Foram encontradas 13.220 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Ao converter o fragmento “Os cinéfilos apreciam os filmes hollywoodianos” para a voz passiva, a reescrita será:
Analise as assertivas a seguir:
I. A palavra “milênio” tem um encontro vocálico do tipo ditongo.
II. As palavras “pontiagudo” e “errôneo” têm dígrafos.
III. “Herdeiro” e “canetada” têm o mesmo número de letras, mas não de fonemas.
Quais estão corretas?
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em “Esse filme não tem uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, ...” (l. 09-10), se colocarmos a palavra sublinhada no plural, quantas alterações são necessárias nesse fragmento?
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o trecho “... o filme arrecadou quase US$ 26 milhões...” (l. 18), assinale a alternativa que apresenta a classificação das palavras sublinhadas, na ordem em que aparecem.
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em “Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos protagonistas...” (l. 01-02), o termo sublinhado pode ser classificado como um pronome:
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “ápice” (l. 08) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma figura de linguagem encontrada no texto.
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Os símbolos das linhas 12, 18 e 23 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, marque a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 06, 14 e 26 do texto.
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir:
I. Em “Esse filme não tem uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador...” (l. 09-11), existe um argumento formado quando o ator menciona a necessidade de união de diferentes ideologias frente a uma situação extrema.
II. A expressão “No entanto” (l. 21) anuncia uma ideia contrária ao que foi apresentado no período anterior.
III. Pode-se dizer que o propósito da comunicação do texto é informativo e persuasivo, pois ele informa sobre a intencionalidade do filme, a partir da visão do ator brasileiro.
Quais estão corretas?
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir:
I. As falas de Wagner Moura, no texto, como em “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. (l. 06), podem ser consideradas um intertexto.
II. Dado o contexto em que se apresenta, o pronome “eles” (l. 22) retoma o termo “acostumados”.
III. Ao falar sobre o filme, a alusão a um ditador retoma um período histórico real da história da humanidade, o que também pode ser entendido como intertextualidade.
Quais estão corretas?
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
A partir da leitura do texto, de acordo com Wagner Moura, uma das principais mensagens transmitidas pelo filme “Guerra Civil” é:
Leia o texto a seguir.
Disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh25nEDPc7cFMM6CE5szBDwEXP9w7TDuDiXQBrNUDUOP2R_PRl2BHKaiF6hTpb3QGbmJ19Dp6-U2EW02maTPE82c7pIcUN3-BxRdDKznMZVouWjywZyB5u3SvukQfVvGK7Y9TUR3PLL-ghO/s1600/Charge+meio+ambiente.jpg>. Acesso em: 2 mar. 2024.
Na pergunta do filhote de tartaruga para sua mãe, segundo critérios semântico e morfológicos, a palavra “meio” está sendo empregada como um
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, responda as questões 08, 09 e 10.
Fonte: BRASIL. Manual de Redação Da Presidência da República 3. ed., rev., atual. e ampl. – Brasília: Presidência da República, 2018. Disponível em: https://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/manual-de-redacao-dapresidencia-da-republica/manual-de-redacao.pdf. Acesso em: 16 fev. 2024.
Assinale a alternativa CORRETA que indique a sequência de verbos adequados nas frases.
I. _____no discurso o início de seus estudos.
II. A próxima _______legislativa iniciará em 24 de fevereiro.
III. O projeto apresentado veio ____ objetivos dos trabalhadores, atendendo às suas reivindicações.
Leia o texto a seguir para responder as questões de 05 a 07.
Fonte: Disponível em: https://vidadesuporte.com.br/suporte-aserie/desinteligencia-artificial/ (Publicado em 18/04/2023). Acesso em: 17 fev. 2024.
Sobre os aspectos gramaticais e seus respectivos contextos, analise as afirmativas.
I. Em: “não me sinto mais tão inteligente” (4º quadrinho), o verbo “sentir” é considerado verbo de ligação, pois expressa um estado.
II. Em: “não me sinto mais tão inteligente” (4º quadrinho), o advérbio “tão” acompanha o adjetivo, modificando-o.
III. Em: “preciso de uma formatação urgente aqui” (4º quadrinho), o sujeito é simples.
Assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto a seguir para responder as questões de 05 a 07.
Fonte: Disponível em: https://vidadesuporte.com.br/suporte-aserie/desinteligencia-artificial/ (Publicado em 18/04/2023). Acesso em: 17 fev. 2024.
Assinale a alternativa CORRETA. Nas frases, “Eu sou uma inteligência artificial” (1º quadrinho); “trabalho 24 horas por dia” (2º quadrinho); “não me sinto mais tão inteligente” (4º quadrinho), há os seguintes tipos de sujeitos, respectivamente:
Leia o texto a seguir para responder as questões de 05 a 07.
Fonte: Disponível em: https://vidadesuporte.com.br/suporte-aserie/desinteligencia-artificial/ (Publicado em 18/04/2023). Acesso em: 17 fev. 2024.
Sobre a interpretação do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 04.
Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho
A inteligência artificial (IA) ganhou popularidade nos últimos tempos e muitas ferramentas que utilizam dessa tecnologia foram lançadas ao público neste ano. A IA consiste em aproveitar o poder de computadores e máquinas para imitar capacidades de resolução de problemas e tomada de decisão da mente humana.
Para entender melhor o desenvolvimento dessa tecnologia no ambiente de trabalho, a Access Partnership colaborou com a Amazon Web Services (AWS) em uma pesquisa onde 1600 funcionários e 500 organizações no Brasil, de todos os setores, foram ouvidos. O estudo revela que essa tecnologia pode dar um grande impulso na economia do país e ainda apoiar uma parte considerável das tarefas profissionais. Quase todas as organizações do Brasil serão habilitadas para receber a inteligência artificial. De acordo com a pesquisa, 97% de todos os empregadores planejam usar soluções baseadas em IA até o ano de 2028.
Além disso, 68% dos colaboradores esperam que a automação de tarefas seja o principal benefício da inteligência artificial. Por outro lado, 95% dos empregadores acreditam que o departamento de TI será o maior beneficiário, seguido pelas áreas de P&D e financeiro.
A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano. Um exemplo foi a criação do ChatGPT e o Bard, do Google. Por conta desse impulso, o estudo concluiu que 97% dos empregadores pesquisados e 94% dos funcionários esperam usar, de alguma forma, a IA Generativa em suas organizações nos próximos cinco anos.
A produtividade também é um ponto que os empregadores enxergam com positividade quando a inteligência artificial é utilizada em todas as funções de trabalho. Para eles, a produção pode subir em 66% com o uso da ferramenta.
Com tantos benefícios, 80% dos empregadores consideram a contratação de talentos com habilidades e experiência em IA, uma prioridade. No entanto, a maioria deles (68%) dizem não encontrar os talentos que procuram. Por outro lado, quase 80% dos trabalhadores mencionam ter um interesse em desenvolver habilidades na área no futuro, como forma de avançar em suas carreiras. Número que cresce ainda mais quando recortado: 92% das mulheres entrevistadas indicam interesse em adquirir competências na área.
A pesquisa também revela que os empregadores não estão focados apenas em trabalhadores com habilidades técnicas, como codificação. Na verdade, o pensamento crítico e criativo é ainda o mais procurado. “Essa é a nova fronteira que teremos de enfrentar para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho”, avalia Andrea Leal, gerente de treinamentos massivos da AWS.
Fonte: DIAS, Ana Beatriz. Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisa-mostra-impacto-da-inteligenciaartificial-no-futuro-do-trabalho/ (28/11/2023). Acesso em: 17 fev. 2024. (adaptado).
Assinale a alternativa CORRETA em que o sujeito apresente expressão quantitativa seguida de substantivo ou pronome no plural.
Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 04.
Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho
A inteligência artificial (IA) ganhou popularidade nos últimos tempos e muitas ferramentas que utilizam dessa tecnologia foram lançadas ao público neste ano. A IA consiste em aproveitar o poder de computadores e máquinas para imitar capacidades de resolução de problemas e tomada de decisão da mente humana.
Para entender melhor o desenvolvimento dessa tecnologia no ambiente de trabalho, a Access Partnership colaborou com a Amazon Web Services (AWS) em uma pesquisa onde 1600 funcionários e 500 organizações no Brasil, de todos os setores, foram ouvidos. O estudo revela que essa tecnologia pode dar um grande impulso na economia do país e ainda apoiar uma parte considerável das tarefas profissionais. Quase todas as organizações do Brasil serão habilitadas para receber a inteligência artificial. De acordo com a pesquisa, 97% de todos os empregadores planejam usar soluções baseadas em IA até o ano de 2028.
Além disso, 68% dos colaboradores esperam que a automação de tarefas seja o principal benefício da inteligência artificial. Por outro lado, 95% dos empregadores acreditam que o departamento de TI será o maior beneficiário, seguido pelas áreas de P&D e financeiro.
A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano. Um exemplo foi a criação do ChatGPT e o Bard, do Google. Por conta desse impulso, o estudo concluiu que 97% dos empregadores pesquisados e 94% dos funcionários esperam usar, de alguma forma, a IA Generativa em suas organizações nos próximos cinco anos.
A produtividade também é um ponto que os empregadores enxergam com positividade quando a inteligência artificial é utilizada em todas as funções de trabalho. Para eles, a produção pode subir em 66% com o uso da ferramenta.
Com tantos benefícios, 80% dos empregadores consideram a contratação de talentos com habilidades e experiência em IA, uma prioridade. No entanto, a maioria deles (68%) dizem não encontrar os talentos que procuram. Por outro lado, quase 80% dos trabalhadores mencionam ter um interesse em desenvolver habilidades na área no futuro, como forma de avançar em suas carreiras. Número que cresce ainda mais quando recortado: 92% das mulheres entrevistadas indicam interesse em adquirir competências na área.
A pesquisa também revela que os empregadores não estão focados apenas em trabalhadores com habilidades técnicas, como codificação. Na verdade, o pensamento crítico e criativo é ainda o mais procurado. “Essa é a nova fronteira que teremos de enfrentar para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho”, avalia Andrea Leal, gerente de treinamentos massivos da AWS.
Fonte: DIAS, Ana Beatriz. Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisa-mostra-impacto-da-inteligenciaartificial-no-futuro-do-trabalho/ (28/11/2023). Acesso em: 17 fev. 2024. (adaptado).
Sobre os aspectos gramaticais e seus respectivos contextos, analise as afirmativas.
I. Em: “De acordo com a pesquisa” (2º parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída por “Conforme”, “Em conformidade com”, “Consoante”, sem prejuízo de sentido.
II. Em: “A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano” (4º parágrafo), os travessões são empregados para enfatizar o trecho intercalado no texto, substituindo o papel da vírgula.
III. Em: “94% dos funcionários esperam usar a IA Generativa” (4º parágrafo), o verbo concordou com o número expresso na porcentagem.
IV. Em: “[...] para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho” (7º parágrafo), o emprego da crase é facultativa, na expressão em destaque.
Assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 04.
Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho
A inteligência artificial (IA) ganhou popularidade nos últimos tempos e muitas ferramentas que utilizam dessa tecnologia foram lançadas ao público neste ano. A IA consiste em aproveitar o poder de computadores e máquinas para imitar capacidades de resolução de problemas e tomada de decisão da mente humana.
Para entender melhor o desenvolvimento dessa tecnologia no ambiente de trabalho, a Access Partnership colaborou com a Amazon Web Services (AWS) em uma pesquisa onde 1600 funcionários e 500 organizações no Brasil, de todos os setores, foram ouvidos. O estudo revela que essa tecnologia pode dar um grande impulso na economia do país e ainda apoiar uma parte considerável das tarefas profissionais. Quase todas as organizações do Brasil serão habilitadas para receber a inteligência artificial. De acordo com a pesquisa, 97% de todos os empregadores planejam usar soluções baseadas em IA até o ano de 2028.
Além disso, 68% dos colaboradores esperam que a automação de tarefas seja o principal benefício da inteligência artificial. Por outro lado, 95% dos empregadores acreditam que o departamento de TI será o maior beneficiário, seguido pelas áreas de P&D e financeiro.
A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano. Um exemplo foi a criação do ChatGPT e o Bard, do Google. Por conta desse impulso, o estudo concluiu que 97% dos empregadores pesquisados e 94% dos funcionários esperam usar, de alguma forma, a IA Generativa em suas organizações nos próximos cinco anos.
A produtividade também é um ponto que os empregadores enxergam com positividade quando a inteligência artificial é utilizada em todas as funções de trabalho. Para eles, a produção pode subir em 66% com o uso da ferramenta.
Com tantos benefícios, 80% dos empregadores consideram a contratação de talentos com habilidades e experiência em IA, uma prioridade. No entanto, a maioria deles (68%) dizem não encontrar os talentos que procuram. Por outro lado, quase 80% dos trabalhadores mencionam ter um interesse em desenvolver habilidades na área no futuro, como forma de avançar em suas carreiras. Número que cresce ainda mais quando recortado: 92% das mulheres entrevistadas indicam interesse em adquirir competências na área.
A pesquisa também revela que os empregadores não estão focados apenas em trabalhadores com habilidades técnicas, como codificação. Na verdade, o pensamento crítico e criativo é ainda o mais procurado. “Essa é a nova fronteira que teremos de enfrentar para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho”, avalia Andrea Leal, gerente de treinamentos massivos da AWS.
Fonte: DIAS, Ana Beatriz. Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisa-mostra-impacto-da-inteligenciaartificial-no-futuro-do-trabalho/ (28/11/2023). Acesso em: 17 fev. 2024. (adaptado).
Assinale a alternativa INCORRETA, quanto aos resultados da pesquisa, realizada pela Amazon Web Services (AWS), com a colaboração da Access Partnership, sobre a inteligência artificial (IA).