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I – Na expressão: “juros bancários exorbitantes” – o adjetivo “exorbitantes” tem o mesmo sentido semântico contextual de “vultosos”.
II – A oração: “Lá se vai uma estória” – pode ser reescrita sem o “SE” sem perder o sentido semântico contextual, porque ele é meramente enfático, expletivo.
III – No trecho: “Atribui às repetidas orações, rezas repletas de fé, a todos os santos” – temos crase imposta pela regência verbal e vírgulas separando expressões que exercem a mesma função sintática de objeto indireto.
IV – A expressão conotativa: “Lengalengas de barbas espessas” sugere: “Narração ou fala extensa e fastidiosa”.
(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/quando-a-defesa-pode-agredir/. Adaptado.)
Completando as lacunas inseridas no texto com a(s) ou com à(s), a sequência correta fica
(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2023/10/reservatorio-de-agua-e-descoberto-sob-pacifico-e-pode-explicar-tremores.ghtml)
Quais são, respectivamente, os sujeitos das duas orações presentes no trecho apresentado?
- Sentir ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular;
- Necessitar fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;
- Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;
- Acordar no meio da noite para ir ao celular;
- Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;
- Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa;
- Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;
- Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;
- Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo de a bateria acabar.
- Ter vários momentos durante o dia em que não se está com o celular e se dá preferência para conversas frente a frente;
- Diminuir progressivamente o uso do celular;
- Não utilizar o celular nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir;
- Colocar o celular para carregar numa superfície longe da cama;
- Desligar o celular durante a noite.
(Fonte: http:/www.arionaurocartuns.com.br/2016/09/charge-viciocelular-intemet html) I- Exemplos de expressões na linguagem não literária, (ou corriqueira) e exemplos de uso da mesma expressão, porém, de acordo com alguns escritores, na linguagem literária - Linguagem não literária: [Anoitece.]; [Teus cabelos loiros brilham.]; [Aos cinquenta anos, inesperadamente, apaixonei-me de novo.]. Os mesmos exemplos na linguagem literária: [A mão da noite embrulha os horizontes.] (Alvarenga Peixoto); [Os clarins de ouro dos teus cabelos cantam na luz!] (Mário Quintana); [Na curva dos cinquenta, derrapei neste amor.] (Carlos Drummond de Andrade).
II- Outra diferença entre a linguagem literária e não literária é com relação ao tratamento do conteúdo: ao passo que, nos textos não literários (jornalísticos, científicos, históricos, etc.) as palavras servem para veicular uma série de informações, o texto literário funciona de maneira a chamar a atenção para a própria língua no sentido de explorar vários aspectos como a sonoridade, a estrutura sintática e o sentido das palavras.
III- Alguns fatores são responsáveis pelas diferenças entre linguagem oral e linguagem escrita: o contexto, a intenção do falante, do escritor, o tópico do que se diz, ou escreve.
IV- A oralidade e a escrita são duas formas de variação linguística, onde a oralidade é geralmente marcada pela linguagem coloquial (ou informal), enquanto a escrita, em grande parte, está associada à linguagem culta (ou formal).
Coluna I.
A- Discurso direto.
B- Discurso indireto.
C- Discurso indireto livre.
Coluna II.
1- O juiz perguntou se havia algo a declarar.
2- Então, o juiz conduzia a sessão e tentava o mais rápido que podia, fazer a conciliação. Logo hoje que tenho uma agenda cheia! Ele não sabia se conseguiria resolver aquela situação. Tomara que eu consiga!
3- O juiz perguntou:
– Algo a declarar?
Coluna I.
A- Paronomásia.
B- Assonância.
C- Onomatopeia.
D- Antítese.
Coluna II.
1- É uma figura de linguagem que consiste na repetição de fonemas vocálicos, especialmente em sílabas tônicas, para inferir um som e estabelecer efeitos sonoros específicos no texto.
2- É a inserção de palavras no discurso que imitam sons.
3- Figura pela qual se opõem, numa mesma frase, duas palavras, ou dois pensamentos, de sentido contrário.
4- É a repetição de palavras cujos sons são parecidos.
( ) Emissor: é quem recebe a mensagem.
( ) Receptor: é quem envia a mensagem.
( ) Mensagem: é o conteúdo da informação.
( ) Canal de comunicação: é o meio pelo qual a mensagem é transmitida.
( ) Código: é a língua em si (como a língua portuguesa, por exemplo).
( ) Contexto: objetivo, ou situação, a que a mensagem se refere.
Coluna I.
A- Função metalinguística.
B- Função fática.
C- Função poética.
Coluna II.
1- O emissor testa o canal de comunicação: Alô! Você me ouve? Compreende o que eu falei?
2- Imagine um filme que explica as melhores formas de como produzir um longa, ou curta-metragem. Essa redundância – um filme falando sobre filme – ou seja, o código é o tema da mensagem que é usado para falar sobre ele mesmo.
3- Viver é muito perigoso: sempre acaba em morte. (Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas).
Analise as formas verbais destacadas no trecho acima, devidamente identificadas por números. A seguir, associe cada forma verbal ao tempo e ao sentido expressos nas colunas abaixo, assinalando a alternativa que apresenta a correspondência CORRETA.
Coluna 1 (tempos verbais):
Futuro do pretérito do indicativo
(b) Pretérito imperfeito do indicativo
(c) Pretérito perfeito do indicativo
Coluna 2 (sentidos):
(I) Ação que transcorreu num passado indeterminado.
(II) Ação que transcorreu num passado determinado.
(III) Ação futura presa a alguma condição ou hipótese.
O texto abaixo foi retirado do site da Câmara Municipal de Chácara. Trata-se de um fragmento do Hino Municipal de Chácara, cuja autoria é de Sebastião Fonseca de Paula. Leia-o para responder à questão:
Título: Te amo cidade querida!
Autor: Sebastião Fonseca de Paula
Cumprimento-te Chácara amada,
o seu povo querido e viril.
Não te troco no Mundo por nada.
Tu és grandeza do meu Brasil!
Deus te deu a beleza e a fama,
e o povo se encanta ao te ver.
Ao sentir tua voz que me chama,
juro que sinto por ti, um prazer!
Tu tens Matas! Tu tens Cachoeiras!
Tu tens belezas para admirar!
Tu tens morenas lindas faceiras!
Que faz nosso povo invejar. (refrão)
(...)
Considerando o emprego de pronomes no texto acima, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) No título, há uma falha na colocação do pronome oblíquo átono.
( ) Ao referir-se à Chácara, os pronomes referentes a ela foram utilizados de maneira uniforme.
( ) Em “e o povo se encanta ao te ver”, o pronome destacado é reflexivo.
( ) Em “Tu tens Matas!”, o pronome destacado é pessoal do caso reto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.