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Q2439677 Português
O QUE É O EFEITO DUNNING-KRUGER ?



O psicanalista e professor Christian Dunker diz que esse fenômeno – definido a partir do estudos de dois psicólogos americanos, David Dunning e Justin Kruger – explica dois efeitos diferentes



Nos últimos anos, o mundo passou por um intenso período de descrenças na ciência e no conhecimento baseado em estudos e análises científicas. O movimento terraplanista, por exemplo, apresentou constante crescimento e é possível notar que os indivíduos que participam dele muitas vezes parecem acreditar firmemente que apresentam mais conhecimento que especialistas na área.


Cenas como essa não são difíceis de serem observadas e parecem fazer parte de diferentes fases do desenvolvimento humano. Apesar da estranheza causada por elas, nota-se que podem ser explicadas por um fenômeno conhecido como efeito Dunning-Kruger, definido em 1999 a partir dos estudos de dois psicólogos americanos, David Dunning e Justin Kruger.


Segundo o psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da USP, Christian Dunker, o fenômeno explica dois efeitos diferentes. O primeiro diz respeito aos indivíduos que conhecem pouco uma atividade e a realizam mal ou pior que os outros, mas tendem a superestimar os seus conhecimentos. Enquanto o segundo apresenta o efeito oposto, sendo possível observar que sujeitos que apresentam vasto entendimento sobre algumas áreas tendem a acreditar que não conhecem tanto daquele assunto.


Entre as diferentes consequências negativas associadas ao efeito, Dunker destaca que a falta de conhecimento do indivíduo sobre sua própria ignorância é uma das mais importantes. “Aqueles que sofrem com o prejuízo dos ignorantes não conseguem regular e aprender com os próprios erros e com a apreciação dos erros dos outros”, comenta. Assim, nota-se que essas pessoas tendem a ficar ainda mais ignorantes com o passar do tempo.


Em contrapartida, aqueles que acreditam não conhecer o suficiente sobre algum assunto, apesar de apresentarem amplo conhecimento nele, conseguem se libertar do efeito com maior facilidade, uma vez que o estudo frequente pode auxiliar nesse processo.


É interessante notar que esse efeito apresenta diferentes consequências no desempenho e na vida social das pessoas. Dunker exemplifica o caso a partir de um estudo realizado com testes humorísticos, assim, aqueles que contavam piadas que não provocavam o riso do maior número de pessoas costumavam acreditar que eram os comediantes mais engraçados. “Isso pode causar muito constrangimento social, recriminação, decepção, insucesso e até o sentimento de injustiça, já que a pessoa acredita que possui dotes, aptidões e qualidades”, adiciona o especialista.


O psicanalista comenta, ainda, que os indivíduos que subestimam os seus conhecimentos podem estar ligados a um complexo de inferioridade que impossibilita, em muitos casos, o avanço de seu aprendizado. “Esse sentimento de que não pode ter sido eu a ter feito essa grande realização, um excesso de humildade ou constrangimento diante do reconhecimento”, discorre.


Existem diferentes hipóteses para explicar o funcionamento desse fenômeno, sendo um dos mais interessantes aquele que considera que está ligado a um processo que passa pela memória, pela linguagem, pela inteligência e pelo juízo. “Ele está sempre associado a uma metacognição, ou seja, a capacidade de aprender ao fazer, pensar sobre o pensamento, ter memórias sobre a memória, ter imaginações sobre a imaginação, entre outros.” Assim, os sujeitos que exploram a sua metacognição tendem a melhorar sua posição de apreciação dos próprios resultados.


A partir dos estudos realizados é possível notar que ter noção de sua própria ignorância parece ser um dos melhores caminhos para evitar que os indivíduos caiam constantemente nesse efeito. Dunker avalia que, quando a ignorância é reconhecida, é capaz que ela se transforme em desejo de saber, por isso, a busca por conhecimento parece ser essencial.


Por fim, observa-se que o efeito Dunning-Kruger consegue ser mais bem aplicado e identificado em atividades que apresentam uma alta dimensão prática, como o exercício de esportes, já que a possibilidade de comparação direta com outras pessoas é maior nesses cenários. “No fundo, esse feito não é apenas cognitivo, mas é também um efeito de como a gente interpreta a nossa própria diferença em relação aos outros e ao fato de que, muitas vezes, essa diferença traz uma hierarquia”, finaliza Dunker.


(Autora Julia Galvão. Publicado em 14/06/2023. Site do Jornal da USP. Disponível em https://jornal.usp.br/radio-usp/o-que-e-o-efeito-dunning-kruger
Para o psicanalista Christian Dunker, o fenômeno tem dois efeitos diferentes. De forma que podemos dizer corretamente que:
Alternativas
Q2439676 Português
O QUE É O EFEITO DUNNING-KRUGER ?



O psicanalista e professor Christian Dunker diz que esse fenômeno – definido a partir do estudos de dois psicólogos americanos, David Dunning e Justin Kruger – explica dois efeitos diferentes



Nos últimos anos, o mundo passou por um intenso período de descrenças na ciência e no conhecimento baseado em estudos e análises científicas. O movimento terraplanista, por exemplo, apresentou constante crescimento e é possível notar que os indivíduos que participam dele muitas vezes parecem acreditar firmemente que apresentam mais conhecimento que especialistas na área.


Cenas como essa não são difíceis de serem observadas e parecem fazer parte de diferentes fases do desenvolvimento humano. Apesar da estranheza causada por elas, nota-se que podem ser explicadas por um fenômeno conhecido como efeito Dunning-Kruger, definido em 1999 a partir dos estudos de dois psicólogos americanos, David Dunning e Justin Kruger.


Segundo o psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da USP, Christian Dunker, o fenômeno explica dois efeitos diferentes. O primeiro diz respeito aos indivíduos que conhecem pouco uma atividade e a realizam mal ou pior que os outros, mas tendem a superestimar os seus conhecimentos. Enquanto o segundo apresenta o efeito oposto, sendo possível observar que sujeitos que apresentam vasto entendimento sobre algumas áreas tendem a acreditar que não conhecem tanto daquele assunto.


Entre as diferentes consequências negativas associadas ao efeito, Dunker destaca que a falta de conhecimento do indivíduo sobre sua própria ignorância é uma das mais importantes. “Aqueles que sofrem com o prejuízo dos ignorantes não conseguem regular e aprender com os próprios erros e com a apreciação dos erros dos outros”, comenta. Assim, nota-se que essas pessoas tendem a ficar ainda mais ignorantes com o passar do tempo.


Em contrapartida, aqueles que acreditam não conhecer o suficiente sobre algum assunto, apesar de apresentarem amplo conhecimento nele, conseguem se libertar do efeito com maior facilidade, uma vez que o estudo frequente pode auxiliar nesse processo.


É interessante notar que esse efeito apresenta diferentes consequências no desempenho e na vida social das pessoas. Dunker exemplifica o caso a partir de um estudo realizado com testes humorísticos, assim, aqueles que contavam piadas que não provocavam o riso do maior número de pessoas costumavam acreditar que eram os comediantes mais engraçados. “Isso pode causar muito constrangimento social, recriminação, decepção, insucesso e até o sentimento de injustiça, já que a pessoa acredita que possui dotes, aptidões e qualidades”, adiciona o especialista.


O psicanalista comenta, ainda, que os indivíduos que subestimam os seus conhecimentos podem estar ligados a um complexo de inferioridade que impossibilita, em muitos casos, o avanço de seu aprendizado. “Esse sentimento de que não pode ter sido eu a ter feito essa grande realização, um excesso de humildade ou constrangimento diante do reconhecimento”, discorre.


Existem diferentes hipóteses para explicar o funcionamento desse fenômeno, sendo um dos mais interessantes aquele que considera que está ligado a um processo que passa pela memória, pela linguagem, pela inteligência e pelo juízo. “Ele está sempre associado a uma metacognição, ou seja, a capacidade de aprender ao fazer, pensar sobre o pensamento, ter memórias sobre a memória, ter imaginações sobre a imaginação, entre outros.” Assim, os sujeitos que exploram a sua metacognição tendem a melhorar sua posição de apreciação dos próprios resultados.


A partir dos estudos realizados é possível notar que ter noção de sua própria ignorância parece ser um dos melhores caminhos para evitar que os indivíduos caiam constantemente nesse efeito. Dunker avalia que, quando a ignorância é reconhecida, é capaz que ela se transforme em desejo de saber, por isso, a busca por conhecimento parece ser essencial.


Por fim, observa-se que o efeito Dunning-Kruger consegue ser mais bem aplicado e identificado em atividades que apresentam uma alta dimensão prática, como o exercício de esportes, já que a possibilidade de comparação direta com outras pessoas é maior nesses cenários. “No fundo, esse feito não é apenas cognitivo, mas é também um efeito de como a gente interpreta a nossa própria diferença em relação aos outros e ao fato de que, muitas vezes, essa diferença traz uma hierarquia”, finaliza Dunker.


(Autora Julia Galvão. Publicado em 14/06/2023. Site do Jornal da USP. Disponível em https://jornal.usp.br/radio-usp/o-que-e-o-efeito-dunning-kruger
Quanto aquilo que é colocado no texto acerca do Efeito Dunning-Kruger, podemos afirmar corretamente que:
Alternativas
Q2439553 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Os radicais dos vocábulos “extraordinária” e “desmantelar” são, respectivamente: 
Alternativas
Q2439552 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Em qual dos trechos abaixo a(s) vírgula(s) foi(ram) empregada(s) para isolar uma estrutura de aposto?  
Alternativas
Q2439551 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Qual é o sentido veiculado pela palavra “Como” que inicia o parágrafo introdutório do texto?
Alternativas
Q2439550 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Em um dos excertos abaixo, NÃO se pode verificar a utilização deliberada de uma expressão conotativa. Identifique-o: 
Alternativas
Q2439549 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

A expressão “chover no molhado”, utilizada no início do décimo parágrafo, veicula o sentido de que falar sobre as dificuldades da jornada rumo ao empoderamento feminino: 
Alternativas
Q2439548 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Segundo o contexto sintático em que se encontra, o trecho “com determinação, resiliência e adaptabilidade”, empregado no último parágrafo do texto, apresenta: 
Alternativas
Q2439547 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

A conclusão do texto permite inferir que, em relação à temática discutida, a articulista adota uma postura de:  
Alternativas
Q2439546 Português
Mulheres fortes estão em todo lugar


Ao mostrar a determinação, resiliência e adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança Iona Szkurnik | 29 de fevereiro de 2024


        Como mulher navegando pelas diversas adversidades e escolhas da vida, compreendi a profunda importância da determinação, da resiliência e da adaptabilidade. Essas qualidades não são apenas traços admiráveis; são ferramentas indispensáveis na trajetória pela liberdade e pelo empoderamento. Em um mundo repleto de preconceitos inconscientes e barreiras sistêmicas, é essencial para as mulheres utilizar essas habilidades para romper os tetos de vidro impostos sobre nós. As histórias de todas as mulheres fortes e lutadoras que eu conheço passam por essas características.

          A determinação, uma forma de perseverança inabalável para alcançar objetivos de longo prazo apesar dos contratempos, é um pilar do empoderamento. Ao longo da História, inúmeras mulheres exibiram uma garra extraordinária. Vemos algumas delas retratadas em livros e filmes, mas essas mulheres existem à nossa volta também.

      Pegue o exemplo de Maria Toledo, que deixou a carreira em Direito para empreender em Moda. Contra a corrente, ela abriu sua própria marca de sapatos aos 22 anos, foi agente crucial no desenvolvimento da cena da moda carioca nos anos 2000 e teve uma colaboração relevante com os primórdios da Reserva. Maria entendeu que quebrar barreiras significava sair do Rio e ir para São Paulo, onde os gigantes da indústria estão. Sua paixão por sapatos a levou a Schutz, uma das 20 marcas do maior grupo de moda do país.

        A fusão da Arezzo&Co e grupo Soma anunciada no início de fevereiro criou um gigante da moda com R$12 bilhões em faturamento, R$1,5 bi em EBITDA e R$750 milhões de lucro líquido. Não era assim quando Maria largou tudo para trás ao se mudar sozinha para São Paulo. Há 13 anos na capital paulista, ela vem traçando uma bela carreira, hoje à frente da marca Arezzo Brizza. Se esse spin-off aconteceu e ela é a “CEO da marca” é porque conquistou a confiança de Luciana Wodzik, CEO do grupo Arezzo&Co, uma das referências em gestão e liderança no mercado.

         Infelizmente, ainda é raro ter uma mulher apoiando e confiando na outra dentro do mesmo grupo. Exemplos como o da Maria Toledo e Luciana Wodzik devem ser ressaltados e compartilhados para inspirar e estimular mais mulheres a segurar a porta para a outra passar. Sua resiliência diante de desafios aquém do próprio controle, sua liderança centrada nas pessoas e seu senso de dono feroz fazem com que a adaptabilidade seja praticada e aprimorada a cada curva que a vida faz. Maria lidera com proximidade e transparência porque entende que a prioridade número um são pessoas – gestão, treinamento, ajustes, estratégia, tudo que faz é centrado em pessoas. E isso requer muita adaptabilidade sem perder a determinação.

         A resiliência, a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios, é outra habilidade crítica para as mulheres que buscam o empoderamento. Roseane Vitória, uma jovem de 21 anos de Diamantina, Minas Gerais, é uma das finalistas no processo altamente seletivo da Universidade de Stanford. Roseane sonha em “ajudar as pessoas” e em “resolver problemas reais”. A sua capacidade de enfrentar todo e qualquer desafio sem perder de vista seu sonho ou a ternura nas palavras, me impactaram profundamente. Ao entrevistá-la essa semana como parte do meu voluntariado para selecionar brasileiros de alto potencial para ingressar na faculdade americana, Roseane comprovou que mulheres fortes estão em todo lugar.

       Ao completar o ensino médio no ano da pandemia, seus planos de ensino superior foram pelos ares. Com uma irmã debilitada e a mãe cuidadora de idosos, além de um irmão adotivo, Roseane prioriza sustentar a família com seus três empregos, sete dias por semana. Sua jornada serve como um testemunho do poder da resiliência para superar adversidades e perseguir o sucesso.

        Ela é um exemplo de como muitas de nós nos colocamos em segundo lugar e muitas vezes nos perdemos com as obrigações que tomamos para si. Deixamos nosso sonho “para depois” durante anos a fio. Roseane não quer deixar isso acontecer. Quebrar barreiras para ela é, aos 21 anos, estar aplicando para Stanford, se permitindo seguir seu rumo.

       Esses exemplos de força e determinação quebram preconceitos inconscientes que limitam o potencial das mulheres. Ao mostrar a determinação, a resiliência e a adaptabilidade de mulheres de diferentes origens, idades, talentos e crenças, desafiamos estereótipos e redefinimos normas sociais. Provamos que as mulheres não apenas são capazes de prosperar em qualquer ambiente, mas também são agentes indispensáveis de mudança.

         É chover no molhado dizer que a jornada ao empoderamento está longe de ser fácil. As mulheres continuam a enfrentar barreiras sistêmicas e preconceitos arraigados que impedem nosso progresso. É crucial para cada uma de nós cultivar e nutrir nossa determinação, resiliência e adaptabilidade enquanto navegamos por esse terreno desafiador. Parece piegas, mas precisamos acreditar que juntas podemos desmantelar as barreiras que nos seguram e criar um mundo em que cada mulher tenha a oportunidade de alcançar seu potencial.

         Estejamos no início, no meio, no ápice, ou desacelerando, o caminho para o empoderamento é pavimentado com determinação, resiliência e adaptabilidade. Ao abraçar essas habilidades e aprender com os exemplos de mulheres fortes, podemos romper preconceitos inconscientes e forjar um futuro mais equitativo para todos. Enquanto continuo minha jornada, sou inspirada pelo espírito indomável das mulheres que se recusam a ser limitadas pelas expectativas da sociedade. Com empatia e ternura, continuaremos a desafiar as expectativas e a traçar nossos próprios destinos.


SZKURNIK, Iona. Mulheres fortes estão em todo lugar. Forbes
Brasil, 29 de fevereiro de 2024. Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/02/mulheres-fortesestao-em-todo-lugar/. Acesso em: 29 fev. 2024. Adaptado. 

Analisando-se a organização das informações apresentadas no artigo de opinião, pode-se afirmar que a autora:  
Alternativas
Q2438045 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
“Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior”.

Assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE o uso das vírgulas no trecho selecionado. 
Alternativas
Q2438044 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
Assinale a alternativa em que a oração está na voz passiva.
Alternativas
Q2438043 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
“Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, COMO atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã”.

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a relação de sentido expressa pelo elemento destacado no fragmento.
Alternativas
Q2438042 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
De acordo com o texto, o lançamento do segundo foguete da SpaceX:
Alternativas
Q2438041 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
Considerando as informações do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

I – A principal falha do primeiro lançamento da SpaceX foi corrigida no segundo.
II – Todas as missões da SpaceX falham integralmente.
III – O segundo lançamento da SpaceX cumpriu todas as etapas planejadas.
Alternativas
Q2437860 Português
Por trás das palavras


Por Cláudio Moreno


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(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o texto lido, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:


I. Os termos “sale”, “liquidação” e “torra-torra” não são sinônimos.


PORQUE


II. Os termos “sale”, “liquidação” e “torra-torra” só podem ser utilizados em contextos diferentes.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2437858 Português
Por trás das palavras


Por Cláudio Moreno


001.png (760×697)



(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre o texto, analise as assertivas abaixo:


I. O valor denotativo se refere ao significado adicional de um vocábulo, diferente do significado relacionado ao nosso mundo concreto ou imaginário.
II. Os semanticistas modernos afirmam que o significado de um vocábulo pode ter valor denotativo, conotativo e figurado.
III. A conotação engloba, por exemplo, todas as outras informações que um vocábulo pode transmitir, como diferenças regionais, de faixa etária etc.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q2437856 Português
Por trás das palavras


Por Cláudio Moreno


001.png (760×697)



(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 07, 25 e 37. 
Alternativas
Q2407504 Português

A questão refere-se à tirinha abaixo. 




09_- 10.png (757×221)



Fonte: INESC.

Ao considerar as colocações do menino, entende-se que ele: 
Alternativas
Q2407499 Português
Benefícios do protagonismo estudantil e o impacto no aprendizado



Por EducaTech



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(Disponível em: www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/educatech/2023/02/08/protagonismo-do-estudante/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as regras de concordância verbal, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 06 e 24.
Alternativas
Respostas
4841: D
4842: C
4843: A
4844: D
4845: D
4846: E
4847: B
4848: C
4849: C
4850: B
4851: B
4852: C
4853: C
4854: D
4855: A
4856: E
4857: C
4858: B
4859: B
4860: D