Foram encontradas 13.220 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“Ser professora é um estilo de vida”
(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)
No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”
O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.
Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.
Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.
Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.
Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.
Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.
A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.
Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.
Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.
Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/ser-
professora-e-um-estilo-de-
vida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6
bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.
Com relação ao curso de formação realizado pela professora, é INCORRETO afirmar que esse curso é
“Ser professora é um estilo de vida”
(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)
No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”
O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.
Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.
Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.
Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.
Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.
Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.
A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.
Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.
Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.
Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/ser-
professora-e-um-estilo-de-
vida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6
bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.
No período “Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso”, observa-se a presença da palavra “que” no papel de conjunção integrante. Tendo ciência disso, marque o trecho em que o “que” destacado tem a mesma classificação.
“Ser professora é um estilo de vida”
(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)
No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”
O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.
Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.
Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.
Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.
Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.
Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.
A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.
Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.
Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.
Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/ser-
professora-e-um-estilo-de-
vida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6
bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.
De acordo com as regras gramaticais, ao contrário do verbo regular, verbo irregular é aquele que pode não apresentar as mesmas desinências do paradigma da conjugação a que pertence e/ou, em termos fonéticos, pode sofrer alterações no seu radical. Tendo isso em consideração, marque a opção em que todas as formas verbais retiradas do texto pertencem a verbos irregulares.
“Ser professora é um estilo de vida”
(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)
No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”
O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.
Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.
Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.
Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.
Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.
Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.
A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.
Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.
Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.
Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/ser-
professora-e-um-estilo-de-
vida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6
bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.
Considerando que o “a”, como palavra, pode ser classificada como artigo definido, preposição ou pronome pessoal, observe as seis ocorrências que se encontram no parágrafo “Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil”. É correto afirmar que trata-se de
“Ser professora é um estilo de vida”
(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)
No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”
O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.
Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.
Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.
Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.
Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.
Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.
A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.
Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.
Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.
Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/ser-
professora-e-um-estilo-de-
vida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6
bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.
O texto “Ser professora é um estilo de vida” tem claramente a finalidade de esclarecer o leitor por meio da apresentação de um determinado assunto. Em linguagem clara e concisa, o autor desse tipo de texto não tem a pretensão de convencer o leitor, mas apenas manifestar seu ponto de vista, sua ideia. É correto afirmar, então, que esse é um texto do tipo
“Ser professora é um estilo de vida”
(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)
No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”
O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.
Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.
Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.
Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.
Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.
Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.
A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.
Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.
Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.
Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/ser-
professora-e-um-estilo-de-
vida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6
bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.
No trecho “Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo”, encontram-se duas marcações do fenômeno da crase. É correto afirmar que crase nada mais é que
“Ser professora é um estilo de vida”
(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)
No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”
O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.
Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.
Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.
Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.
Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.
Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.
A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.
Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.
Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.
Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/ser-
professora-e-um-estilo-de-
vida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6
bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.
Em relação à sintaxe, aponte o período em que o trecho destacado tem função de objeto direto.
“As pessoas que conseguem parar de usar drogas são aquelas que não sofrem de outras doenças associadas. A depressão geralmente está associada ao alcoolismo e a outros abusos de drogas. Quando não tratada adequadamente pode levar à morte. A melhor forma de evitar riscos para a saúde de um dependente químico é encorajá-lo a procurar, antes de tudo, um profissional de saúde.”
Hélio Lippi
O processo de construção sintática, no texto, denominado concordância nominal está presente em:
"Superar é preciso.
Seguir em frente é essencial.
Olhar pra trás é perda de tempo.
Passado se fosse bom era presente."
Clarice Lispector
Sobre o recurso linguístico que estabelece a coesão no último verso, pode-se afirmar que:
Na construção da frase do cartaz, há um desvio linguístico referente à:
https://www.costadosauipebahia.com.br
Considerando a palavra “Sauípe” na propaganda, é CORRETO afirmar que:
Assinale a alternativa INCORRETA no que se refere à grafia da palavra em destaque.
https://monteazul.mg.gov.br
Na produção da campanha, o autor empregou a oração “QUE SE CUIDA”. Essa oração expressa valor semântico de:
Eu sei que vou te amar
“Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar
E cada verso meu será pra te dizer
Que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar,
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver a espera
De viver ao lado teu
Por toda a minha vida.”
Vinicius de Moraes e Tom Jobim
O poema "Eu sei que vou te amar”, além da função poética, está presente também a função:
https://anoticiadovale.com
Sobre o lançamento do projeto “Sobradinho+verde”, é INCORRETO afirmar que:
Poética
“Que é a Poesia?
uma ilha
cercada
de palavras
por todos
os lados.
Que é o Poeta?
um homem
que trabalha o poema
com o suor do seu rosto.
Um homem
que tem fome
como qualquer outro
homem.”
Cassiano Ricardo
Assinale a alternativa que traz informação CORRETA a respeito do poema de Cassiano Ricardo.
“O lago de Sobradinho é o segundo maior lago artificial do mundo e o primeiro da América Latina, com 828 km² de área e 32200 km³ de água. Situado no norte do estado da Bahia, foi construído na década de 1970, mediante o represamento das águas do rio São Francisco, com vistas ao aproveitamento hidroelétrico do rio através da usina de Sobradinho, a maior do estado e uma das maiores usinas hidrelétricas do Brasil.”
https://rafhatur.com.br
Sobre o texto, é CORRETO afirmar que:
Farofa de Tanajura
Por Leonardo Igor de Souza
01 Em 13 de julho de 1553, desembarcou em Salvador o padre jesuíta José de Anchieta,
02considerado hoje um dos primeiros escritores da Literatura Brasileira. Em sua convivência com
03 os povos indígenas no Brasil, um dos hábitos que lhe chamou atenção – e do qual ele provou
04 – foi o de coletar e comer as chamadas içás, conhecidas em parte do Brasil como saúvas e, no
05 Ceará, como tanajuras.
06 Ainda agora, o hábito de comer tanajura, observado nos tempos da colônia, segue
07 preservado no Ceará, na região da Serra da Ibiapaba, onde estão municípios como Ubajara,
08 Tianguá, Ibiapina, São Benedito, Viçosa do Ceará, entre outros.
09 As tanajuras (Atta cephalotes) são uma espécie de formiga com asas e com o abdômen
10 pronunciado. Elas costumam aparecer no período chuvoso, na época chamada de revoada,
11 quando elas deixam o solo _______ da chuva. Nesse período, elas se reproduzem e formam
12 uma nova colônia, um novo lar, em um espaço mais seco.
13 É nesse período que muita gente aproveita para coletar os espécimes e prepará-los para
14 o consumo. Na maior parte das vezes, a iguaria é consumida frita, sendo utilizada como
15 ingrediente principal para o preparo de farofa de tanajura.
16 “Quando tem uma boa chuva com trovão e no dia seguinte faz um sol quente que começa
17 a sair [tanajura], você vê um monte de gente na rua. Quem pode vai para os sítios, quem tem
18 a _______ de entrar nos formigueiros, coloca bota e tudo para poder ir pegar”, conta a
19 nutricionista Lídia Sousa, moradora do município de Ibiapina, na Serra da Ibiapaba.
20 Lídia nasceu no Distrito Federal, mas seus pais são cearenses da região da Ibiapaba. Ela
21 conta que vive em Ibiapina há cerca de 15 anos, mas já tinha o hábito de comer tanajuras desde
22 pequena na capital federal. No Distrito Federal, ela e a família moravam em uma chácara, por
23 isso conseguiam capturar as tanajuras no período de chuvas. “Lá mesmo ninguém consumia,
24 pessoal inclusive achava engraçado, julgava, dizia que a gente tava comendo formiga”, relembra.
25 Na Serra da Ibiapiaba, se alguém perguntar de onde vem o hábito de comer tanajuras, diferentes
26 versões vão surgir. Hoje, no entanto, especialistas concordam que o hábito é uma herança do
27 povo indígena Tabajara, que habita a região.
28 O professor Paulo Henrique Machado, do curso de Gastronomia da Universidade Federal
29 do Ceará (UFC), integra um grupo na universidade que estuda a entomofagia, que é o consumo
30 de insetos como alimentos. O professor aponta que a prática pode ser encontrada em várias
31 comunidades do Brasil. “E não só o inseto, mas produtos dele, no caso do mel da abelha, da
32 cochonilha que produz corante vermelho, mais para rosado. E tem muitos produtos, mesmo
33 industrializados. Então é um hábito comum que às vezes a gente não sabe”, destaca.
34 Do ponto de vista nutricional, .... tanajura é considerada um alimento com altas
35 concentrações de lipídios e proteínas, de acordo com análise feita em laboratório pelo professor
36 Paulo Henrique Machado e outros dois colegas da UFC. A pesquisa, publicada em 2020, indicou
37 que as tanajuras têm um perfil de ácidos graxos majoritariamente composto de ácidos graxos
38 monoinsaturados, semelhante .... carnes de boi e de porco, “enriquecendo .... dieta daqueles
39 que .... ingerem”.
(Disponível em: www.g1.globo.com/ce/ceara/noticia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre a frase “Ela e a família moravam em uma chácara, por isso conseguiam capturar as tanajuras no período de chuvas”:
I. Há, no período, três verbos de ligação.
II. O período é corretamente classificado como período composto por conter mais de uma oração.
III. O sujeito da forma verbal “moravam” é corretamente classificado como sujeito composto.
Quais estão corretas?
Farofa de Tanajura
Por Leonardo Igor de Souza
01 Em 13 de julho de 1553, desembarcou em Salvador o padre jesuíta José de Anchieta,
02considerado hoje um dos primeiros escritores da Literatura Brasileira. Em sua convivência com
03 os povos indígenas no Brasil, um dos hábitos que lhe chamou atenção – e do qual ele provou
04 – foi o de coletar e comer as chamadas içás, conhecidas em parte do Brasil como saúvas e, no
05 Ceará, como tanajuras.
06 Ainda agora, o hábito de comer tanajura, observado nos tempos da colônia, segue
07 preservado no Ceará, na região da Serra da Ibiapaba, onde estão municípios como Ubajara,
08 Tianguá, Ibiapina, São Benedito, Viçosa do Ceará, entre outros.
09 As tanajuras (Atta cephalotes) são uma espécie de formiga com asas e com o abdômen
10 pronunciado. Elas costumam aparecer no período chuvoso, na época chamada de revoada,
11 quando elas deixam o solo _______ da chuva. Nesse período, elas se reproduzem e formam
12 uma nova colônia, um novo lar, em um espaço mais seco.
13 É nesse período que muita gente aproveita para coletar os espécimes e prepará-los para
14 o consumo. Na maior parte das vezes, a iguaria é consumida frita, sendo utilizada como
15 ingrediente principal para o preparo de farofa de tanajura.
16 “Quando tem uma boa chuva com trovão e no dia seguinte faz um sol quente que começa
17 a sair [tanajura], você vê um monte de gente na rua. Quem pode vai para os sítios, quem tem
18 a _______ de entrar nos formigueiros, coloca bota e tudo para poder ir pegar”, conta a
19 nutricionista Lídia Sousa, moradora do município de Ibiapina, na Serra da Ibiapaba.
20 Lídia nasceu no Distrito Federal, mas seus pais são cearenses da região da Ibiapaba. Ela
21 conta que vive em Ibiapina há cerca de 15 anos, mas já tinha o hábito de comer tanajuras desde
22 pequena na capital federal. No Distrito Federal, ela e a família moravam em uma chácara, por
23 isso conseguiam capturar as tanajuras no período de chuvas. “Lá mesmo ninguém consumia,
24 pessoal inclusive achava engraçado, julgava, dizia que a gente tava comendo formiga”, relembra.
25 Na Serra da Ibiapiaba, se alguém perguntar de onde vem o hábito de comer tanajuras, diferentes
26 versões vão surgir. Hoje, no entanto, especialistas concordam que o hábito é uma herança do
27 povo indígena Tabajara, que habita a região.
28 O professor Paulo Henrique Machado, do curso de Gastronomia da Universidade Federal
29 do Ceará (UFC), integra um grupo na universidade que estuda a entomofagia, que é o consumo
30 de insetos como alimentos. O professor aponta que a prática pode ser encontrada em várias
31 comunidades do Brasil. “E não só o inseto, mas produtos dele, no caso do mel da abelha, da
32 cochonilha que produz corante vermelho, mais para rosado. E tem muitos produtos, mesmo
33 industrializados. Então é um hábito comum que às vezes a gente não sabe”, destaca.
34 Do ponto de vista nutricional, .... tanajura é considerada um alimento com altas
35 concentrações de lipídios e proteínas, de acordo com análise feita em laboratório pelo professor
36 Paulo Henrique Machado e outros dois colegas da UFC. A pesquisa, publicada em 2020, indicou
37 que as tanajuras têm um perfil de ácidos graxos majoritariamente composto de ácidos graxos
38 monoinsaturados, semelhante .... carnes de boi e de porco, “enriquecendo .... dieta daqueles
39 que .... ingerem”.
(Disponível em: www.g1.globo.com/ce/ceara/noticia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na frase “A pesquisa, publicada em 2020, indicou que as tanajuras têm um perfil de ácidos graxos majoritariamente composto de ácidos graxos monoinsaturados”, caso a palavra “pesquisa” fosse substituída por sua forma plural, quantas outras palavras necessitariam de ajuste a fim de manter a correta concordância verbo-nominal?
Farofa de Tanajura
Por Leonardo Igor de Souza
01 Em 13 de julho de 1553, desembarcou em Salvador o padre jesuíta José de Anchieta,
02considerado hoje um dos primeiros escritores da Literatura Brasileira. Em sua convivência com
03 os povos indígenas no Brasil, um dos hábitos que lhe chamou atenção – e do qual ele provou
04 – foi o de coletar e comer as chamadas içás, conhecidas em parte do Brasil como saúvas e, no
05 Ceará, como tanajuras.
06 Ainda agora, o hábito de comer tanajura, observado nos tempos da colônia, segue
07 preservado no Ceará, na região da Serra da Ibiapaba, onde estão municípios como Ubajara,
08 Tianguá, Ibiapina, São Benedito, Viçosa do Ceará, entre outros.
09 As tanajuras (Atta cephalotes) são uma espécie de formiga com asas e com o abdômen
10 pronunciado. Elas costumam aparecer no período chuvoso, na época chamada de revoada,
11 quando elas deixam o solo _______ da chuva. Nesse período, elas se reproduzem e formam
12 uma nova colônia, um novo lar, em um espaço mais seco.
13 É nesse período que muita gente aproveita para coletar os espécimes e prepará-los para
14 o consumo. Na maior parte das vezes, a iguaria é consumida frita, sendo utilizada como
15 ingrediente principal para o preparo de farofa de tanajura.
16 “Quando tem uma boa chuva com trovão e no dia seguinte faz um sol quente que começa
17 a sair [tanajura], você vê um monte de gente na rua. Quem pode vai para os sítios, quem tem
18 a _______ de entrar nos formigueiros, coloca bota e tudo para poder ir pegar”, conta a
19 nutricionista Lídia Sousa, moradora do município de Ibiapina, na Serra da Ibiapaba.
20 Lídia nasceu no Distrito Federal, mas seus pais são cearenses da região da Ibiapaba. Ela
21 conta que vive em Ibiapina há cerca de 15 anos, mas já tinha o hábito de comer tanajuras desde
22 pequena na capital federal. No Distrito Federal, ela e a família moravam em uma chácara, por
23 isso conseguiam capturar as tanajuras no período de chuvas. “Lá mesmo ninguém consumia,
24 pessoal inclusive achava engraçado, julgava, dizia que a gente tava comendo formiga”, relembra.
25 Na Serra da Ibiapiaba, se alguém perguntar de onde vem o hábito de comer tanajuras, diferentes
26 versões vão surgir. Hoje, no entanto, especialistas concordam que o hábito é uma herança do
27 povo indígena Tabajara, que habita a região.
28 O professor Paulo Henrique Machado, do curso de Gastronomia da Universidade Federal
29 do Ceará (UFC), integra um grupo na universidade que estuda a entomofagia, que é o consumo
30 de insetos como alimentos. O professor aponta que a prática pode ser encontrada em várias
31 comunidades do Brasil. “E não só o inseto, mas produtos dele, no caso do mel da abelha, da
32 cochonilha que produz corante vermelho, mais para rosado. E tem muitos produtos, mesmo
33 industrializados. Então é um hábito comum que às vezes a gente não sabe”, destaca.
34 Do ponto de vista nutricional, .... tanajura é considerada um alimento com altas
35 concentrações de lipídios e proteínas, de acordo com análise feita em laboratório pelo professor
36 Paulo Henrique Machado e outros dois colegas da UFC. A pesquisa, publicada em 2020, indicou
37 que as tanajuras têm um perfil de ácidos graxos majoritariamente composto de ácidos graxos
38 monoinsaturados, semelhante .... carnes de boi e de porco, “enriquecendo .... dieta daqueles
39 que .... ingerem”.
(Disponível em: www.g1.globo.com/ce/ceara/noticia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, os trechos classificados como sujeitos dos verbos sublinhados na frase a seguir: “Especialistas concordam que o hábito é uma herança do povo indígena Tabajara”.