASA.
Como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU aponta, há um amplo consenso científico de que as variações de longo e curto prazo na atividade solar desempenham apenas um papel muito pequeno no clima da Terra. De fato, o aquecimento causado pelo aumento dos gases de efeito estufa induzido pelo ser humano é muito maior do que os efeitos decorrentes das variações recentes da atividade solar. Desde 1750, o aquecimento causado pelos gases de efeito estufa, provenientes da combustão de combustíveis fósseis, é mais de 270 vezes maior do que o leve aumento nas temperaturas do próprio sol no mesmo intervalo de tempo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Considerando-se o uso adequado dos sinais de pontuação, analisar os itens abaixo:
I. Roberto — amigo da secretária — encontrou o médico.
II. Teve um fim de semana como necessitava: dormia, e comia, e via um filme, e voltava a dormir.
III. Esta semana todos recebemos um “feedback” do trabalho prestado à empresa.
Está(ão) CORRETO(S):
O Sol é a estrela que mantém o Sistema Solar unido graças à sua gravidade. Sem sua presença, a vida na Terra como conhecemos não seria possível. A conexão e as interações entre a estrela e este planeta determinam as estações do ano, as correntes oceânicas, o tempo e o clima, entre outras coisas, de acordo com a NASA – agência espacial norte-americana.
O Sol tem um impacto importante sobre o clima da Terra: ele é considerado um garantidor da vida, pois ajuda a manter o planeta quente o suficiente para que ela exista. No entanto, a estrela mais próxima da Terra não é responsável pela tendência de aquecimento global registrada nas últimas décadas. De acordo com NASA, o aquecimento global em evidência nas últimas décadas é um evento muito precoce para ser vinculado às mudanças na órbita da Terra e grande demais para ser causado pela atividade solar, diz a agência espacial. A NASA vem estudando a estrela do Sistema Solar há bastante tempo e, segundo a agência, há duas evidências que refutam a crença de que o Sol é a causa do aquecimento global.
Por um lado, observa a agência, a quantidade de energia solar que atinge a atmosfera superior tem sido monitorada desde 1978, e os cientistas conseguiram determinar que não houve tendência de aumento na quantidade de energia solar que atinge o planeta. "Uma segunda evidência irrefutável é que, se o Sol fosse responsável pelo aquecimento global, esperaríamos ver um aumento nas temperaturas em todas as camadas da atmosfera. Na realidade, o que se observa é um aquecimento na superfície e um resfriamento na estratosfera. Isso é consistente com o fato de esse fenômeno ser devido a um acúmulo de gases que retêm o calor perto da superfície da Terra", informa a NASA.
Como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU aponta, há um amplo consenso científico de que as variações de longo e curto prazo na atividade solar desempenham apenas um papel muito pequeno no clima da Terra. De fato, o aquecimento causado pelo aumento dos gases de efeito estufa induzido pelo ser humano é muito maior do que os efeitos decorrentes das variações recentes da atividade solar. Desde 1750, o aquecimento causado pelos gases de efeito estufa, provenientes da combustão de combustíveis fósseis, é mais de 270 vezes maior do que o leve aumento nas temperaturas do próprio sol no mesmo intervalo de tempo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)