Questões de Concurso
Sobre português para psicólogo
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Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
I – O poeta valeu-se de um tom coloquial, marcado, por exemplo, pelo uso excessivo de interrogações.
II – O poeta não se preocupou com a forma do poema, uma vez que os versos não têm rima.
III – Em relação à sintaxe, a última estrofe foi escrita em ordem indireta.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
I – Ao longo do poema, o eu-lírico questiona o valor de sua obra.
II – Predomina no poema certo otimismo em relação ao legado deixado pelo poeta.
III – Em “Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.” ocorre a figura de linguagem pleonasmo.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
https://www.google.com.br/
No período “O silêncio é um amigo que nunca trai”, a expressão grifada é:
( ) Variação estilístico-pragmática: varia conforme situações de interação social, sendo caracterizada por maior ou menor grau de formalidade. ( ) Variação lexical: refere-se ao emprego de vocabulário. ( ) Variações paramétricas: estão relacionadas às diferenças que existem entre dois idiomas. Um exemplo é o que ocorre com estruturas sintáticas: no português, é possível construir uma frase com sujeito elíptico, como “Estudo português”. Já no inglês, isso não é possível; a frase nesse idioma deve ter o sujeito expresso: I study portuguese. ( ) As variações históricas são observadas nos casos de palavras ou expressões que deixaram de ser utilizadas; vocabulário próprio de uma determinada faixa de idade; grafemas que deixaram de ser usados.
Leia o texto para responder à próxima questão.
Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
(https://www.facebook.com/4050emais/photos/a.1075513025797868/4037581669590974/?type
=3&_rdr)
Leia o texto para responder à próxima questão.
Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
(https://www.facebook.com/4050emais/photos/a.1075513025797868/4037581669590974/?type
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
(https://www.facebook.com/4050emais/photos/a.1075513025797868/4037581669590974/?type
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Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
(https://www.facebook.com/4050emais/photos/a.1075513025797868/4037581669590974/?type
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Mude a sua vida. (Autor desconhecido).
“O corpo parece ter um mecanismo natural de proteção contra a infelicidade. Sempre que algo não está bem em nossa vida, nos sentimos incomodados, insatisfeitos, inquietos. É o corpo avisando que algo precisa mudar em nossa vida. Quando uma tristeza inexplicável começar a bater, quando a angústia começar a visitar com alguma frequência, os seus pensamentos começarem a fugir de você, mude!
Olhe para dentro do seu coração, faça uma reavaliação na sua vida e tente descobrir o que não está bem; se for possível fazer alguma coisa para melhorar e se valer a pena, tente! Tente uma vez, tente duas, tente até achar que ainda é possível, mas seja consciente e assuma que há coisas que não dependem apenas do nosso querer. Saiba a hora de parar, saiba a hora de deixar algo sair da sua vida.
Quando abrimos as portas de saída da nossa vida, novos espaços surgem, é aí que as mudanças acontecem. Mudanças na rotina, nos hábitos, nos afetos. Essa mudança pode causar medo, pode causar apreensão, mas se você souber transformar um momento de crise em um momento de oportunidades, as mudanças podem ser muito positivas. Abra o seu coração para a mudança, abra a sua mente para o novo!”
(https://www.facebook.com/4050emais/photos/a.1075513025797868/4037581669590974/?type
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Cocaína em tubarões é só a ponta do iceberg
Por Bernardo Esteves e Allan de Abreu

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cocaina-em-tubaroes-e-so-a-ponta-do-iceberg/ – texto adaptado
especialmente para esta prova).
Cocaína em tubarões é só a ponta do iceberg
Por Bernardo Esteves e Allan de Abreu

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cocaina-em-tubaroes-e-so-a-ponta-do-iceberg/ – texto adaptado
especialmente para esta prova).
Cocaína em tubarões é só a ponta do iceberg
Por Bernardo Esteves e Allan de Abreu

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cocaina-em-tubaroes-e-so-a-ponta-do-iceberg/ – texto adaptado
especialmente para esta prova).
I. A palavra “ilícita” (l. 02) pode ser substituída por “legítima”, sem alterações de sentido do texto.
II. “Tubarões” (l. 10) e “animais” (l. 10) são termos que, no texto, têm o mesmo referente.
III. Em “A cocaína presente em treze tubarões coletados no Rio de Janeiro por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pode ser apenas a ponta de um iceberg”, há uma metáfora.
Quais estão corretas?